Mostrando postagens com marcador Banco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Banco. Mostrar todas as postagens
sábado, 11 de julho de 2015
PUTIN: BRICS SERÃO LÍDERES DO MUNDO. "ESTUDEM RUSSO!"
Marcadores:
África,
Banco,
BRICS,
China,
Dilma,
Economia,
Índia,
intercâmbio,
Internacional,
Lula,
Política,
PT,
Putin,
Rússia,
russo
quinta-feira, 9 de julho de 2015
DILMA E PUTIN DETALHAM NOVO BANCO DE DESENVOLVIMENTO
A presidenta Dilma foi recebida por representantes russos ao chegar, nesta quarta-feira (8), em Ufa, na Rússia. Ela participa da VII Cúpula dos Brics. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Ao desembarcar em Ufa, a presidenta foi recebida com a tradicional cerimônia russa do pão e sal, usada para receber hóspedes importantes que chegam ao país. É um ritual antigo em que uma moça com roupas típicas oferece ao visitante um pão redondo, chamado “karavai”, em cima de uma toalha branca bordada e um saleiro. O pão deve ser mergulhado no sal antes de ser comido.
Mais tarde, a presidenta participou de um jantar típico oferecido pelo presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, em homenagem aos chefes de Estado e de governo do Brics. Em seguida, ela iniciou um encontro bilateral com o presidente Putin.
Novo Banco de Desenvolvimento
Na agenda prioritária dos líderes está o acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do Brics ou Banco do Brics, que entrou em vigor na última semana. Eles vão discutir detalhes sobre o funcionamento da nova instituição, que terá sede em Xangai, na China, e será presidida pelo banqueiro indiano K. V. Kamath, tendo como vice o economista brasileiro Paulo Nogueira Batista Junior.
Na agenda prioritária dos líderes está o acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) do Brics ou Banco do Brics, que entrou em vigor na última semana. Eles vão discutir detalhes sobre o funcionamento da nova instituição, que terá sede em Xangai, na China, e será presidida pelo banqueiro indiano K. V. Kamath, tendo como vice o economista brasileiro Paulo Nogueira Batista Junior.
Com o NDB, os países-membros do grupo criam uma alternativa de financiamentos de longo prazo, mais adequados a obras de infraestrutura necessárias nos países emergentes, além de criar espaço para outras moedas, reduzindo a pressão sobre o dólar americano no comércio internacional. A instituição financiará principalmente projetos de infraestrutura nos Brics, mas as operações podem ser estendidas a países em desenvolvimento que desejem fazer empréstimos.
A criação do NDB ocorreu em julho do ano passado, na última reunião dos países do grupo, em Fortaleza, no Ceará. Na ocasião, também foi lançado o Arranjo Contingente de Reservas (CRA, na sigla em inglês) no valor de US$ 100 bilhões, dos quais US$ 41 bilhões virão da China. O Brasil, a Rússia e a Índia contribuirão com US$ 18 bilhões cada e a África do Sul aportará US$ 5 bilhões.
Cúpula 2015
A cúpula dos Brics terá duração de dois dias e acontecerá em uma das mais belas regiões russas, nas encostas dos Montes Urais. O presidente chinês, Xi Jinping, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o presidente sul-africano, Jacob Zuma, também chegaram nesta quarta-feira a Ufa, onde tiveram encontros bilaterais com o presidente russo.
A cúpula dos Brics terá duração de dois dias e acontecerá em uma das mais belas regiões russas, nas encostas dos Montes Urais. O presidente chinês, Xi Jinping, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o presidente sul-africano, Jacob Zuma, também chegaram nesta quarta-feira a Ufa, onde tiveram encontros bilaterais com o presidente russo.
O grupo dos Brics representa um quinto da economia mundial e 40% da população do planeta. A cúpula também servirá para discutir ações de cooperação econômica e comercial entre os países do bloco, englobando setores como energia e infraestrutura.
Com informações da Agência Brasil
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
PROCURADOR CENSURA O PT POR "EMOÇÃO" NA PROPAGANDA!
JANOT TOMOU PARTIDO DE MARINA
17 de setembro de 2014
Ao apoiar censura à propaganda do PT, PGR diz que ela cria, "artificialmente", reações " emocionais" contra independência do BC. Como ele sabe?
Mais cedo do que se poderia imaginar, mas inevitável como reflexo de suas concepções políticas, agora Marina Silva tenta censurar a propaganda política de Dilma Rousseff. Ela entrou com ação na Justiça Eleitoral para impedir a divulgação de anúncios que criticam sua proposta de independência do Banco Central.
Para Marina, a censura não chega a ser um novidade curricular. Para quem se julga sob proteção divina, é difícil resistir a tentação de negar aos outros aquilo que se quer para si mesmo. Marina acaba de conseguir a retirada do ar do site Muda Mais.
Eu acho — e creio que não é uma opinião pessoal — que é preciso ter um pensamento muito autoritário para, em pleno século XXI, discriminar direitos de homens e mulheres por causa da maneira como fazem sexo.
Eu acho — e creio que não é uma opinião pessoal — que é preciso ter um pensamento muito autoritário para, em pleno século XXI, discriminar direitos de homens e mulheres por causa da maneira como fazem sexo.
Mais preocupante, contudo, é o fato de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tenha acolhido o pedido de Marina. Teria sido coerente com leis de um país que realiza eleições livres e proíbe a censura esclarecer que a Justiça não tem por que envolver-se numa questão que é a matéria prima de uma campanha — o confronto de ideias e concepções. Não há calúnia nem difamação no caso.
Não estamos falando da boazuda que vende cerveja.
Em política, você pode achar que as reações de determinadas pessoas são “emocionais ou passionais.” Mas também pode achar que são racionais, em função das consequências conhecidas de uma determinada proposta. No caso da independência do Banco Central, ela permitiu políticas nefastas várias partes do mundo. É natural que provoque indignação e até mais do que isso.
A obra recente de Paul Krugman e Joseph Stiglitz, economistas laureados com o Nobel, insuspeitos de qualquer desvio emotivo em seus estudos, demonstra que a Europa transformou-se num cemitério, depois de 2008, porque o Banco Central Europeu estava no comando de uma equipe de fanáticos do Estado Mínimo. Eles usaram o regime de autonomia para cortar benefícios sociais, aprofundar o desemprego. Derrubaram governos de países mais frágeis, comprometeram a recuperação daqueles que pareciam mais fortes.
Tudo para proteger um sistema financeiro que Stiglitz define, precisamente, como o único cassino do mundo onde o dono nunca perde. Taí, João Santana: faltou pensar na jogatina. Stiglitz autorizava, embora pudesse parecer menos respeitoso ainda do que os gravatões em volta de um computador.
Emocional? Passional?
Indo à raiz da desregulamentação financeira e dos investimentos em derivativos que estão na origem do colapso de Wall Street, é possível encontrar as maquinações de Alan Greenspan, presidente do Federal Reserve, o BC norte-americano, também autônomo. Janot escreve que “a cena criada na propaganda é forte e controvertida, ao promover, de forma dramática, elo entre a proposta de autonomia do Banco Central e o quadro aparente de grande recessão, com graves perdas econômicas para as famílias.”
A ligação entre autonomia do Banco Central e recessão não é invenção de marqueteiros. É sustentada por análises e argumentos, números e pesquisas. É possível discordar — mas aí cabe contrapor uma opinião, outra visão. Não cabe interditar o debate porque Marina não gosta e o PGR não concorda.
Estamos falando de uma questão essencial da eleição. Marina queria que a mensagem chegasse aos banqueiros, na esperança de receber seus votos e suas contribuiçõe$. Mas não quer que seja discutida pelo povão, que pode transformar essa alegria no patamar de cima em festa inútil.
No Brasil, o BC tem liberdade para definir juros, cambio e outras variáveis fundamentais da economia. Mas, antes e depois de cada decisão, seu presidente reúne-se com o presidente da República para explicar as razões e motivos. O presidente da República pode concordar ou não com os argumentos do interlocutor. Caso se verifique uma divergência instransponível, ele pode demitir o presidente do BC. Faz parte de suas atribuições, como autoridade eleita, que representa a vontade da população.
É para isso que se fazem campanhas, não é mesmo?
Não estamos falando da boazuda que vende cerveja.
Em política, você pode achar que as reações de determinadas pessoas são “emocionais ou passionais.” Mas também pode achar que são racionais, em função das consequências conhecidas de uma determinada proposta. No caso da independência do Banco Central, ela permitiu políticas nefastas várias partes do mundo. É natural que provoque indignação e até mais do que isso.
A obra recente de Paul Krugman e Joseph Stiglitz, economistas laureados com o Nobel, insuspeitos de qualquer desvio emotivo em seus estudos, demonstra que a Europa transformou-se num cemitério, depois de 2008, porque o Banco Central Europeu estava no comando de uma equipe de fanáticos do Estado Mínimo. Eles usaram o regime de autonomia para cortar benefícios sociais, aprofundar o desemprego. Derrubaram governos de países mais frágeis, comprometeram a recuperação daqueles que pareciam mais fortes.
