domingo, 29 de dezembro de 2013
Check in....: The Atacama desert (part 2)
Check in....: The Atacama desert (part 2): I know I am repeating myself, but the scenery in the Atacama desert is overwhelming. Luxurious green velvet mosses on rock formations...
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
HILDEGARD ANGEL DÁ EMOCIONANTE LIÇÃO DE CORAGEM
Hildegard Angel: “Não estou vendo fantasmas;
o Projeto do Mal de 64 ganha corpo”
A GENTE NUNCA PERDE POR SER LEGÍTIMO, MAS QUEM CONTA
A HISTÓRIA SÃO OS VENCEDORES, NÃO ESQUEÇAM!
por Hildegard Angel, em seu blog, sugerido por Messias Franca de Macedo
O fascismo se expande hoje nas mídias sociais, forte e feioso como um
por Hildegard Angel, em seu blog, sugerido por Messias Franca de Macedo
O fascismo se expande hoje nas mídias sociais, forte e feioso como um
espinheiro contorcido, que vai se estendendo, engrossando o tronco,
ampliando os ramos, envolvendo incautos, os jovens principalmen-
te, e sufocando os argumentos que surgem, com seu modo truculento de ser.
Para isso, utiliza-se de falsas informações, distorções de fatos, episódios,
Para isso, utiliza-se de falsas informações, distorções de fatos, episódios,
números e estatísticas, da História recente e da remota, sem o
menor pudor ou comprometimento com a verdade, a não ser com seu
compromisso de dar conta de um Projeto.
Sim, um Projeto moldado na mesma forma que produziu 1964, que,
Sim, um Projeto moldado na mesma forma que produziu 1964, que,
os minimamente informados sabem, foi fruto de um bem urdido plano,
levando uma fatia da população brasileira, a crédula classe média, a um
processo de coletiva histeria, de programado pânico, no receio de que o país
fosse invadido por malvados de um fictício Exército Vermelho, que lhes toma-
ria os bens e as casas, mataria suas criancinhas, lhes tiraria a liberdade de
ir, vir e até a de escolher.
Assim, a chamada elite, que na época formava opinião sobre a classe média
Assim, a chamada elite, que na época formava opinião sobre a classe média
mais baixa e mantinha um “cabresto de opinião” sobre seus assalariados,
foi às ruas com as marchas católicas engrossadas pelos seus serviçais ao
lado das bem intencionadas madames.
Elas mais tarde muito se arrependeram, ao constatar o quanto contribuíram
Elas mais tarde muito se arrependeram, ao constatar o quanto contribuíram
para mergulhar o país nos horrores de maldades medievais.
Agora, os mesmos coroados, arquitetos de tudo aquilo, voltam a agir da
Agora, os mesmos coroados, arquitetos de tudo aquilo, voltam a agir da
mesma forma e reescrevem aquele conto de horror, fazendo do mocinho bandido
e do bandido mocinho, de seu jeito, pois a História, meus amores, é contada pelos
vencedores. E eles venceram. Eles sempre vencem.
Sim, leitores, compreendo quando me chamam de “esquerdista retardatária” ou
Sim, leitores, compreendo quando me chamam de “esquerdista retardatária” ou
coisa parecida. Esse meu impulso, certamente tardio, eu até diria sabiamente
tardio, preservou-me a vida para hoje falar, quando tantos agora se calam;
para agir e atuar pela campanha de Dilma, nos primórdios do primeiro turno,
quando todos se escondiam, desviavam os olhos, eram reticentes, não declara-
vam votos, não atendiam aos telefonemas, não aceitavam convites.
Essa minha coragem, como alguns denominam, de apoiar José Dirceu, que de
Essa minha coragem, como alguns denominam, de apoiar José Dirceu, que de
fato sequer meu amigo era, e de me aprofundar nos meandros da AP 470, a pon-
to de concluir que não se trata de “mensalão”, conforme a mídia a rotula, mas
de “mentirão – royalties para mim, em pronunciamento na ABI – eu, a
tímida, medrosa, reticente “Hildezinha”, ousando pronunciamentos na ABI!
O que terá dado nela? O que terá se operado em mim?
