quinta-feira, 31 de maio de 2012
AS FRAUDES DA BLOGUEIRA CUBANA
INVESTIGAÇÃO DESCOBRE FRAUDE DA BLOGUEIRA CUBANA YOANI SÁNCHEZ
segunda-feira, 5 de março de 2012
15:03 FRANCISCO MACHADO FILHO SEM COMENTÁRIOS
Texto publicado em: JB online
Foto: Las Razones de Cuba
Velha opositora do governo cubano, a blogueira Yoani Sánchez teve um dos seus truques revelados pelo jornalista francês Salim Lamrani. De acordo com uma investigação conduzida por ele, o perfil de Yoani Sánchez no Twitter é artificialmente "bombado" por milhares de perfis falsos.
Generación Y
Sob o nome de Generación Y, o mesmo do blog que a deixou famosa, o perfil de Yoani no microblog tem 214 mil seguidores. Considerada pela mídia estrangeira como "influente", ela é seguida por apenas 32 cubanos. Mas as estranhezas não param por aí.
Super-seguidora
Yoani segue 80 mil pessoas no Twitter, um número completamente descabido. Conforme Salim Lamrani apurou, a blogueira cubana usa sites de troca de seguidores para aumentá-los e parecer mais popular na internet. Em troca de receber novos usuários, ela precisa segui-los. Daí a razão para seguir 80 mil perfis no Twitter.
Super-seguidora II
A fraude da cubana não para por aí. Do total, cerca de 47 mil seguidores do Yoani são falsos. São usuários que não são seguidos por ninguém, não seguem ninguém mais exceto a própria blogueira e sequer têm fotos de perfil.
O medo chama
Vazamentos recentes do Wikileaks indicam que o sucesso de Yoani na internet também tem o dedo do governo norte-americano. Nas correspondências, funcionários do governo americano mostram preocupação com as mensagens pessoais da blogueiras, que poderiam comprometê-la internacionalmente.
Escândalo abafado
A cubana, aliás, protagonizou um dos momentos mais pitorescos da imprensa internacional nos últimos anos. Ela convocou vários jornalistas para uma coletiva de imprensa na qual explicaria um suposto sequestro seguido de espancamento em público. Os agressores seriam integrantes do governo de Fidel Castro. Só que Yoani apareceu na coletiva sem qualquer traço de agressão no corpo, não soube explicar como as manchas sumiram num intervalo de 24 horas e não apresentou qualquer testemunha.
http://peneiranews.blogspot.com/2012/03/investigacao-descobre-fraude-da.html
quarta-feira, 30 de maio de 2012
FOLHA COM MEDO DOS BLOGUEIROS SUJOS
Folha tucana ataca a blogosfera
Por Altamiro Borges
Numa matéria desonesta e distorcida, assinada pelos jornalistas Bernardo Mello e Catia Seabra, a Folha de hoje voltou a atacar a blogosfera - o que só confirma que a velha mídia está muito incomodada com a força crescente das redes sociais. Ao tratar de uma reunião ocorrida ontem à noite entre blogueiros paulistas e o candidato à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad (PT), o jornal tucano destilou todo o seu veneno.
Já no título, "Petista pede ajuda a blogueiros que apoiam governo", uma mentira deslavada. A reunião foi articulada pelos ativistas digitais e não pelo PT ou por Haddad. Da mesma forma, os blogueiros - que residem em São Paulo e conhecem o desastre causado pela dupla Serra-Kassab - já estão agendando conversas com candidatos à prefeitura paulistana de outros partidos.
"Reporcagem" desonesta e distorcida
Na reunião, o pré-candidato petista apresentou as suas propostas programáticas para a cidade, apontou os principais problemas das últimas gestões demotucanas - e agora do PSD de Kassab - e falou dos desafios da sua campanha eleitoral. Mesmo sem ter acesso ao encontro, a Folha intuiu - bem ao estilo Gilmar Mentes - que Haddad "pediu ajuda a sua campanha na internet". Nada foi falado sobre o tema, nem o petista seria ingênuo para achar que iria enquadrar os blogueiros. Ou seja: a Folha mentiu novamente!
De forma desonesta, a Folha tentou vender a imagem de que os presentes da reunião pertencem ao "núcleo de militantes virtuais para atuar na internet" e que "o grupo será acionado para fazer propaganda de Haddad e atacar rivais nas redes sociais". Do encontro participaram vários blogueiros que não têm qualquer filiação partidária e, inclusive, militantes de outros partidos. A Folha sabe disso, mas procurou novamente manipular a informação.
