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quinta-feira, 9 de julho de 2015

SEM GOLPE, MEMBRO DA SEITA DE OLAVO DE CARVALHO TENTA SUICIDAR-SE

Um jovem, provavelmente com distúrbios mentais, queria ir para os Estados Unidos fazer o curso de formação de terroristas de direita ministrado por Olavo de Carvalho - uma de suas fontes de renda, além das americanas e da Associação Comercial de São Paulo por meio do ministro Afif Domingos.
Como não conseguiu o dinheiro, tentou matar-se.
O caso é lamentável, mas comprova o grau de insanidade dos fundamentalistas fascistas que Olavo está criando no Brasil.
E a Polícia Federal não vê nada de errado. Quem sabe quando começar a correr sangue?


"Há algumas horas ele tentou se matar.
Acabamos de passar horas de sufoco. O Tiago cortou os pulsos, mas já foi atendido. Os cortes foram superficiais e ele está internado.
O Soldado Rodolfo, da PM de Santa Bárbara do Sul, foi que passou essas informações para o Cleverson, que ligou para o número que o Arthur Valença achou na Internet assim que vimos essa postagem do Tiago aqui no Facebook.
Seguem os dados para doações, para quem quiser ajudar. Pedimos também orações de todos:
Tiago de Pauli"

"Olavo de Carvalho Rubens Enderle Notícias sobre o Tiago de Pauli. 
Falei com o tio do Tiago e depois liguei para a mãe dele e conversei com ela. O Tiago já está em casa. Ele cortou o pulso primeiro com uma faca, e depois com uma serra tico-tico. A mãe dele tentou evitar
. 
Ele vai fazer tratamento psiquiátrico. Um psiquiatra virá de Passo Fundo a Santa Bárbara uma vez por mês. A consulta custa 350 reais. Vai precisar tomar medicamentos, claro. O psiquiatra vai avaliar se será preciso uma internação.
A mãe dele já cuidou de tudo isso. É uma senhora que tem problemas de saúde, mas é extremamente lúcida. Ela agradeceu de coração a todos que estão ajudando e que se preocuparam com o Tiago.
Curtir · Responder · 10 · 19 h · Editado"

terça-feira, 11 de novembro de 2014

FASCISTAS PERDERAM O MEDO E A VERGONHA E PEDEM GOLPE NAS RUAS

aquinoaecuba

CARNICEIROS DA DIREITA SÃO AMEAÇA REAL?