Tudo para proteger um sistema financeiro que Stiglitz define, precisamente, como o único cassino do mundo onde o dono nunca perde. Taí, João Santana: faltou pensar na jogatina. Stiglitz autorizava, embora pudesse parecer menos respeitoso ainda do que os gravatões em volta de um computador.
Emocional? Passional?
Indo à raiz da desregulamentação financeira e dos investimentos em derivativos que estão na origem do colapso de Wall Street, é possível encontrar as maquinações de Alan Greenspan, presidente do Federal Reserve, o BC norte-americano, também autônomo. Janot escreve que “a cena criada na propaganda é forte e controvertida, ao promover, de forma dramática, elo entre a proposta de autonomia do Banco Central e o quadro aparente de grande recessão, com graves perdas econômicas para as famílias.”
A ligação entre autonomia do Banco Central e recessão não é invenção de marqueteiros. É sustentada por análises e argumentos, números e pesquisas. É possível discordar — mas aí cabe contrapor uma opinião, outra visão. Não cabe interditar o debate porque Marina não gosta e o PGR não concorda.
Estamos falando de uma questão essencial da eleição. Marina queria que a mensagem chegasse aos banqueiros, na esperança de receber seus votos e suas contribuiçõe$. Mas não quer que seja discutida pelo povão, que pode transformar essa alegria no patamar de cima em festa inútil.
No Brasil, o BC tem liberdade para definir juros, cambio e outras variáveis fundamentais da economia. Mas, antes e depois de cada decisão, seu presidente reúne-se com o presidente da República para explicar as razões e motivos. O presidente da República pode concordar ou não com os argumentos do interlocutor. Caso se verifique uma divergência instransponível, ele pode demitir o presidente do BC. Faz parte de suas atribuições, como autoridade eleita, que representa a vontade da população.
É para isso que se fazem campanhas, não é mesmo?
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/153780/PML-Janot-toma-partido-de-Marina-que-tenta-censura.htm
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
IDEÓLOGA E FINANCIADORA DE MARINA GANHOU 56 MILHÕES EM QUATRO ANOS
ITAÚ PAGOU DIVIDENDOS DE R$ 56,5 MI A NECA
DESDE 2010
Em entrevista à agência americana de notícias financeiras Bloomberg, educadora Neca Setubal fala como legítima herdeira do maior banco
privado do País, o Itaú; "O mercado é contra Dilma", sentenciou ela;
"O mercado está apostando em Marina, que tem convicções sérias", completou, posicionando-se como banqueira no debate eleitoral a
também principal assessora da candidata do PSB; segundo a
consultoria Economatica, o Itaú pagou R$ 56,5 milhões em
dividendos por 0,5% de suas ações desde 2010; jornal Folha de S.
Paulo estimou que irmã de Roberto Setúbal tem 0,5% das ações
da instituição
15 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 11:10
247 – Instalado no centro da eleição presidencial em razão de ter na herdeira Neca Setubal a principal auxiliar da candidata Marina Silva, o banco Itaú pagou R$ 56,5 milhões em dividendos acionários a Neca, desde 2010. A informação é da consultoria Economatica, consultoria especializada na análise de balanços e desempenho das companhias de capital aberto listadas na Bolsa de Valores de São Paulo.
O cálculo foi feito a partir de afirmação de Neca ao jornal Folha de S. Paulo, ao qual declarou ter apenas 0,5% das ações do banco fundado por seu pai, Olavo Setubal, e presidido por seu irmão, Roberto Setubal.
Se como porcentual, o pedaço é pequeno, na prática vale muito. Em
2010, o pagamento de dividendos para quem tem 0,5% do Itaú foi de
cerca de R$ 9 milhões. Em 2011, 11 milhões. Nos cálculos da
Economatica, o resultado foi melhor em 2013, com R$ 12 milhões para
o meio por cento da instituição e, neste 2014, essa marca já ficou para
trás: de janeiro a setembro, 0,5% do Itaú já renderam R$ 12,5 milhões.
Abaixo, notícia da Agência Bloomberg, na qual Neca Setubal afirma
que "o mercado é contra Dilma":
acionistas do Itau/Unibanco vão lavar a égua. E Paulo Setúbal acha tudo
um grande desastre.