Vínculos sombrios com José Serra
Na prática, a "reporcagem" da Folha tentou prestar mais um servicinho sujo ao tucano José Serra - com que sempre teve o rabo preso. É bastante conhecida a influência do eterno candidato do PSDB na cúpula da empresa da famiglia Frias, inclusive na confecção de pautas e no pedido de demissões de repórteres menos amestrados. Será que a Folha topa divulgar, com mais transparência, seus constantes encontros e contatos com Serra?
A matéria também visou estimular a cizânia entre os blogueiros. Mas esta tentativa é infantil. Os ativistas da chamada blogosfera progressista sempre zelaram pela pluralidade no interior deste jovem movimento. Eles sabem que existem blogueiros de diferentes concepções e origens, de diversos partidos e, principalmente, de ativistas digitais sem filiação partidária. O esforço sempre foi o de construir a unidade na diversidade, respeitando o caráter horizontal e democrático deste movimento.
A Folha, com a sua cultura autoritária e arrogante, não entende a nova realidade da rede. Azar dela. Ela continuará a perder credibilidade e leitores! O seu modelo de negócios continuará afundando!
http://altamiroborges.blogspot.com/2012/05/folha-tucana-ataca-blogosfera.html
terça-feira, 29 de maio de 2012
COMO A VEJA DISTORCE OS FATOS
Jornalismo desencapado
Por Washington Araújo em 29/05/2012 na edição 696
A reportagem de Veja desta semana é um primor de fios desencapados, mas inofensivos, uma vez que nestes não transita eletricidade real, capaz de impactar ou dar um choque. Informa que Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, teria recebido pressão do ex-presidente Lula, em reunião realizada no dia 26 de abril de 2012, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim, também ex-presidente do STF, para adiar o julgamento do processo do chamado mensalão. Mas deixa de informar que o anfitrião do encontro, Nelson Jobim, nega o conteúdo da conversa. Em frases curtas, em bom português, sem uso de metáforas, condicionais ou figuras de linguagem, Jobim colocou uma pá de cal no mais novo escândalo levado às bancas pela revista carro-chefe da Editora Abril, a mesma que, pelo andar da carruagem, deverá ter seu proprietário, Roberto Civita, e seu preposto na sucursal de Brasil, Policarpo Junior, como depoentes na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o submundo do crime comandado pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira.
O que diz Jobim, em notícia publicada no insuspeito O Estado de S.Paulo?
1. “O quê? De forma nenhuma, não se falou nada disso.”
2. “O Lula fez uma visita para mim, o Gilmar estava lá. Não houve conversa sobre o mensalão.”
3. “Tomamos um café na minha sala. O tempo todo foi dentro da minha sala, o Lula saiu antes, durante todo o tempo nós ficamos juntos.”
4. “Na conversa foram tratadas apenas questões genéricas, institucionais. Em nenhum momento Gilmar e o ex-presidente estiveram sozinhos ou falaram na cozinha do escritório.”
Qual foi a parte desses quatro tópicos que o leitor medianamente informado não conseguiria entender? Nenhuma. Todas são claras, assertivas, afirmativas, peremptórias.
Condições normais
A revista faz uso das habituais tintas do escândalo para alcançar seu maior intento: desqualificar a CPMI do Cachoeira, retirando sua legitimidade para investigar a fundo o teor de mais de 200 grampos conseguidos de forma legal e que têm como interlocutores próceres do esquema Cachoeira (bicheiro, arapongas, chantagistas, delinquentes) e o principal executivo de sua sucursal em Brasília, o jornalista Policarpo Junior. E, em assim procedendo, requentar a curiosa tese esposada na capa de sua edição nº 2271, de 18/4/2012, com o seguinte texto: “Mensalão – A cortina de fumaça do PT para encobrir o maior escândalo de corrupção da história do país”.
A revista informa o que seria um encontro de três pessoas, três personalidades com currículos vistosos: Nelson Jobim, o anfitrião do encontro, ex-deputado federal, ex-ministro do STF, ex-ministro da Defesa; Luiz Inácio Lula da Silva, ex-líder sindical, ex-deputado federal e ex-presidente da República; Gilmar Mendes, ministro e ex-presidente do STF. Não soa no mínimo estranho que dos três presentes ao encontro, a revista haja encampado como verdade única e inatacável, beirando a infalibilidade, o relato do ministro Gilmar Mendes? Por que optou por omitir a seus leitores o relato da mesma reunião feito pelos dois outros personagens? E o que ganha Gilmar Mendes, salvo se “vacinar” contra possíveis descobertas de grampos comprometedores envolvendo sua pessoa, o senador Demóstenes Torres e os personagens que vicejam no lodaçal criado por Cachoeira?
