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sábado, 1 de agosto de 2015

ELITE DE 0,3% POSSUI UM QUARTO DA RENDA NO BRASIL!

71 mil brasileiros concentram 22% de toda riqueza; veja dados da Receita

Esta elite representa 0,3% dos declarantes do imposto de renda em 2013.
Nº refere-se a pessoas com renda mensal superior a 160 salários mínimos.

Darlan AlvarengaDo G1, em São Paulo
Que o Brasil é um país desigual estamos cansados de ouvir. Dados das declarações de imposto de renda divulgados neste mês pela Receita Federal ajudam a conhecer melhor a distribuição de renda e riqueza no país e mostram que menos de 1% dos contribuintes concentram cerca de 30% de toda a riqueza declarada em bens e ativos financeiros.

Esta pequena elite - que corresponde a 0,3% dos declarantes de IR - concentrou, em 2013, 14% da renda total e 21,7% da riqueza, totalizando rendimentos de R$ 298 bilhões e patrimônio de R$ 1,2 trilhão. Isso equivale a uma renda média individual anual de R$ 4,17 milhões e uma riqueza média de R$ 17 milhões por pessoa.
 
De 2012 para 2013, o número de brasileiros com renda mensal superior a 160 salários mínimos (maior faixa da pirâmide social pelos critérios da Receita) caiu de 73.743 para 71.440.
Se adicionarmos a este grupo aqueles com renda mensal acima de 80 salários mínimos, chega-se a 208.158 brasileiros (0,8% dos contribuintes), que respondem sozinhos por 30%  da riqueza total declarada à Receita.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/08/71-mil-brasileiros-concentram-22-de-toda-riqueza-veja-dados-da-receita.html

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

FASCISTAS SÃO TAMBÉM ESTELIONATÁRIOS E QUEREM SUA GRANA!

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

MARINA VAI PERDOAR A DÍVIDA DO SEU BANCO ITAÚ?

domingo, 24 de agosto de 2014

SAIBA QUEM PAGOU AS VAIAS À DILMA NA COPA; ELES NÃO PAGAM IMPOSTOS!!!

Fernando Brito: Multilaser pagou 

cartazes da vaia a Dilma

publicado em 21 de agosto de 2014 às 20:11
cartaz
 por Fernando Brito, do Tijolaço
“Éticos” da direita paulista pagaram cartazes anônimos para ter vaia a Dilma no Itaquerão
Depois de quase três meses em sigilo, ficamos sabendo, pelo Estadão, que 20 mil  
cartazes foram distribuídos à entrada do Itaquerão, na abertura da Copa, atacando 
e pedindo manifestações contra Dilma Rousseff.
O apelo era explícito: “Na hora do Hino Nacional abra este cartaz e mostre para todos 
que está na hora do Brasil  vencer de verdade”.
Foram pagos pela empresa Multilaser, pertencente a Alexandre Ostrowiecki e Renato 
Feder.
Dois yuppies que, imaginem só, mantêm um site em que avaliam a eficiência e a 
ética dos políticos.
É claro que  quase só entram ali os parlamentares de direita ou os que se dizem de 
esquerda mas, na prática, acompanham as políticas da direita.
Então foi assim que se preparou a “manifestação espontânea” de grosseria no jogo 
inaugural da Copa?
É assim que dois empresários que, inclusive, gozam de incentivos fiscais, gastam o 
dinheiro que a União deixa de recolher em impostos?
Porque quem pagou não foram eles, do bolso próprio, mas a empresa.
Com direito a abater nos impostos que ambos maldizem.
A empresa, aliás, não deve ter do que reclamar dos impostos, pois diz o Estadão 
que “segundo balanço de demonstrações financeiras da Multilaser publicado no 
Diário Oficial de 27 de março, o item “reserva de lucros” aumentou de R$ 51 milhões 
em 2012 para R$ 128 milhões em 2013″.
Um crescimento nada mau de 151% nos ganhos dos pobres coitados que 
dizem estão carregando o Estado brasileiro nas costas.
Mais cara de pau, só a da nossa imprensa, que  tinha um esquadrão de repórteres 
pronto para encontrar qualquer montinho de terra que ajudasse a dizer que a 
festa era um desastre, mas não foi capaz de ver a distribuição de milhares de 
cartazes que, é só olhar, não tinham nada de espontâneos.
***
Via e-mail, o leitor El Cid nos mandou as imagens (abaixo) do Diário Oficial da 
União com a aprovação de projeto da Multilaser. “Cospem no prato que comeram”, 
detonou.

Portaria Multilaser -003
Portaria Multilaser - 02 (2)
http://www.viomundo.com.br/denuncias/fernando-brito-multilaser-pagou-
cartazes-anonimos-para-ter-vaia-dilma-itaquerao.html

segunda-feira, 21 de julho de 2014

ABALADO COM NOTÍCIA DO AEROPORTO, AÉCIO TENTA COBRIR OUTRAS MARACUTAIAS

Da edição deste domingo (20) do Painel:
Corre A campanha de Aécio Neves (PSDB) correu à Prefeitura de Belo Horizonte nos últimos dias para mudar o registro de uma sala comercial. Os boletos de IPTU estavam em nome do candidato, mas o imóvel não aparece em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral.
Muda A operação foi deflagrada depois que um blog petista acusou o tucano de esconder parte de seu patrimônio. Os boletos agora estão em nome da NC Participações e Administração, empresa da qual Aécio é acionista. NC são as iniciais de Neves da Cunha, sobrenome dele.
Explica Os tucanos apresentam escritura afirmando que o imóvel foi comprado pela firma de Aécio. “As cotas do senador na empresa constam de seu Imposto de Renda e da declaração de bens”.
Calcula O candidato declarou R$ 9.819 em ações da NC, registrada na Receita como consultoria e administradora de “caixas escolares”. O imóvel em nome da firma tem valor venal de R$ 160 mil. Outras salas do prédio são anunciadas por até R$ 350 mil.