Esse extemporâneo destemor teve uma irrefreável motivação: o medo maior
Esse extemporâneo destemor teve uma irrefreável motivação: o medo maior
do que o meu medo. Medo da Sombra de 64. Pânico superior àquele que me
congelou durante uma década ou mais, que paralisou meu pensamento,
bloqueou minha percepção, a inteligência até, cegou qualquer possibilidade de
reação, em nome talvez de não deixar sequer uma fresta, passagem mínima
de oxigênio que fosse à minha consciência, pois me custaria tal dor na alma,
tal desespero, tamanha infelicidade, noção de impotência absoluta e desespe-
rança, perceber a face verdadeira da Humanidade, o rosto real daqueles que
aprendi a amar, a confiar…
Não, eu não suportaria respirar o mesmo ar, este ar não poderia invadir os
Não, eu não suportaria respirar o mesmo ar, este ar não poderia invadir os
meus pulmões, bombear o meu coração, chegar ao meu cérebro. Eu su-
cumbiria à dor de constatar que não era nada daquilo que sempre me foi
dito pelos meus, minha família, que desde sempre me foi ensinado. O princípio
e mandamento de que a gente pode neutralizar o mal com o bem. Eu
acreditava tão intensamente e ingenuamente no encanto da bondade, que
seguia como se flutuasse sobre a nojeira, sem percebê-la, sem pisar nela,
como se pisasse em flores.
E aí, passadas as tragédias, vividas e sentidas todas elas em nossas carnes,
E aí, passadas as tragédias, vividas e sentidas todas elas em nossas carnes,
histórias e mentes, porém não esquecidas, viradas as páginas, amenizado
o tempo, quando testemunhei o início daquela operação midiá-
tica monumental, desproporcional, como se tanques de guerra, uma infanta-
ria inteira, bateria de canhões, frotas aérea e marítima combatessem um
único mortal, José Dirceu, tentando destrui-lo, eu percebi esgueirar-se
sobre a nossa tão suada democracia a Sombra de 64!
Era o início do Projeto tramado para desqualificar a luta heroica daqueles
Era o início do Projeto tramado para desqualificar a luta heroica daqueles
jovens martirizados, trucidados e mortos por Eles, o establishment sem nomes
e sem rostos, que lastreou a Ditadura, cuja conta os militares pagaram sozi-
nhos. Mas eles não estiveram sozinhos.
Isso não podia ser, não fazia sentido assistir a esse massacre impassível.
Isso não podia ser, não fazia sentido assistir a esse massacre impassível.
Decidi apoiar José Dirceu. Fiz um jantar de apoio a ele em casa, Chamei
pessoas importantes, algumas que pouco conhecia. Cientistas políticos, jorna-
listas de Brasília, homens da esquerda, do centro, petistas, companheiros
de Stuart do MR8, religiosos, artistas engajados. Muitos vieram, muitos
declinaram. Foi uma reunião importante. A primeira em torno dele, uma das
raras. Porém não a única. E disso muito me orgulho.
Um colunista amigo, muito importante, estupefato talvez com minha “audácia”
Um colunista amigo, muito importante, estupefato talvez com minha “audácia”
(ou, quem sabe, penalizado), teve o cuidado de me telefonar na véspera,
perguntando-me gentilmente se eu não me incomodava de ele publicar no jor-
nal que eu faria o jantar. “Ao contrário – eu disse – faço questão”.
Ele sabia que, a partir daquele momento, eu estaria atravessando o meu
Ele sabia que, a partir daquele momento, eu estaria atravessando o meu
Rubicão. Teria um preço a pagar por isso.
Lembrei-me de uma frase de minha mãe: “A gente nunca perde por ser legíti-
Lembrei-me de uma frase de minha mãe: “A gente nunca perde por ser legíti-
ma”. Ela se referia à moda que praticava. Adaptei-a à minha vida.
No início da campanha eleitoral Serra x Dilma, ao ler aqueles sórdidos
No início da campanha eleitoral Serra x Dilma, ao ler aqueles sórdidos
emails baixaria que invadiam minha caixa, percebi com maior intensidade a
Sombra de 64 se adensando sobre nosso país.
Rapidamente a Sombra ganhou corpo, se alastrou e, com eficiência, ampliou-se
Rapidamente a Sombra ganhou corpo, se alastrou e, com eficiência, ampliou-se
nestes anos, alcançando seu auge neste 2013, instaurando no país o clima inqui-
sitorial daquela época passada, com jovens e velhos fundamentalistas assom-
brando o Facebook e o Twitter. Revivals da TFP, inspirando Ku Klux Klan,
macartismo e todas as variações de fanatismo de direita.
É o Projeto do Mal de 64, de novo, ganhando corpo. O mesmo espinheiro
É o Projeto do Mal de 64, de novo, ganhando corpo. O mesmo espinheiro
das florestas de rainhas más, que enclausuram príncipes, princesas, duendes,
robin hoods, elfos e anõezinhos.
