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terça-feira, 28 de julho de 2015

POLICIAIS TUCANOS ESCONDEM SERRA NO CELULAR DE ODEBRECHT!

Polícia Federal esconde o nome de Serra no celular de Marcelo Odebrecht

Jornal GGN  - As ligações do senador José Serra com a equipe da Lava Jato foram escancaradas no relatório divulgado hoje, sobre as mensagens capturadas no celular do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht.
O relatório da PF identifica as iniciais do vice-presidente Michel Temer, do governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Mas coloca uma tarja preta na identificação da sigla JS.
Como o nome de Serra constava no relatório inicial da perícia, conclui-se que os filtros da Lava Jato criaram uma blindagem ampla para o senador.
Do Estadão
Análise do celular do maior empreiteiro do País revela seu esforço em utilizar siglas e mensagens codificadas para se referir a políticos e registrar algumas transações
Por Mateus Coutinho,  Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba e Fausto Macedo
Relatório da Polícia Federal sobre o celular de Marcelo Bahia Odebrecht apreendido na 14ª fase da Lava Jato revelam o amplo leque de políticos, da base do governo e da oposição, com os quais Marcelo Odebrecht tinha algum contato, sua preocupação com a operação da Polícia Federal e, sobretudo, seu esforço para utilizar siglas e mensagens codificadas para se referir a políticos e registrar algumas transações.
O maior empreiteiro do País utilizava em seu aparelho e siglas como GA (referência ao governador Geraldo Alckmin), MT (Michel Temer), GM (Guido Mantega), JS (neste caso a Polícia Federal utilizou uma tarja preta para não identificar o contato), FP (a PF usou também uma tarja preta para não identificar o contato) e algumas mais óbvias como ECunha, em referência ao presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

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Há também referência direta ao ex-presidente Lula e a outros apelidos como “Dida”, para se referir a Aldemir Bendine, presidente da Petrobrás, e “Beto”, em referência ao secretário nacional de Justiça Beto Ferreira Martins. Na análise de 31 páginas,  a Polícia Federal limita-se a transcrever as anotações da agenda do empreiteiro.

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Registros do telefone de Marcelo Odebrecht em que aparecem reuniões com Geraldo Alckmin e Michel Temer
Em duas ocasiões, como revela a análise do material apreendido na residência de Marcelo Odebrecht, há registros na agenda do celular de encontros com políticos. Ele teria se reunido com Geraldo Alckmin (PSDB), governador de São Paulo, em outubro de 2014, e com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), em 21 de novembro do ano passado, já depois da Juízo Final, etapa da Lava Jato que levou à prisão outros executivos de grandes empreiteiras do País. O detalhamento do encontro com o vice-presidente, contudo, aparece coberto por uma tarja preta no relatório.
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Algumas anotações do dia 9 de janeiro de 2013 chamaram a atenção dos investigadores, como o tópico “Créditos”.
CONFIRA O TÓPICO CRÉDITOS NO CELULAR DE MARCELO ODEBRECHT:
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Mais abaixo, há ainda o tópico “notas antigas”, no qual há referência “adiantar 15 p/JS” e em seguida a anotação “IPI até dez e pis/Cofins até jan”. Ainda relacionado a este tópico há o título “Contribuição”, a partir do qual surgem várias referências de valores seguidas de siglas que a Polícia Federal ainda não conseguiu identificar claramente.
COM A PALAVRA, A ODEBRECHT
“Embora sem fundamento sólido, o indiciamento do executivo  e ex-executivos da Odebrecht já era esperado. As defesas aguardarão a oportunidade de exercer plenamente o contraditório e o direito de defesa. Em relação à Marcelo Odebrecht, o relatório da Polícia Federal traz novamente  interpretações distorcidas, descontextualizadas e sem nenhuma lógica temporal  de suas anotações pessoais. A mais grave é a tentativa de atribuir a Marcelo Odebrecht a responsabilidade pelos ilícitos gravíssimos que estão sendo apurados e envolveriam a cúpula da Polícia Federal do Paraná, como a questão da instalação de escutas em celas dentre outras.”

http://jornalggn.com.br/noticia/policia-federal-esconde-o-nome-de-serra-no-celular-de-marcelo-odebrecht

domingo, 13 de abril de 2014

PRÁ QUE A PROMOTORA QUIS ESPIONAR A DILMA? PRÁ VENDER?

MP – DF COPIA OBAMA
E GRAMPEIA A DILMA !

É a mesma turma que condenou o Dirceu à prisão perpetua !

OS PASSOS DE OBAMA


Esperava-se que Barack Obama fizesse escola, conforme a regra histórica de que maus usos 
do poder encontram seguidores com mais facilidade do que os bons. Esperava-se, mas não 
que fosse aqui, nem, muito menos, que o poder da Promotoria do Distrito Federal fosse o 
criador do novo ardil para xeretar as comunicações da Presidência da República, incluída 
a da própria presidente Dilma Rousseff.

O fato é que, não fosse a argúcia do advogado José Luis Oliveira Lima, que providenciou 
um laudo técnico para localizar os dois pontos indicados pelas coordenadas geográficas, 
nada faz crer que as comunicações de celulares da Presidência escapassem da violação. 
Um jogo de coordenadas contrabandeava o Planalto na quebra de sigilo e o outro referia-se 
à Papuda, também citada por coordenadas para manter a lógica do disfarce. Mas o pedido 
estava em nome da promotora Márcia Milhomens Sirotheau Corrêa, e isso basta para 
presumir-se o despacho do juiz ou do ministro: ela é a promotora que se ocupa das 
alegações de regalias, privilégios, telefonema, churrascos e o demais que mantém há 
cinco meses o regime fechado de prisão de José Dirceu, condenado ao semiaberto.

(…)

O conceito de Justiça terminará pagando mais essa conta.
Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/04/13/mp-df-copia-obama-e-grampeia-a-dilma/

terça-feira, 19 de abril de 2011

POLICIA FEDERAL DESMENTIU A VEJA

A farsa do "grampo" sem aúdio foi desmontada

A PF concluiu que não houve grampo ilegal nos telefones do então presidente do STF, Gilmar Mendes, no episódio em que foi divulgado diálogo com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
A farsa do grampo sem áudio: um crime impune