terça-feira, 3 de setembro de 2013

OBAMA, GIVE BACK YOUR NOBEL PRIZE! SHAME ON YOU!

ESQUADRÃO DA MORTE DA VEJA PÕE A FACA NO PESCOÇO DO SUPREMO!


A cada dia revelam-se mais inconsistências e erros no julgamento da Ação Penal 470, o chamado "mensalão" do PT, e a cada nova revelação cresce a histeria dos colunistas e blogueiros da "veja" , aquele panfleto fascista editado pela Editora Abril. Como já condenou a todos os 40 citados (depois reduzidos a 25, porque 40 foi um número escolhido apenas para virar piada contra o PT) há quase oito anos, semana a semana, agora a veja apavora-se diante da possibilidade do Supremo Tribunal Federal fazer Justiça e revogar as penas já aplicadas pela revista do finado Dom Bob Civita.

Os blogueiros do panfleto da extrema-direita, especialmente o Rei do Esgoto (também conhecido como Reinaldo Azevedo) assanham-se à beira de uma crise de nervos. Cada palavra de cada ministro é avaliada severamente. Se uma palavra indica que o ministro pretende fazer Justiça e elaborar votos técnicos, os buldogues desdentados da veja o massacram. Já disseram que alguns ministros nada sabem de direito, quem sabe é o Rei do Esgoto!

Quando alguma linha da fala de um dos magistrados leva a pensar numa confirmação das sentenças erradas da primeira fase, ele é elevado aos Céus. Joaquim Barbosa é o próprio Deus, assim como Fux, quando disse que a prova cabe ao acusado, revolucionando o Direito Universal.
Pelo desespero do esquadrão da morte montado por veja, pode ser que a revista até há pouco editada por Carlinhos Cachoeira tem informações de que os ministros usaram os embargos infringentes para corrigir erros, o que está na lei e nas normas. Todo réu tem direito a uma segunda instância, e como não há outra Corte acima do STF, é nos embargos infringentes que as sentenças podem ser reformadas, levando-se em conta o basilar princípio do "in dubio, pro reo", (em caso de dúvida, vota-se a favor do réu).
Vamos ver o pelotão de fuzilamento da veja babar de ódio, caso a Justiça seja feita, como todo o Brasil decente espera.

FOLHA DE S. PAULO: CORPO DE JOÃO GOULART TERÁ HONRAS DE CHEFE DE ESTADO


Os restos mortais do presidente João Goulart (1919-1976) terão "honras de chefe de Estado" durante o transporte a Brasília para uma análise que deve ocorrer ainda neste ano, afirmou ontem a ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos).
O corpo de Jango --nome como ele era conhecido-- será exumado no cemitério em que está enterrado na cidade de São Borja (RS) e passará por exames que tentarão identificar se ele foi morto por agentes ligados à estrutura de repressão da ditadura militar (1964-1985).
Maria do Rosário se reuniu ontem com a direção estadual do PDT, em Porto Alegre. Apresentou ao partido, de Christopher Goulart, neto de Jango, o plano de remoção dos restos mortais para a capital federal.
Segundo a versão oficial, o presidente sofreu um ataque cardíaco quando vivia no exílio, na Argentina.
A Comissão Nacional da Verdade e o governo federal, porém, investigam as circunstâncias. Jango foi deposto pelo golpe militar de 1964.
A data do transporte do corpo deve ser marcada no próximo dia 17. O governo ainda articula detalhes do traslado e eventuais homenagens em Brasília.
O retorno a São Borja, segundo a ministra, também será "com as honras de um presidente".
"Jango terá o tratamento que não recebeu quando foi deposto e no momento do seu sepultamento."
Maria do Rosário disse ainda que o corpo foi recebido na época "pelo povo" nas ruas, mas, por ordens da ditadura, o caixão foi transportado com rapidez, de maneira "desrespeitosa".
Christopher, que é vereador em Porto Alegre, diz que o presidente nunca teve as honras oficiais devidas. "Quando ele morreu, não teve luto oficial, não teve bandeira a meio mastro. Agora, seria algo muito simbólico, a mesma coisa que quando um presidente da República falece. Todas as pompas oficiais", afirmou.
Autoridades de São Borja se mobilizaram, no mês passado, para que o Planalto assumisse o compromisso de transportar de volta o corpo de Brasília ao jazigo no interior do Rio Grande do Sul após o fim das análises.
EXUMAÇÃO
A exumação e os exames envolverão familiares do presidente, técnicos da Polícia Federal e peritos argentinos e do Uruguai. Na Argentina também há uma investigação sobre o caso. A Cruz Vermelha dará apoio aos trabalhos.
A ministra diz ver uma "possibilidade muito clara" que o presidente tenha sido assassinado por forças da Operação Condor, a aliança entre ditaduras da América do Sul.
Entre os argumentos para essa tese, estão as evidências de que Jango havia sido monitorado no período em que estava afastado da política e vivia seu exílio na Argentina.

SAÚDE EM PORTUGAL PIORA DEVIDO À "AUSTERIDADE"

Artigo que publiquei no prestigioso site "Outras Palavras", ligado ao Le Monde Diplomatique (média de 6.000 visitas/dia), em maio de 2012. Infelizmente,  continua plenamente atual...

Portugal: a “austeridade” faz mal à Saúde

Atingido por corte de verbas, cobrança por serviços e redução dos salários dos servidores, setor enfrenta revolta da população desassistida
Por Antonio Barbosa Filho*
LISBOA (Portugal) – Em tempos de cortes gerais de gastos e medidas de austeridade impostas pela troika (Banco Central Europeu, União Européia e FMI), o funcionalismo público é uma das maiores vítimas. Em Portugal, os servidores estão colocados sob dois fogos: de um lado, o governo anuncia aumentar a jornada de trabalho e reduzir benefícios (as gratificações de férias e Natal já foram eliminadas “temporariamente”), além de não repor as vagas abertas por aposentadorias; de outro, os usuários, cada vez mais carentes, tornam-se agressivos em suas reclamações por bom atendimento, e os casos de agressão e vandalismo tornam-se frequentes.
E esta realidade é ainda mais visível no setor da Saúde, que vem sendo precarizado pelo governo e afeta mais diretamente as pessoas numa hora de grande demanda destes serviços. Só nas procuradorias-distritais de Lisboa e Évora registraram-se, nos últimos dois anos, 51 queixas formuladas por médicos e enfermeiros, mas sabe-se que o número de ocorrências é muitas vezes maior – a burocracia, custos judiciais e lentidão dos processos desestimulam a grande maioria das vítimas a iniciarem uma ação.
O governo já aumentou as “taxas moderadoras”, que são pagas mesmo nos hospitais e centros de saúde ligados ao Serviço Nacional de Saúde, ao mesmo tempo em que cortou pelo menos 200 milhões de euros dos contratos e convênios. Hoje alguns usuários pagam o dobro do que há um ano atrás por exames , consultas e até urgências. Para amenizar o problema, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, tem anunciado medidas pontuais que favorecem parcelas da clientela: os pacientes que fazem tratamentos prolongados como hemodiálise e quimioterapia não precisarão mais pagar o transporte em ambulância até a unidade de saúde…
Mas o ministro deixa claro que o Serviço Nacional de Saúde “não é sustentável” porque tem dívidas e muitos fornecedores suspendem os serviços por falta de pagamento. Macedo conclama os profissionais médicos a perseguir os mais elevados índices de qualidade para compensar a escassez de recursos nesta época de “emergência nacional”.
O presidente da União das Misericórdias Portuguesas, que congrega centenas de Santas Casas, Manuel Lemos, declarou há dias que o Ministério não está cumprindo suas obrigações. O dirigente afirmou que o governo deve entre 35 e 40 milhões de euros às entidades, e que pelo menos um terço disso precisaria ser pago imediatamente, sob risco de uma “diminuição brutal da cobertura social neste país”. Havia casos de Santas Casas em vias de cortar o aquecimento do local onde ficam os doentes, por não conseguirem pagar os fornecedores.
