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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

MULHERES LOTAM BRASÍLIA POR DILMA E LULA E O PIG ESCONDE!

Em Brasília, 70 mil margaridas rejeitam golpe, mas a mídia fala no trânsito

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70 mil Margaridas alertam: golpistas não passarão
Trabalhadoras do campo e da cidade cercam Congresso e apontam que dentro ou fora do Congresso, tentativa de golpe terá resposta à altura
Escrito por Luiz Carvalho • Publicado em: 12/08/2015 – 15:42
A 5ª edição da Marcha das Margaridas coloriu Brasília mais uma nesta quarta-feira (12). Cerca de 70 mil pessoas deixaram o estádio Mané Garrincha logo no início da manhã e seguiram até o Congresso Nacional.
Diante da Casa, homens e mulheres de todas as regiões do país viraram as costas aos ataques do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às mulheres e aos movimentos sociais. Sob regência do parlamentar, ações como a criação de uma cota de 15% para as mulheres em todos os parlamentos do país foram rejeitadas.
Durante o trajeto, a maior manifestação popular que a capital federal viu neste ano manteve a pluralidade. Tinha verde e amarelo, mas também muito lilás e vermelho. Nenhuma cor era proibida. Os manifestantes, de diversas etnias, traziam demandas do campo e das florestas: a titulação das famílias já assentadas, o assentamento para quem ainda não tem chão, assistência técnica para quem já produz, mas quer crescer, e o limite da propriedade de terra para quem vê o agronegócio avançar sem freio.
Mas a essas demandas, somaram-se a defesa da liberdade e da democracia num país que conviver com uma onda conservadora. Cartazes que pediam Estado laico e apontavam que o corpo é das mulheres e não da bancada moralista pareceram se multiplicar em relação aos últimos anos.
Liberdade para acabar com a liberdade
Em todas as intervenções sobre os carros de som, o repúdio a qualquer tipo de golpe, dentro ou fora do parlamento, foram pontos comuns. Ali havia muita gente que conhecia de perto o que era perder a vida para garantir o direito à liberdade, inclusive de defender a ditadura, como lembrou a neta de Luís Carlos Prestes, Ana Prestes Rabelo, diante de cartazes fixados nos canteiros que pediam intervenção militar.
“Todos que, de alguma forma, somos herdeiros de uma luta pela democratização, que tivemos familiares muito próximos perseguidos, presos, torturados, muitos ainda desaparecidos, e, independente disso, todos que tem consciência do valor da democracia e da liberdade, estão totalmente atônitos. Não imagina ter que transitar pelas ruas de Brasília e explicar para minhas filhas de cinco e nove anos, em pleno de 2015, o que significa a volta do regime militar”, definiu.
Para ela, todos os partidos e movimentos preocupados com a garantia da legalidade democrática têm a responsabilidade e o desafio de enfrentar a mídia para desenvolver a conscientização político. “É preciso ir para dentro das casas das pessoas, conversar, se reunir, fazer atividades como essas porque, apesar de estarmos há 12 anos na liderança do governo central, não conseguimos enfrentar e avançar numa das principais batalhas que é a democratização da mídia.”
Novo modelo
Já diante do Congresso, a secretária de Mulheres da CUT, Rosane Silva, representou a Central que levou 15 mil mulheres à Marcha e apontou que nenhuma transformação na igualdade entre gêneros será possível sem enfrentar o machismo e o patriarcado.
“O primeiro passo é considerar as mulheres sujeitos políticos que têm direito a políticas públicas que garantam creches para que possamos deixar nossos filhos e ter maior na vida pública, que promovam a igualdade no mundo do trabalho, onde ainda ganhamos menos, mesmo tendo maior escolaridade”, disse.
Ao destacar que a pauta das Margaridas é também a pauta da CUT, a dirigente lembrou que as conquistas da classe trabalhadora foram resultado da luta nas ruas, onde a Central permanecerá em defesa da liberdade e da democracia.
A mudança deve passar pela educação, mas para isso é preciso enfrentar liderançs parlamentares contrárias a uma educação não sexista e à discussão de gênero dentro da escola.
“Passamos por um período de grande enfrentamento recentemente com a direita e com os fundamentalistas religiosos, quando tivemos a discussão dos planos nacional, estaduais e municipais de educação, que pautaram a retirada da educação de gênero, enquanto nós defendemos discutir a violência cotidiana que a mulher sofre. Se não for através da educação, dificilmente mudaremos a cultura machista e patriarcal”, afirmou a professora Lirani, que leciona no Paraná.
“O governo reconhece a violência contra a mulher como crime. Não é natural, não é de família e na escola temos um espaço privilegiado para discutir isso, mostrar a importância de tratar os amiguinhos com igualdade, que a casa é um espaço onde tem de ter companheirismo e as tarefas também devem ser divididas. Temos que naturalizar o debate e não a violência”, definiu a amazonense Isis.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/em-brasilia-70-mil-margaridas-rejeitam-golpe-mas-a-midia-fala-no-transito-veja-ao-vivo.html

