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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PHA: REPÓRTER DA FOLHA MOSTRA NAUFRÁGIO DA GLOBO. SERÁ DEMITIDA?

Globo perdeu 2
de cada 5 espectadores

Desse jeito, o Kamel pode até pedir a cabeça da Keila ao Otavinho !

(…)

… de 20 anos para cá, a rede (Globo) perdeu dois de cada cinco espectadores 

em São Paulo.”

“Em 1994, o canal registrou média de 23,1 pontos. Neste ano (2014), até 

o dia 28 de setembro, a média da rede está em 13,5 pontos, A MAIS BAIXA 

DE SUA HISTÓRIA” (ênfase minha – PHA).

“Isso significa queda de 41% de Ibope (no Ibope ! IMAGINA NO GFK ! 

– PHA) no período”.

(…)

A audiência abaixo de 20 pontos do jornal nacional e do fintástico não paga a conta do jatinho dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio.
A Keila precisa contratar um segurança israelense.
Com essas notícias sobre a decadência da Globo – que parece a curva da Bláblá no
DataCaf … – , é bem provável que o fundamentalista do Gilberto Freire com “i”
(inscrito, gloriosamente, no ABC) ligue pro Otavinho e peça a cabeça dela !
Coragem, Keila !

Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/10/01/globo-perdeu-2-de-cada-
5-espectadores/

quarta-feira, 21 de maio de 2014

PESQUISA MOSTRA QUE JORNAL IMPRESSO AINDA TEM MAIS CREDIBILIDADE

PESQUISA BRASILEIRA DE MÍDIA

A mídia e o cidadão

Por Ruy Martins Altenfelder Silva em 20/05/2014 na edição 799

A Pesquisa Brasileira de Mídia, encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República ao Ibope, traz algumas novidades, mas basicamente ajuda a confirmar e dimensionar tendências já detectadas aqui e no exterior. Suas conclusões certamente poderão balizar a comunicação mais eficiente do governo com a população, especialmente nas chamadas mídias eletrônicas (rádio, tv e internet), já que tanto as emissoras quanto os programas e sites oficiais são pouco lembrados e ainda menos assistidos.
De acordo com o levantamento, a televisão é a campeã inconteste de audiência em todo o país, pois 65% dos brasileiros se postam diariamente, por mais de três horas, diante da telinha. Esse percentual sobe para 82%, quando considerados aqueles que a assistem cinco ou seis dias por semana. Surpresa, pelo menos para quem não está muito familiarizado com estudos sobre a mídia, é a forte preferência declarada dos telespectadores por noticiários e outros programas de cunho jornalístico, que bate em 80%, deixando em segundo lugar as novelas, com 48%.
O rádio vem em segundo lugar, mas com um dado que desmente sua penetração nos estados com ocupação mais refeita. No Centro-Oeste, por exemplo, 52% da população nunca ouve rádio, o mesmo que acontece com 51% dos moradores da Região Norte. A maior audiência está no Rio Grande do Sul, com 72% dos gaúchos sintonizando suas emissoras preferidas pelo menos uma vez por semana. O último lugar fica com o Maranhão (9%). Não foi abordado na pesquisa o quesito programas mais ouvidos, o que daria mais clareza ao perfil dos ouvintes.
O terceiro lugar do ranking já pertence à internet, embora 53% da população nacional ainda não acessem esse meio de comunicação, enquanto 26% ficam ligados na web durante a semana, com uma média diária de mais de três horas e meia. Nenhuma surpresa: a internet é a campeã entre os jovens menores de 25 anos (77%) e a menos cotada entre os maiores de 65 anos (3%). Com 68% das citações, as redes sociais aparecem com as mais acessadas, com prevalência do Facebook – uma tendência que estatísticas mais recentes sinalizam com já sendo abandonada pelos mais jovens. Aliás, o Facebook, com 38%, é o site mais procurado por quem está interessado em informação, seguida por portais essencialmente jornalísticos e ligados à mídia impressa, como o Globo.com, G1 e UOL. Entre os entrevistados, em respostas de múltipla escolha, o acesso à internet por celular registra sensível avanço, com 40% das citações, contra os 80% dos computadores.
Conteúdo de qualidade
Quando se chega à mídia impressa, é sensível a queda da leitura de jornais e revistas entre os hábitos dos brasileiros: 70% e 85%, respectivamente, nunca abrem um jornal ou uma revista – fato que vem confirmar as previsões de que esses meios de comunicação estão fadados ao desaparecimento. Já os mais otimistas alimentam a esperança de que, com esses tradicionais veículos de comunicação, aconteça o mesmo que ocorreu com o cinema, condenado à morte quando a televisão se popularizou. Ou seja, que os jornais e revistas consigam sobreviver e até se fortalecer numa simbiose com os outros meios que ameaçam sua sobrevivência. Além disso, é bom não confundir o meio com a mensagem, pois o bom jornalismo pode ser exercido em outras mídias que não a impressa. E mais, como demonstra a preferência pelos programas noticiosos de tv, a fome pela informação não está desaparecendo entre as pessoas; ao contrário, só faz crescer.