A resposta é simples: os relatos de Jobim e de Lula contradizem frontalmente a versão de Mendes. Não seria sensato esperar que uma publicação semanal, tradicional e com a tiragem de Veja, antes de alçar o assunto à sua editoria de escândalos tivesse o cuidado de ouvir os outros dois personagens? Falta de tempo não foi: a reunião ocorreu em 26 de abril e a revista passou a circular exatamente um mês depois, em 26 de maio. O que a revista da Abril não conseguiu apurar em 30 dias, O Estado de S.Paulo conseguiu em menos de 48 horas. O que nos leva a concluir que existe aqui um descompasso muito gritante para ser descartado sumariamente se nos propomos a produzir crítica da mídia. É o que chamo de jornalismo fundado em “informação desinformada”, aquele tipo de jornalismo que privilegia apenas a tese que deseja defender, independente se esta é fundada na verdade ou não passa de manobra diversionista, dessas que se impõem como contraponto a assunto incômodo.
E o assunto incômodo não é outro: a CPMI do Cachoeira não pode ofuscar o chamado escândalo do mensalão. Chega a ser patético imaginar que os assuntos possam interagir em condições normais de temperatura e pressão.
Debate milenar
A temperatura do mensalão se encaminha para seu ato final, dentro dos próximos meses – no mais tardar, no primeiro semestre de 2013. A temperatura da CPMI ainda tem muito espaço para entrar em ebulição: faltam os depoimentos dos governadores Marconi Perillo, Agnelo Queiroz e Sérgio Cabral, dos empresários Fernando Cavendish e Roberto Civita, do jornalista Policarpo Junior, do senador Demóstenes Torres e dos procuradores da República Roberto Gurgel e Claudia Sampaio Isto apenas para começar, porque até o momento a CPMI não conseguiu agregar nada de valor investigativo ao que já foi produzido pela Polícia Federal antes da instalação da Comissão.
LEIA A ÍNTEGRA EM:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed696_jornalismo_desencapado
segunda-feira, 28 de maio de 2012
MAIS UM MEMBRO DO STF DESMENTE A FARSA DA VEJA
“EPISÓDIO ANÔMALO”
Comportamento de Lula é indecoroso, avaliam ministros
Por Rodrigo Haidar
Agora há pouco, conversei com Marco Aurélio, que afirma não ter a menor condição de saber qual versão sobre o encontro é a correta – a de Gilmar Mendes ou de Nelson Jobim -, mas enfatiza que jamais viu qualquer sinal de Lula tentando influenciar o Supremo.
“O ex-presidente tem um modo peculiar de falar, mas jamais emitiu qualquer sinal de tentativa de influenciar o Supremo”, diz Marco Aurélio.
Mello considera que o episódio em si é lamentável porque enfraquece o Judiciário e logicamente não se pode imaginar o STF vulnerável a tais pressões. “Mas o leigo acaba imaginando que integrantes do Supremo sejam sujeitos a pressão”, lamenta ele.
Pergunto se é correto um Ministro do STF emitir juízo sobre hipóteses não confirmadas. Diz ele: “A liturgia do Tribunal realmente é incompatível com certas óticas. Apenas costumo dizer que cada qual assuma a responsabilidade”.
Digo-lhe que não cometerei a indelicadeza de pedir que ele analise a atitude do Ministro Celso Melo – emitindo juízos sobre hipóteses. Ele concorda: “Fica muito difícil para mim criticar o meu decano. O que se tem é esse contexto. Temos que esperar para ver o que ocorre durante a semana”.
As declarações de Marco Aurélio de Melo – reproduzidas no Consultor Jurídico – refletem exclusivamente sua preocupação com o quê a opinião pública poderia pensar do STF, após o episódio. Ele rebate apenas a possibilidade de ocorrerem pressões.
Mostra pelo menos um Ministro preocupado com a imagem de sua instituição:
“Não concebo uma tentativa de cooptação de um ministro. Mesmo que não se tenha tratado do mérito do processo, mas apenas do adiamento, para não se realizar o julgamento no semestre das eleições. Ainda assim, é algo inimaginável. Quem tem de decidir o melhor momento para julgar o processo, e decidirá, é o próprio Supremo”.
sábado, 26 de maio de 2012
AVISO IMPORTANTE!!!
Recomendação
“Se passar na banca e ver a VEJA, não compre.
Se comprar, não abra.
Se abrir, não leia.
Se ler, não acredite.
Se acreditar, RELINCHE.
IRRESPONDÍVEL CARTA A RICARDO NOBLAT, DA GLOBO
Carta Pai-d'egua de Carlos Moura ao serviçal Noblat
Publico a carta aberta de Carlos Moura (aposentado, fotógrafo, redator de jornal de interior, sócio de uma pequena editora de livros clássicos e coordenador da Ação da Cidadania em Além Paraíba-MG) para o jornalista de “O Globo” Ricardo Noblat.
===
Noblat
Quem é você para decidir pelo Brasil (e pela História) quem é grande ou quem deixa de ser? Quem lhe deu a procuração? O Globo? A Veja? O Estadão? A Folha?