http://painel.blogfolha.uol.com.br/2014/07/20/aecio-muda-registro-de-imovel-que-nao-aparecia-em-sua-declaracao-de-bens/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

PESQUISA MOSTRA QUE JORNAL IMPRESSO AINDA TEM MAIS CREDIBILIDADE

PESQUISA BRASILEIRA DE MÍDIA

A mídia e o cidadão

Por Ruy Martins Altenfelder Silva em 20/05/2014 na edição 799

A Pesquisa Brasileira de Mídia, encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República ao Ibope, traz algumas novidades, mas basicamente ajuda a confirmar e dimensionar tendências já detectadas aqui e no exterior. Suas conclusões certamente poderão balizar a comunicação mais eficiente do governo com a população, especialmente nas chamadas mídias eletrônicas (rádio, tv e internet), já que tanto as emissoras quanto os programas e sites oficiais são pouco lembrados e ainda menos assistidos.
De acordo com o levantamento, a televisão é a campeã inconteste de audiência em todo o país, pois 65% dos brasileiros se postam diariamente, por mais de três horas, diante da telinha. Esse percentual sobe para 82%, quando considerados aqueles que a assistem cinco ou seis dias por semana. Surpresa, pelo menos para quem não está muito familiarizado com estudos sobre a mídia, é a forte preferência declarada dos telespectadores por noticiários e outros programas de cunho jornalístico, que bate em 80%, deixando em segundo lugar as novelas, com 48%.
O rádio vem em segundo lugar, mas com um dado que desmente sua penetração nos estados com ocupação mais refeita. No Centro-Oeste, por exemplo, 52% da população nunca ouve rádio, o mesmo que acontece com 51% dos moradores da Região Norte. A maior audiência está no Rio Grande do Sul, com 72% dos gaúchos sintonizando suas emissoras preferidas pelo menos uma vez por semana. O último lugar fica com o Maranhão (9%). Não foi abordado na pesquisa o quesito programas mais ouvidos, o que daria mais clareza ao perfil dos ouvintes.
O terceiro lugar do ranking já pertence à internet, embora 53% da população nacional ainda não acessem esse meio de comunicação, enquanto 26% ficam ligados na web durante a semana, com uma média diária de mais de três horas e meia. Nenhuma surpresa: a internet é a campeã entre os jovens menores de 25 anos (77%) e a menos cotada entre os maiores de 65 anos (3%). Com 68% das citações, as redes sociais aparecem com as mais acessadas, com prevalência do Facebook – uma tendência que estatísticas mais recentes sinalizam com já sendo abandonada pelos mais jovens. Aliás, o Facebook, com 38%, é o site mais procurado por quem está interessado em informação, seguida por portais essencialmente jornalísticos e ligados à mídia impressa, como o Globo.com, G1 e UOL. Entre os entrevistados, em respostas de múltipla escolha, o acesso à internet por celular registra sensível avanço, com 40% das citações, contra os 80% dos computadores.
Conteúdo de qualidade
Quando se chega à mídia impressa, é sensível a queda da leitura de jornais e revistas entre os hábitos dos brasileiros: 70% e 85%, respectivamente, nunca abrem um jornal ou uma revista – fato que vem confirmar as previsões de que esses meios de comunicação estão fadados ao desaparecimento. Já os mais otimistas alimentam a esperança de que, com esses tradicionais veículos de comunicação, aconteça o mesmo que ocorreu com o cinema, condenado à morte quando a televisão se popularizou. Ou seja, que os jornais e revistas consigam sobreviver e até se fortalecer numa simbiose com os outros meios que ameaçam sua sobrevivência. Além disso, é bom não confundir o meio com a mensagem, pois o bom jornalismo pode ser exercido em outras mídias que não a impressa. E mais, como demonstra a preferência pelos programas noticiosos de tv, a fome pela informação não está desaparecendo entre as pessoas; ao contrário, só faz crescer.

Num importante quesito, entretanto, mídia impressa leva nítida vantagem. Quando está em jogo credibilidade, ou a confiança na notícia recebida, 53% dos leitores acreditam no leem nos jornais, enquanto apenas 28% dos usuários põem fé nas informações postadas nas redes sociais. Outro ponto a observar na pesquisa é o peso da oferta de serviços de interesse da população. Por exemplo, no amplo sistema de emissoras, programas e sites mantido e alimentado pelo governo federal, apenas dois sites receberam citações de acesso acima dos 10% e ambos com foco em assuntos de grande interesse: o do Ministério da Educação, com 12,6%, e o da Receita Federal, com 12,3%.
Na análise das várias segmentações estatísticas apresentadas pela Pesquisa Brasileira de Mídia, aparece um forte sinal. O acesso aos meios de comunicação tem relação direta com dois indicadores sociais nos quais o Brasil não brilha, apesar de avanços recentes: a escolaridade e o nível de renda. Ou seja, quem tem mais anos de estudo e orçamento mais folgado, poderá ser um cidadão mais bem informado e com maior visão de mundo. Será, por exemplo, um eleitor mais consciente na escolha de seus representantes; um melhor pai ou um melhor professor para as crianças e jovens; um indivíduo mais preparado para usufruir os direitos – e para cumprir os deveres – da cidadania; e assim por diante. Por tudo isso, para quem se interessa pelo tema, é sempre importante lembrar de aliar as pesquisas de mídia à qualidade do conteúdo que elas transmitem.
***
Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente do Conselho Diretor do CIEE Nacional e da Academia Paulista de Letras Jurídicas.