Num importante quesito, entretanto, mídia impressa leva nítida vantagem. Quando está em jogo credibilidade, ou a confiança na notícia recebida, 53% dos leitores acreditam no leem nos jornais, enquanto apenas 28% dos usuários põem fé nas informações postadas nas redes sociais. Outro ponto a observar na pesquisa é o peso da oferta de serviços de interesse da população. Por exemplo, no amplo sistema de emissoras, programas e sites mantido e alimentado pelo governo federal, apenas dois sites receberam citações de acesso acima dos 10% e ambos com foco em assuntos de grande interesse: o do Ministério da Educação, com 12,6%, e o da Receita Federal, com 12,3%.
Na análise das várias segmentações estatísticas apresentadas pela Pesquisa Brasileira de Mídia, aparece um forte sinal. O acesso aos meios de comunicação tem relação direta com dois indicadores sociais nos quais o Brasil não brilha, apesar de avanços recentes: a escolaridade e o nível de renda. Ou seja, quem tem mais anos de estudo e orçamento mais folgado, poderá ser um cidadão mais bem informado e com maior visão de mundo. Será, por exemplo, um eleitor mais consciente na escolha de seus representantes; um melhor pai ou um melhor professor para as crianças e jovens; um indivíduo mais preparado para usufruir os direitos – e para cumprir os deveres – da cidadania; e assim por diante. Por tudo isso, para quem se interessa pelo tema, é sempre importante lembrar de aliar as pesquisas de mídia à qualidade do conteúdo que elas transmitem.
***
Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente do Conselho Diretor do CIEE Nacional e da Academia Paulista de Letras Jurídicas.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ATOR BEMVINDO SIQUEIRA ANALISA A MALDADE SOCIAL

França Entregou Um MIlhão de Judeus aos Nazistas


igualdfade Um Milhão de Judeus Entregues Pela França aos Nazistas
    Parece que na Terra da Igualdade, Liberdade e Fraternidade a grana falou mais alto.

Há fenômenos sociais e poíticos que eu realmente não sei como aconteceram.

Na data de hoje em 1941 a França prendeu um milhão de judeus e os entregou à Alemanha. Claro que tiveram seus bens sequestrados. Havcia lucro e benefícios financeiros no ato.
O destino daqueles judeus  está mais que sabido , fotografado e documentado. Entregou-os para os trabalhos forçados, a tortura , o vilipênddio, e a morte.
Um horror ! Um milhão!!! Se equivalermos a população da época seria hoje equivalente a 3 Milhões de judeus presos e entregues.

Como isso pôde acontecer , e exatamente no País das Luzes como sempre foi chamada a França. O berço do humanismo moderno.

Uma amiga francesa  certa vez chamou-me a atenção para um fato. Dizia ela que se o povo francês realmente não aceitasse a ocupação alemã ela não teria  não teria como sustentar-se.
Falou-me isso a respeito da heróica  Resistência Francesa. Disse-me que era muito frágil. Que só quase no fim da guerra foi que ela cresceu.
Isso signfica dizer que a  maioria da população francesa aceitou a dominação. Foi conivente. Fechou os olhos e foi cuidar da sua vida privada.