Neca Setubal diz que mercado 'é contra' Dilma Rousseff
Bloomberg
Uma é herdeira de uma fortuna bancária brasileira, estudou inglês e
francês enquanto esquiava na Suíça. A outra passou parte da infância
cortando seringueiras na Amazônia e retirando latex para ajudar a
pagar as dívidas do pai. Ela sobreviveu a malária, hepatite e
intoxicação por mercúrio. Hoje Maria Alice Setubal, multimilionária de
63 anos e conhecida como Neca, cujo pai já liderou o antecessor ao
Itaú Unibanco Holding, é uma grande amiga e conselheira de
campanha de Marina Silva, ex-empregada doméstica que as pesquisas
mostram com a melhor chance de derrotar Dilma Rousseff na eleição
presidencial de outubro. Improvável amizade é agora um ponto de
ataque de Dilma, que disse em campanha na TV que Marina é
"sustentada pelos banqueiros" e pretende entregar a eles o controle
da economia Neca Setubal nega que ela ou sua família tenham papel
na formulação da política econômica para Marina, de 56 anos, que
disse que bancos "nunca ganharam tanto" como nos 4 anos de
mandato de Dilma.
"O mercado é contra Dilma", disse Neca em entrevista na semana
passada na sede da campanha de Marina em SP. "O mercado está
apostando que Marina, que tem convicções sérias, terá um melhor
planejamento, mais transparência e responsabilidade fiscal", os quais
Neca classifica como fundamentais para ajudar a lidar com a
desigualdade social. Alguns investidores já estão contando com isso.
O Ibovespa saltou 6,5% e o real foi a moeda com melhor
desempenho entre as principais nas 3 semanas após Marina anunciar candidatura em 16/ago. e pesquisas a mostrarem na liderança.
Grande parte desses ganhos evaporaram na semana passada após
novas pesquisas mostrarem Dilma reduzindo a diferença. A
campanha de Dilma se recusou a comentar percepção do mercado
sobre seu governo ou relação entre Neca Setubal e Marina.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
ITAÚ DEPENDE DE MARINA PARA SOBREVIVER COMO BANCO FORTE
ITAÚ FAZ MESMO UM BOM NEGÓCIO AO BANCAR MARINA?
Com doação de R$ 2 milhões do banco Itaú à campanha de Marina Silva, do PSB, realizada em 5 de agosto, declaração de voto do presidente da instituição, Roberto Setubal, "pela mudança" e o fim "dessa política econômica medíocre" e apoio financeiro e intelectual dado pela herdeira Neca Setubal a Marina – ela doou R$ 1 milhão ao Instituto Marina Silva, equivalente a 83% do orçamento da entidade em 2013 –, exposição de marca vai ao limite; antes, banco já havia mudado cartão de crédito de Redecard para Rede, coincidindo com nome de partido que Marina tentou fundar; já se sabe, portanto, que Itaú e Marina estão juntos, um dos motivos apontados para a queda da candidata nas pesquisas; politização radical é positiva para uma instituição financeira?
10 DE SETEMBRO DE 2014 ÀS 14:32
247 – Os marqueteiros do banco Itaú devem estar curiosos para ver onde vai dar. Comandado e executado pessoalmente pelo presidente Roberto Setubal e a irmã dele, a herdeira Neca Setubal, um plano que, na prática, grudou a marca, como um carimbo ou uma tatuagem, na candidatura de Marina Silva à Presidência da República, foi posto em prática. E, se era mesmo para ter como resultado uma associação direta, pelo pública, entre a ex-seringueira pobre e a marca do maior banco privado do Brasil, de R$ 5,1 bilhões de lucro no primeiro semestre, deu certo.
Mas para quem?
Do ponto de vista de Marina, a sobreposição de imagens tem se mostrado nefasta. Em 5 de agosto, o PSB recebeu uma doação formal do Itaú de R$ 2 milhões. Em seguida, na festa de 90 anos do Unibanco, Setubal discursou sua posição "pela mudança" e pelo "fim dessa política econômica medíocre". Declarou-se, na interpretação generalizada, por Marina. O mesmo que fez, muito tempo antes, sua irmã e herdeira do banco, Neca Setúbal.
No ano passado, Neca foi responsável por 83% de todos os recursos que abasteceram o Instituto Marina Silva, fundação criada pela candidata do PSB. Neca fez um gesto financeiro de R$ 1 milhão, e nunca deixou de ser uma das principais conselheiras da candidata. A herdeira do Itaú apresentou-se como coordenadora do programa de governo, pelo lado do Rede, durante a feitura em conjunto com o PSB. A peça, de 242 páginas, deu no que deu: comprovações de trechos plagiados, contraditórios e duramente criticados. Num deles, defende-se a autonomia do Banco Central, proposta reafirmada por Marina ainda na terça-feira 9.