Para alguns, imagens toscas de contos de fadas. Para mim, que vi meu pai ame-
Para alguns, imagens toscas de contos de fadas. Para mim, que vi meu pai ame-
ricano sustentar orfanato de crianças brasileiras produzindo anõezinhos de
Branca de Neve de jardim, e depois uma Bruxa Má, a Ditadura, vir e levar para
sempre o nosso príncipe encantado, torturando-o em espinheiros e jamais devol-
vendo seu corpo esfolado, abandonado em paradeiro não sabido, trata-se de
um conto trágico, eternamente real.
Como disse minha mãe, e escreveu a lápis em carta que entregou a Chico
Como disse minha mãe, e escreveu a lápis em carta que entregou a Chico
Buarque às vésperas de ser assassinada: “Estejam certos de que não estou vendo
fantasmas”.
Feliz Ano Novo.
Inclusive para aqueles injustamente enclausurados e cujas penas não estão sendo
Feliz Ano Novo.
Inclusive para aqueles injustamente enclausurados e cujas penas não estão sendo
cumpridas de acordo com as sentenças.
É o que desejo do fundo de meu coração.
Clique aqui para ler “Hildegard e o ‘Mentirão’ do STF”.
Aqui para ler “Hildegard: não basta prender Genoino. Querem imolá-lo”.
E aqui para ler “Hildegard e o linchamento de Dirceu”.
É o que desejo do fundo de meu coração.
Clique aqui para ler “Hildegard e o ‘Mentirão’ do STF”.
Aqui para ler “Hildegard: não basta prender Genoino. Querem imolá-lo”.
E aqui para ler “Hildegard e o linchamento de Dirceu”.
-64-ganha-corpo/
NA SUÉCIA, EDUCAÇÃO VALE MAIS QUE O LUCRO. O INVERSO DO BRASIL...
Suécia volta atrás e revê sistema de privatização do ensino
25/12/2013 12:04
Por Redação, com agências internacionais - de Estocolmo
Por Redação, com agências internacionais - de Estocolmo
Quando uma das maiores empresas privadas de educação da Suécia faliu, alguns
meses atrás, deixou 11 mil alunos desamparados e fez com que o governo repen-
sasse a reforma neoliberal da educação, feita nos moldes da privataria com o Es-
tado financiando a entrega dos serviços públicos aos oligopólios capitalistas e as-
sim causando graves prejuízos para os trabalhadores e a população.
No país de crescimento mais acelerado da desigualdade econômica entre todos os
membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico
(OCDE), os aspectos básicos do mercado escolar desregulamentado estão agora
sendo reconsiderados, levantando interrogações sobre o envolvimento do setor
privado em outras áreas, como a de saúde.
Duas décadas após o início de seu experimento de livre mercado na educação, cer-
ca de 25% dos alunos do ensino médio da Suécia frequentam agora escolas finan-
ciadas com recursos públicos, mas administradas pela iniciativa privada. Essa pro-
porção é quase o dobro da média mundial. Quase metade desses alunos estudam
em escolas parcial ou totalmente controladas por empresas que compram participa-
ções em outras empresas.
Na expectativa das eleições do ano que vem, políticos de todos os matizes estão
questionando o papel dessas empresas, acusadas de privilegiar o lucro em detrimen-
to da educação, com práticas como deixar alunos decidirem quando aprenderam o
suficiente para passar e não manter registro de notas.
A Suécia substituiu um dos sistemas escolares mais rigidamente regulamentados do
mundo por um dos mais desregulamentados, o que levou a escândalos como um caso
de 2011 em que um pedófilo condenado pôde abrir várias escolas de forma absoluta-
mente legal.
As escolas privadas introduziram muitas práticas antes exclusivas do mundo corpora-
tivo, como bônus por desempenho para funcionários e divulgação de anúncios no sis-
tema de metrô de Estocolmo. Ao mesmo tempo, a concorrência pôs os professores
sob pressão para dar notas mais altas e fazer marketing de suas escolas.
No início, disseram que a participação privada na educação se daria por meio de esco-
las geridas individualmente e em nível local. Poucos vislumbraram que haveria empre-
sas e grandes corporações administrando centenas de unidades.
O fechamento de escolas e a piora dos resultados tiraram o brilho de um modelo de
educação admirado e imitado em todo o mundo pelos mesmos privatistas e neolibe-
rais que propagandeiam o mercado capitalista como uma espécie de solução milagro-
sa para todos problemas da sociedade, quando na verdade é o capitalismo quem gera
todos os problemas e desigualdades sociais ao concentrar toda a riqueza, poder e opor-
tunidades nas mãos de uma classe dominante privilegiada, as custas da miséria, explo-
ração e exclusão de grande parte da humanidade e do empobrecimento crescente dos
povos.
http://correiodobrasil.com.br/ultimas/suecia-volta-atras-e-reve-sistema-de-privati
zacao-do-ensino/672888/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_
campaign=b20131226
GLOBO ADMITE QUE DILMA VENCERÁ, CONTRA A DIREITONA
Ato falho do Globo
mostra desânimo da direita
Pessimismo já tomou conta da oposição e do PiG (*).
-
- Conversa Afiada reproduz post do Blog do Saraiva, que flagrou o pessimismo de um dos integrantes do PiG (*):
Ato falho de O Globo mostra desânimo da direita
2014 já era para os Marinho
Em tempo: este não é o primeiro ato falho vindo da Globo Overseas.
Antes, o próprio Noblat chamou Gilmar Mendes de Gilmar Dantas.
Antes, o próprio Noblat chamou Gilmar Mendes de Gilmar Dantas.
Veja aqui, em vídeo, e aqui, em um texto.
Depois foi a vez do Ataulfo Merval (**).
O imortal colonista (***) chamou o mesmo ministro de Gilmar
Depois foi a vez do Ataulfo Merval (**).
O imortal colonista (***) chamou o mesmo ministro de Gilmar
Fucks.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de
baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de te-
levisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram
num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos mem-
(**) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos mem-
bros da Academia. A tal ponto que seu sucessor, o romancista José Lins
do Rego quebrou a tradição e espinafrou o antecessor, no discurso de
posse. Daí, Merval merecer aqui o epíteto honroso de “Ataulfo Merval
de Paiva”, por seus notórios méritos jornalísticos, estilísticos, e acadê-
micos, em suma. Registre-se, em sua homenagem, que os filhos de Ro
berto Marinho perceberam isso e não o fizeram diretor de redação nem
do Globo nem da TV Globo. Ofereceram-lhe à Academia. E ao
Mino Carta, já que Merval é, provavelmente, o personagem principal
de seu romance “O Brasil”.
(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que
(***) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que
combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se
comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Ga-
láxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma
dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama
patrão de colega. É esse pessoal aí.
ato-falho-do-globo-mostra-desanimo-da-direita/
E VOCÊ AINDA ACHA QUE JOAQUIM BARBOSA FAZ JUSTIÇA...
Ainda livre, Jefferson passa Natal em família
"Toda expectativa gera sofrimento. Estou fora disso", disse o ex-deputado; ele foi
condenado a 7 anos e 14 dias de detenção na AP 470, mas ainda aguarda a deter-
minação do presidente do STF, Joaquim Barbosa, para cumprir a pena em regime
semiaberto na cadeia ou domiciliar, por restrições médicas; Jefferson critica a im-
prensa por tirar a naturalidade da sua vida e diz que menu de nutróloga foi divulga-
do para desqualificar o pedido de prisão domiciliar: "nem como salmão defumado"
27 de Dezembro de 2013 às 06:38
¶ 247 - Ainda em liberdade, o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) diz
não ter previsão em relação a sua prisão. “Toda expectativa gera sofrimento. Estou
fora disso”, disse ao repórter Levy Gasparian, do Globo.
O delator do esquema do chamado “mensalão” foi condenado a 7 anos e 14 dias de
detenção e à multa de R$ 720 mil, mas ainda aguarda a determinação do presidente
do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para cumprir a pena em re-
gime semiaberto na cadeia ou domiciliar, por restrições médicas.
Enquanto o mandado não sai, Jefferson tenta manter uma vida relativamente normal.
Ele revela ter passado bem o Natal ao lado dos pais, filhos e netos. Os outros conde-
nados na AP 470 já cumprem pena e no Complexo da Papuda, em Brasília, não tive-
ram direito a visita no Natal.
Ele também reclama da presença dos jornalistas que fazem plantão em frente de sua
casa. “Vocês estão há um mês me fazendo de prisioneiro. Cansei, quero que vocês
saiam. Isso aqui é um condomínio familiar. Eu tenho ainda poucos momentos, não
sei o que virá. Vocês estão tirando a naturalidade da minha vida”, disse.
O ex-deputado também acusou a imprensa de divulgar a dieta prescrita por uma nu-
tróloga para desqualificar o pedido de prisão domiciliar. Ele declarou que nem come
salmão defumado.
http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/125159/Ainda-livre-Jefferson-passa-Natal-
em-família.htm
não ter previsão em relação a sua prisão. “Toda expectativa gera sofrimento. Estou
fora disso”, disse ao repórter Levy Gasparian, do Globo.
O delator do esquema do chamado “mensalão” foi condenado a 7 anos e 14 dias de
detenção e à multa de R$ 720 mil, mas ainda aguarda a determinação do presidente
do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para cumprir a pena em re-
gime semiaberto na cadeia ou domiciliar, por restrições médicas.
Enquanto o mandado não sai, Jefferson tenta manter uma vida relativamente normal.
Ele revela ter passado bem o Natal ao lado dos pais, filhos e netos. Os outros conde-
nados na AP 470 já cumprem pena e no Complexo da Papuda, em Brasília, não tive-
ram direito a visita no Natal.
Ele também reclama da presença dos jornalistas que fazem plantão em frente de sua
casa. “Vocês estão há um mês me fazendo de prisioneiro. Cansei, quero que vocês
saiam. Isso aqui é um condomínio familiar. Eu tenho ainda poucos momentos, não
sei o que virá. Vocês estão tirando a naturalidade da minha vida”, disse.
O ex-deputado também acusou a imprensa de divulgar a dieta prescrita por uma nu-
tróloga para desqualificar o pedido de prisão domiciliar. Ele declarou que nem come
salmão defumado.
http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/125159/Ainda-livre-Jefferson-passa-Natal-
em-família.htm
247: MARINA SILVA QUER TERRORISMO DURANTE A COPA!
Marina pede novos protestos de rua em 2014
Ex-senadora Marina Silva, que tentou criar um partido, a Rede, cujos líderes
estiveram diretamente envolvidos na organização de manifestações e até em
depredações de patrimônio público, como no caso do Itamaraty, exalta os
protestos de junho e pede mais em 2014; "voto nessa bela multidão que foi às
ruas como personalidade do ano de 2013 e desejo-lhe mais força e criativida-
de para renovar a democracia no Brasil em 2014", diz ela
27 de Dezembro de 2013 às 07:02
¶
consultas para escolher --e, às vezes, premiar-- as personalidades que se destacaram
e influenciaram o rumo dos acontecimentos no país. Exponho aqui o meu voto e o
justifico.
Em 2013, o Brasil se encontrou nas ruas. Este não é apenas o fato mais significativo
do ano, mas se estende ao futuro e influencia todas as expectativas para o próximo
ano.
Na verdade, as jornadas de junho permanecem como uma presença extra, incômoda
para muitos como um fantasma na sala, gerando uma sensação de que os bastidores
foram devassados, de que não há mais possibilidade de "votos secretos", de que o
reino inteiro está nu.
Por mais que os operadores do sistema político tentem restaurar a opacidade na vida
institucional, não conseguem escapar aos olhos de um novo sujeito político que, de
fora, abre as janelas. Ainda não chegaram a um termo na insistente tentativa de com-
trolar a internet, mas já criaram grandes dificuldades para o surgimento de novos par-
tidos e novas formas de representação política. Não adianta erguer novos muros, to-
dos serão ultrapassados ou derrubados.
Esse novo sujeito, coletivo e difuso, que não obedece a um comando único e age a
partir de vários centros, ganhou diversos nomes: ruas, multidão, manifestantes são al-
guns dos mais frequentes.
Antes de entrar em cena, era o último a saber das coisas, a massa de manobra, a maio-
ria silenciosa, enfim, os que não viam, não ouviam e não falavam. Agora tudo mudou.
Esse novo protagonista torna à vida pública de fato pública e exige que vigore efetiva-
mente uma nova República.
Novos tempos e espaços surgem e neles navegam milhares, talvez milhões de militan-
tes de uma política diferente, despreocupados em aparelhar esses espaços ou espichar
seus tempos, ou seja, sem a ansiedade tóxica das disputas por hegemonia e poder.
Essa nova militância, que chamo de ativismo autoral, pois não se submete a direções
partidárias ou sindicais, ONGs ou lideranças carismáticas, produz uma nova agenda
em que as prioridades não são manipuladas. Assim, no país do futebol, tornou-se pos-
sível fazer da Copa das Confederações uma ocasião para reivindicar mais saúde e edu-
cação.