11/11/2014 por Breno Altman

Ontem à noite, o comitê central do movimento pelo impeachment da presidente Dilma se reuniu através de teleconferência, com livre acesso ao público. Mais de cinco mil pessoas acompanharam, durante duas horas, o estranho debate.
A mesa era chefiada por um músico encantado em ser líder de massas e abençoada por um astrólogo que se arrisca como filósofo.
Lobão e Olavo de Carvalho encarnavam estes agitadores da fuzarca.
Eu morri de rir. Uma comédia. Caricaturas do volume-morto da política. Mistura de saudosismo da ditadura com fundamentalismo cristão, em uma versão patética.
Mas engana-se quem os achar inexpressivos ou inofensivos.
No dia 15 de novembro, a turma vai testar seus músculos mais uma vez. Convocaram outra jornada de mobilização.
Há um pedaço doente da sociedade brasileira, que progressivamente se deixa arrastar por narrativas como a desta gente.
Vale a pena observar como funciona sua dinâmica.
A oposição de direita se divide, hoje, entre duas alas: os bacharéis e os carniceiros.
Os bacharéis se organizam em partidos institucionais, disputam eleições, atuam prioritariamente através da imprensa e do parlamento.
Da velha tradição udenista, pelejam pelos interesses da oligarquia sempre em nome da democracia.
Tentam preservar modos civilizados, ainda que hipocritamente. São urubus atrás de carniça, mas não matam suas vítimas.
Esta é a tarefa dos carniceiros.
E são os carniceiros que estão tentando ocupar as ruas do país desde o término das eleições presidenciais.
Eles denunciam fraude eleitoral. Clamam pelo impeachment da presidente. Demandam a expulsão do PT da vida pública. Alguns se esgoelam por intervenção militar contra o governo de esquerda.
Nas redes sociais, esta patota chega a algumas centenas de milhares. Apenas uma pequena porção, no entanto, coloca o pé no asfalto para apoiar as sandices bradadas por seus gurus.
Os carniceiros fazem parte do ecossistema conservador. Há mais de dez anos estão integrados ao bloco político liderado pelo PSDB.
São sua banda de música e tropa de choque. Andavam escondidos, agora ganharam coragem para mostrar as garras em sociedade.
Os bacharéis se sentem, de quando em quando, incomodados com sua presença. Fedem a mofo. Mas os alimentam diuturnamente.
Bacharéis e carniceiros, aliás, estão sempre a dançar um minueto.
Os discursos e entrevistas dos tucanos contra o resultado eleitoral ou para desestabilizar o governo são cantigas que animam os carniceiros e os deixam à vontade para desfilar contra a democracia.
A simbiose entre ambos setores atingiu seu auge no segundo turno das eleições presidenciais.
Os bacharéis ficaram contentes por, finalmente, terem algo parecido com uma militância tucana de massa. E os carniceiros festejaram que podiam voltar ao salão de baile da aristocracia política.
Mas não é apenas o PSDB e seus aliados que servem de estufa para esta turma.
Os carniceiros encontram cada vez mais espaço na velha mídia. Sua principal representação político-cultural é um punhado de articulistas que organizam a narrativa e o ideário do reacionarismo.
As correntes de esquerda, particularmente o PT, achavam que o melhor caminho era trata-los como loucos e desprezá-los.
Vamos combinar que não foi uma boa solução.
Jamais os valores do conservadorismo mais retrógado – racismo, preconceito social, discriminação regional, homofobia, machismo, individualismo – circularam com tanta desenvoltura no Brasil pós-ditadura.
O fato é que os demônios morais e as ideias político-econômicas dos carniceiros ganharam audiência nos últimos anos. Em parte, porque era do interesse dos bacharéis, por ser funcional a emergência de frações reacionárias mais aguerridas, capazes de mobilizar fatias das camadas médias.
Mas isto ocorreu também porque o petismo, para evitar o mau humor institucional e empresarial, preferiu cultura de governo baseada na baixa intensidade de enfrentamento político-ideológico.
Os carniceiros se sentiram livres, beneficiados pelo acolhimento dos bacharéis e a displicência da esquerda.
O pensamento da ultradireita, antes repugnado e inadmissível mesmo em boa parte dos meios conservadores de comunicação, reconquistou tribunas e abriu novas frentes de influência.
Seus defensores parecem ser ridículos, e efetivamente o são. Mas não foram poucos os palhaços que, de riso em riso, ganharam força para quebrar a coluna vertebral de regimes constitucionais.


A propósito, até quando as forças progressistas, a começar pelo PT, deixarão os carniceiros, protegidos pelos bacharéis, com a iniciativa de tomar as ruas que pertencem à democracia?
http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/160107/Altman-%E2%80%9Ccarniceiros-da-direita-s%C3%A3o-amea%C3%A7a-real%E2%80%9D.htm

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

SEITA TERRORISTA CHAMA DILMA DE "ASSASSINA E TRAFICANTE". PODE?

Não é possível que o PT e o Governo continuem tolerando, sem reagir, a provocação e o terrorismo praticados pelo "filósofo" Olavo de Carvalho e seus seguidores. Logo após as eleições, esse bando de fascistas colocou no You Tube, onde mantém um canal de agitação criminosa, um "programa" da chamada "Rádio Vox" no qual, repetidas vezes, chama a Presidenta Dilma Rousseff de "traficante", "assassina" e outros absurdos, pregando abertamente: "ela tem que ser derrubada!".
Não é possível alegar-se que são um grupelho de fanáticos, com escassa audiência na internet. Ainda que fosse apenas um indivíduo, tais crimes e constantes agressões ao regime democráticos não poderiam ser ignorados. O primeiro dever de um governo democrático é defender a Democracia, sistema adotado pela maioria dos brasileiros, alguns dos quais deram suas vidas para conquistá-lo.
É preciso ainda recordar que muitos grupos terroristas ao longo da História começaram exatamente assim: um reduzido grupo de fanáticos, agindo sob leis democráticas para atacarem com violência a sociedade tão logo adquirem alguma representatividade.
Não se trata de pedir censura na internet. Trata-se de chamar às falas pessoas que estão abertamente fazendo apologia do crime e tentando desestabilizar o Governo e a Democracia por métodos violentos.
Vamos esperar que um desses maníacos comece a matar? Eles dizem com todas as letras que o PT não é "um partido normal" e não pode ser tratado desta forma, mas sim precisa ser eliminado da vida nacional. Praticamente ameaçam de morte todo membro do PT, além da mais alta autoridade do País. 
É lamentável ter que recomendar que confiram tal crime, ouvindo essa coleção de agressões às leis. Mas que, pelo menos, algum advogado do PT ou membro do Ministério Público o faça, e adote as providências previstas em lei, para que tais terroristas sejam presos antes de colocarem em prática a sua pregação de ódio: 


https://www.youtube.com/watch?v=4LTJEwecWVk

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

MINISTRO ADVERTE A DIREITONA-BURRA: "DEMOCRACIA NO BRASIL É PRÁ VALER!"