Não há dúvidas, entre analistas de pesquisas e observadores da cena eleitoral, que a associação com o Itaú tem contribuído decisivamente para prejudicar o desempenho de Marina. Na pesquisa Vox Populi divulgada hoje, a candidata do PSB já apareceu oito pontos atrás da presidente, com 28% contra 36% da líder.
A presidente Dilma escolheu uma frase dura, porém verdadeira, para referir-se à ligação tão próxima de Marina com o Itaú, a ponto de aceitar doações para seu instituto, sempre tão cioso em selecionar fontes de recursos.
- Eu não sou sustentada por banqueiros, declarou Dilma, num verdadeiro direto de esquerda sobre a oponente.
Até aqui, a unidade de Marina com Neca e o mundo que ela representa foi sempre positiva para a candidata. Ao mudar, continuará a ser interessante para Marina aparecer tão colada à antiga parceira? E para os negócios do irmão de Neca, Roberto Setubal, o que poderá significar uma derrota de Marina. Se, em caso de vitória, ele será visto como um dos nomes politicamente mais fortes do sistema financeiro nacional, o que será de se prestígio em caso de resultado reverso? No ano passado, Setubal adiou a sua própria aposentadoria, mexendo nos estatutos do banco para poder ficar mais um ano. Se o movimento de "mudança" não der certo, ele não terá novos motivos para permanecer.
E a marca? O que pode acontecer com a marca Itaú?
Marcadores:
Banco,
banqueiros,
campanha,
Dilma,
Economia,
eleição,
finanças,
financiamento,
Itaú,
Marina,
marketing,
presidente,
PSB,
PT,
Setúbal,
sonegação
terça-feira, 9 de setembro de 2014
FINANCIADORES E O PIG PERCEBEM QUE MARINA FOI UMA FURADA
Arsenal contra Dilma começa a se esgotar e ela não cai
Posted by eduguim on 08/09/14
Aos poucos, vai dando a lógica. A campanha de Dilma Rousseff à reeleição começa a se impor apesar da mais impressionante campanha de difamação contra um chefe de Estado que se viu na história recente – nem Lula enfrentou coisa igual.
Antes de prosseguir rumo ao ponto central do texto, vale explicar a razão de considerar a campanha contra Dilma como a “mais impressionante da história recente”.
Para deprimir a até então alta popularidade da presidente, em 2013 foi levado a cabo um movimento de massas que não encontra paralelo em todo o pós-redemocratização. E cuja origem até hoje não ficou suficientemente clara.
A combinação de protestos de rua, efeitos previsíveis da crise internacional em alguns indicadores da economia, bombardeio midiático e a morte intempestiva de Eduardo Campos, tudo isso logrou nivelar intenções de voto da presidente, primeiro, às de Aécio Neves e, depois, às de Marina Silva.
Aécio beneficiou-se no início da campanha eleitoral. Com a mídia batendo só em Dilma e com os dois principais candidatos da oposição resguardados, o tucano chegou a empatar com a petista nas projeções de segundo turno.
O voo desse mesmo tucano, porém, foi de galinha – foi abatido no ar pelas denúncias de que pagou com dinheiro público construções de aeroportos para seu uso particular por todo o Estado de Minas Gerais.
No começo de agosto, Aécio já caía nas pesquisas e Campos não decolava. Dilma começava a se firmar. Mas eis que a tragédia revoluciona o quadro eleitoral.
O bom e velho costume brasileiro de santificar pessoas que falecem e uma brilhante encenação de Marina Silva foram matéria-prima para a mídia construir um dramalhão mexicano, praticamente santificando a substituta de Campos por uma ou duas semanas.
Contudo, a mídia errou na dose e inflou Marina muito além do que deveria. Resultado: Aécio virou pó e Dilma e Marina passaram a polarizar uma eleição que, até então, estava polarizada entre a petista e o tucano.
A mesma mídia tenta consertar o erro e notícias e críticas contra a Marina começam a ser veiculadas com estardalhaço nos grandes meios. Por alguns dias, ela apanha quase tanto quanto Dilma.
Claro que havia que noticiar as informações de que o avião que matou Campos foi fornecido a ele e a Marina por empresas fantasmas ligadas a bandidos, mas há uma montanha de coisas que há para noticiar contra Aécio e não foram noticiadas com o devido destaque ou nem foram noticiadas.
