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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

BOBALHÃO DO PSDB PERDE MAIS UMA CONTRA DILMA

ARTIGO DE LULA É IRRESPONDÍVEL: O BRASIL SUPERA CRISE MUNDIAL

AULA DE LULA FAZ O PIG (*)
CHORAR. DE RAIVA

Por que o Brasil é o país das oportunidades



Por Luiz Inácio Lula da Silva

Passados cinco anos do início da crise global, o mundo ainda enfrenta suas consequências, mas já se prepara para um novo ciclo de crescimento. As atenções estão voltadas para mercados emergentes como o Brasil. Nosso modelo de desenvolvimento com inclusão social atraiu e continua atraindo investidores de toda parte. É hora de mostrar as grandes oportunidades que o país oferece, num quadro de estabilidade que poucos podem apresentar.

Nos últimos 11 anos, o Brasil deu um grande salto econômico e social. O PIB em dólares cresceu 4,4 vezes e supera US$ 2,2 trilhões. O comércio externo passou de US$ 108 bilhões para US$ 480 bilhões ao ano. O país tornou-se um dos cinco maiores destinos de investimento externo direto. Hoje somos grandes produtores de automóveis, máquinas agrícolas, celulose, alumínio, aviões; líderes mundiais em carnes, soja, café, açúcar, laranja e etanol.

Reduzimos a inflação, de 12,5% em 2002 para 5,9%, e continuamos trabalhando para trazê-la ao centro da meta. Há dez anos consecutivos a inflação está controlada nas margens estabelecidas, num ambiente de crescimento da economia, do consumo e do emprego. Reduzimos a dívida pública líquida praticamente à metade; de 60,4% do PIB para 33,8%. As despesas com pessoal, juros da dívida e financiamento da previdência caíram em relação ao PIB.

Colocamos os mais pobres no centro das políticas econômicas, dinamizando o mercado e reduzindo a desigualdade. Criamos 21 milhões de empregos; 36 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza e 42 milhões alcançaram a classe média.

Quantos países conseguiram tanto, em tão pouco tempo, com democracia plena e instituições estáveis?

A novidade é que o Brasil deixou de ser um país vulnerável e tornou-se um competidor global. E isso incomoda; contraria interesses. Não é por outra razão que as contas do país e as ações do governo tornaram-se objeto de avaliações cada vez mais rigorosas e, em certos casos, claramente especulativas. Mas um país robusto não se intimida com as críticas; aprende com elas.

A dívida pública bruta, por exemplo, ganhou relevância nessas análises. Mas em quantos países a dívida bruta se mantém estável em relação ao PIB, com perfil adequado de vencimentos, como ocorre no Brasil? Desde 2008, o país fez superávit primário médio anual de 2,58%, o melhor desempenho entre as grandes economias. E o governo da presidenta Dilma Rousseff acaba de anunciar o esforço fiscal necessário para manter a trajetória de redução da dívida em 2014.

Acumulamos US$ 376 bilhões em reservas: dez vezes mais do que em 2002 e dez vezes maiores que a dívida de curto prazo. Que outro grande país, além da China, tem reservas superiores a 18 meses de importações? Diferentemente do passado, hoje o Brasil pode lidar com flutuações externas, ajustando o câmbio sem artifícios e sem turbulência. Esse ajuste, que é necessário, contribui para fortalecer nosso setor produtivo e vai melhorar o desempenho das contas externas.

O Brasil tem um sistema financeiro sólido e expandiu a oferta de crédito com medidas prudenciais para ampliar a segurança dos empréstimos e o universo de tomadores. Em 11 anos o crédito passou de R$ 380 bilhões para R$ 2,7 trilhões; ou seja, de 24% para 56,5% do PIB. Quantos países fizeram expansão dessa ordem reduzindo a inadimplência?

O investimento do setor público passou de 2,6% do PIB para 4,4%. A taxa de investimento no país cresceu em média 5,7% ao ano. Os depósitos em poupança crescem há 22 meses. É preciso fazer mais: simplificar e desburocratizar a estrutura fiscal, aumentar a competitividade da economia, continuar reduzindo aportes aos bancos públicos, aprofundar a inclusão social que está na base do crescimento. Mas não se pode duvidar de um país que fez tanto em apenas 11 anos.

Que país duplicou a safra e tornou-se uma das economias agrícolas mais modernas e dinâmicas do mundo? Que país duplicou sua produção de veículos? Que país reergueu do zero uma indústria naval que emprega 78 mil pessoas e já é a terceira maior do mundo?

Que país ampliou a capacidade instalada de eletricidade de 80 mil para 126 mil MW, e constrói três das maiores hidrelétricas do mundo? Levou eletricidade a 15 milhões de pessoas no campo? Contratou a construção de 3 milhões de moradias populares e já entregou a metade?

