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sábado, 13 de dezembro de 2014

ESCÂNDALO TUCANO DESVIOU 418 MILHÕES, EM SÃO PAULO!!!

domingo, 20 de julho de 2014

OS PAULISTAS PRECISAM SABER QUEM SÃO ALCKMIN E O PSDB

Alckmin não é imbatível!

Por Altamiro Borges

A pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (17) mostra o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) com 54% das intenções de voto, o que lhe garantiria a reeleição já no primeiro turno. Seus dois principais concorrentes parecem não incomodar. Paulo Skaf, presidente licenciado da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e postulante do PMDB, caiu de 21 para 16%; já o petista Alexandre Padilha manteve o mesmo índice da sondagem anterior – com 4% das intenções de voto. Diante desta fotografia do momento, alguns simpatizantes do tucanato já afirmam que o governador é imbatível. Recentemente, o jornalista Josias de Souza, da Folha, escreveu que o Geraldo Alckmin “tornou-se um candidato-teflon. Nada gruda!”.

Blindado pela mídia tucana, o governador realmente parece um teflon. Tanto que a avaliação positiva da sua gestão subiu de 41 para 46%. O resultado parece estranho. Afinal, São Paulo vive um período de enormes dificuldades. Há o risco de que mais de 8 milhões de moradores da região metropolitana fiquem sem água nas torneiras até o final do ano. Já na segurança pública, os índices de roubos e homicídios são elevados e assustadores. No quesito transporte, o Metrô dá sinais de esgotamento, sempre lotado e com falhas de manutenção quase diárias. A famosa locomotiva paulista, fator dinâmico da economia brasileira, emperrou na gestão tucana, que já dura quase duas décadas.

Além do choque de indigestão, crescem as denúncias do envolvimento de tucanos de alta plumagem em esquemas bilionários de corrupção. O escândalo do “cartel dos trens” – como a mídia amiga trata a relação promíscua entre poderosas multinacionais do setor de transporte e secretários dos cinco últimos governos do PSDB no estado – confirma a montagem de um antigo esquema de Caixa-2 de campanha, que também serviu para enricar alguns tucanos. Robson Marinho é um dos principais envolvidos, mas ele integra exatamente o Tribunal de Contas do Estado – é a raposa tomando conta do galinheiro. Pelo interior, vários tucaninhos também se chafurdam na lama da corrupção.

Estes e outros fatos gravíssimos tendem a arranhar a imagem de “teflon” – ou de “picolé de chuchu”, segundo o irreverente José Simão – de Geraldo Alckmin durante a campanha eleitoral. A partir de 19 de agosto, no programa de rádio e tevê – que felizmente ainda não é controlado pela mídia tucana – muitas verdades poderão ser ditas e repetidas. Caberá à oposição, em especial a Alexandre Padilha, uma postura corajosa de denúncia dos estragos causados pelo tucanato em São Paulo. A conversa fiada de alguns marqueteiros, de que a propaganda deve ser apenas propositiva, não se encaixa numa disputa tão difícil e que terá fortes reflexos, inclusive, na disputa presidencial.

Como disse Lula no comício de apoio a Alexandre Padilha na sexta-feira (18), é preciso desmascarar a desastrosa gestão do PSDB em São Paulo. “Nem água para beber os tucanos estão garantindo ao povo... Eu não sei quantos banhos por dia está tomando o governador, mas tenho certeza de que na periferia as pessoas não estão tomando banho para ter água pra lavar roupa ou lavar a louça”. Para o líder petista, é fundamental que a campanha desmonte a blindagem da mídia. “Eu fico imaginando se São Paulo fosse governado pelo PT, o que a imprensa já teria feito com esse governador”. A batalha está apenas começando e as pesquisas não devem abater o ânimo. Alckmin não é imbatível!

http://altamiroborges.blogspot.nl/2014/07/alckmin-nao-e-imbativel.html#more

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

EDÚ GUIMARÃES E A GRAVE ACUSAÇÃO DO MP A SERRA - GAVETA?