Por essa emergência que surpreendeu aos desatentos e, principalmente, por essa per-
manência que se anuncia para o futuro, pela ruptura com os velhos falsos consensos
estabelecidos, pelo reencontro de uma utopia de justiça que parecia esquecida, voto
nessa bela multidão que foi às ruas como personalidade do ano de 2013 e desejo-lhe
mais força e criatividade para renovar a democracia no Brasil em 2014.
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/125163/Marina-pede-novos-protestos-
de-rua-em-2014.htm
247 - A ex-senadora Marina Silva quer multidões nas ruas em 2014. Em artigo
publicado nesta sexta-feira na Folha de S. Paulo, ela elege o manifestante como
"a personalidade do ano" de 2013 e pede mais protestos no ano que vem, que
será marcado pela Copa do Mundo e pelas eleições.
"Essa nova militância, que chamo de ativismo autoral, pois não se submete a
direções partidárias ou sindicais, ONGs ou lideranças carismáticas, produz uma
nova agenda em que as prioridades não são manipuladas. Assim, no país do fute-
bol, tornou-se possível fazer da Copa das Confederações uma ocasião para rei-
vindicar mais saúde e educação", diz ela.
"Por essa emergência que surpreendeu aos desatentos e, principalmente, por essa
permanência que se anuncia para o futuro, pela ruptura com os velhos falsos com-
sensos estabelecidos, pelo reencontro de uma utopia de justiça que parecia esque-
cida, voto nessa bela multidão que foi às ruas como personalidade do ano de 2013
e desejo-lhe mais força e criatividade para renovar a democracia no Brasil em
2014", conclui.
Leia abaixo:
Personalidade do ano
É comum, ao final de cada ano, que os veículos de comunicação façam enquetes e consultas para escolher --e, às vezes, premiar-- as personalidades que se destacaram
e influenciaram o rumo dos acontecimentos no país. Exponho aqui o meu voto e o
justifico.
Em 2013, o Brasil se encontrou nas ruas. Este não é apenas o fato mais significativo
do ano, mas se estende ao futuro e influencia todas as expectativas para o próximo
ano.
Na verdade, as jornadas de junho permanecem como uma presença extra, incômoda
para muitos como um fantasma na sala, gerando uma sensação de que os bastidores
foram devassados, de que não há mais possibilidade de "votos secretos", de que o
reino inteiro está nu.
Por mais que os operadores do sistema político tentem restaurar a opacidade na vida
institucional, não conseguem escapar aos olhos de um novo sujeito político que, de
fora, abre as janelas. Ainda não chegaram a um termo na insistente tentativa de com-
trolar a internet, mas já criaram grandes dificuldades para o surgimento de novos par-
tidos e novas formas de representação política. Não adianta erguer novos muros, to-
dos serão ultrapassados ou derrubados.
Esse novo sujeito, coletivo e difuso, que não obedece a um comando único e age a
partir de vários centros, ganhou diversos nomes: ruas, multidão, manifestantes são al-
guns dos mais frequentes.
Antes de entrar em cena, era o último a saber das coisas, a massa de manobra, a maio-
ria silenciosa, enfim, os que não viam, não ouviam e não falavam. Agora tudo mudou.
Esse novo protagonista torna à vida pública de fato pública e exige que vigore efetiva-
mente uma nova República.
Novos tempos e espaços surgem e neles navegam milhares, talvez milhões de militan-
tes de uma política diferente, despreocupados em aparelhar esses espaços ou espichar
seus tempos, ou seja, sem a ansiedade tóxica das disputas por hegemonia e poder.
Essa nova militância, que chamo de ativismo autoral, pois não se submete a direções
partidárias ou sindicais, ONGs ou lideranças carismáticas, produz uma nova agenda
em que as prioridades não são manipuladas. Assim, no país do futebol, tornou-se pos-
sível fazer da Copa das Confederações uma ocasião para reivindicar mais saúde e edu-
cação.
Por essa emergência que surpreendeu aos desatentos e, principalmente, por essa per-
manência que se anuncia para o futuro, pela ruptura com os velhos falsos consensos
estabelecidos, pelo reencontro de uma utopia de justiça que parecia esquecida, voto
nessa bela multidão que foi às ruas como personalidade do ano de 2013 e desejo-lhe
mais força e criatividade para renovar a democracia no Brasil em 2014.
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/125163/Marina-pede-novos-protestos-
de-rua-em-2014.htm
Assinar:
Postagens (Atom)