Apresento-me: sou um brasileiro. Não sou do PT, nunca fui. Isso ajuda, porque do contrário você me desclassificaria, jogando-me na lata de lixo como uma bolinha de papel. Sou de sua geração. Nossa diferença é que minha educação formal foi pífia, a sua acadêmica. Não pude sequer estudar num dos melhores colégios secundários que o Brasil tinha na época (o Colégio de Cataguases, MG, onde eu morava) porque era só para ricos. Nas cidades pequenas, no início dos sessenta, sequer existiam colégios públicos. Frequentar uma universidade, como a Católica de Pernambuco em que você se formou, nem utopia era, era um delírio.
Informo só para deixar claro que entre nós existe uma pedra no meio do caminho. Minha origem é tipicamente “brasileira”, da gente cabralina que nasceu falando empedrado. A sua não. Isto não nos torna piores ou melhores do que ninguém, só nos faz diferentes. A mesma diferença que tem Luis Inácio em relação ao patriciado de anel, abotoadura & mestrado. Patronato que tomou conta da loja desde a época imperial.
O que você e uma vasta geração de serviçais jornalísticos passaram oito anos sem sequer tentar entender é que Lula não pertence à ortodoxia política. Foi o mesmo erro que a esquerda cometeu quando ele apareceu como líder sindical. Vamos dizer que esta equipe furiosa, sustentada por quatro famílias que formam o oligopólio da informação no eixo Rio-S.Paulo – uma delas, a do Globo, controlando também a maior rede de TV do país – não esteja movida pelo rancor. Coisa natural quando um feudo começa a dividir com o resto da nação as malas repletas de cédulas alopradas que a União lhe entrega em forma de publicidade. Daí a ira natural, pois aqui em Minas se diz que homem só briga por duas coisas: barra de saia ou barra de ouro.
O que me espanta é que, movidos pela repulsa, tenham deixado de perceber que o brasileiro não é dançarino de valsa, é passista de samba. O patuá que vocês querem enfiar em Lula é o do negrinho do pastoreio, obrigado a abaixar a cabeça quando ameaçado pelo relho. O sotaque que vocês gostam é o nhém-nhém-nhém grã-fino de FHC, o da simulação, da dissimulação, da bata paramentada por láureas universitárias. Não importa se o conteúdo é grosseiro, inoportuno ou hipócrita (“esqueçam o que eu escrevi”, “ tenho um pé na senzala” “o resultado foi um trabalho de Deus”). O que vale é a forma, o estilo envernizado.
As pessoas com quem converso não falam assim – falam como Lula. Elas também xingam quando são injustiçadas. Elas gritam quando não são ouvidas, esperneiam quando querem lhe tapar a boca. A uma imprensa desacostumada ao direito de resposta e viciada em montar manchetes falsas e armações ilimitadas (seu jornal chegou ao ponto de, há poucos dias, “manchetar” a “queda” de Dilma nas pesquisas, quando ela saiu do primeiro turno com 47% e já entrou no segundo com 53 ) ficou impossível falar com candura. Ao operário no poder vocês exigem a “liturgia” do cargo. Ao togado basta o cinismo.
Se houve erro nas falas de Lula isto não o faz menor, como você disse, imitando o Aécio. Gritos apaixonados durante uma disputa sórdida não diminuem a importância histórica de um governo que fez a maior revolução social de nossa História. E ainda querem que, no final de mandato, o presidente aguente calado a campanha eleitoral mais baixa, desqualificada e mesquinha desde que Collor levou a ex-mulher de Lula à TV.
Sordidez que foi iniciada por um vendaval apócrifo de ultrajes contra Dilma na internet, seguida das subterrâneas ações de Índio da Costa junto a igrejas e da covarde declaração de Monica Serra sobre a “matança de criancinhas”, enfiando o manto de Herodes em Dilma. Esse cambapé de uma candidata a primeira dama – que teve o desplante de viajar ao seu país paramentada de beata de procissão, carregando uma réplica da padroeira só para explorar o drama dos mineiros chilenos no horário eleitoral – passou em branco nos editoriais. Ela é “acadêmica”.
A esta senhora e ao seu marido você deveria também exigir “caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade”.
Você não vai “decidir” que Lula ficou menor, não. A História não está sendo mais escrita só por essa súcia de jornais e televisões à qual você pertence. Há centenas de pessoas que, de graça, sem soldos de marinhos, mesquitas, frias ou civitas, estão mostrando ao país o outro lado, a face oculta da lua. Se não houvesse a democracia da internet vocês continuariam ladrando sozinhos nas terras brasileiras, segurando nas rédeas o medo e o silêncio dos carneiros.
Carlos Torres Moura
Além Paraíba-MG
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