Gilberto Carvalho: 'Democracia veio para ficar, é bom que todos entendam'

Ministro sugere a opositores que leiam decreto da Política Nacional de Participação Social (PNSP). E afirma que Interpretação ideológica do texto só interessa a quem não quer melhorar a participação
por Hylda Cavalcanti, da RBA publicado 05/08/2014 15:51, última modificação 05/08/2014 16:36
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ANTONIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
Carvalho
Gilberto Carvalho, em debate na Comissão de Direitos Humanos do Senado: ideia é melhorar o que já existe
Brasília – O secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, tentou colocar um pingo nos is depois de todos os depoimentos que deu, nas últimas semanas, sobre a Política Nacional de Participação Social (PNPS). Carvalho repetiu, sempre no seu estilo polido, tudo o que já tinha afirmado anteriormente.
A diferença é que, desta vez, deu tom mais enfático ao pedir que os opositores à política leiam, de fato, o que diz o decreto que a institui. E, também, ao assegurar que os que se posicionam de forma contrária ao decreto querem, na verdade, reduzir a participação da sociedade na formulação de políticas públicas.
Com a afirmação, o ministro se posicionou de modo firme sobre a questão e adotou o tom usado pela base aliada do governo no Congresso, quando trata do assunto (que tem deixado de lado uma postura diplomática para alardear em alto e bom som que a oposição está querendo manobrar para cercear a democracia).
Ao participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, Carvalho contou, de modo didático, os termos estabelecidos pela norma tão criticada, mas deixou claro que ninguém esperava essa reação ao decreto. Acrescentou, ainda, que enquanto os opositores tentam reduzir a participação social, o que mais o Executivo recebe são pedidos para que tal participação seja ampliada. “A democracia veio para ficar e é preciso que esse pessoal entenda isso”, colocou.
De acordo com Carvalho, o Decreto 8.243/2014, que institui a PNPS, teve o mero objetivo de disciplinar o funcionamento dos meios de interlocução entre governo e sociedade já existentes, uma vez que faltava a esses conselhos, conforme explicou, unidade e disciplinamento. “O nosso objetivo foi arrumar a casa, estimular que esses conselhos se espraiassem em outras áreas do governo, mas em nenhum momento pregamos a formação de um novo conselho, porque o que a sociedade mais reclama é de mau funcionamento de muitos deles. A ideia era e é melhorar e deixá-los mais atuantes para que as propostas apresentadas sejam ouvidas”, afirmou.

Propostas defasadas

O ministro também disse que muitas vezes, as comunidades reclamam que quando os conselhos apresentam propostas e estas chegam até o governo já estão defasadas. Segundo ele, é justamente esse tipo de distorção que o decreto tem o intuito de evitar, daqui por diante. Frisou que nem de longe o Executivo imaginava que o tema, antes tido como trivial, poderia provocar polêmica com tão grandes proporções. E isso se deu em razão de incompreensões diversas, da leitura parcial ou atravessada do texto e, sobretudo, diante de certa postura ideológica ou política de quem não tem interesse em ver a participação social ser ampliada.
“Aconselho os que se posicionam de forma contrária à PNPS apenas com base no que ouviram a respeito a lerem o decreto e não se deixarem levar por informações de quem tem uma postura equivocada. Esse decreto não surgiu de uma gaveta, foi fruto de um longo processo de discussão. Não cria nenhum novo conselho nem invade competências ou obriga alguma coisa a ninguém, apenas faz recomendações. Essa era a razão pela qual entendíamos que não havia sentido em fazer um projeto de lei sobre o tema, e sim um decreto regulamentador de uma realidade já existente”, acentuou.
A audiência pública contou com a participação de poucos senadores, mas teve a presença de representantes de entidades da sociedade civil e representantes de conselhos populares. Um dos presentes, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), elogiou a iniciativa e disse que infelizmente esse tipo de resistência tem sido comum no Congresso Nacional.
Simon lembrou que apresentou em 2005 um projeto de lei para instituir o orçamento participativo em nível federal, ideia que teve logo após ver o êxito da aplicação do orçamento participativo no seu estado – uma das primeiras iniciativas do país calcadas na participação social. A matéria, contou, tramitou por várias comissões e está desde o ano passado pronta para ser levado ao plenário sem que tenha encaminhamento.
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2014/08/2018ser-contra-a-pnps-e-querer-reduzir-participacao-da-sociedade-nas-politicas-publicas2019-diz-carvalho-1813.html