Serra ganha blindagem da mídia e denúncia contra si pode ser engavetada



Ano passado, uma suposta entrevista do já “mitológico” Marcos Valério à revista Veja ganhou a capa da publicação e espalhou-se por todos os jornais, telejornais e grandes portais de internet. O personagem central dos mensalões do PT e do PSDB teria acusado o ex-presidente Lula de ter se reunido consigo e de saber de todos os fatos que geraram o escândalo petista.
A suposta denúncia de Valério gerou abertura de inquérito contra Lula no Ministério Público Federal de Brasília e foi tratada pela mídia como grande escândalo durante semanas, até que, mais recentemente, o mesmo Valério supostamente retrocedeu das supostas acusações.
O que pesava contra Lula – se é que pesava – não chegava aos pés da denúncia que o ex-ministro, ex-governador e candidato a presidente duas vezes José Serra sofreu na última quarta-feira do procurador de Justiça do Ministério Público Estadual de São Paulo Marcelo Milani, quem afirma ter evidências de envolvimento direto do tucano no escândalo envolvendo a multinacional Siemens e várias outras empresas fornecedoras de trens para a CPTM em 2008.
É extremamente grave a denúncia contra Serra por ter sido feita por um dos delatores do esquema de corrupção, o ex-diretor da Siemens Nelson Branco Marchetti, quem afirma que sofreu pressões do então governador de São Paulo (2008) durante evento na Holanda para que não denunciasse que a concorrente de sua empresa, a espanhola CAF, vencera uma concorrência para fornecimento/reforma de trens da CPTM com preços 15% mais altos.
Não é só. Segundo Milani, Marchetti afirma que, “No edital [da concorrência que a CAF venceu], havia a exigência de um capital social integralizado que a CAF não possuía. Mesmo assim, o então governador (José Serra) e seus secretários fizeram de tudo para defender a CAF”.
Apesar da gravidade dos fatos, o único veículo da grande mídia que noticiou o caso foi o Jornal O Estado de São Paulo, em matéria dos repórteres Fausto Macedo e Bruno Ribeiro. A matéria foi parar nos pés de páginas das homes de grandes portais como o UOL, sem qualquer destaque.
Nos telejornais, porém, à diferença do que ocorreu com a denúncia contra Lula no ano passado, não apareceu nada. Nem uma notinha rápida, absolutamente nada. E a denúncia estourou na quarta-feira.
A blindagem da mídia em relação ao escândalo, porém, é só um dos fatores que sugerem que esse caso pode se tornar apenas mais um dos incontáveis escândalos envolvendo o PSDB paulista que acabaram esquecidos por falta de interesse do Ministério Público Estadual e dos grandes meios de comunicação, com a providencial mãozinha da Assembleia Legislativa paulista, que abafou mais de uma centena de CPIs contra o governo do Estado.
O que ocorre é que a Lei Orgânica do MP paulista prevê que cabe exclusivamente ao procurador-geral do órgão investigar um ex-governador. Diante disso, o procurador Milani oficiou ao procurador-geral do MP paulista, Márcio Elias Rosa, para que investigue Serra.
O grande problema é que Rosa tem um histórico que sugere que não deverá se empenhar muito – para não dizer nada – nessa investigação que lhe está sendo delegada pela Lei Orgânica do MP paulista.
À diferença do que fizeram o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff, que sempre nomearam para o cargo de procurador-geral da República o primeiro colocado da lista tríplice que os membros do Ministério Público Federal encaminham ao presidente da República em exercício com os três nomes mais votados para esse cargo, o governador Geraldo Alckmin, em 2012, nomeou o segundo colocado da lista que recebeu do MP, ou seja, Marcio Elias Rosa.
Alckmin apenas seguiu a tradição tucana de nunca nomear um procurador-geral que não fosse da mais estrita “confiança” de quem nomeou. Foi assim com Fernando Henrique Cardoso, que durante seus oito anos de governo teve um único procurador-geral da República enquanto que Lula teve quatro em oito anos e Dilma, dois em três anos e tanto de seu governo.
Obviamente que Alckmin teve boas razões (para si e os seus) para nomear Rosa, o segundo colocado da lista tríplice que recebeu dos membros do Ministério Público Estadual. Alguém suspeita de qual seja essa razão? Obviamente que não foi por achar que seria mais rigoroso com o seu governo. Tudo isso, pois, sugere que Rosa irá engavetar a investigação contra Serra.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/02/serra-ganha-blindagem-da-midia-e-denuncia-contra-si-pode-ser-engavetada/

