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terça-feira, 17 de junho de 2014

CIDADÃO COMUM É MAIS EDUCADO E HONESTO QUE CERTA "ELITE"

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

VEJA ERROU POR 25 ANOS: ESTÁDIOS ESTÃO QUASE PRONTOS

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

E VOCÊ AINDA ACHA QUE JOAQUIM BARBOSA FAZ JUSTIÇA...

Ainda livre, Jefferson passa Natal em família

:
"Toda expectativa gera sofrimento. Estou fora disso", disse o ex-deputado; ele foi
condenado a 7 anos e 14 dias de detenção na AP 470, mas ainda aguarda a deter-
minação do presidente do STF, Joaquim Barbosa, para cumprir a pena em regime
semiaberto na cadeia ou domiciliar, por restrições médicas; Jefferson critica a im-
prensa por tirar a naturalidade da sua vida e diz que menu de nutróloga foi divulga-
do para desqualificar o pedido de prisão domiciliar: "nem como salmão defumado"

27 de Dezembro de 2013 às 06:38

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O EGOÍSMO DE SERRA MERECE TRATAMENTO...

Serra, sincero: "que meus desejos se realizem"

:
Eterno presidenciável do PSDB vai ao Facebook e, em mensagem de boas festas
endereçada aos amigos e seguidores, deseja que todos os sonhos dele próprio se
realizem no ano que vai nascer; o primeiro desejo da lista, certamente, a unção
o nome tucano para a disputa de 2014, em detrimento do “companheiro” Aécio
Neves; mensagem virou motivo de piada entre internautas e estimulou críticas na
rede social pelo suposto envolvimento de Serra nas fraudes do metrô paulistano

26 de Dezembro de 2013 às 14:18

NO GULAG DE JOAQUIM BARBOSA, DIRCEU SE PREPARA PARA AS LUTAS

247 - Do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde está preso há 40 dias,
o ex-ministro José Dirceu mandou mensagem de agradecimento às felicitações que
recebeu por conta do Natal.
Petista volta a falar da arbitrariedade de sua prisão pelo fato de ter sido condenado a
cumprir penas em regime semiaberto e estar até hoje no fechado e diz que ele e os
demais réus, sobretudo o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-deputado José
Genoino, não têm nenhuma das regalias que vêm sendo divulgadas.
Genoino está em prisão domiciliar, mas pode ser mandado de volta para o presídio
a qualquer momento pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim
Barbosa.
Dirceu fala individualmente das "campanhas" que buscam impedir que ele tenha em-
prego, o que lhe permitirá deixar o presídio às 7h e retornar à noite. Contudo, o petis-
ta diz que "nada disso" abala ele nem os demais presos e deseja "um bom ano" a to-
dos. Abaixo a mensagem de Dirceu.
Companheiros e companheiras,
Recebi com alegria as mensagens que cada um de vocês postou nesse dia tão feliz
que é o Natal. Maria Alice vai retransmitir para as famílias do Genoíno e Delúbio.
Aqui estamos como sempre lutando, lendo e estudando, nos preparando para a lu-
ta. É importante a denúncia da prisão arbitrária e a demanda para o cumprimento
da lei, do regime semiaberto. Não bastasse a injustiça de nossa condenação e pri-
são agora somos vítimas de uma campanha infamante sobre regalias e privilégios
que não temos e nunca pedimos.
Contra mim voltam as campanhas que buscam impedir que eu exerça minha ati-
vidade profissional.
Nada disso nos abate, já que o apoio, a solidariedade, a justeza de nossa luta e a
presença amiga de vocês e da nossa militância nos fortalece. O símbolo dessa luta
é o acampamento e sua alma a juventude petista.
Um abraço militante e petista.
Um feliz Natal e um ano bom para nós, nossas famílias e o nosso povo.
Zé
25.12.2013
Abaixo texto do cartão de boas festas do petista.
Ninguém pode prender meus sonhos
O sonho de um Brasil livre da ditadura me levou à luta, à prisão e anos e anos lon-
ge de minha família e meu país.
O sonho de fazer um partido que desse voz aos trabalhadores e lutasse por eles me
levou a ser um dos fundadores do PT.
O sonho de tornar um operário presidente da República fez com que eu trabalhasse
muito em todo o país.
O sonho que tinha de ser declarado inocente porque nada fiz e não há nenhuma pro-
va contra mim virou uma injustiça com a condenação.
Mas quem sonhou a vida toda por um Brasil melh, com menos miséria, sem fome,
com mais valor aos trabalhadores, não pode parar de sonhar.
O peso da injustiça pode tudo. Só não pode prender meus sonhos.
Que você realize todos os seus sonhos no ano novo
José Dirceu
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/125126/Dirceu-Não-temos-e-nunca
-pedimos-regalias.htm

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL SEM JUSTIÇA NÃO É CRISTÃO

Belíssimo texto do amigo Eduardo Guimarães:

O Natal na Papuda e o sadismo na mídia


Com Eduardo Guimarães e o agora preso-político José Genoíno.