Já a clientela da rede pública não quer saber muito das explicações técnicas e acaba desabafando nos mais próximos: os funcionários encarregados do primeiro atendimento. Já houve casos de agressões físicas como a de uma enfermeira do Hospital São Bernardo, em Setúbal, que teve o pulso torcido quando tentava aplicar um sedativo num paciente muito agitado; isso custou-lhe dois meses de fisioterapia e dores que permanecem prejudicando seu trabalho.
A situação assusta tanto os profissionais de saúde que o Sindicato Independente dos Médicos está pedindo que seja aplicada no setor uma regra que já existe para oshooligans do futebol. Assim como estes ficam impedidos de acessar os estádios quando envolvem-se em agressões, os pacientes que agridem os funcionários deveriam ser proibidos de buscar atendimento na rede pública, propõe Jorge Roque da Cunha, secretário-geral da entidade. Ele afirma também que o Estado viciou os médicos em fazerem horas-extras e com isso reduziu os salários-base da categoria, tudo resultando na queda do padrão de atendimento.
Embora sejam mais graves na área da saúde, as agressões a funcionários públicos também ocorrem em outros setores, especialmente os ligados ao atendimento das carências imediatas do cidadão. Em Areeiro, um jovem de 24 anos, ameaçado de perder uma bolsa de estudos que vem tentando há dois anos, entrou num estado de frio desespero: pela manhã ingressou na fila de sempre, tirou um alicate da bolsa e, calmamente, cortou os cabos de todos os computadores que viu pela frente. Foram sete, até que conseguiram detê-lo. “Eu só queria chamar a atenção de alguém da chefia para que visse meu processo com algum respeito”, afirmou.
Já houve o caso de uma funcionária do setor de Finanças agredida violentamente quando estava fotografando uma casa que iria ser penhorada. E são inúmeros os eventos de destruição de portas, vitrines, guichês, telefones e computadores por usuários indignados por não verem suas necessidades atendidas pelo serviço público.
Professor de Ética e Filosofia Política da Universidade do Minho João Cardoso Rosas, entende que “os casos de agressão e vandalismo público são apenas uma forma mais radical de participação, ou protesto, informal. Claro que são do foro criminal, mas seria estúpido fecharmos os olhos e não vermos que têm também uma motivação política”.
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Antonio Barbosa Filho é jornalista e escritor, autor de A Bolívia de Evo Morales e A Imprensa x Lula – golpe ou sangramento? (All Print Editora). Em viagem pela Europa, acompanha as consequências da crise financeira pós-2008 e da onda corte de direitos sociais (‘políticas de austeridade’) iniciada em 2010

QUEM USOU ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA?

Do excelente site Outras Palavras:

Às vésperas de uma guerra obscena

Por Tariq Ali, no London Review of Books | Tradução: Vinícius Gomes
O objetivo da “guerra limitada” organizada pelos EUA e seus vassalos europeus é simples. O regime sírio estava lentamente restabelecendo seu controle sobre o país, contra a oposição armada pelo Ocidente e seus Estados tributários na região (Arábia Saudita e Qatar). Essa situação exigia correção. Nessa deprimente guerra civil, era preciso fortalecer militar e psicologicamente a oposição.
Desde quando Obama afirmou que as armas químicas era a “linha-limite”, era claro que elas seriam utilizadas. Cui prodest? como costumavam perguntar os romanos. Quem se beneficia? Claramente, não o regime sírio.
Há várias semanas, dois jornalistas do Le Monde já tinham descoberto as armas químicas. A questão é: de fato foram usadas, quem as lançou? O governo Obama e seus seguidores gostariam que acreditássemos no seguinte enredo: Assad permitiu que os inspetores de armas químicas da ONU entrassem na Síria; então, anunciou a chegada deles lançando um ataque de armas químicas contra mulheres e crianças, a mais ou menos 15 quilômetros do hotel onde estavam hospedados. Isso simplesmente não faz sentido. Quem, então, cometeu a atrocidade?
No Iraque, sabemos que foram os EUA a utilizar “fósforo branco” em Fallujah, em 2004 (não havia “linhas-limites” exceto aquelas traçadas no chão por sangue iraquiano). Portanto, a justificativa é tão turva quanto nas guerras anteriores.
Desde a invasão e guerra no Iraque, o mundo árabe está dividido entre sunitas e xiitas. Apoiando a invasão à Síria estão dois velhos conhecidos: Arábia Saudita e Israel. Ambos querem o regime do Irã destruído. Os sauditas, por disputas de facção; os israelenses, por estarem desesperados para acabar com o Hezbollah. Esse é o grande objetivo que têm em mente e Washington, após resistir por um tempo, está voltando a considerá-lo. Bombardear a Síria é o primeiro passo. (…)
Os iranianos reagiram fortemente e ameaçaram retaliação apropriada. Pode ser um blefe, mas o que isso revela é que até o novo líder “moderado”, prestigiado pela mídia ocidental, assumiu posição não distinta à de Ahmadinejad. Teerã compreende bem o que está em jogo e por quê. Cada uma das intervenções ocidentais no mundo árabe e seus arredores tornou as condições piores. Os ataques que estão sendo planejados pelo Pentágono e suas filiais na OTAN provavelmente terão o mesmo padrão.
Enquanto isso, no Egito, um Pinochet árabe está restaurando a “ordem” da velha maneira violenta já consagrada e com o apoio dos líderes, ligeiramente constrangidos, do conglomerado EUA/Europa.

ONU AFIRMA QUE FORAM OS REBELDES QUE USARAM ARMAS QUÍMICAS NA SÍRIA. OBAMA VAI ATACAR ASSIM MESMO?

SIRIA- INSPETORA DA ONU: REBELDES É QUE USARAM ARMAS QUÍMICAS

Essa notícia deveria estar na primeira página dos jornais, mas o arco midiático em apoio aos lobbies da guerra restringiu severamente sua disseminação. Uma das inspetoras da ONUencarregada de checar o uso de armas químicas na Síria declarou, em maio deste ano, que todos os indícios apontavam para a responsabilidade dos rebeldes. Os rebeldes é que estariam usando armas químicas, e jogando a culpa no governo.

A declaração de Carla Del Ponte circulou em alguns veículos europeus (como a BBC) e em todos os sites árabes, mas foi abafada pela hegemônica mídia pró-americana. Autoridades russas, nervosas com a possibilidade dos EUA iniciarem mais uma guerra insana, voltaram a citar o testemunho de Ponte no intuito de amainar o frenesi guerreiro dos falcões americanos.






segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O CÍNICO PEDIDO DE DESCULPAS DA GLOBO:

A SUPOSTA “AUTOCRÍTICA”
DA GLOBO

“A verdade é mesmo muito dura, a Rede Globo apoiou e parasitou a ditadura!”



Conversa Afiada reproduz, por meio do blog do Miro,  nota do Barão de Itararé sobre a suposta “autocrítica” da Globo:


A SUPOSTA “AUTOCRÍTICA” DA GLOBO



Do núcleo do Barão de Itararé/RJ:

Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento 
Vou cobrar com juros, juro 
Todo esse amor reprimido 
Esse grito contido 
Este samba no escuro 
Você que inventou a tristeza 
Ora, tenha a fineza De desinventar 
Você vai pagar e é dobrado 
Cada lágrima rolada Nesse meu penar


(Chico Buarque)

As Organizações Globo publicaram no último dia 31 de agosto editorial onde reconhecem o apoio ao Golpe de 1964 e afirmam que essa postura foi um erro. O mesmo editorial também reconhece o que todo mundo já sabia: que o Estado de São Paulo, a Folha de São Paulo, o Correio da Manhã e outros veículos também foram coniventes com a ditadura que se constituiu em um dos capítulos mais vergonhosos da história do Brasil.