Lembrei-me do que ocorreu no Brasil  durante a Ditadura  Militar, quando em 1970, o período mais feroz e cruel do regime militar o povo estava feliz, satisfeito com o "Milagre Brasileiro" e pouco se importava se estávamnos numa democracia ou não. Pouco se importava se jovens e patriotas estavam sendo mortos, torturados sequestrados, violentados.

Só quando o chamado "Milagre Econômico" entrou em decadência é que se fortaleceu o movimento contra o Governo Militar levando ao seu fim mais de vinte anos depois de instalado.
Se o povo brasileiro não o desejasse não teria durado seis meses.

Porque a questão é economica e não ideológica. Volto a lembrar do assessor de campanha de Bill Clinton dizendo a ele: “It's the economy, stupid!”.( É a Economia, seu burro!)
Economia ou não é monstruosa a gigantesca capacidade  dos seres humanos de praticar o Mal. Ou de virar o rosto para o outro lado como quem não está vendo.

O que aconteceu na França ocupada  em 1941? Economia ou Maldade? Ou os dois juntos?
http://blogdobemvindo.blogspot.nl/2014/05/franca-entregou-um-milhao-de-judeus-aos.html?spref=fb

terça-feira, 15 de abril de 2014

QUEM É O MILITANTE DE ESQUERDA JOSÉ DE ABREU

O mantra de Zé de Abreu


Parafraseando o ator global, famoso nas redes sociais por falar principalmente de política, “Dilma é Lula, Lula é Dilma”. Para que os brasileiros e um desmoralizado FHC nunca mais duvidem.
Luciano Amorim, via Brasil 247
José de Abreu é um dos mais talentosos e polivalentes artistas de sua geração. Em sua carreira como ator, já participou de inúmeros trabalhos para a tevê e também cinema e teatro. É do tipo que não se contenta em fazer o óbvio: em novelas, além do atual catador de lixo que interpreta no horário nobre da Rede Globo, já foi guru indiano, professor e homem traído, só pra citar os mais recentes.
Abreu não é um homem convencional também em sua vida pessoal. Enquanto os novos globais de primeira linha fazem sua primeira visita a New York City, Tóquio ou Paris, nas últimas férias ele visitou, dentre outros destinos, Jordânia e Irã. Enquanto os mesmos novatos estão quebrando a cabeça decorando textos ou dormindo na madrugada, Zé está interagindo com seus seguidores nas redes sociais – quase de forma onipresente, diga-se.
O principal assunto do ator nas redes? Política. Abreu foi um dos maiores entusiastas da campanha de Lula à presidência, e defendeu com firmeza seu governo durante os oito anos de mandato. Ato contínuo, estava na linha de frente da campanha de Dilma, comemorando bastante sua vitória, nas mesmas redes sociais. Repete aos críticos, quase sempre, que não é filiado ao PT ou tem cargo público, milita apenas pelos seus sonhos e convicções.
A mais emblemática frase de Zé nas redes é a seguinte: “Dilma é Lula, Lula é Dilma”. Quase como um mantra, escreve esses dizeres no twitter sempre que algum opositor de Dilma ou Lula lhe solta o veneno, insinuando que a presidenta segue uma linha diferente da de seu antecessor e padrinho político. Por mais que algumas vezes o fato pareça mesmo aos olhos de todos a ruptura da atual com o antigo, lá está Abreu a escrever quantas vezes forem necessárias: “Dilma é Lula, Lula é Dilma”.
Esta semana, de forma absoluta, a presidenta confirmou a veracidade da frase-mantra de Zé. De forma matadora, Dilma respondeu ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que em artigos estampados em grandes jornais, afirmou, de forma categórica, que Dilma recebera de Lula uma “herança pesada”, resultado da crise ética que se instalou no partido da presidente, a partir do julgamento do chamado “mensalão”.
Para defender e mostrar seu respeito por Lula, a presidenta poupou elogios; numa nota curta e objetiva, desferiu uma saraivada de adjetivos nunca antes proferidas com tanta propriedade a FHC. Sobre o Brasil, Dilma afirmou que “não recebeu um país sob intervenção do FMI ou ameaça de apagão” – referência direta aos quase R$700 bilhões de dívida deixados pelo tucano, bem como à sobrecarga energética pela qual passou o País no fim dos anos 90.
Sobre Lula, a presidenta não poderia ter sido mais enfática: “Um democrata que não caiu na tentação de uma mudança constitucional que o beneficiasse”. FHC, ao final de seu primeiro mandato, recorreu a uma emenda constitucional muito criticada na época, que garantiu a ele próprio mais quatro anos de governo. Há denúncias comprovadas de que houve um super-esquema de compra de votos nesse processo, que gerou, dentre outros documentos, o livro A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
Por fim, Dilma arremata: “não reconhecer os avanços que o país obteve nos últimos dez anos é uma tentativa menor de reescrever a história”, redimensionando a números reais o tamanho de FHC na história. Um presidente cujo maior legado foi quebrar e endividar o país por duas vezes, aprofundando um modelo neoliberal moribundo e fracassado, dando ao Brasil a face de um dependente terceiro mundo.
Depois de sucessivas trocas de ministros e crise junto a alguns partidos da base aliada, houve quem acreditasse que Dilma imprimia um novo modelo de governar, rompendo a parceria com Lula e seu modus operandi, dando o seu rosto a essa nova fase. A presidenta, com essa pequena e simbólica nota, vai mostrando que apesar da cara e atores diferentes, o projeto de país que quer construir foi idealizado com os mesmos sonhos do sindicalista que mudou a história, reconhecido mundialmente como um dos grandes homens do século 21.
Parafraseando o grande José de Abreu, polivalente artista brasileiro, “Dilma é Lula, Lula é Dilma”. Para que os brasileiros e um desmoralizado FHC nunca mais duvidem.
Luciano Amorim é jornalista, foi dirigente político e militante do movimento estudantil. É colunista dos portais alagoanos Cada Minuto, Repórter Alagoas e AlagoasWeb