Se só pretos, pobres, prostitutas e petistas vão para a cadeia no Brasil, o último dos quatro pês vem se 
mostrando um estigma ainda pior do que os outros três. Estes, sofrem porque, uma vez presos, são es-
quecidos; o quarto pê sofre porque não é esquecido nem quando preso.
O Judiciário brasileiro ficou de quatro para a mídia. Acata suas ordens para infernizar a vida dos conde-
nados do julgamento do mensalão. Nega-lhes direitos como o regime semiaberto enquanto trata de 
esmiuçar as condições de sua prisão em busca de “regalias” a suprimir.
Os espiões que a mídia cooptou entre os agentes carcerários da penitenciária da Papuda para que in-
formem qualquer alento que possa ser permitido aos alvos principais de sua fúria punitiva – ou seja, Jo-
sé Dirceu e Delúbio Soares – descobriram que eles gostam de ler.
A leitura pode ser um bálsamo para o encarcerado que a aprecie. Deveria ser estimulada, aliás. Tira a 
mente do que não presta. Contudo, a “regalia” que permitia que condenados do mensalão lessem à 
vontade foi revogada por estarem “lendo mais do que o permitido”.
A tortura psicológica costuma ser vista como até mais intensa e penosa do que a tortura física, que, 
após algum tempo, o torturado aprende a suportar, até por seu corpo e seus sentidos não resistirem. 
Já a psique humana é um parque de diversões para o sádico; permite supliciar sem limites.
Se a mídia não quer “regalias” para os condenados do mensalão tais como ler um livro, tampouco quer 
algum direito constitucional como o de um condenado cumprir sua pena tal como foi preconizada – e 
nunca de forma mais dura ou mais branda.
O objetivo que excita o sadismo midiático é o de minar o espírito dos dois petistas e o dos companhei-
ros que partilham a dor deles não só por sabê-los condenados injustamente, mas por cumprirem uma 
pena mais dura do que aquela que deveriam estar cumprindo.
Sob essa sanha pervertida, os sádicos midiáticos já encontraram mais direitos a suprimir enquanto os 
direitos a preservar são ignorados: os condenados do mensalão poderão ficar com a luz acesa até às 
24 horas do dia 24 de dezembro. E, escândalo dos escândalos, após receberem uma “ceia de natal”.
Dizem os instrumentos de tortura conformados em papel impresso que os “mensaleiros” receberão 
“quentinhas” contendo com arroz, feijão, carne, legumes e verduras. E o luxo é tanto que terão acesso à 
cantina do presídio, onde poderão comprar cigarros e refrigerante.
Esses “mensaleiros” não se emendam, não é mesmo?
As “regalias” de que desfrutrariam os petistas que atiçam a perversidade midiática, porém, não são re-
galias coisa alguma. Eles ainda dispõem de alguma diferenciação dos condenados ao regime fechado 
simplesmente porque estão padecendo sob ele ilegalmente, pois deveriam estar no regime semiaberto.
Isso em um país em que traficantes, estupradores, assassinos e até políticos corruptos conseguem fi-
car em liberdade contando com a sabida e consabida leniência que o dinheiro ou a influência da mídia 
podem comprar da Justiça.
Se você está indignado com essa sessão interminável de tortura politicamente motivada, regozije-se: vo-
cê é uma pessoa justa, humana e, acima de tudo, sã. Regozije-se, pois, ao não sentir prazer com o sofri-
mento alheio.
Deixo você com um pensamento. Há 2013 anos nascia o Maior dos injustiçados pela justiça. Hoje é Seu 
Aniversário. Eleve, pois, a sua prece de lamento pela perenidade daquela sanha persecutória e punitiva 
das turbas que tanto prazer extraiu de seu Calvário.
Que o seu Natal, leitor, seja tão feliz quanto a revolta com a perversidade humana permitir.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

UM DIA, JOAQUIM BARBOSA COLHERÁ O ÓDIO QUE ESTÁ PLANTANDO

O terrorismo moral que Joaquim Barbosa 

está impondo a Genoino e família


Postado em 17 Dec 2013
Uma família desesperada e desamparada
Uma família desesperada e desamparada
Você tem que fazer muita maldade para que alguém beba quando você morrer. 
Você tem que despertar muito ódio.
Margaret Thatcher, por exemplo.
Fui a Trafalgar Square, no centro de Londres, cobrir, como jornalista, a festa 
que fizeram quando ela morreu.
Fazia mais de vinte anos que ela deixara Downing Street, a sede do governo 
britânico, e ainda assim Thatcher era lembrada com uma raiva que fazia você 
pensar que ela ainda era primeira ministra.
Me lembro claramente da imagem de um um velho sindicalista que abriu uma 
garrafa de uísque e disse, antes de tomar a primeira dose: “Esperei vinte anos 
por esse momento.”
Thatcher massacrou os sindicalistas, e acabou promovendo uma brutal con-
centração de renda no Reino Unido, uma coisa comparável à era vitoriana, tão 
bem retratada nos miseráveis de Dickens.
Em minha vida adulta, vi no Brasil apenas um personagem capaz de provocar 
um sentimento tão ruim.
É ele, Joaquim Barbosa.
Nunca houve alguém tão antibrasileiro quanto Joaquim Barbosa: mesquinho, 
vingativo, cruel, recalcado.
O que ele está fazendo com Genoino e família tem um nome: terrorismo. Ter-
rorismo moral, terrorismo sádico.
Qual o sentido em deixá-los em suspenso às vésperas do Natal, uma época 
de concórdia, sem saber se Genoino será devolvido ou não à cadeia?
É vingança. A mesma coisa que levou Barbosa a tentar demitir do STF a mu-
lher do jornalista que revelou que ele gastou 90 000 reais do dinheiro público 
para reformar os banheiros de seu apartamento funcional.
Barbosa debitou, na conta de Genoino, as críticas que recebeu, na semana 
passada, de petistas reunidos em um congresso.
Bandeira de Mello, o jurista, disse que, se fosse o PT, tentaria o impeachment 
de Joaquim Barbosa.
Digo também: se eu fosse o PT, faria o mesmo.
Joaquim Barbosa está ajudando a construir um país da discórdia. Ele não une: 
é um desagregador.
Como Lula não percebeu os seus imensos defeitos ao escolhê-lo?
A biografia de Lula estará sempre manchada por haver indicado para a mais 
alta corte do país uma pessoa tão má quanto Barbosa.
Não há desculpa para este erro monumental de Lula.
Os brasileiros estão tendo agora que arcar com a infeliz, negligente, descui-
dada indicação de Lula.
Entre os brasileiros, ninguém está enfrentando mais as consequências disso 
que Genoino e família.
Miruna, a filha mais velha de Genoino, uma guerreira na defesa do pai, mais 
uma vez ergueu sua voz diante do terrorismo barbosiano.
Ela está desesperada. Ela não finge, ela não mente: é uma filha que está 
vendo o pai ser massacrado impiedosamente – e injustamente.
Ninguém vai fazer nada? Esta a pergunta central, doída de Miruna.
Pelo visto, a resposta é não.
A prioridade do PT é a campanha de Dilma, e Genoino está no fim da fila. Uma 
palavra aqui, outra ali, e não mais que isso.
Mas o futuro haverá de trazer uma resposta para a questão de Miruna.
Muitos brasileiros, e não necessariamente apenas petistas, haverão de fazer 
exatamente o que o sindicalista inglês fez quando recebeu a notícia da morte 
de Thatcher.
Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial 
do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

EM BELÉM, NATAL DECORADO COM GRANADAS DOS EUA USADAS PARA MATAR PALESTINOS

Em protesto, palestino decora árvore com granadas dos EUA


Um homem foi detido em Belém, na Cisjordânia, nesta quinta-feira (5), por ajudar na “decoração” de uma árvore com granadas de gás lacrimogênio e de efeito moral e munições de fabricação estadunidense, anteriormente usadas pelas forças israelenses contra manifestantes palestinos. De acordo com a agência de notícias Ma’an, Mustafa al-Arraj disse que as autoridades palestinas detiveram-lhe sob a acusação de “vandalismo com o objetivo de destruir o Natal”.


Maan
Belém Natal com granadas dos EUA
Em Belém, na Cisjordânia, ativistas decoram uma árvore com granadas de gás lacrimogênio e efeito moral de fabricação estadunidense. Nos cartazes, "agradecimentos" ao Complexo Militar-Industrial pelo fornecimento de armamentos a Israel.
Al-Arraj disse que as autoridades pensaram que seu objetivo era de “destruir a temporada do Natal”. Durante a ação, na segunda-feira (2), os ativistas decoraram a árvore da Praça Manger com armas de produção norte-americana e sinais de “agradecimento” aos EUA pelo fornecimento de recursos usados para ataques contra os manifestantes palestinos.

Desde o início oficial da temporada natalícia, nesta semana, a municipalidade de Belém está colocando sinais na praça sobre a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e sobre o governo estadunidense, que repassou milhares de dólares à gestão para a compra de decorações de Natal, de acordo com a Ma’an.

Os ativistas afirmaram que seu protesto é contra a Usaid e ressaltaram que a agência representa o mesmo governo que financia a ocupação israelense e ataca os manifestantes palestinos.

O porta-voz da polícia de Belém negou que o ativista tenha sido preso pela tentativa de “destruir o Natal” e ressaltou que o protesto chamou a atenção das autoridades porque envolveu “pendurar granadas em árvores”, já que “temiam que elas poderiam ferir pessoas”.

“Esta é uma cidade turística, e não uma para granadas”, enfatizou. Al-Arraj respondeu, porém, que o propósito da ação era justamente “ajudar as pessoas da Área A a lembrarem-se que a ocupação existe”. 

O ativista refere-se à porção que corresponde a menos de 20% da Cisjordânia e que, segundo os Acordos de Oslo, ficaram sob a administração civil palestina, enquanto a Área C é administrada civil e militarmente pelos israelenses, uma situação que deveria ter sido temporária.

“Tantos estrangeiros vêm para cá, e isso parece tão bom e festivo, enquanto as pessoas estão recebendo tiros a 20 minutos de distância, no [campo de refugiados de] Aida”, disse o ativista, em referência a uma região que registra confrontos quase diários entre palestinos e forças israelenses, próxima a Belém.

“Não vamos apenas pegar dinheiro dos EUA, agradecer e nos calar”


Al-Arraj diz suspeitar que alguém ficou insatisfeito com o protesto e quis garantir que não houvesse críticas públicas à Usaid durante a temporada do Natal. 

“Sim, a Usaid dá dinheiro para coisas boas, como hospitais e escolas. Mas este é o festival mais importante de Belém”, disse ele, ressaltando que as cerimônias eram antigamente realizadas por companhias palestinas.

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=230908&id_secao=9

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CENA DE NATAL

A caminho de Aparecida, no dia 24, tomei um ônibus em Quiririm, já que não havia pressa alguma, o calor já havia amainado e o céu até ameaçava a chuva, que cairia um pouco mais tarde. No percurso, estava lendo algo, meu jeito de viajar, seja em ônibus, carro ou avião - já que não piloto nenhum desses veículos - quando ouvi alguém, sentado além do corredor, falando muito alto.
Pensei que era alguém ao celular, coisa comum hoje, mas pelo tom nervoso, era alguém que estava brigando, chamando alguém para a briga.
Desviei o olhar do meu livro e percebi no outro lado do busão um cidadão jovem, moreno, gesticulando muito, como em convulsão. Ele se aquietava um minuto e de repente erguia os braços e os baixava freneticamente. E discutia com alguém invisível aos meus olhos e de todos ao redor.
Foi assim durante o trajeto, e quando desembarcamos na Rodoviária Velha de Taubaté, ele desceu normalmente, caminhou meia-dúzia de passos, e disparou numa corrida de três ou quatro metros, estacando de novo. Seu corpo estava completamente descoordenado, parecia funcionar muito longe de sua vontade.
Parou perto de onde eu estava, eu aguardava outro ônibus para a Rodoviária Nova, e veio até mim pedir um real. Eu neguei. Achei que talvez ele estivesse drogado, e quisesse dinheiro para mais uma pedra, algo assim. Confesso que, ao dizer-lhe "não" temi que ele me agredisse, tal o seu descontrole físico e, logicamente, mental.
Até agora não sei se agi certo, na minha omissão. Eu estava atrasdo, sem pressa, mas muitas horas atrasado para ir à festa de Natal, em casa de familiares na cidade da Padroeira. Estava lendo um livro interessantíssimo, que desejava terminar durante a curta viagem. Por essas e outras razões imaginárias, nada fiz para atender o rapaz, nem ao menos lhe dirigi a palavra além do "Não" defensivo.
Se você me perguntar se passei um Feliz Natal, direi que foi ótimo, junto a pessoas que amo, comendo e bebendo e confraternizando. Mas aquele rapaz e minha covardia não me deixam em paz. O que eu poderia ter feito por aquele doente, como tantos que perambulam pelas nossas ruas?
Bem, para aliviar minha consciência, vou jogar nas costas do aniversariante, o esquecido Jesus Cristo - a festa era do Papai Noel.