Exemplo: Aécio não construiu um só, mas vários aeroportos com dinheiro público. Todos para seu uso privado. Mas a mídia acabou enterrando o caso todo. Poderia fazer o mesmo com Marina, mas havia que derrubá-la um pouco para Aécio não afundar de vez.
Mais uma vez, porém, a mídia errou a mão. Marina bateu no teto e parou de crescer. A partir das últimas pesquisas oficiais que mostraram a “parada” dela, os trackings das campanhas passaram a detectar que sua candidatura começa a murchar.
Informações extraoficiais da campanha petista dão conta de que Marina começa a cair – já estaria empatada numericamente com Dilma no segundo turno. E nada de Aécio se recuperar…
No fim da semana passada, a mídia começa a “bombar” o vazamento da tal “delação premiada”. Em flagrante crime eleitoral – que a Justiça Eleitoral por certo irá ignorar –, a revista Veja divulga acusações a um pequeno grupo de políticos pinçado do grande grupo citado pelo ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto da Costa à Polícia Federal.
Veja escolheu meia dúzia de nomes em meio a dezenas citados pelo ex-diretor da Petrobrás – inclusive nomes ligados ao PSDB. Se divulgar seletivamente dados sigilosos de uma investigação da PF com fins claramente eleitorais não for crime eleitoral, nada mais é.
A mídia, desta vez, atinge Marina e Dilma com intensidade parecida, porém desigual. Para a desgastar a primeira dá grande destaque ao fato de que Eduardo Campos foi acusado diretamente pelo ex-diretor da Petrobrás, mas o bombardeio de saturação, claro, recai sobre Dilma.
As campanhas de Dilma e Marina deixam vazar que não esperam reação da candidatura Aécio, que já caiu no desencanto popular. Se ficar muito ousado sobre a Petrobrás e Campos, seus podres e de seu partido começarão a voltar à tona. Afinal, com o horário eleitoral os candidatos não dependem da mídia para divulgar informações.
Ao fim, o estoque de munição contra Dilma vai se esgotando. Terrorismo econômico, denúncias de corrupção, fenômeno Marina, tudo já foi usado à exaustão. E as manifestações da ultraesquerda murcharam e não devem voltar a florescer durante a campanha eleitoral.
Por conta desse quadro, pipocam vazamentos de pesquisas privadas dos partidos que mostram Marina começando a cair, Aécio estagnado e Dilma se mantendo.
Assim, o mercado financeiro, que saliva diante dos lucros que lhe seriam gerados pela privatização do pré-sal e a independência do Banco Central que Marina e Aécio oferecem, vem operando em baixa desde a semana passada ante a melhora das chances de Dilma.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/09/arsenal-contra-dilma-comeca-a-se-esgotar-e-ela-nao-cai/
QUEM É CONTRA A QUEDA DE 76% NA MISÉRIA, VOTA CONTRA DILMA
POBREZA EXTREMA CAI 76% NO BRASIL COM LULA E DILMA
Brasil está a cada dia se tornando um País com menos desigualdades sociais. A pobreza crônica no Brasil caiu entre 2004 e 2012, em 76%, segundo estudo do Banco Mundial. Em 2004, 6,7% da população vivia em situação de pobreza crônica. Em 2012, o levantamento da instituição registrou que 1,6% da população brasileira era muito pobre. O estudo considerou pobres aqueles que ganham até R$ 140 mensais – valor superior ao R$ 77 mensais da linha de extrema pobreza.
Além da renda, o levantamento levou em consideração sete outras dimensões da pobreza: se as crianças e adolescentes até 17 anos estão na escola, os anos de escolaridade dos adultos, o acesso à água potável e saneamento, eletricidade, condições de moradia e, finalmente, a bens, como telefone, fogão e geladeira.
A pobreza é considerada crônica quando são registradas privações em pelo menos quatro das sete dimensões. O estudo utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Plano Brasil Sem Miséria é a principal iniciativa do governo Dilma para a superação da pobreza no País, e para este fim, reúne mais de 100 programas e ações integradas. O programa resgatou 22 milhões de pessoas da extrema pobreza, entre 2011 e 2013. Destes, oito milhões eram crianças.
Para obter este resultado, as ações do programa realizam transferência de renda, para alívio imediato da situação de vulnerabilidade; e abrem oportunidade de um futuro melhor para as famílias beneficiadas, ao promover acesso à educação, saúde e cidadania, desembocando em geração de trabalho e renda para estes brasileiros.