Qual o país no mundo, segundo a OCDE, que mais aumentou o investimento em educação? Que triplicou o orçamento federal do setor; ampliou e financiou o acesso ao ensino superior, com o Prouni, o FIES e as cotas, e duplicou para 7 milhões as matrículas nas universidades? Que levou 60 mil jovens a estudar nas melhores universidades do mundo? Abrimos mais escolas técnicas em 11 anos do que se fez em todo o Século XX. O Pronatec qualificou mais de 5 milhões de trabalhadores. Destinamos 75% dos royalties do petróleo para a educação.

E que país é apontado pela ONU e outros organismos internacionais como exemplo de combate à desigualdade?

O Brasil e outros países poderiam ter alcançado mais, não fossem os impactos da crise sobre o crédito, o câmbio e o comércio global, que se mantém estagnado. A recuperação dos Estados Unidos é uma excelente notícia, mas neste momento a economia mundial reflete a retirada dos estímulos do Fed. E, mesmo nessa conjuntura adversa, o Brasil está entre os oito países do G-20 que tiveram crescimento do PIB maior que 2% em 2013.

O mais notável é que, desde 2008, enquanto o mundo destruía 62 milhões de empregos, segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil criava 10,5 milhões de empregos. O desemprego é o menor da nossa história. Não vejo indicador mais robusto da saúde de uma economia.

Que país atravessou a pior crise de todos os tempos promovendo o pleno emprego e aumentando a renda da população?

Cometemos erros, naturalmente, mas a boa notícia é que os reconhecemos e trabalhamos para corrigi-los. O governo ouviu, por exemplo, as críticas ao modelo de concessões e o tornou mais equilibrado. Resultado: concedemos 4,2 mil quilômetros de rodovias com deságio muito acima do esperado. Houve sucesso nos leilões de petróleo, de seis aeroportos e de 2.100 quilômetros de linhas de transmissão de energia.

O Brasil tem um programa de logística de R$ 305 bilhões. A Petrobras investe US$ 236 bilhões para dobrar a produção até 2020, o que vai nos colocar entre os seis maiores produtores mundiais de petróleo. Quantos países oferecem oportunidades como estas?

A classe média brasileira, que consumiu R$ 1,17 trilhão em 2013, de acordo com a Serasa/Data Popular, continuará crescendo. Quantos países têm mercado consumidor em expansão tão vigorosa?

Recentemente estive com investidores globais no Conselho das Américas, em Nova Iorque, para mostrar como o Brasil se prepara para dar saltos ainda maiores na nova etapa da economia global. Voltei convencido de que eles têm uma visão objetiva do país e do nosso potencial, diferente de versões pessimistas. O povo brasileiro está construindo uma nova era – uma era de oportunidades. Quem continuar acreditando e investindo no Brasil vai ganhar ainda mais e vai crescer junto com o nosso país.

Luiz Inácio Lula da Silva é ex-presidente da República e presidente de honra do PT

domingo, 23 de fevereiro de 2014

DIREITA FARÁ CAMPANHA PORCA EM 2014, EXPLICA JORNALISTA

A campanha mais podre de todos os tempos

Para o jornalista, preconceitos de classe estão aflorados e os meios de comunicação têm grande responsabilidade na radicalização do ambiente político
por Vander Fornazieri publicado 16/02/2014 13:05, última modificação 17/02/2014 13:42
VANDER FORNAZIERI/RBA
Gabriel Priolli
A partir de 2003, todos os preconceitos de classe possíveis e imagináveis afloraram e se solidificaram contra o Lula 
É difícil encontrar uma redação onde Gabriel Priolli não tenha trabalhado. TV, jornal, revista, ele passou pelas mais importantes, exercendo variadas funções, inclusive a de editor do Jornal Nacional, da Globo. Atuou na imprensa alternativa e foi peça importante na criação de campanhas e programas de TV históricos para o PT de mais de duas décadas atrás e, desde então, acumula experiência em 17 campanhas políticas para diversos partidos e candidatos. Hoje está à frente do blog Apriolli, no qual escreve sobre temas políticos e culturais do país.
Priolli começou como estagiário da TV Cultura, onde ficou até 1980, quando houve demissão em massa de jornalistas promovida pelo governador Paulo Maluf, empossado pelos militares em 1979. Amargou uns tempos de geladeira, às voltas com o preconceito dentro do meio jornalístico contra os profissionais de TV – “acusados” de não saber escrever. Meses depois conseguiu uma cobertura de férias na Folha de S. Paulo, e foi bem. Desmontou o preconceito e emplacou matéria de capa. Começou a fazer cobertura de TV para o caderno Ilustrada, que ninguém gostava de fazer. Mas era tudo o que ele queria. Era a possibilidade de se firmar escrevendo e refletindo sobre uma mídia que não tinha interlocução.
Aliás, segundo Priolli, o grosso do que se escreve sobre televisão, ainda hoje, é de um grau de estupidez abissal. “Você fica pasmo de ver a ignorância das pessoas em relação ao que é televisão. Existe a presunção de achar que ela é uma máquina de estupidificar feita por gente estúpida.”
Quais programas você mais acompanhava como crítico?
Cobria tudo. Assistia muito ao Chacrinha e vi o surgimento do Gugu, na época cotado para ser sucessor do Silvio Santos. Falei do papel de renovação e do debate de temas tabus das séries que a Globo começou a produzir, comoMalu Mulher, Carga Pesada, Plantão de Polícia. Acompanhei a última novela da Janete Clair (1925-1983), Eu Prometo, que teve texto finalizado por Glória Perez. Peguei também toda a emergência do vídeo independente, um movimento importante para a televisão e para mim. Eram meus amigos na TVTudo, Olhar Eletrônico, TViva, Vídeo Verso.
Como aconteceu seu trabalho dentro do PT?
Lembro bem da primeira campanha do partido, em 1982, quando ele entrou com aquela linha obreira: “Trabalhador vota em trabalhador”. E em 1984 me aproximei da área de comunicação. Um grupo de colegas fez um programa muito criativo para a TV. Escrevi comentário na Folha, o que era incomum para a época. Acharam o texto pertinente e me convidaram para trabalhar. De repente, estava fazendo a campanha do Eduardo Suplicy para a prefeitura de São Paulo, em 1985, com o Carlito Maia e o Chico Malfitani. Foi aquela do “experimente Suplicy”. Em 1986 esse grupo rachou. Acabei ficando para fazer a campanha do Suplicy para o governo do estado. Foi horrorosa. As campanhas do PT sempre foram conturbadas. Eu acreditava numa linha mais orgânica, de afinidade entre a política e a comunicação. Mas acabou descolando completamente a ponto de botarem as campanhas nas mãos de publicitários. Depois de ter trabalhado os anos 1980 inteiros para o PT, como militante, vendo o partido admitir o ingresso de profissionais de linhas políticas até opostas para fazer suas campanhas, eu peguei minha experiência acumulada e fui trabalhar com comunicação política. Aprendi nesses 30 anos que a decisão de voto é essencialmente emocional.
As propagandas eleitorais estão niveladas?
Hoje todo mundo faz a mesma coisa, com diferenças de estilo aqui ou ali. Propaganda de direita no sentido clássico: escondem-se defeitos, mostram-se virtudes. Há basicamente um apelo emocional ao eleitor no sentido de sensibilizá-lo, de tocá-lo, para depois municiá-lo com argumentos racionais para sustentar, no debate político, a opção feita pelo coração. A propaganda não faz o eleitor concordar com as posições do candidato, mas gostar dele.
Como realizar um debate sério sobre reforma política sem tocar nos monopólios da comunicação? Que diabo de reforma política há de ser essa que não venha acompanhada, ou precedida, de novas regras para o setor?
Para onde vai o belicismo que se vê no cenário político?
Acho que este ano teremos a campanha mais podre de todos os tempos. O ano de 2010 bateu recordes de baixaria, mas vai ser café pequeno comparado ao que nos espera. É lamentável o que acontece e a responsabilidade da mídia é muito grande. Até o governo Lula (2003-2010), a imprensa mantinha uma vigilância crítica, mesmo porque, do ponto de vista de classe, os governos anteriores eram seus, defendiam seus interesses, inclusive os da ditadura. As críticas eram pontuais, na forma. Mas a partir do governo do PT, houve uma mudança total. Por mais que o governo fosse moderado, muito mais tendendo ao centro do que à esquerda, sempre disposto a flexibilizar e a fazer concessões, ainda assim há uma reação radical de não aceitá-lo. Todos os preconceitos de classe possíveis e imagináveis afloraram e se ­solidificaram contra o Lula. É porque é pobre. É porque é operário. É porque é nordestino. É porque não tem dedo…
Isso contaminou a visão que se tinha do presidente?
Sim, e também a leitura do governo que se fazia. A mídia embarcou na onda neoconservadora internacional. Nos Estados Unidos, os veículos de direita, tipo Fox News, sustentaram que Barack Obama era socialista, marxista. Uma loucura sob qualquer aspecto. Imagina se um dia eles realmente tiverem um presidente de esquerda o que vão falar.
Foi nesse momento que se soltaram as rédeas dos analistas sem pudor nem limites, que no passado eram moderados?
Houve favorecimento e incentivo a esse tipo de gente e a essa conversão de comportamento. Todos os que fizeram, e continuam fazendo comentários de direita, foram e seguem sendo premiados. No lado oposto, o daqueles profissionais que tinham posições contrárias, houve repressão. Aconteceu um expurgo da esquerda nas redações e triagem ideológica nas novas contratações. Os jovens que foram ingressando têm majoritariamente pensamento conservador. Montou-se uma uniformidade ideo­lógica nas redações.
Se existia uma coisa rica na imprensa nos anos 1970, era exatamente a diversidade ideológica. Tinha a “direitaça”, gente ligada aos órgãos de repressão, e tinha gente que participou dos grupos armados de esquerda. Era um saco de gatos. Correntes democráticas, correntes revolucionárias. Isso era muito rico. Nunca tive, até o governo Lula, qualquer constrangimento dentro de qualquer redação por causa de posição política. Nunca dei atestado ideológico para quem quer que fosse. E ninguém queria saber se você era ou não petista ou tucano. Hoje está tudo mudado. Cheguei a ser censurado em artigos que me convidaram a escrever, ou porque não batiam com a posição patronal ou porque tocavam em assuntos tabu, como a regulação da mídia.

Você acredita que exista alguma chance de acontecer no Brasil o que se fez na Argentina, com a Lei de Meios?
Chance sim, mas depende de a presidenta querer levar esse debate adiante, de entender que não é possível fazer a reforma política que ela diz querer fazer sem antes enfrentar a regulação da mídia. Como é possível realizar um debate sério sobre reforma política sem tocar nos monopólios da comunicação? Que diabo de reforma política há de ser essa que não venha acompanhada, quem sabe precedida, de uma pactuação de regras para o setor? A gente vai levar adiante esse despudor completo de grupos econômicos utilizarem veículos de comunicação em campanhas descaradas? Para voltar a ter um mínimo de paz social e política, a gente deve ter padrões de moderação e ética. Isso tem de ser regulado e tem um projeto lá na gaveta da presidenta.

Houve ingenuidade do Lula em relação à mídia?
O Lula sempre teve a crença de que é possível ter debate, diálogo, negociar. Isso baseado na própria experiência dele. Antes de ser presidente, ele virou uma estrela mundial graças à forte exposição na imprensa. Pilotava rebeliões sindicais, era peça importante no xadrez político. Isso era do interesse da elite. E teve relações com os donos da mídia. Ele tinha uma visão, não posso dizer que era ingênua, mas equivocada, de que a partir de certo ponto as contradições de classe não seriam tão fortes a ponto de obstruir seu governo. Acho que hoje ele tem uma visão mais dura sobre essa possibilidade de diálogo franco e convivência democrática com a imprensa. A imprensa abdicou da postura democrática e conscientemente se partidarizou. Virou defensora de agremiações que defendem um ideário específico de classe. À medida que essas agremiações foram se desidratando politicamente em sucessivas derrotas eleitorais, ela passou a ter protagonismo e controle político da oposição. Hoje quem formula as políticas de oposição e as críticas é a imprensa. Os partidos apenas as sustentam e repercutem.
Não deixe de ler a íntegra desta entrevista em: 
http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/92/a-campanha-mais-podre-de-todos-os-tempos-817.html

sábado, 22 de fevereiro de 2014

VENEZUELA GERA EMPREGO E LUCRO PARA O BRASIL

DILMA, VÁ A CARACAS. CONVIDE
O MADURO PARA A COPA

A BRF e a Odebrecht bateriam palmas !
Estranho, acho que já vi eles em algum lugar ...



Talvez por medida de Economia, para fazer o “ajuste” ou evitar o “rebaixamento”, o Governo Dilma fechou o Itamaraty.

Percebem-se os sinais com muita dificuldade, porque os sobreviventes, exaustos e exangues, emitem sons tão baixo que mal se acusam do lado de fora.

Celso Amorim, o grande chanceler, foi deslocado para a Defesa, onde corre o risco de apagar algumas das páginas edificantes que deixou escritas no Itamaraty.

A Venezuela, por exemplo.

Vamos relevar que a Venezuela seja um parceiro estratégico essencial.

Um vizinho !

Basta ir a Lucas do Rio Verde  – clique aqui para ler “Capitalismo com características brasileiras I” e aqui para o “II” - e visitar a fábrica da BRF. 

Ela abate 300 mil frangos por dia e 90% vão para a Venezuela.

O que faria o prefeito brizolista Otaviano Pivetta com aqueles operários todos, vindos do Sul do Maranhão e do Piauí, se a Venezuela passasse a comprar da Tyson, que fica no Arkansas.

A Tyson voltaria a ser a líder mundial, porque retomaria o lugar que perdeu para a Friboi.

Basta ligar para o Norberto Odebrecht e perguntar quantos empregos seriam cortados na Bahia, se ele deixasse de trabalhar na Venezuela, substituído pela Haliburton, pela Bechtel.

Isso tudo é ninharia, digamos assim.

O que se passa na Venezuela é uma segunda tentativa, doze anos depois, de derrubar o chavismo pela televisão.

É, de novo, um “esquenta” para derrubar o trabalhismo no Brasil.

Se o Itamaraty não produz mais – coitado, à beira da cova – cenários geopolíticos, seria recomendável que alguém na comitiva presidencial, agora em Roma, oferecesse à atenção da Presidenta  dois textos da Carta Maior, a única publicação brasileira que poder ser lida sobre a matéria: 


http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Sobre-a-Venezuela-a-guerra-da-informacao/6/30294

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Quem-esta-por-tras-dos-protestos-na-Venezuela-/6/30309

Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/02/22/dilma-va-a-caracas-convide-o-maduro-para-a-copa/

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

PHA E A HERANÇA DE JOAQUIM BARBOSA AO SUCESSOR

A capa do detrito de maré baixa desta semana traz uma pequena chamada:

“Barbosa e o STF: acho que chegou a hora de sair”.

Se isso se confirmar – o detrito sólido não costuma ter sólidas informações -, Barbosa deixará ao 
Presidente Lewandowski pesado fardo:

- mandar o Genoino pra casa;

- aplicar ao José Dirceu a pena de “semi-aberto” e, não, cozinhá-lo eternamente na Papuda;

- legitimar a Operação Satiagraha, entregue às mão impolutas do relator, Ministro Fux;

- aplicar aos tucanos a mesma leve dosimetria que aplicou aos petistas;

- e permitir que as conclusões do Inquérito 2474 iluminem o Mentirão.

Barbosa terá abandonado o cargo como o “menino pobre que salvou o Brasil da desenfreada corrupção”, 
como disse, certa feita, o detrito sólido.

E como aquele que “fez a diferença” para as Organizações Globo Overseas.

E, acima de tudo, se terá se vingado do Presidente Lula.

Cabe agora à Presidenta Dilma escolher o sucessor.

Há precedentes perigosíssimos.

Com a próxima aposentadoria de Celso de Mello, a Presidenta Dilma terá em mãos a responsabilidade 
de encarcerar Gilmar Dantas (*) – que responde ao Suplicy, porque assim é fácil – no espaço reservado 
às minorias irrelevantes.

Dilma terá a possibilidade de enterrar a última, a sinistra, de todas a mais maldita herança do Príncipe da 
Privataria.

Os heróis do Olimpo a orientarão e ela dispensará os conselhos do ministro zé da Justiça.

Que deveria dizer à Veja, o mesmo: acho que está na hora de sair !


Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/02/15/barbosa-vai-sair-e-o-inquerito-2474/

GOVERNO NÃO PODE FINANCIAR QUEM PREGA A VIOLÊNCIA

PCdoB questiona publicidade ao SBT

Da revistaCartaCapital:

A bancada do PCdoB na Câmara, liderada pela deputada federal Jandira Feghali (RJ), afirmou que irá enviar nesta quinta-feira 20 à Secretaria de Comunicação Social da Presidência um questionamento sobre as verbas publicitárias destinadas pelo governo federal ao SBT.

O motivo é a manutenção da apresentadora Rachel Sheherazade no programa SBT Brasil. O grupo argumenta que a jornalista “desafia o código de ética dos jornalistas e incita a intolerância, a violência e o crime contra minorias sociais em seu programa”.

Sheherazade causou polêmica, no início do mês, ao afirmar que a ação dos criminosos que agrediram e amarraram um garoto ao poste, no Rio de Janeiro, era uma “legítima defesa coletiva”. Segundo Sheherazade, diante do que classificou como desmoralização da polícia e da omissão do Estado, era “compreensível” que “cidadão de bem” reagissem. Ela chamou o adolescente de marginal e pediu, em tom de deboche, aos grupos em defesa de direitos humanos que estavam com "pena" do garoto para adotarem o “bandido”.

Dados recentes mostram que a emissora de Silvio Santos recebeu 153,5 milhões de reais para veicular propagandas do governo federal em 2012. É a terceira empresa que mais recebe recursos destinados à publicidade de ministérios, órgãos e estatais.

Em 2013, a então ministra-chefe da Secom, Helena Chagas, foi convidada do debate 'Expresso 168', na Comissão de Cultura da Câmara, presidida por Feghali, e afirmou que veículos de comunicação ou concessões públicas que violem a Constituição ou incitem crimes de intolerância ou violência poderiam perder toda a verba publicitária do governo. A ideia dos deputados é levar o atual ministro da Secom, Thomas Traumann, a explicar por que o governo autoriza verbas publicitárias em uma emissora que permite a uma apresentadora incitar o ódio em horário nobre.
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/02/pcdob-questiona-publicidade-ao-sbt.html?spref=fb

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

PIG INVENTA A CRISE ANUAL DE ENERGIA. QUEM AINDA ACREDITA?

Se a Eliane Cantanhêde, da Folha, me desse R$ 100,00 a cada mentira que escreve, eu estaria milionário...

Leia o texto do amigo Eduardo Guimarães sobre as crises inventadas pelo PIG a cada começo de ano:

Crise energética deste ano é inventada como a do ano passado


Se o Brasil tivesse memória e a mídia oposicionista tivesse vergonha na cara não estaríamos vendo esse escarcéu por conta da mera interrupção episódica ocorrida nesta semana em uma linha de transmissão, o que obrigou o Operador Nacional do Sistema elétrico a desligar a luz no Sul, no Sudeste e no Centro Oeste por algumas horas a fim de efetuar reparos.
Lamentavelmente, nem os brasileiros têm memória nem a mídia tem vergonha na cara, de modo que, confiando na amnésia coletiva, tenta empurrar outra crise energética fictícia pela goela nacional.
Todo começo de ano, desde que o PT chegou ao poder, é a mesma coisa: a mídia tenta confundir a sociedade em relação à questão energética, como se hoje o Brasil estivesse na mesma situação em que estava entre 2001 e 2002, ao fim do governo Fernando Henrique Cardoso, quando amargou 11 meses de duro racionamento de energia por conta, exclusivamente, de falta de investimentos do governo federal.
Por que esse fenômeno midiático ocorre a cada começo de ano? Porque é período de consumo mais elevado, o que torna o sistema energético mais sujeito a “estresses”, até por conta de os reservatórios das hidrelétricas baixarem mais nesta época do ano. Assim, a mídia usa o termo apagão tentando convencer a sociedade de que a situação de hoje é igual à do governo FHC.
Ano passado, porém, foi o auge das tentativas anuais da mídia de convencer os brasileiros de que racionamento como o da era tucana estaria para ocorrer no curtíssimo prazo. Globo, Folha de São Paulo, Estadão e Veja apostaram alto no que seria uma desgraça nacional, caso sobreviesse. Chegaram a anunciar “reunião de emergência” que teria sido marcada por Dilma Rousseff para discutir o que fazer diante da catástrofe que espreitava.
A invenção midiática sobre “racionamento”, porém, começou a desmoronar por conta de reportagem produzida pela colunista da Folha Eliane Cantanhêde sobre a tal reunião de emergência. Acabou parecendo que a matéria foi inventada porque o Ministério das Minas e Energia enviou carta ao jornal que desmontava a história
Abaixo, a manifestação do Ministério, a resposta da colunista que fez a matéria em questão e a correção que o jornal publicou sobre a “barriga” de sua jornalista.
—–
Folha de São Paulo
11 de janeiro de 2013
Energia
No dia 7/1, a Folha publicou a seguinte manchete de capa: “Escassez de luz faz Dilma convocar o setor elétrico”, com o subtítulo “Reunião de emergência discutirá propostas para evitar riscos de racionamento”. O texto remetia para reportagem em “Mercado” sob o título “Racionamento de luz acende sinal amarelo”.
Tratava-se de uma desinformação. Na mesma data da publicação, preocupado com a repercussão da reportagem, principalmente nas Bolsas, o ministro Edison Lobão, em telefonema à autora da reportagem, a jornalista Eliane Cantanhêde, esclareceu que a reunião em referência não fora convocada pela presidenta da República, nem tinha caráter de emergência. Tratava-se, conforme relatou, de reunião ordinária do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), marcada desde o ano passado.
Além desses esclarecimentos não terem sido prestados na reportagem sobre o assunto publicada em 8/1 (“Lobão confirma reunião, mas descarta riscos”, “Mercado”), a jornalista, na coluna “Aos 45 do segundo tempo” (“Opinião”, ontem), põe em dúvida a veracidade das informações do Ministério de Minas e Energia. Para que não reste dúvida sobre o assunto, consta na ata da 122ª Reunião do CMSE, realizada em 13/12/2012, precisamente no item 12, a decisão de realizar no dia 9/1/2013 a referida reunião ordinária.
Antonio Carlos Lima, da Assessoria de Comunicação Social do Ministério de Minas e Energia (Brasília, DF)
*
RESPOSTA DA JORNALISTA ELIANE CANTANHÊDE – De fato, a reunião foi marcada em dezembro, mas, diante dos níveis preocupantes dos reservatórios, ganhou caráter emergencial – evidenciado pela intensa movimentação do governo. A Folha contemplou no dia 8/1 a versão do ministro de que não havia risco de racionamento.
*
Seção “Erramos”
MERCADO (7.JAN, PÁG. B1) A reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico havia sido marcada em 13 de dezembro de 2012, e não neste ano, conforme informou a reportagem “Racionamento de luz acende sinal amarelo”, de Eliane Cantanhêde.
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Só rindo, não?
Enfim, a partir dali, o assunto começou a morrer rapidamente na mídia e, como se sabe hoje, não só não houve racionamento ou qualquer outro problema no setor energético como o governo promoveu uma forte redução no valor das contas de luz. A mídia, então, abandonou o caso, mas só até o próximo começo de ano, ou seja, até agora, quando o alarmismo energético anual volta a dar as caras.
Tudo, porém, não passa de uma grande, de uma enorme, de uma descomunal bobagem porque hoje o Brasil tem uma situação energética muitíssimo diferente da que tinha até 2002.
A situação é muito melhor porque, como o então presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, informou em entrevista coletiva à imprensa no ano passado, “De 2001 a 2012 a capacidade instalada de geração de energia cresceu 75% no Brasil”, tendo havido um “Aumento de 150% na capacidade instalada de termelétricas, excluindo usinas a biomassa e nuclear”.
E, como se não bastasse, o presidente da EPE (criada no governo Lula para planejar a oferta de energia no país) informou que “Cerca de 85% dessa expansão ocorreram nos últimos dez anos”, ou seja, nos governos Lula e Dilma.
À época, o presidente da EPE ainda esclareceu que, de 2001/2002 para cá, triplicou a capacidade de geração de energia do Nordeste. Segundo ele, “O Nordeste ficou menos vulnerável porque pode contar com as outras regiões porque houve melhora na rede de transmissão de energia” ao longo da última década.
Sempre segundo o presidente da EPE, “Antes de 2001 implantavam-se, em média no Brasil, 1 mil quilômetros de linhas por ano e nos últimos dez anos a média tem sido de 4,3 mil quilômetros de linhas de transmissão implantadas por ano”.
Como se não bastasse – e ao contrário do que ocorria no governo FHC –, há hoje um grande volume de obras de construção de usinas hidrelétricas, com destaque para Belo Monte, que se não fossem as jogadas políticas de certa oposição já teria sido concluída e, assim, inviabilizado as invenções de crises energéticas da mídia oposicionista.
Mas com ou sem Belo Monte, após tudo que foi feito na última década o país não corre mais risco de apagão, racionamento, seja o que for. Até porque, as usinas em construção começarão a funcionar. O que aconteceu nesta semana, então, foi só blecaute, normal em qualquer país, pois derivado de acidente.  O resto é politicagem eleitoral.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/02/crise-energetica-deste-ano-e-inventada-como-a-do-ano-passado/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PARA OS QUE FALAM BOBAGENS SOBRE O PORTO EM CUBA:

Dilma e o porto em Cuba: jornalismo X panfletarismo

publicada sexta-feira, 31/01/2014 às 09:19 e atualizada segunda-feira, 03/02/2014 às 10:55
Do Escrevinhador
O Porto de Mariel, construído em Cuba em parceria com o Brasil, gerou polêmica nos últimos dias. O BNDES investiu US$ 802 milhões no porto. Mais US$ 290 milhões serão destinados para a zona especial de desenvolvimento de Mariel.
A comentarista Rachel Sheherazade, apresentadora e comentarista do Jornal do SBT, fez duras críticas aos investimentos do governo. Jornalista brilhante, especialista em todos os assuntos, fez um comentário duro: “Parece que está sobrando dinheiro no Brasil, porque não tem limite a generosidade do governo com os estrangeiros”.
No final do comentário, a especialista em comércio internacional pergunta: “Por que financiar um porto em Cuba quando os nossos portos estão sucateados e abandonados?”
Heródoto Barbeiro, apresentador do Jornal da Record News, mais humilde, abriu mão de fazer comentários conclusivos e convidou para o programa um diretor da Fiesp, Thomaz Zanotto, para saber a opinião dos industriais.
Apesar de não serem tão sábios como a comentarista do SBT, os industriais têm interesses econômicos concretos e podem tecer avaliações sobre o assunto…  O diretor da Fiesp destacou que o porto foi construído por empresas brasileiras, que forneceram também 80% dos materiais e equipamentos envolvidos na obra.
“Existe um interesse estratégico. O Brasil é um país sul-americano e tem bastante inserção na região. A inserção econômica do Brasil no Caribe ainda é pequena e pode melhorar muito. E o porto é uma oportunidade para isso”, disse.
A sábia apresentadora do SBT, com seu discurso ideológico, precisa ter cuidado para não passar a imagem de que é um boneco de ventríloquo dos blogueiros “fofos” da Veja…
Heródoto Barbeiro, por sua vez, fez jornalismo e entrevistou um diretor da Fiesp, que apresentou informações relevantes sobre as vantagens para as empresas do Brasil investirem no porto.
http://www.rodrigovianna.com.br/geral/dilma-e-o-porto-em-cuba-a-diferenca-entre-jornalismo-e-discurso-panfletario.html

ESTADOS QUE MAIS CRITICARAM, PEDIRAM "MAIS MÉDICOS": SP E MG

Padilha foi direto ao ponto ao falar dos “legados malditos” recebidos dos tucanos


No balanço dos três anos e um mês como ministro da Saúde, ao deixar o posto ontem, Alexandre Padilha foi direto ao ponto e não poderia ter sido mais objetivo ao lembrar dos “legados malditos” que os governos do PT herdaram em 2003 da era tucana comandada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) na saúde e em tantas outras áreas da administração do país.
A partir de hoje o ex-ministro passa a dedicar tempo integral à sua candidatura ao governo de São Paulo na eleição de outubro próximo, numa disputa em que tem como principal contendor o tucano Geraldo Alckmin, que tentará a reeleição para ser governador do Estado pela 4ª vez. A entrada de Padilha na disputa garante desde já a realização de um 2º turno em São Paulo, e tudo indica,  condições favoráveis de vencer e desalojar os tucanos do poder que ocupam no Estado há 20 anos.
Alckmin nunca entrou na disputa pelo governo antes em condições tão desvantajosas quanto agora, com companheiros e aliados enfraquecidos por escândalos, rejeitado pelo eleitorado da capital e Grande São Paulo, enfraquecido também no interior segundo indicam as pesquisas de opinião pública e com um governo que é um fracasso e desastre de ponta a ponta em quaisquer áreas que se detenha, seja saúde, seja segurança pública e educação.
Críticos do Mais Médicos, MG e SP foram os que mais solicitaram profissionais
Sem contar o discurso tucano contraditório, como lembrou Padilha em seu pronunciamento de despedida.  Como exemplo disso, o ex-ministro citou o programa Mais Médicos, destacando que Minas e São Paulo, governados pelo PSDB e críticos ferrenhos do programa, foram os Estados que mais solicitaram médicos ao governo federal, apesar do “diagnóstico incorreto de algumas lideranças políticas de São Paulo e Minas Gerais”.
“Um dos seus líderes, por exemplo, deu uma demonstração absoluta de falta de sensibilidade com o sofrimento humano, ao afirmar que não faltavam médicos no Brasil e no seu Estado. Talvez, por não enxergar os que mais precisam no Estado mais rico da nossa federação. Só quem tem acesso a médico num estalar de dedos pode ser contra levar mais médicos para a população que mais precisa”, observou Padilha.
Em dois momentos de sua despedida, Alexandre Padilha recorreu à política nacional dos anos 90, era tucana: ao contrapor recente investimento federal no Instituto Butantan (SP) ao sucateamentos e às privatizações “que vimos ocorrer nos anos 90″; e ao destacar os investimentos da União na produção nacional de medicamentos e produtos para a saúde, em contraposição a “legados malditos, fruto da ausência de uma política industrial nos anos 90″.
Com mais espírito público e “mais curtido”
Além do balanço administrativo, o ex-ministro fez, ainda, um balanço de sua trajetória de vida. Confessou-se honrado com o envolvimento de seus pais, na resistência à ditadura militar e com toda a forma como pautaram a vida, com a “integridade, ética e compromisso” de sua família.
O  ex-titular da Saúde concluiu assinalando sentir-se mais preparado e com mais “espírito público”, após 10 participando da gestão federal do PT. “Preparem-se: volto com o couro mais curtido.” Padilha despediu-se do Ministério da Saúde recitando um trecho de música, também cantado no início da cerimônia: “Me dê licença, que vou rodar no carrossel do destino.”
http://www.zedirceu.com.br/no-balanco-de-sua-gestao-padilha-foi-direto-ao-ponto-ao-falar-dos-legados-malditos-recebidos-dos-tucanos/