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sexta-feira, 25 de abril de 2014

ENTENDA A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, ARTIGO EM "OUTRAS PALAVRAS", 2012

O que foi a Revolução Portuguesa

MAIS UM ARTIGO SOBRE A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS, EM "OUTRAS PALAVRAS", 2012

Portugal lembra os cravos com saudades

CRISE EM PORTUGAL - MEU ARTIGO EM "OUTRAS PALAVRAS"

Portugal, um ano nas mãos da troika

MEU 25 DE ABRIL EM PORTUGAL, ARTIGO NO "OUTRAS PALAVRAS"

Festa num país dividido

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

OPOSIÇÃO E PIG QUEREM BRASIL MENDIGO. COMO ANTIGAMENTE...

O vôo de Dilma e miséria moral da oposição e da mídia brasileiras

27 de janeiro de 2014 | 21:32 Autor: Fernando Brito

storm
Parece incrível, mas boa parte do debate político do dia de hoje foi sobre a escala do avião presidencial brasileiro em Lisboa, vindo de Zurich, a caminho de Cuba.
A mídia ficou repercutindo mais uma idiotice do PSDB, que lança um protesto e uma nota oficial até quando Dilma Rousseff espirra, com  a Folha dando início a uma história sem pé nem cabeça sobre um suposto “capricho” presidencial de fazer uma escala em Lisboa – de apenas 15 horas, incluída aí a madrugada -para jantar num restaurante.
Pura idiotice de figuras como Álvaro Dias, o pateta da República.
É só olhar os manuais técnicos e ver que o avião tem, sim, capacidade para fazer o vôo direto entre Zurich e Havana, mas operando perto do  limite (mais de 80%) de seu alcance.
Isso é o suficiente para alternar aeroporto na região, de acordo com as normas de vôo internacionais, em caso de mau tempo sobre o destino.
Em condições normais.
Mas não em condições excepcionais.
É por isso que nenhum companhia aérea opera vôos transatlânticos como A-319 da Airbus, o aparelho presidencial.  Mesmo com a versão CJ, que tem um pouco mais de combustível.
E o tempo sábado estava como “céu de brigadeiro”?
Bom os interessados podem repetir, clicando aqui, a busca que fiz sobre o tempo no Atlântico Norte, área que deveria ser cruzada pelo avião presidencial.
Alíás, fiz a busca usando o título de um artigo que encontrei, que discutia a possibilidade de uma tempestade “histórica”  naquele trecho do oceano, na altura das Ilhas Britânicas, pouco acima da rota natural do avião.
Passamos, então, à abobrinha do jantar presidencial.
O chanceler Luiz Alberto Figueredo  disse que cada um pagou sua despesa e Dilma também.
E se não tivessem pago, não haveria nada de mais.
Não passa pela cabeça de ninguém que, se a Presidenta estiver “dura”, ela que peça para fazerem uma “vaquinha” para pagar um Big Mac para acalmar a fome.
De qualquer forma deve ter custado menos que as passagens que o Senado pagou para o Senador Aécio Neves passar o  Carnaval de 2012 no Rio ( vindo 15/02 no Webjet  6795 BSB/SDU  e voltando, bem esticado, na terça da semana seguinte aos folguedos,  dia 28, no Gol 1582).
Será que não há um repórter para apurar esses fatos, que estão aí, a uma busca no Google ou jornalismo é só ficar no “ele disse, o outro falou”?
http://tijolaco.com.br/blog/?p=13121

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

DIREITONA QUIS DERRUBAR O AVIÃO DA DILMA. FALHOU.

DESMASCARANDO O GLOBO E O ESTADÃO. 

NOTA À IMPRENSA A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota neste domingo (26). Confira a íntegra da nota: “Não é verdade que a comitiva presidencial tenha feito qualquer escala desnecessária em Lisboa. A escala técnica era obrigatória. 

Dependendo de condições climáticas, o Airbus 319 presidencial tem autonomia média em torno de 9 horas e 45 minutos, tempo insuficiente para um vôo direto entre entre Zurique e Havana. A opção por Lisboa foi a mais adequada, já que se trata do aeroporto mais a oeste no continente europeu com possibilidades de escala técnica. 

Não é verdade que a presidenta tenha passado o sábado em Lisboa. Ela lá chegou às 17h30, e lá pernoitou, seguindo viagem na manhã seguinte. A decisão de fazer um vôo diurno foi tomada pela Aeronáutica a partir da avaliação das condições meteorológicas, que permitiram que o trecho Lisboa-Havana fosse coberto no domingo em 9 horas 45 minutos.” 

Secretaria de Comunicação da Presidência da República.