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sábado, 13 de dezembro de 2014

ESCÂNDALO TUCANO DESVIOU 418 MILHÕES, EM SÃO PAULO!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

BRUNO COVAS USOU CAIXA-2 E SERVIDORES EM SUA CAMPANHA, DIZ PT-SP

PT-SP entra com representação contra o tucano Bruno Covas


O diretório estadual do PT de São Paulo informou nesta quarta-feira, 3, que entrou com uma representação na Procuradoria Regional Eleitoral contra o deputado estadual Bruno Covas (PSDB). O PT alega que o deputado se utilizou de empregados públicos estaduais para serviços de campanha, o que é vedado pela legislação. A nota enviada pela sigla cita osfuncionários da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) Mario Welber Bongiovani Ferreira e Fabiana Macedo de Holanda.

Ainda segundo o texto do PT, a representação, enviada na segunda-feira, 1º, cita também Otávio Okano, presidente da Cetesb, por ter cedido o serviço dos empregados para a campanha eleitoral de Bruno Covas.

O departamento jurídico do PT-SP ressalta, no documento, que Welber foi apreendido pela Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas, no dia 27 de setembro, quando embarcava para São José do Rio Preto, com R$ 102 mil em dinheiro e 16 cheques da campanha de Bruno Covas, assinados em branco, além de material de campanha do candidato. O partido alega não constar no site da Cetesb a data de licença de Welber e que, mesmo que constasse, haveria irregularidade.

Com relação a Fabiana, o departamento jurídico destaca na nota que foram divulgados e-mails em que ela assinava como representante da assessoria de imprensa do deputado.

Em 8 de outubro, dois dias após a eleição, o deputado João Paulo Rillo, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), já havia protocolado no conselho de Ética da Casa um pedido para que Covas esclarecesse suas ligações com Welber. A representação levantava a suspeita de que o dinheiro apreendido com Welber fosse proveniente de caixa 2.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

domingo, 25 de maio de 2014

TUCANOS PAULISTAS APAVORADOS, ROBSON MARINHO PODE ENTREGAR A QUADRILHA

Tucano Marinho, elo do propinoduto, está na mira em SP

publicada quinta-feira, 22/05/2014 às 11:29 e atualizada sábado, 24/05/2014 às 20:17
Da Liderança do PT na Alesp
Os deputados do PT na Assembleia Legislativa querem convocar o vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Robson Riedel Marinho, para prestar esclarecimentos na Assembleia Legislativa sobre denúncias de favorecimento à multinacional francesa Alstom.
O líder da Bancada, João Paulo Rillo, e os deputados Alencar Santana, Geraldo Cruz, Zico Prado, Isac Reis e Luiz Moura  são autores de requerimentos de convocação apresentados nesta quarta-feira (21/5) nas comissões de Infraestrutura e de Fiscalização e Controle.
Os deputados pedem que Marinho preste esclarecimentos sobre propinas pagas pela empresa Alstom “a empresas de consultoria ligadas ao atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo” para obter vantagens em contratos com o setor elétrico.
Alvo também de inquérito do Ministério Público de São Paulo para apurar as operações da empresa Rumo Certo, que pertence a Marinho, o conselheiro vem sendo investigado pelo MP-SP desde 2008 num processo de improbidade administrativa, quando teve cerca de US$ 1 milhão bloqueado numa conta na Suíça. O conselheiro foi secretário da Casa Civil do governador Mário Covas, que o indicou para o TCE.
De acordo com as investigações, ele é suspeito de ter recebido propinas pagas pela Alstom no fechamento do aditivo de um contrato de fornecimento de estações de energia ao Metrô e à CPTM. O contrato foi assinado pela Alstom/Cegelec, em 1998, com a Eletropaulo/EPTE, então controladas pelo governo paulista.
“É indispensável aprofundar o debate sobre estas graves acusações envolvendo o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado”, destaca João Paulo Rillo. A convocação de Marinho deverá ser deliberada na próxima reunião das comissões.
Afastamento de conselheiro
Em março, a bancada petista protocolou junto à Procuradoria Geral de Justiça pedido de afastamento cautelar de Robson Marinho, de suas funções, enquanto perdurarem as investigações de participação no esquema de favorecimento e recebimento de propina.
No documento protocolado no MP é ressaltada, ainda, a necessidade que a reputação ilibada é conduta a ser observada no exercício das atribuições do cargo de conselheiro.
Robson Marinho foi coordenador da campanha que elegeu Mário Covas governador de São Paulo (1995-2001). Foi chefe da Casa Civil de 1995 a abril de 1997 e foi nomeado por Mário Covas, Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo em 1997, onde permanece até hoje.
http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/robson-marinho-elo-da-corrente-do-propinoduto-esta-na-mira.html

quinta-feira, 8 de maio de 2014

ALOYSIO, DO PSDB, DESISTIU DE INVESTIGAR O METRÔ...

PAINEL: LÍDER DO PSDB ASSINA CPI DO CARTEL DO METRÔ E DEPOIS RISCA O SEU NOME



O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), assinou o requerimento de criação da CPI mista para apurar  o escândalo  do propinão do metrô de São Paulo, mas depois riscou seu nome da lista. O tucano havia aderido ao movimento depois de ser pressionado por aliados de Dilma Rousseff, que acusavam o PSDB de querer evitar a comissão por temer o impacto da investigação sobre o governo de Geraldo Alckmin (PSDB).


(…)





http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/05/07/aloysio-nunes-assina-e-desassina-cpi-do-trensalao/

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

COMO A MÍDIA ESCONDE ESCÂNDALOS TUCANOS EM SÃO PAULO


Globo e Veja protegem Bruno Covas

20/10/2011

Blog do Miro 

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Por Altamiro Borges
Entre outras motivações obscuras, a campanha midiática de linchamento do ministro Orlando Silva tem servido para acobertar as sujeiras dos tucanos em São Paulo. Há três meses, o deputado estadual Roque Barbieri (PTB), da base de apoio do governador Geraldo Alckmin (PSDB), denunciou um esquema criminoso de venda de emendas parlamentares – um típico mensalão.
Bruno Covas, deputado licenciado do PSDB e “escolhido” por Alckmin para disputar a prefeitura da capital paulista em 2012, deu com a língua nos dentes e confessou que o esquema criminoso virou rotina na Assembléia Legislativa de São Paulo. Ele até gravou entrevista revelando que já fora sondado por um prefeito e que recebeu – “mas recusei” – proposta de propina de 10% para bancar uma emenda.
Um roubo “hipotético”
Diante do seu “lapso de sinceridade”, a oposição tentou convocá-lo para esclarecimentos na Comissão de Ética da Alesp. O tucano “inexperiente” até tentou desmentir a confissão, dizendo que a declaração era “hipotética”. Só que a entrevista foi gravada e não dava mais negá-la. Mesmo assim, os partidos governistas (PSDB, DEM, PPS e outros) estão sabotando até o seu depoimento na Alesp.
LEIA A CONTINUAÇÃO EM:
http://easonfn.wordpress.com/tag/alckmin/