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

FOLHA: ALCKMIN NÃO VÊ PREJUÍZO NO CARTEL DOS TRENS!!!

Alckmin contraria juíza em ação anticartel


O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) não atendeu à decisão judicial que determinou a indicação dos prejuízos causados pelo cartel que fraudou licitações de trens em São Paulo de 1998 a 2008 e colocou em risco o processo em que pede indenização às empresas acusadas de envolvimento nos conluios.
A administração estadual argumenta que não tem "elementos suficientes" para determinar os danos aos cofres públicos e que para isso será necessária "complexa perícia que terá por escopo comparar os preços de mercado com os contratados".
Para fazer esse cálculo, a gestão Alckmin anuncia parceria com o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), instituto ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado. A posição do governo de não estimar o valor do prejuízo foi reafirmada à Justiça em 4 de dezembro.
Na petição inicial do processo de indenização, protocolada em agosto, a PGE já havia afirmado que não seria possível estimar os prejuízos causados pelo cartel e indicou R$ 50 mil como valor da causa, apenas para o cálculo de taxas judiciais.
Porém, o Ministério Público, que atua no caso como fiscal da lei, apresentou à Justiça entendimento diferente.
A Promotoria argumentou que o Código de Processo Civil determina que em casos como o do cartel deve ser indicado como valor da causa o total dos contratos fraudados, ante a impossibilidade de fixação dos danos.
A juíza Celina Toyoshima atendeu ao requerimento do Ministério Público e determinou que a PGE fizesse uma emenda à petição inicial para acrescentar a estimativa.
"O valor dado à causa não corresponde ao da pretensão de direito material. Impõe-se sua retificação", escreveu a juíza. Toyoshima deu prazo de 15 dias para o cumprimento da ordem, " sob pena de indeferimento da inicial".
Mas em sua petição de 4 dezembro o governo não atendeu ao requerimento. Na oportunidade, para atender a outra determinação da juíza, a PGE pediu a inclusão das empresas Alstom Brasil, Alstom Transport (França), CAF do Brasil, CAF (Espanha), Bombardier, Tejofran, Mitsui, TTrans, Temoinsa, MGE, Balfour Beatty, Iesa e MPE na ação.
Em sua petição inicial de agosto, o governo paulista havia indicado apenas empresa a Siemens, que seria "ré confessa" no caso
Editoria de Arte/Folhapress
A companhia fez uma delação premiada ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) em maio, na qual afirmou que combinou com as outras empresas o resultado de licitações do Metrô e da CPTM, de 1998 a 2008, em gestões dos governadores tucanos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin.
Outro lado
O governo de São Paulo diz que a decisão de deixar a definição dos prejuízos causados pelo cartel de trens para o final da causa está amparada em decisões de tribunais.
As empresas incluídas na ação de indenização negam a formação de cartel em licitações entre 1998 e 2008.








http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/01/1398817-alckmin-inclui-13-empresas-em-processo-contra-cartel.shtml

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

EM BUSCA DE IMUNIDADE, SERRA DEVE DISPUTAR A CÂMARA

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

MÍDIA COMEÇA A REVELAR CORRUPÇÃO DOS TUCANOS. VAI FEDER!

Aloysio Nunes, ex-Paulo Preto, 

agora no propinoduto tucano

21/11/2013 | Publicado por Renato Rovai em Política 

O ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer entregou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica 
(Cade) um relatório onde mostra “a existência de um forte esquema de corrupção no Estado de São Paulo 
durante os governos (Mário) Covas, Alckmin e (José) Serra, e que tinha como objetivo principal o abasteci-
mento do caixa 2 do PSDB e do DEM”. Apesar de o relatório ter sido entregue no dia 17 de abril, somente hoje, 
a informação veio a público, a partir de uma matéria d’O Estado de S. Paulo, dos jornalistas Fernando Gallo, 
Ricardo Chapola e Fausto Macedo.
Rheinheimer diz ter provas e dá nome e sobrenome dos políticos tucanos que receberam propinas das em-
presas do cartel dos trens. Os “propineiros tucanos” fazem parte da Cúpula do PSDB. E essa é a primeira 
vez que os políticos são nominalmente citados no esquema de corrupção.
O ex-diretor esteve à frente da divisão de Transportes da Siemens até março de 2007, sendo que trabalhou 
por 22 anos na empresa. Ele é um dos seis denunciantes que topou contar tudo o que sabe em troca de 
redução de possíveis condenações, no acordo de leniência.
O documento trazido por Rheinheimer faz menção ao senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), os secre-
tários estaduais José Aníbal (Energia), também deputado (PSDB-SP), e Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos). Todos homens fortes do tucanato. Aloysio Nunes estava sendo cotado para ser vice de 
Aécio. O senador já foi alvo de denúncias em 2010, por sua ligação com Paulo Preto, o homem de confiança 
dos tucanos paulistas, acusado de sumir com quatro milhões de reais do “caixa 2″ da campanha de Serra.
O ex-diretor da Siemens cita ainda o secretário de Desenvolvimento Econômico de Alckmin, Rodrigo Garcia. 
Ele era o homem forte do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab e é deputado federal licenciado pelo 
DEM-SP. A máfia dos auditores fiscais na capital paulista, denunciada pelo governo Fernando Haddad, utiliza-
va uma sala comercial para arrecadar propinas de construtoras, alugada em nome de Marco Aurélio Garcia, 
irmão de Rodrigo. Em menos de um mês, o secretário de Alckmin aparece envolvido em dois casos de cor-
rupção, e continua no cargo.
Rheinheimer afirma ainda que o secretário da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin, deputado licenciado 
Edson Aparecido (PSDB), era um dos que recebiam propina das empresas suspeitas de participar do cartel 
dos trens de São Paulo. É o Zé Dirceu de Alckmin.
As denúncias foram anexadas ao inquérito que investiga o cartel dos trens. Será que o Ministério Público 
tigação do acusados da Suíça?

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ALCKMIN COMPRA PROMOTORES PARA PROTEGEREM TUCANOS

Blindagem dos tucanos inclui promotor em cargo público, diz deputado

publicado em 11 de novembro de 2013 às 22:58
Montagem de Ivan Freitas, no Facebook, com a manchete que saiu (superior) e a que deveria ter saído
por Luiz Carlos Azenha
“O governador Alckmin blindou todos os mecanismos de controle externo e fiscalização de seu governo”, denuncia o deputado federal Renato Simões (PT-SP), numa alusão à maioria governista que freia a abertura de comissões parlamentares de inquérito na Assembleia Legislativa.
Porém, não fica nisso: “Com o Ministério Público do Estado se criou uma situação absolutamente promíscua, com a nomeação de promotores de Justiça e ex-procuradores gerais para cargos de secretários no âmbito do governo do Estado, de modo que existe uma força moral importante, externa ao MP, composta por membros da instituição investidos de poder de governo, que neutralizam também as apurações do ministério público estadual”.
“O fato dessa blindagem não se estender ao Exterior é que permitiu que as denúncias do propinoduto tucano, seja em relação à Alstom, seja em relação à Siemens, tivessem a repercussão que tiveram e nós não podemos permitir que o Ministério Público Federal, que tem a responsabilidade  de encaminhar no país a parte referente a essas investigações internacionais, também seja neutralizado pelo governo do Estado”, continua.
É assim que Simões justifica as ações do PT para questionar o comportamento do procurador Rodrigo de Grandis.

Leia a íntegra da matéria em: