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domingo, 3 de agosto de 2014

ASSISTA E SEJA SINCERO: VOCÊ VOTARIA NESTE BEBUM?


EM ENTREVISTA AO ESTADÃO, AÉCIO APARENTAVA SINTOMAS DE #$@%* …. SERIA CANSAÇO ?



Assista o vídeo acima: (esqueçam as falas e preste atenção na postura e nos gestos do candidato).


Vote na trepidante enquete do Conversa Afiada:
Por que o Aécio balança tanto?
  • Estava bêbado de sono (27%, 846 Votos)
  • É o Cerra empurrando (23%, 715 Votos)
  • Ele está mareado (18%, 558 Votos)
  • Jatinho pegou turbulências (17%, 534 Votos)
  • Soube que a irmã vai cortar a mesada (10%, 320 Votos)
  • Ele não confia no Globope (2%, 66 Votos)
  • Levou uma bronca do Titio (3%, 55 Votos)
Nº Votos: 3.094

domingo, 24 de abril de 2011

MÍDIA TRATA DIFERENTEMENTE LULA E AÉCIO

Carta Maior: Entre o bombom de cupuaçu e o bafômetro

O excelente Quanto Tempo Dura? brincou: e se fosse o Lula? E se o Lula tivesse se recusado a passar pelo teste do bafômetro? E se o Lula tivesse levado sete pontos na carteira e tomado a multa — que equivale a de alguém que dirige alcoolizado?
por Luiz Carlos Azenha
A Carta Maior levou o desafio ao pé da letra e foi buscar um exemplo de como a Folha de S. Paulo se comportou em uma situação muito menos grave que envolveu Lula: o caso do bombom de cupuaçu.
Sem dúvida o aspecto mais chocante no episódio da blitz da Lei Seca, no Rio, que flagrou Aécio Neves dirigindo com habilitação vencida e metabolicamente impossibilitado de soprar o bafômetro, não foi o fato em si , mas o comportamento da mídia demotucana. Os blindados da ‘isenção’ entraram em cena para filtrar o simbolismo do incidente,  ‘um episódio menor’, na genuflexão de um desses  animadores da Pág 2 da Folha. Menor?  Não, nos próprios termos dele e de outros comentaristas do diário em questão. Recordemos. Em 24 de novembro de 2004, Lula participou da cerimônia de inauguração de turbinas da Usina de Tucuruí, no Pará. No palanque, sentado, espremido entre convidados, o presidente comeu um bombom de cupuaçu, jogou o papel no chão. Fotos da cena captada por Luiz Carlos Murauskas, da Folha, saturaram o jornalismo isento ao longo de dias e dias. Ou melhor , anos e anos. Sim, em 2007, por exemplo, dois  colunistas do jornal  recorreriam às fotos de Tucuruí para refrescar o anti-petismo flácido do eleitor que acabara de dar um novo mandato a Lula. O papel do bombom foi arrolado por um deles como evidencia de que o país caminhava a passos resolutos para a barbárie: “Só falta o osso no nariz’,  arrematava Fernando Canzian (23-07-2007) do alto de sofisticada antropologia social. Sem deixar por menos, Fernando Rodrigues pontificaria em 09-04-2007: “…Respira-se em Brasília o ar da impunidade. Valores republicanos estão em falta. Há exemplos em profusão (…)  em 2004, Lula recebeu um bombom. … O doce foi desembrulhado e saboreado. O papel, amassado. Da mão do petista, caiu ao chão. Lula seguramente não viu nada de muito errado nesse ato. Deve considerá-lo assunto quase irrelevante. …Não é. No Brasil é rara a punição -se é que existe- para pequenas infrações como jogar papel no chão. Delitos milionários também ficam nos escaninhos do Judiciário anos a fio (…) Aí está parte da gênese do inconformismo de alguns, até ingênuos, defensores de uma solução extrema como a pena de morte. Gente que talvez também jogue na calçada a embalagem do bombom de maneira irrefletida. São “milhões de Lulas”, martelava o jingle do petista. São todos a cara do Brasil…” (Carta Maior; Domingo, 24/04/2011)
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Leia a íntegra no excelente blog do Azenha: