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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

MORTALIDADE INFANTIL CONTINUA CAINDO NO BRASIL

Taxa de mortalidade infantil no Brasil cai para 15 a cada mil nascimentos


O Brasil conseguiu nova redução na taxa de mortalidade infantil na passagem de 2012 para 2013, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de mortalidade infantil, até 1 ano de idade, ficou em 15 para cada mil nascidos vivos em 2013. Em 2012, essa proporção era de 15,7 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos.A maior taxa no ano passado foi observada no Maranhão, de 24,7 bebês a cada mil nascidos vivos. O menor resultado foi de Santa Catarina, 10,1 bebês por mil nascidos vivos.

Já a taxa de mortalidade na infância no país, que considera crianças até os 5 anos de idade, foi de 17,4 por mil nascidos vivos em 2013. A mortalidade na infância também é maior no Maranhão, 28,2 crianças por mil nascidas vivas, e menor em Santa Catarina, 11,8 a cada mil.

Entre 2012 e 2013, o Brasil teve aumento na expectativa de vida em todas as idades, principalmente nas faixas iniciais da distribuição, com ênfase nos menores de 1 ano e com maior intensidade na população masculina.

No entanto, o IBGE destaca que, no Japão, a mortalidade infantil é de apenas dois óbitos por mil nascidos vivos, enquanto a mortalidade na infância é de três a cada mil. - Agência Estado
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

segunda-feira, 4 de abril de 2011

OS ENCANTOS DE VIAJAR

Janer Cristaldo é uma besta. Discordo de tudo o que ele pensa e escreve, como intelectual de direita que é - se é que alguém possa ser um pensador e ainda defender o status quo vigente na maior parte do mundo e combater, mediante elocubrações pseudo-científicas, qualquer processo de mudança no rumo da Justiça Social e dos Direitos Humanos.
Porém, minha aversão ao pensamento deste professor não me impede de elogiar uma ou outra coisa que escreve, especialmente quando consegue distanciar-se da Política. É o caso da sua crônica "A afetos e desafetos", de 03.01.2006, onde descreve os encantos que viveu em suas viagens pelo mundo. Identifico-me totalmente com esse texto, e compartilho com ele esta paixão.
Como ele diz, se um dia  o país falir, ou eu não tiver mais condições de viajar, terei ao menos maravilhosas lembranças, milhares de fotografias, saudade de lugares, pessoas, cidades, e ate a memória de um perfume de flor, do ruído de uma cascata, o som de um violino numa rua de Praga, o vento no rosto navegando pelo rio Nilo, o cheiro do acarajé nas ladeiras da minha querida Salvador, e muito mais. Podem tirar-me tudo, mas minhas viagens são minhas, e morrerão comigo.
E as viagens têm mais uma vantagem: posso compartilhá-las com meus amigos e quem mais queira, sem ficar nem um pouco mais pobre...
Trago uma frase desta bela crônica, pela qual felicito o escritor que, em outros temas, acho detestável:


Viajar é o mais requintado dos prazeres do espírito. Não permaneça imóvel na beira da
ferrovia olhando os trens que passam. Parta, que a vida é curta. E a Indesejada das Gentes
sempre é imprevisível. Viagem é patrimônio inalienável. Se o país afundar, se você entrar
em falência, sua memória guardará um amplo acervo de bens que não podem ser alienados
ou embargados.