O Bolsa Família é uma das ações do plano e desde a sua criação, em 2004, já beneficiou 50 milhões de pessoas (14,1 milhões de famílias). Para ajudar os mais pobres a superar as dificuldades geradas pela falta de dinheiro, desde a criação do Brasil Sem Miséria em 2011, o governo reajustou em 44% o benefício médio pago a famílias pobres e em 84% o valor médio repassado a famílias extremamente pobres. É preciso destacar o impacto do Bolsa Família na economia: cada R$ 1,00 investido no programa estimula um crescimento de R$ 1,78 e o consumo das famílias salta para R$ 2,40.
“O Bolsa Família oferece livre-arbítrio e transfere autonomia ao cidadão. À medida que transfere renda, o Bolsa Família gera liberdade. Ao transferir renda e direito de escolher, o Bolsa Família se transforma em um programa emancipador. Ao invés de fortalecer o poder do Estado, transfere o poder ao cidadão”, declarou Dilma Rousseff durante a cerimônia de 10 anos do programa, comemorado em outubro/2013.
Mais Educação
Outra ação é o Pronatec Brasil Sem Miséria, que estimula os beneficiários do Bolsa Família e pessoas mais pobres a se qualificar profissionalmente, fazendo um curso de capacitação técnica. Desde 2011, quando foi criado, mais de 1,2 milhão de pessoas beneficiárias do Brasil Sem Miséria se matricularam em um dos 570 cursos oferecidos gratuitamente em 3.631 municípios. Só no primeiro semestre de 2014 foram oferecidas mais de 760 mil novas vagas.
“Um curso de capacitação permite que as pessoas melhorem de vida, mas é uma porta para o país, porque também garante que a nossa população – a nossa maior riqueza – vai ter outra qualidade, portanto, vai agregar valor aos produtos, vai melhorar a economia. Vamos poder continuar a crescer sempre”, disse a presidenta Dilma Rousseff, na formatura no Pronatec de beneficiários do plano. A colação ocorreu em abril/2014 em Feira de Santana.
O Pronatec é o maior programa de formação profissional da história do Brasil. Foi criado pelo governo Dilma em 2011 para interiorizar e democratizar a educação profissional e tecnológica. Em todo o Brasil, o programa já ofereceu cursos profissionalizantes para mais de sete milhões de brasileiros. Os cursos gratuitos são oferecidos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais, nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar, Senat, e também em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio.
http://www.saladeimprensadilma.com.br/2014/09/06/2398/
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
COMO O ITAÚ CRESCEU E FICOU DEVENDO 18 BILHÕES AOS BRASILEIROS
WALTHER MOREIRA SALLES NÃO MERECIA ISSO
(Do site POÇOS 10)
A festa para “comemorar os 90 anos do Banco Itaú” é uma fraude. Serviu, apenas, para que a família Setúbal peça votos e deixe claro seu apoio à funcionária Bláblárina Silva – assista a vídeo impressionante.
Uma fraude igual a sonegação de impostos que rendeu ao banco de Roberto Setúbal a maior multa já aplicada pela Receita Federal a um banco brasileiro em toda história: inacreditáveis R$ 18 bilhões, cifra de levar ao desespero xeques arábes ou magnatas de Wall Street.
O Itaú foi fundado em 1945, como Banco Federal de Crédito, que jamais foi um grande banco. Olavo Setúbal, sobrinho do fundador, herdou o banquinho e foi fazendo dezenas de incorporações, até receber uma imensa ajuda da ditadura militar que lhe entregou, de bandeja, o BUC, Banco União Comercial, da rica família Soares Sampaio, quebrado por Roberto “Bob Fields” Campos – o pai de todos os colonistas (*) do neolibelismo, como diz o Conversa Afiada.
Era estreita a ligação de Setúbal com a ditadura – que, inclusive, lhe fez prefeito biônico de São Paulo – e o general Geisel chegou a ameaçar o elegante empresário Paulo Geyer, genro do dono do BUC, que não queria assinar a doação ao Itaú: “Quer ir ao Banco Central por conta própria ou eu vou precisar mandar dois sargentos buscá-lo?”.
O Unibanco foi fundado por João Moreira Salles, um homem respeitado e querido no sul de Minas, como uma simples Casa Bancária. Seu filho Walther, com um tino especial para os negócios e mestre em fazer amigos e cativar admirações, o transformou em Banco Moreira Salles, e depois em Unibanco, um dos três maiores bancos do país até ser incorporado pelo Itaú no fim da década passada.