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

GLOBO INSTIGA PRECONCEITO ÁRABE-JUDEU NO BRASIL. CRIME IMPERDOÁVEL!!!

CARTA ABERTA À REDE GLOBO CONTRA A MENTIRA SOBRE OS PALESTINOS


Federação Árabe Palestina do Brasil
A REDE GLOBO, DIREÇÃO E AUTOR DA NOVELA "AMOR À VIDA", PRESTAM UM 
TRIBUTO AO ÓDIO E PRECONCEITO AO EXIBIR CENA ONDE TRANSMITE O 
CONCEITO DE QUE TODOS OS PALESTINOS SÃO TERRORISTAS. 

ISSO DEMONSTRA O QUANTO ESSA EMISSORA ESTÁ TOTALMENTE DESCO-
NECTADA COM A REALIDADE DO CONFLITO PALESTINO ISRAELENSE OU 
ESTÁ CONECTADA COM SETORES MINORITÁRIOS DA SOCIEDADE 
BRASILEIRA QUE PREGAM A DISCRIMINAÇÃO RACIAL, ÉTNICA E RELIGIOSA 
COMO FILOSOFIA DO AGIR E PENSAR.


MAL SABEM ESSES SENHORES DESSA EMISSORA QUE OS PALESTINOS SÃO 
ÁRABES E QUE NO BRASIL HÁ MAIS DE 12 MILHÕES DE ÁRABES E 
SEUS DESCENDENTES(LIBANESES, SÍRIOS, LIBANESES, EGÍPCIOS, 
JORDANIANOS E OUTRAS NACIONALIDADES ÁRABES). 

MAL SABEM ESSES SENHORES QUE AO OFENDER E DISCRIMINAR 
O POVO PALESTINO ESTÃO DISCRIMINANDO NÃO SÓ OS BRASILEIROS 
ÁRABES, MAS TODA A NAÇÃO BRASILEIRA QUE RECEBEU DE BRAÇOS ABER-
TOS ESSES ÁRABES QUE SEMPRE CONTRIBUIRAM PARA O DESENVOLVIMEN-
TO E CONSTRUÇÃO DO BRASIL.