O que o Jornal O Globo fez durante a ditadura militar, não foi apenas um apoio. Foi uma parceria simbiótica. Um crime. Um crime de uma organização que se transformou em ferramenta dos militares para consolidar sua hegemonia e que também tem em suas mãos o sangue de todos os mortos pelo regime autoritário. Um crime que fez a família Marinho ter hoje três dos seus herdeiros entre os 10 homens mais ricos do Brasil.

Um crime que acobertou outros crimes, como o impedimento da instalação de um CPI para investigar o acordo Globo-Time Life em 1966; que garantiu o aproveitamento da Embratel (uma das primeiras estatais criadas pelo Governo Militar) para desenvolvimento desse império das comunicações, que segue até hoje usando o poder construído através da colaboração com um dos regimes mais sangrentos da história do Brasil para tentar ditar os rumos da política no nosso País. Um crime que permite que essa empresa continue até hoje cometendo outros crimes, como por exemplo, usar do seu poder de comunicação para pautar a agenda política de governos, travestindo sua imposição de pautas e prioridades sob uma falsa prestação de serviço e capitalizando para si as ações realizadas pelo poder público em suas variadas esferas.

Quantos anos ainda serão precisos para a Globo fazer a autocrítica pela cobertura das greves de 1979? Quando vão fazer a autocrítica pelas movimentações contra Brizola em 1982? Quando vão reconhecer o erro da edição do debate de Lula e Collor em 1989 e do apoio ao “caçador de marajás”? Quando farão a autocrítica por terem sido contra as cotas, por não terem noticiado os escândalos da Era FHC, pela construção da agenda das privatizações e pelos esforços na defesa da agenda neoliberal no Brasil? Quando as Organizações Globo farão a autocrítica pela maneira criminosa como cobrem os movimentos sociais?

As Organizações Globo fazem a autocrítica ao apoio à ditadura, mas não fazem a autocrítica de quanto esse apoio foi lucrativo. Em seu discurso ainda são presentes as velhas mentiras para justificar o injustificável. Reconhecem o que dizem ser um erro, mas justificam na base de mentiras, mais uma vez tentando escrever a História do Brasil através de deturpações que reafirmam sua falta de compromisso com o Brasil. Uma autocrítica forçada pelas ruas, que gritou a plenos pulmões não apenas que “a verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura”, mas que também gritou “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.

Com a credibilidade cada vez menor, as Organizações Globo tentam forjar uma autocrítica para se preparar para a disputa eleitoral que se avizinha, mas dessa vez o cenário será diferente. Não aceitaremos mais as velhas mentiras e nem permitiremos que mais uma vez essa máfia midiática use do seu poder para iludir a população brasileira.

O Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé denuncia a falsa autocrítica publicada pelo Jornal O Globo e reafirma sua posição de lutar contra os impérios da comunicação que servem às elites conservadoras desse país, seguindo na busca pela construção de novas mídias que sejam capazes de representar esse novo momento vivido pelo País e que possam sepultar, de uma vez por todas, o espectro das mídias golpistas forjando assim uma nova comunicação no Brasil.

A real autocritica sobre a relação promíscua das Organizações Globo com o nefasto Golpe Militar deve ser feita pelo Estado brasileiro, através da Comissão Nacional da Verdade, investigando a fundo o dia a dia de colaboração da Rede Globo e da grande mídia burguesa nacional com o regime assassino que derramou muito sangue, de brasileiros e brasileiras, no solo de nossa pátria. Trazer à luz da sociedade a verdade sobre o real papel da imprensa golpista no empenho contra a emancipação do povo brasileiro é dever do Estado, pois a memoria de um povo é fundamental para que se possa tentar evitar que os erros do passado se repitam.

A verdade é mesmo muito dura, a Rede Globo apoiou e parasitou a ditadura!

O Povo não é bobo! Abaixo a Rede Globo!