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

REVISTA FORBES COLOCA DILMA ENTRE AS 100 MAIS PODEROSAS

1

Angela Merkel

Chancellor, Germany

59GermanyPolitics
2

Dilma Rousseff

President, Brazil

66BrazilPolitics
3

Melinda Gates

Cochair, Bill & Melinda Gates Foundation

49United StatesPhilanthropy/NGO
4

Michelle Obama

First Lady, United States

49United StatesPolitics
5

Hillary Clinton

Personality, Philanthropist

66United StatesPolitics
6

Sheryl Sandberg

COO, Facebook

44United StatesTechnology
7

Christine Lagarde

Managing Director, International Monetary Fund

58FrancePhilanthropy/NGO
8

Janet Napolitano

Secretary, Department of Homeland Security, United States

56United StatesPolitics
9

Sonia Gandhi

President, Indian National Congress, India

67IndiaPolitics
10

Indra Nooyi

CEO, PepsiCo

58United StatesBusiness

quarta-feira, 9 de março de 2011

JORNAL INGLÊS DESTACA IMPORTÂNCIA DE DILMA ROUSSEF


O blog Amigos do Presidente Lula traz informações do jornal britânico The Guardian:

‘The Guardian’ põe Dilma em lista de cem mulheres mais inspiradoras


O jornal britânico The Guardian colocou a presidente brasileira Dilma Rousseff em sua lista das cem mulheres mais inspiradoras da atualidade, publicada nesta terça-feira.


Na lista, que publicada no Dia Internacional da Mulher, Dilma aparece na categoria “Política” ao lado de outras dez personalidades, como a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e a ativista birmanesa Aung San Suu Kyi.


Clique aqui para ver a lista das 100 mulheres


O jornal descreve a presidente brasileira como “uma guerrilheira socialista adolescente que enfrentou prisão e tortura” e que é considerada uma “administradora dura e pragmática”.


O texto cita ainda a promessa de Dilma de melhorar as condições de vida das mulheres e de ter mulheres no comando de nove dos 37 Ministérios de seu governo, um número recorde na história do Brasil.


No entanto, o The Guardian fala também sobre as críticas de que, durante a campanha presidencial, Dilma ignorou assuntos relacionados à mulher e reverteu publicamente sua posição sobre o aborto para acalmar os religiosos, além de que teria, segundo os críticos, feito diversas cirurgias plásticas para “ganhar o seu lugar”.


“Ela já está enfrentando um grande teste – as enchentes recentes que mataram centenas e enterraram cidades inteiras”, diz o jornal.


Inspiração


Segundo a colunista do The Guardian Jane Martinson, a lista é composta de mulheres que são modelo de comportamento em diversas áreas em todo o mundo e que, além de conquistar direitos, ajudaram outras mulheres.