Mostrando postagens com marcador Amsterdã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amsterdã. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de março de 2014

ME EMPRESTEM ALGUM: HÁ UM VAN GOGH EM LEILÃO, NA HOLANDA!

Um dos quadros mais significativos de Vincent van Gogh, o "Moulin de la Gallete", estará à venda nos próximos dias, em Masstricht, deliciosa cidade da Holanda, na divisa com Alemanha.
Nessas horas em gostaria de ser milionário, comprar uma obra como essa e doar ou colocar à visitação pública num museu brasileiro...


Van Gogh, una obra emblemática en la feria TEFAF Maastricht
3 marzo 2014
'Moulin de la Galette' desempeñó un papel clave en proporcionar fama internacional a Vincent van Gogh. El artista la pintó en París en abril de 1887 y va a ser, sin duda, una de las grandes atracciones de esta edición de TEFAF Maastricht, que se celebrará del 14 al 23 de marzo
Moulin de la Galette será exhibido por Dickinson, una prestigiosa galería con sede en Londres y Nueva York. Su precio de venta no ha sido aún comunicado. En opinión de James Roundell, de Dickinson, «esta pintura lo tiene todo. La obra fue pintada en París durante un periodo de enorme importancia en la vida de Van Gogh, cuando pasó de pintar sombrías escenas de la vida campesina holandesa a crear paisajes post impresionistas de brillantes colores.
No es habitual encontrar una firma tan prominente en una obra de esta época. Se trata, además, de una de las dos únicas pinturas pertenecientes a su serie de obras representando molinos de Montmartre que aún se conservan en una colección privada. Se mostró por última vez al público en 1965».
Durante los dos años siguientes a su llegada a París en 1886 para vivir con su hermano Theo, Van Gogh experimentó una impresionante evolución artística. Alentado por Theo para emular a los impresionistas y conseguir así que su trabajo se pudiera vender mejor, Vincent Van Gogh dejó de producir escenas rurales holandesas y comenzó a pintar algunas de las obras más innovadoras, coloristas y expresivas de todos los tiempos.
Van Gogh pintó Moulin de la Galette en abril de 1887, en la cima de este proceso de transición, y forma parte de su serie de pinturas de molinos del animado barrio artístico de Montmartre. Esta vibrante obra lleva la firma de Van Gogh, lo que es poco frecuente. Theo van Gogh no sobrevivió mucho tiempo a la muerte de su hermano Vincent, acaecida en julio de 1890, y falleció el siguiente mes de enero, de forma que la vivienda de Theo y todas las cartas y pinturas de Vincent, incluida Moulin de la Galette, pasó a ser propiedad de su viuda, Johanna van Gogh-Bonger.
Decidida a conseguir fama póstuma para Vincent, a lo largo de los siguientes años Johanna se dedicó a organizar una serie de exposiciones, de las cuales la celebrada en 1905 en el Stedelijk Museum de Ámsterdam, fue de importancia crucial. Esta exposición consolidó la reputación de Van Gogh como una fuerza vital dentro de la pintura post-impresionista, y una etiqueta en el dorso de Moulin de la Galette pone de manifiesto que esta obra estuvo incluida en dicha exposición.
En 1906 Johanna entregó el cuadro al pintor Isaac Israëls, que había sido su amante durante tres años tras la muerte de Theo, a cambio de un retrato. Más adelante pasó a ser propiedad del millonario americano en el que Ian Fleming se basó para crear al malvado Goldfinger de la serie de novelas de James Bond.
http://www.descubrirelarte.es/2014/03/03/van-gogh-una-obra-emblematica-en-la-feria-tefaf-maastricht.html

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O MUSEU REAL DE AMSTERDÃ DEPOIS DA REFORMA

Aberto ao público em 1885, o Rijksmuseum (Museu Real) da Holanda) esteve quase completamente fechado nos últinos cinco anos, para uma reforma geral no enorme edifício localizado próximo ao Museu Van Gogh e ao Stedelijk, de artes visuais, todos em torno da Museumplein (Praça dos Museus).
A coleção real começou a ser formada em 1715, e esteve alojada em diversos prédios, como o Palácio de Dam, na principal praça da cidade. Em 1876, um projeto foi encomendado ao arquiteto Pierre Cuypers, e resultou, anos depois, no imenso edifício que tem características peculiares. Como ficava no limite da então cidade com a zona rural e o interior, foi feita uma passagem sob o edifício, que um jornalista norte-americano qualificou como "a mais bela ciclovia do mundo".


"A mais bela ciclovia do mundo", sob o edifício do Museu.


Há duas grandes alas, em estilo Gótico e Renascença, em referência aos períodos de apogeu das artes na Holanda. Além dos materiais tradicionais, o arquiteto utilizou outros modernos para a época, como vidro e aço. A construção levou oito anos.

Hall de entrada, com a cafeteria e a loja de lembranças e catálogos.

São 80 salas, duas cafeterias, biblioteca (300 mil volumes!), uma ampla loja de souvenirs, imensos sanitários. Depois da reforma, a coleção está disposta de forma cronológica, misturando obras de arte com objetos antigos, prataria, mobília, etc. O visitante pode ver as obras de arte e entender melhor como sevivia na época em que foram feitas. Assim, no piso pode-se ver o período 1100-1600; no primeiro andar, os séculos 18 e 19; no segundo, a Galeria de Honra mostra o período mais rico da Cultura holandesa, então um império com presença em todos os continentes, e onde a peça mais valiosa é a "Ronda Noturna", de Rembrandt; e no terceiro pavimento temos o século 20 e começo do 21.
Galeria de Honra, onde está a visitadíssima "Ronda Noturna", de Rembrandt.
 Imenso vitral entre as alas.

Ligação entre as alas e a Galeria de Honra.


São muitas as obras-primas exibidas, mas o que mais me encanta são sempre os pintores Rembrandt, Frans Hals, Vermeer, Van Steen, Van Gogh, Mondrian, todos holandeses. Há poucos estrangeiros, mas Corot, Monet, vários ingleses, alemães, belgas, também estão incluídos. Uma sala mostra telas de Frans Post, com paisagens do Brasil, e Albert Eckhout, com frutas brasileiras, ambos membros da missão liderada por Maurício de Nassau no Nordeste (veja post específico em: http://abarbosafilho.blogspot.nl/2013/11/uma-sala-de-brasil-no-maior-museu-da.html).
Mais fotos do Museu:
Eu, Beatriz Luiz e Marianne Lemmen, e a fachada principal (em outubro 2013).

 Auto-retrato de Rembrandt aos 22 anos. Aqui ele cria o estilo de manter meio rosto na sombra, não-usual até então. Usou o cabo do pincel para traçar os fios de cabelo.

 Eu entre dois famosíssimos Vermeer, o pintor de Delft que deixou apenas 35 telas, considerado "O Mestre da Luz".

"A leiteira", de Vermeer. O quadro transmite tanta paz que, diz a lenda, se você prestar atenção ouvirá o leite sendo derramado...rsrsrs