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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

PEQUENO HITLER ENVERGONHA O PARANÁ

Assembleia Legislativa do Paraná aprova ‘minuto de silêncio’ pró-golpe contra presidente Nicolás Maduro

Deputado Stephanes Júnior, presidente do PMDB de Curitiba, nesta quarta (26), deu drible na oposição ao aprovar 'minuto de silêncio' na Assembleia Legislativa do Paraná pró-golpe de Estado contra presidente da Venezuela Nicolás Maduro; em 2007, parlamentar considerado ultradireita, aliado de Richa, também conseguiu passar moção declarando o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez como persona non grata no estado; flerte do legislativo do Paraná com golpistas fascistas envergonha os verdadeiros democratas; líder da revolução bolivariana morto há um ano esteve na capital paranaense a convite do então governador Roberto Requião, em 2006.
Deputado Stephanes Júnior, presidente do PMDB de Curitiba, nesta quarta (26), deu drible na oposição ao aprovar ‘minuto de silêncio’ na Assembleia Legislativa do Paraná pró-golpe de Estado contra presidente da Venezuela Nicolás Maduro; em 2007, parlamentar considerado ultradireita, aliado de Richa, também conseguiu passar moção declarando o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez como persona non grata no estado; flerte do legislativo do Paraná com golpistas fascistas envergonha os verdadeiros democratas; líder da revolução bolivariana morto há um ano esteve na capital paranaense a convite do então governador Roberto Requião, em 2006.
O deputado Reinold Stephanes Júnior, eleito no último domingo (23) como presidente do PMDB de Curitiba, surpreendeu na tarde desta quarta (26) ao propor na sessão da Assembleia Legislativa do Paraná um minuto de silêncio em homenagem às vítimas de Nicolás Maduro na Venezuela.
Considerado ultradireita, o parlamentar é autor de outra polêmica proposição de 2007 que declarou o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez como persona non grata no Paraná. O moço é da tropa de choque do governador Beto Richa (PSDB).
Júnior, filho do ex-ministro da Agricultura Reinold Stephanes (PSD), é favorável ao golpe de Estado na vizinha Venezuela. Na prática, ao aprovar o ‘minuto de silêncio’, a Assembleia Legislativa do Paraná compactua com o golpismo e flerta com o fascismo.
O legislativo paranaense é presidido pelo deputado Valdir Rossoni (PSDB). A decisão de hoje, mais uma vez, envergonha os verdadeiros democratas do país e do mundo.
http://www.esmaelmorais.com.br/2014/02/assembleia-legislativa-do-parana-aprova-minuto-de-silencio-pro-golpe-contra-presidente-nicolas-maduro/

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

VEJA POR SI A LIBERDADE DE IMPRENSA NA VENEZUELA. PARA NÃO REPETIR MENTIRAS.

As TVs da Venezuela são a favor ou contra o governo?

VENEZUELA protestos

Publicado originalmente no Center For Economic and Policy Research.

POR MARK WEISBROT

O New York Times começou sua reportagem sobre a Venezuela na última sexta-feira dizendo que “a única estação de televisão que transmite regularmente vozes críticas ao governo foi vendida no ano passado e os novos proprietários têm suavizado a sua cobertura de notícias”.
O Comitê para a Proteção dos Jornalistas, CPJ, escreveu na semana passada: “Quase todas as estações de TV na Venezuela ou são controladas ou aliadas do governo de Nicolás Maduro e ignoraram os protestos em todo o país”.
Antes de se entregar às autoridades, o líder da oposição Leopoldo López afirmou: “Nós já não temos qualquer meio de comunicação livre para nos expressar na Venezuela”.
Estas afirmações são verdadeiras ou falsas? Declarações similares são feitas repetidamente nas principais agências de notícias internacionais e geralmente aceitas como verdadeiras. No entanto, esta deve ser uma questão factual, independentemente se alguém simpatiza com a oposição, o governo ou nenhum dos dois.
Os dados publicados pelo Carter Center sobre a cobertura da mídia durante a campanha para as últimas eleições presidenciais, em abril do ano passado, indicam que os dois candidatos foram representados de forma bastante equilibrada na cobertura televisiva.
Nós vamos voltar para o relatório do Carter Center, mas primeiro façamos uma verificação rápida com base em eventos recentes da cobertura. Podemos olhar para as transmissões das maiores emissoras de televisão do país. A maior é a Venevisión, de propriedade do magnata da mídia e bilionário Gustavo Cisneros. Segundo o Carter Center, ela tem cerca de 35% da audiência de notícias durante “eventos de interesse jornalístico-chaves recentes”.
Se olharmos para a sua cobertura desde que os protestos começaram em 12 de fevereiro, podemos encontrar muitas ocasiões em que “vozes críticas ao governo” e líderes da oposição aparecem  “regularmente”. Por exemplo, aqui está uma entrevista da Venevisión com Tomás Guanipa, líder do grupo oposicionista Primero Justicia (Justiça Primeiro) e com um representante do partido na Assembleia Nacional. Ele defende os protestos e acusa o governo de torturar estudantes.
Aqui está uma longa entrevista com María Corina Machado, uma das líderes da oposição mais proeminentes e linha-dura, que procura derrubar Maduro. Ela também acusa o governo de torturar os alunos e defende o aspecto mais controverso dos protestos em curso: argumenta que as pessoas têm o direito de derrubar o governo democraticamente eleito. (Isso é algo que não iria aparecer na TV na maioria dos países do mundo; na Venezuela, as ameaças de derrubar o governo viraram realidade e houve várias tentativas nos últimos 12 anos). Esta entrevista é da Globovisión, a estação que a reportagem do New York Times reclama que tenha “suavizado sua cobertura”.
Os dados acima mostram que a declaração do New York Times é falsa, uma vez que a Venevisión e outras emissoras transmitiram regularmente essas vozes críticas no passado e ainda o fazem. Mas também mostram que a implicação do repórter do Times de que a venda de alguma forma tornou a Globovisión uma TV amiga do governo é altamente enganosa. Sim, ela tem “suavizado sua abordagem”. Saiu de algo comparável à Fox News com esteróides para algo como NBC, CBS ou CNN nos EUA: uma cobertura de notícias que segue a norma jornalística segundo a qual deve haver algum equilíbrio. Agora, para muitos direitistas nos Estados Unidos, se você não é Fox News, você é um apologista da administração Obama.
Os exemplos acima, assim como os links abaixo, mostram que a frase de abertura do New York Times é falsa. Da mesma forma, a declaração CPJ é falsa: as emissoras de TV com maioria de telespectadores na Venezuela não são “controladas ou aliadas de Maduro” e nem têm “ignorado os protestos em todo o país”.
Isso não quer dizer que eles não se envolvam com auto-censura: eles o fazem. Isso é verdade em todo o mundo, inclusive nos Estados Unidos (onde atinge níveis extremos em certas questões). Na Venezuela, há uma história por trás da relutância de alguns canais de TV de mostrar imagens em tempo real de violência em manifestações: em 2002, os principais canais manipularam cenas de tiroteios durante uma manifestação e através de transmissões repetidas convenceram grande parte da país e do mundo que as forças do governo haviam cometido um massacre, o que justificaria um golpe militar. Oito meses mais tarde, a indústria petrolífera controlada pela oposição nacional e empresas de propriedade da oposição entraram em greve, mais uma vez com a intenção declarada de derrubar o governo. As principais emissoras convidaram as pessoas a sair às ruas e derrubar o governo.
Mas, em qualquer caso, as manifestações e os pontos de vista dos manifestantes ainda são bastante visíveis na mídia privada, que tem entre 74 e 92 por cento da audiência televisiva, dependendo do que está acontecendo no país.
Mas, novamente, voltemos para a verificação dos fatos. As estações de televisão privadas são “controladas ou aliadas” do governo? Ao invés de apenas olhar para a cobertura de acontecimentos recentes, podemos usar um estudo mais sistemático do Carter Center sobre cobertura importante da última campanha presidencial, em abril de 2013. Eles descobriram que:
A distribuição por canais mostra que estações privadas dedicaram mais tempo ao candidato Henrique Capriles Radonski, sua campanha e seus eleitores (73%), com uma percentagem muito menor (19%) dedicada ao candidato do partido do governo, Nicolás Maduro, sua campanha e seus eleitores. O desequilíbrio na cobertura no canal estatal, no entanto, foi ainda mais acentuada. Noventa por cento da cobertura esteve focada no candidato do governo, enquanto as atividades de campanha de seu oponente receberam quase 1 por cento de atenção.
E:
Em relação ao tom da cobertura nos meios de comunicação públicos, o monitoramento constatou 91% de cobertura positiva para o candidato Nicolás Maduro. Capriles não tinha cobertura positiva (91% dos registros foram negativos, enquanto os restantes 9% eram neutros). Na mídia privada, Henrique Capriles recebeu 60% de cobertura positiva (23% negativa e 17% neutra), enquanto Maduro teve 28% de cobertura positiva (54% negativa e 18% neutra).
Agora, isso indica um viés mais forte na mídia pública (pró-governo) do que na TV privada (pró-oposição). No entanto, o Carter Center informa que a TV privada tem, para “eventos-chaves de interesse jornalístico” cerca de 74% da audiência, com a participação do estado em apenas 26%.
As declarações segundo as quais toda a TV é “controlada ou aliada do governo” são claramente mentirosas. A TV estatal pode cantar os louvores de Maduro durante todo o dia, mas a mídia privada atinge várias vezes mais pessoas com um viés oposto.
Finalmente, existem as cadeias, em que todas as estações transmitem os discursos do presidente (essa lei é anterior à era Chávez). No entanto, o presidente Maduro não usou cadeias durante o período da campanha, apenas uma antes do lançamento da candidatura. O período de monitoramento do Carter Center é de 28 de março a 16 de abril e o relatório incluiu quatro cadeias nos dois dias após a eleição.
Leopoldo López é um político e ele deve ser perdoado por suas hipérboles (como os críticos de direita do presidente Barack Obama nos Estados Unidos, que o chamam de “ditador socialista”). Mas o New York Times e o CPJ devem ser mais cuidadosos para não apresentar alegações falsas como fato.
Abaixo, alguns links da cobertura da TV privada dos recentes acontecimentos:
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-tv-da-venezuela-e-a-favor-ou-contra-o-governo/

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

DIREITA FALSIFICA FOTOS NA VENEZUELA. E IDIOTAS ACREDITAM!!!

A direitona-burra (e sem votos) continua falsificando notícias sobre a Venezuela, em mais um golpe contra o governo constitucional daquele país. Em 2002, os donos da mídia, a Embaixada americana e alguns militares conseguiram sequestrar o presidente Hugo Chávez, que ficou desaparecido por 24 horas. Quando dezenas de milhares de pessoas cercaram o Palácio presidencial de Miraflores, os gorilas devolveram Chávez ao poder que lhe foi dado pelas urnas. Agora, em 2014, semanas depois de levarem outra surra dos chavistas nas eleições municipais, os traidores tentam novamente um golpe. Para isso, usam falsificações baratas, como as que o BOL publicou (abaixo). E muito idiota da direitona brasileira acredita e espalha, enquanto outros o fazem sabendo que trata-se d euma mentira. Mentir, para a direita, é de sua natureza. Eis a matéria do UOL, com as fotos impressionantes: até procissão foi transformada em manifestação contra o Governo!


Web é usada para difundir imagens falsas de protestos na Venezuela



do BOL, em São Paulo
Segundo informações do site Opera Mundi, imagens falsas de protestos contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro foram divulgadas na web, principalmente pelo Twitter, desde quarta-feira (12), quando uma marcha opositora culminou em violência no centro de Caracas.
As montagens, compartilhadas até por jornalistas de redes como a CNN, dificultaram saber o que de fato acontecia nas ruas da capital e de outras cidades do país.
De acordo com a nota do portal, algumas imagens que mostravam repressão da polícia venezuelana eram de protestos no Chile, Egito, Tailândia e do Brasil. Além disso, até registros de atos pró-independência da Catalunha (Espanha) foram apresentados como marchas oposicionistas em Caracas.
Confira alguns exemplos encontrados no Twitter:

TIDA COMO VENEZUELANA, A IMAGEM ABAIXO FOI FEITA EM JUNHO DE 2013, NO BRASIL

  • Reprodução

NESTA, A FOTO DE UM CHAVISTA FERIDO EM ABRIL DO ANO PASSADO É USADA POR OPOSITORES, MAS A IMAGEM É DE 2010

  • Reprodução

UMA PROCISSÃO RELIGIOSA FOI RETRATADA COMO PROTESTO CONTRA O GOVERNO

  • Reprodução
(Com informações do site Opera Mundi)
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2014/02/17/web-e-usada-para-difundir-imagens-falsas-de-protestos-na-venezuela.htm

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

IMPRENSA QUER SER LIVRE...DE RESPONSABILIDADES


Saiu no Tijolaço: 

“Afinal, o que quer a imprensa?”


O Tijolaço reproduz o artigo do jornalista Mair Pena Neto, no site Direto da Redação:


“A maioria dos grandes meios de comunicação da América Latina está em conflito aberto com os presidentes eleitos de muitos países, trazendo à tona o debate sobre deveres, limites e responsabilidades da informação. Em nome de uma suposta liberdade de imprensa, os meios rejeitam qualquer tipo de regulamentação, sempre acusada de censura, e afirmam que já existem os canais de controle da sociedade sobre possíveis erros ou excessos cometidos pelos jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão. Um destes caminhos seria a Justiça comum. Um cidadão, político, artista, jogador de futebol ou o que seja, teria a lei a seu lado para exigir reparações no caso de se sentir ofendido ou injustiçado. A situação não é tão simples assim, já que os danos que uma matéria mal apurada ou mal intencionada podem causar são, muitas vezes, irreparáveis. Ter o seu nome estampado nas páginas como ladrão, corrupto ou assassino é uma mancha difícil de apagar, mesmo que a Justiça venha a estabelecer alguma reparação, geralmente de caráter pecuniário. Os meios de comunicação não costumam se desculpar por seus erros e o que se resolve nos tribunais não merece grande espaço nos noticiários. O recurso à Justiça foi a opção tomada pelo presidente do Equador, Rafael Correa, contra um artigo do jornalista Emilio Palacio, no jornal El Universo, no qual afirmava que o dirigente máximo do país teria ordenado “fogo à vontade contra um hospital cheio de civis e inocentes” durante a rebelião policial de setembro de 2010, quando o próprio Correa foi mantido por 12 horas como refém no mesmo hospital, cercado pelos revoltosos. De vítima do que foi considerado tentativa de golpe de Estado e que valeu a Correa a solidariedade de vários presidentes latino-americanos e até de líderes conservadores mundiais, como o francês Nicolas Sarkozy, o presidente do Equador passou a “assassino de lesa humanidade”, que, de acordo com o articulista do El Universo, poderia vir a ser processado por futuros presidentes. Correa entrou com processo contra o jornal em março deste ano e, em julho, decisão de primeira instância condenou três diretores do jornal e o jornalista Emilio Palacio a três anos de prisão e multa de US$ 40 milhões por injúria. As duas partes recorreram. Os advogados de Correa consideraram a quantia insuficiente, pois o dano causado seria irreparável, já que o editorial ficaria nos anais da história, nas bibliotecas do país e do mundo e permanentemente na internet. Os advogados do jornal pediram nulidade do processo, considerando decisão incompleta por fixar multa mas não a responsabilidade penal da empresa. Decisão de segunda instância, nesta semana, confirmou a condenação e o caso vai agora à Corte Nacional de Justiça. “Tudo isso foi muito duro mas necessário”, afirmou Correa após a decisão. Seus advogados já tinham afirmado após a primeira decisão que pela primeira vez na história do país tinha sido eliminado o “direito ao insulto” e que qualquer cidadão seria capaz de exigir que sua honra fosse restaurada. A história poderia ter sido diferente se o jornal tivesse provas de que Correa mandara abrir fogo contra o hospital, o que normalmente se exige do bom jornalismo. Depois, poderia ter sido mais responsável e evitado a publicação do texto diante da gravidade das acusações e da falta de sustentação do que era afirmado. Nada disso foi feito. Os gestores do jornal se eximiram da responsabilidade sobre o artigo e propuseram uma retificação escrita pelo próprio presidente, que a recusou, considerando a proposta um insulto à inteligência. A decisão judicial pode levar ao fechamento do jornal, com muitos prejuízos envolvidos. Correa anunciou que não pretende ficar com um tostão do dinheiro a ser pago e cogita utilizá-lo para garantir o emprego dos jornalistas que lá trabalham. O radicalismo da situação reflete bem o que acontece em boa parte da América do Sul. A grande imprensa tem ou teve problemas com Correa, com Lula, com Evo e com Chávez, desde que se candidataram à presidência de seus respectivos países. Os dirigentes da grande mídia costumam atribuir os conflitos a um caráter ditatorial dos presidentes legitimamente eleitos, mas parece muito mais que não aceitam a ascensão ao poder de líderes populares, que buscam acabar com privilégios e reduzir as desigualdades e a pobreza no continente.”



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

CHÁVEZ VOLTA À VENEZUELA

14 DE AGOSTO DE 2011 - 10H14 
Raul Castro e Hugo Chávez, em Cuba
Raul Castro despede-se de Hugo Chávez, no aeroporto de Havana

Chávez volta à Venezuela após festejar aniversário de Fidel


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, voltou ao seu país na noite de sábado após terminar o tratamento de quimioterapia ao qual foi submetido em Cuba, informou neste domingo o jornal Juventud Rebelde. O presidente cubano Raúl Castro despediu-se de Chávez no aeroporto José Martí de Havana.


"Antes de sua partida para Caracas, Chávez compartilhou junto a Raúl com o companheiro Fidel (Castro) e escreveu em sua conta do Twitter que festejou o aniversário número 85 do líder da Revolução Cubana", disse o jornal.

"Aqui com Fidel, celebrando seu 85 aniversário! Viva Fidel!", indicou o presidente venezuelano em sua conta @chavezcandanga. Chávez submeteu-se durante uma semana ao segundo ciclo de quimioterapia de uma semana após uma operação para a retirada de um câncer, realizada em Havana no dia 20 de junho.
Com informações de Cubadebate