Esse banco, sim, o Unibanco, completou 90 anos. Foi fundado em Poços de Caldas. Mas ele não existe mais.
Walther Moreira Salles foi (bom) embaixador dos governos de Getúlio e de JK nos Estados Unidos. E foi (bom) ministro da Fazenda de Jango. Os militares queriam cassá-lo, mas não tiveram coragem.
É lamentável que um de nossos maiores mecenas, homem elegante e educado, brasileiro ilustre que serviu a três dos nossos maiores presidentes, tenha o nome de seu banco usado num ato de desespero eleitoral por um banqueiro ligado à ditadura e devedor de R$ 18 bilhões ao Fisco, na tentativa de eleger uma fundamentalista - cujo Papa é o Malafaia, diz o Boff - para a presidência da República. É mais que lamentável, é ridículo.
(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/09/05/itauuu-moreira-salles-nao-merecia-isso/
quinta-feira, 31 de julho de 2014
DECADENTE, FMI SE "ESQUECE" DE CRITICAR JUROS DOS BANCOS PRIVADOS
Faltou ao FMI um olhar sobre os juros
de nosso sistema bancário
30 jul 2014/ Blog do Zé equipedoblog
A posição do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao rebater o relatório em que o FMI
“decreta” um amontoado de concepções sobre a situação atual da economia brasileira,
é verídica, tem base na realidade. E está muito mais de acordo com o momento brasileiro
que vivemos, do que as concepções do documento do nosso velho e conhecido FMI.
O velho Fundo veio de novo, em relatório, com o seu tão conhecido catastrofismo. O FMI
diz, em relatório, ver as contas externas do Brasil em situação “moderadamente frágeis” e
apontou o país entre as economias mais vulneráveis entre os países emergentes neste
momento. e considera, também, que o fraco crescimento do Brasil pode afetar o
desempenho econômico global.
O ministro Mantega o rebateu nesta 3ª feira (ontem), quando afirmou que o Brasil não é
uma economia vulnerável do ponto de vista das suas contas externas. Prova disso,
acentuou Mantega, é a valorização de quase 10% do real no 1º semestre, período em que
a Bolsa de Valores subiu mais de 20%, em parte com a entrada de capital estrangeiro.
A realidade é outra
Para o ministro, os analistas do FMI, responsáveis pelo relatório, repetem o mesmo
erro cometido no início do ano por aqueles que diziam que o Brasil enfrentaria uma
“tempestade perfeita” e que nossa economia estava entre as cinco emergentes mais
frágeis.
Pois vejam como a posição do ministro, suas declarações, confirmam o quadro real
de nossa economia: a inflação cai e as contas externas, apesar do déficit alto fecham
se consideramos o Investimento Externo Direto (IED) e o investimento na Bolsa e
em títulos do governo.
Por outro lado, com a melhora no comércio internacional e com a queda das
importações de combustíveis, a tendência é aumentar o saldo da balança comercial
e cair as importações, melhorando, assim, a situação para 2015. E isso sem falar
que o Brasil tem reservas externas (próximas de US$ R$ 400 bi) e crédito internacional,
o que tem levado o “risco país” a cair consideravelmente.
Banca aumenta juros, mesmo com queda da inadimplência
Entre as criticas do FMI uma chama a atenção: ele ataca as intervenções do nosso
Banco Central (BC) para evitar a desvalorização do real e segurar a inflação. Investem
exatamente contra intervenções que tem surtido efeitos na balança comercial,
estimulando as importações e prejudicando as exportações do país.
É uma pena que o Fundo não tenha a mesma postura e rigor crítico com o câmbio
administrado por países como a China e os EEUU, seja diretamente seja via a política
monetária e fiscal. Faltou ao FMI um olhar sobre os juros de nosso sistema bancário
que, com o aumento da taxa Selic para 11% neste 1º primeiro semestre deste 2014
(depois de uma série sucessiva de baixas nas reuniões do Comitê de Política
Monetária – COPOM), aproveitaram para aumentar os juros mesmo com a queda da
inadimplência e das taxas de captação.
Foi assim, por essa rota de altas autorizadas pelo COPOM-BC que os juros para
pessoa física custam hoje abissais 43%. Acreditem se quiser.
http://www.zedirceu.com.br/faltou-ao-fmi-um-olhar-sobre-os-juros-
de-nosso-sistema-bancario/Share
Assinar:
Postagens (Atom)

