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sexta-feira, 25 de abril de 2014

FGV CONSTATA OTIMISMO COM ECONOMIA, APESAR DO TERROR DO PIG

Industriais e comerciantes mantêm confiança na economia

24/4/2014 16:09
Por Redação - de São Paulo

comércio
A confiança dos comerciantes está menor após as medidas de retração naeconomia
O Instituto Brasileiro deEconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) constatou ligeira recuperação de março para abril no Índice de Confiança da Indústria (ICI), que fechou este mês com elevação de 0,3%, atingindo os 96,5 pontos, já descontados os efeitos da sazonalidade. Segundo a FGV, a “leve alta interrompe a sequência de quedas iniciada em janeiro passado, mas ainda é insuficiente para impedir que o índice feche o 14º mês consecutivo abaixo da média histórica”.
Os economistas da FGV apuraram que o resultado de abril decorre da combinação da melhora das avaliações sobre o momento presente e da piora das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 1,1%, para 97,7 pontos, mas, em contrapartida, o Índice de Expectativas (IE) manteve a trajetória de queda, diminuindo 0,5%, para 95,3 pontos. Os dados preliminares de abril indicam queda de 0,2 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), para 84,2%.
Na série sem ajuste sazonal (quando a comparação se dá com o mesmo mês do ano passado), no entanto, o resultado preliminar do Índice de Confiança da Indústria chega a registrar queda de 0,74%, nesse caso apresentando melhora de 0,08 ponto percentual. A prévia da Sondagem da Indústria resulta de consultas a 808 empresas entre os dia
Otimismo
A confiança dos donos de comércio paulistanos na economia diminuiu, pelo terceiro mês seguido, em abril, assim como a expectativa de bons negócios. É o que mostra sondagem feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 1,66% sobre março e ficou em 109,07 pontos. Em relação a igual mês de 2013, houve recuo de 9,57%.
Pelo critério da pesquisa, sempre que ultrapassa a marca dos 100 pontos, o índice demonstra otimismo. Resultados abaixo desse patamar indicam pessimismo. O levantamento mostra que o otimismo vem diminuindo mais entre as empresas de pequeno porte (com até 50 empregados), desde outubro do ano passado. Nesse segmento, a confiança medida em abril foi 1,7% inferior à apurada em março, atingindo 108,47 pontos.
Já nas empresas com mais de 50 empregados, o indicador ficou em 136,09 pontos, o que significa uma queda de 0,16%. Os entrevistados demonstraram maior confiança no que se refere à possibilidade de expansão dos negócios no futuro. Enquanto o Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) teve uma diminuição de 2,47%, ao atingir 84,33 pontos, o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (Ieec) caiu 1,58% e alcançou 141,54 pontos.
http://correiodobrasil.com.br/ultimas/industriais-e-comerciantes-mantem-confianca-na-economia

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

MIRIAM LEITÃO PERDEU O EMPREGO!

Depois de prever diariamente a falência do Brasil - o que ela faz desde 2003 - Miriam Leitão, a "Urubóloga" deve estar mudando de profissão diante dos números de 2011. Sua torcida macabra contra o Brasil não deu certo até hoje, mostrando que é uma analista incompetente e uma cabo-eleitoral fraquinha. 

Fica evidente, para quem ainda não percebeu, que o Brasil é muito maior que a Globo e os analistas do PIG juntos.

A catástrofe deu xabu

Da pesquisa sobre a expectativa das famílias brasileiras, divulgada hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada:
“As famílias brasileiras chegaram ao fim de 2011 mais otimistas sobre a situação socioeconômica do país. O Índice de Expectativas das Famílias de dezembro, calculado pelo Ipea, subiu para 67,2 pontos em dezembro de 2011. No mesmo mês de 2010, ele havia fechado em 64,6 pontos. Já em novembro de 2011, o IEF havia ficado em 63,7 pontos. O índice de dezembro igualou a maior expectativa apurada na série – em janeiro de 2011, também 67,2.”
Reparem: é maior que em 2010 e igualou o maior índice da história, na pesquisa que pode ser vista aqui, na íntegra.
Isso com um ano inteiro de más notícias, fossem elas verdadeiras, meias-verdades ou simplesmente falsas. Crise mundial, inflação em alta, dólar subindo, assassinato serial de ministros e Miriam Leitão todo dia.
Aliás, quando maior a informação, maior o otimismo: entre os que têm curso superior incompleto (73%) e completo (69%).
E mesmo entre os menos informados, de renda mais baixa, embora o otimismo seja um pouco menor (52%) – dificil ser otimista na pobreza – 79% acham que a situação da família estará melhor. No total, 78,6% dos brasileiros acham que a situação financeira da família vai estar melhor daqui a um ano.
Também é positiva  a avaliação dos brasileiros sobre o que  aconteceu com esta situação no ano que passou: 78,2% dizem que está melhor.
Já se disse, mas não custa repetir: otimismo é o melhor combustível para a expansão da economia.
Como se vê, o catastrofismo deu xabu.