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domingo, 15 de junho de 2014

UMA DAS BÍBLIAS DOS VIRA-LATAS, NYT EXALTA A FESTA DA COPA BRASILEIRA

quinta-feira, 5 de junho de 2014

IMPRENSA ESTRANGEIRA ELOGIA A COPA NO BRASIL; A BRASILEIRA TORCE CONTRA

sábado, 17 de maio de 2014

ORGANIZADOR DOS JOGOS DE LONDRES: "RIO-2016 SERÁ UM SUCESSO"






Eis um trecho da matéria a respeito no The Express Tribune, publicado com o International New York Times:




Olympics: Rio 2016 will be 'successful' says London 2012's chief organiser

SHANGHAI: Rio de Janeiro will stage a “successful” Olympics, London 2012′s chief organiser Sebastian Coe 
told AFP Saturday after concerns over preparations in the Brazilian city were raised by the IOC.
Coe was speaking after International Olympic Committee vice-president John Coates in April criticised 
the Rio preparations as “the worst that I’ve experienced” in 40 years of being involved with the 
Olympics.
Coates later backtracked on his comments, saying he believed Rio could still deliver “an excellent 
Games” but that “time is of the essence”.
Coe, the former head of The London Organising Committee of the Olympic and Paralympic Games, 
told AFP: “This is hard. I know this. No city is ever challenged in the way that it is when you deliver 
a Games, and I know that from experience.
“The Rio Games will be fine. The question we should be asking is what can the world of sport do to 
help when it is needed and I think there is a great will for the Games to go well in Brazil.
“The organising committee is a good organising committee and I am sure the Games will be 
successful.”
http://tribune.com.pk/story/709613/olympics-rio-2016-will-be-successful-says-london-2012s-chief-organiser/

quarta-feira, 26 de março de 2014

AGÊNCIA QUE ATACA O BRASIL COMETEU FRAUDE NOS EUA

EUA avançam para tribunal para responsabilizar S&P de fraude que levou à crise económica

Está em movimento o primeiro grande processo judicial nos EUA contra uma agência de rating. EUA acusam Standard & Poor's de fraude civil na crise do subprime.
O procurador-geral do Departamento de Justiça, Erica Holder, a cara atrás do primeiro grande processo judicial contra uma agência de rating nos EUA JEWEL SAMAD/AFP
http://www.publico.pt/economia/noticia/eua-avancam-para-tribunal-para-responsabilizar-sp-de-fraude-que-levou-a-crise-economica-1583332
O Departamento de Justiça norte-americano deu início a um processo de fraude contra a Standard & Poor’s na segunda-feira, por considerar que a agência de rating ignorou as fragilidades dos investimentos em produtos financeiros hipotecários durante o período que antecedeu a crise económica de 2008.
Tal como refere o New York Times, este é o primeiro grande processo norte-americana para a responsabilização de uma agência de rating face à crise dosubprime. Esta crise esteve na raiz da explosão da bolha do mercado imobiliário norte-americano, em 2008, que levaria à propagação mundial da crise económica.
Os EUA acusam agora a maior agência de rating norte-americana de ter classificado os agregados de créditos hipotecários conhecidos como subprimecom a classificação mais alta de triplo-A, quando estes apresentavam um risco muito maior. Com base no alto rating que estes subprime tinham conseguido junto da S&P, os investidores reforçaram o seu apetite.
Mas, na realidade, estes produtos financeiros não apresentavam a segurança que a agência norte-americana garantia através do selo de qualidade triplo-A, o que levou a que os investidores não conseguissem reaver o seu investimento. A par deste fenómeno encontrava-se então uma acelerada corrida ao mercado hipotecário, o que contribuiu para o engordar da bolha do mercado imobiliário.

domingo, 15 de dezembro de 2013

CHAVISMO GANHOU DE NOVO E VENEZUELA SUMIU DA GLOBO!

Max Altman: Notaram que o noticiário sobre a 

Venezuela desapareceu da grande imprensa?

15/12/2013 | Publicado por Renato Rovai 

Por Max Altman
Crucial vitória de Nicolás Maduro, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e da 
Revolução Socialista Bolivariana; contundente derrota de Henrique Capriles, da MUD 
e dos setores golpistas de oposição; agora a atacar e resolver os problemas da econo-
mia e avançar nas conquistas sociais.
“Dedicaram-se, durante todo o ano de 2013 e, principalmente, após a morte de Chávez, 
a sabotar a economia, a sabotar o sistema elétrico, à desestabilização, ao caos, à guerra 
psicológica. Trataram de converter eleições municipais em plebiscito. E o que ocorreu: o 
triunfo da Revolução Socialista Bolivariana derrotou os planos golpistas da direita.”  Nico-
lás Maduro
Notaram, meus caros amigos e amigas, que o noticiário sobre a Venezuela desapareceu 
da grande imprensa quando antes do 8 de dezembro enchiam suas páginas vaticinando 
a ‘débâcle’ do governo Maduro pelos inúmeros enviados especiais e correspondentes?
Disseram que era um plebiscito e foram com tudo. Os oligarcas são sempre insolentes. Ain-
da mais se são apoiados pelos Estados Unidos. Contavam que o empurrão definitivo para 
derrocar Maduro viria com o 8 de dezembro. Estavam cuidando dessa tarefa fazia meses. Re-
marcação de preços de todos os produtos muito acima da inflação, provocando desespero 
na população, desabastecimento induzido, sabotagem elétrica, açambarcamento, inseguran-
ça. (E mais erros do próprio governo, que as manchetes gritantes dos jornais, rádios e televi-
são punham em evidência). O mesmo cenário que se havia preparado para Salvador Allende 
antes do golpe de 1973. Desde os Estados Unidos, Roger Noriega escreveu e descreveu a te-
se do colapso total, que seria arrematado oportunamente, quando a situação ficasse insusten-
tável, pelo exército norte-americano. Que a Venezuela tem demasiado petróleo. Parte importante 
da oposição estava de pleno acordo com esse roteiro. Por fim, o chavismo aniquilado. Fim do 
pesadelo. Malditos vermelhos.
Disseram que as eleições eram um plebiscito. E estavam disso plenamente convencidos. E o 
repetiram El País,  ABC,  El Mundo, Clarín, The New Yor Times, Newsweek, a CNN, Fox News, 
RAI, Excelsior, Miami Heral, Folha de S. Paulo, O Globo, TV Globo, o Estado de S. Paulo… Toda-
via eram apenas eleições municipais, com suas características próprias, conhecidas em todo 
o mundo político. Apresentavam-se candidatos a prefeito, vereador que iriam dar conta da pres-
tação de serviços, asfaltamento de ruas, tráfego, varrição de lixo …, coisas de município. Mas 
que importância tinha tudo isso? Para que perder a ocasião? Eram as primeiras eleições muni-
cipais sem Chávez. Disseram que eram mais que urnas municipais, que o chavismo sem Chá-
vez estava ferido de morte, que o ilegítimo e incompetente Maduro ganhara a presidencial por di-
ferença mínima e por meio de fraude, e que agora sim, agora teria que abandonar o Palácio Mira-
flores, por bem ou expulso pela força. Ah, se resistisse por que não envolto num saco de lona.
Porém eis o que o 
povo falou:
Fonte: www.aporrea
.org (Clique na ima-
gem para ampliá-la)
Comparecimento na-
cional de 58.92%. (Re-
corde nacional em 
eleições similares. Na Venezuela o voto não é obrigatório.)
1. As 335 prefeituras ficaram assim distribuídas:
242 (72,24%) para o PSUV e aliados;
75 (22,32%) para a MUD e aliados;
18 (5,44%) para independentes.
2. Das 40 cidades mais populosas, o PSUV ganhou em 30.
3. Das 25 capitais, o PSUV conquistou 15 e a MUD 10. Se a oposição venceu em Barinas, capital 
do estado Barinas, governado pelo irmão de Chávez, Adan Chávez – o que foi intensamente alar-
deado – a Revolução conquistou Los Teques, Guaicaipuro, estado Miranda, gobernado por Ca-
priles – o que foi escondido.
4. PSUV e aliados obtiveram um total nacional de 5.277.491 votos; a MUD e aliados, 4.423.897. Di-
ferença: 853.594 votos. (Cumpre lembrar que a diferença a favor de Maduro nas eleições presiden-
ciais foi de cerca de 230 mil votos ou 1,6%.).
5. Se levarmos em conta apenas os votos da Revolução e da Oposição teremos, respectivamente, 
54,40% e 46,60. (Vale destacar, por exemplo, que entre as agremiações políticas que concorreram independentemente está o Partido Comunista, firme aliado da Revolução, e que obteve 9 prefeituras, 
sendo 2 sem aliança, e cerca de 1,6% dos votos ou cerca de  175 mil votos. Se acrescentarmos so-
mente esses votos à Revolução, a diferença ultrapassa os 10 pontos percentuais.)
6. No Estado Miranda, governado pelo líder da oposição, Henrique Capriles, o Psuv e aliados obtive-
ram 560.826 votos (52,1%) contra 514.796 votos (47,9%)  da Mud e aliados.