A HISTÓRIA DA PRESENÇA ÁRABE NO BRASIL ESTÁ PRESENTE DESDE A 
CHEGADA DE PEDRO ÁLVARES CABRAL. EM TODOS OS RAMOS DA ATIVI-
DADE HUMANA ESTÃO PRESENTES OS BRASILEIROS DE ORIGEM 
ÁRABE: CULTURA, CULINÁRIA, ECONOMIA,MEDICINA, ENGENHARIA, 
POLITICA, COMÉRCIO E TANTAS OUTRAS ATIVIDADES.

EM VEZ DE PREGAR A PAZ ENTRE ISRAELENSES E PALESTINOS, EN-
TRE ÁRABES E JUDEUS NO BRASIL, A DIREÇÃO DA REDE GLOBO PREGA 
O CONFLITO, IMPORTA O CONFLITO DE MANEIRA IRRESPONSÁVEL E 
ENGAJADA. ÁRABES E JUDEUS NO BRASIL NUNCA TIVERAM NENHUM TIPO 
DE PROBLEMA DE CONVIVÊNCIA E DIÁLOGO AQUI NO BRASIL. A DI-
REÇÃO DA GLOBO NÃO QUER QUE CONTINUE ASSIM? A QUEM ESTÁ PRES-
TANDO ESSE SERVIÇO DE GERAR ÓDIO E CONFLITO?

REPUDIAMOS, CONDENAMOS TAL LINHA DE AÇÃO E EXIGIMOS QUE 
OS RESPONSÁVEIS PELA CENA SE RETRATEM E SE SE DESCULPEM COM 
OS PALESTINOS E OS ÁRABES. É O MINIMO QUE PODERÃO FAZER PARA 
REPARAR ESSA DESASTROSA CENA VISTA POR MILHÕES DE BRASILEIROS.


FEDERAÇÃO ÁRABE PALESTINA DO BRASIL

quarta-feira, 20 de abril de 2011

MILICOS SAUDOSOS DO PAU-DE-ARARA PERDEM NA JUSTIÇA

Censura à novela do SBT é rejeitada

Reproduzo matéria publicada no sítio Vermelho:

O Ministério Público Federal arquivou o pedido de abertura de inquérito, de saudosos da ditadura, contra a exibição da novela Amor e Revolução, transmitida pelo Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). Para os procuradores, não foram apresentados elementos mínimos para justificar a investigação, pedida por suposto descumprimento da Lei da Anistia.
Um portal militar resolveu fazer um abaixo-assinado contra a novela de Tiago Santiago, que aborda o período do regime militar no Brasil (1964-1985).



No abaixo-assinado, os signatários mentem ao dizer que “é óbvio que o governo federal, através da Comissão da Verdade, recém-criada, está participando do acordo em exibir a novela Amor e Revolução no SBT. Parece-nos que se trata de um acordo firmado com o empresário Silvio Santos, visando o saneamento do Banco Panamericano do próprio empresário”.

Em tom autoritário, os militares completam: “Sendo assim, o efetivo da Forças Armadas, tanto da ativa como inativos e pensionistas, vêm respeitosamente através desse abaixo-assinado, como um instrumento democrático, solicitar do digno Ministério Público Federal, representado acima, providências em defesa da normalidade constitucional, vista o cumprimento da lei de anistia existente, conforme já decidiu o Supremo Tribunal Federal. Nestes termos pede deferimento em caráter urgentíssimo".

Para Tiago Santiago, o texto é “despropositado” do começo ao fim. “A novela é respeitosa com as Forças Armadas, mostrando herói militar e oficiais democratas, a favor da legalidade. Em diversos trechos da novela, há menções favoráveis a militares, evidenciando que nem todos participaram do golpe e da violenta repressão à oposição”.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

JOHN HERBERT, O ATOR

Curiosidades

FOTO: João Caldas / DivulgaçãoHistórias curiosas sobre a vida e a carreira Filho de alemães, John Herbert conta que aos 8, 9 anos não falava bem o português. Em casa, ele só se comunicava na língua de origem dos pais e também estudava em uma escola alemã, a Visconde de Porto Seguro. "Até hoje falo um pouco com um som alemão", explica o ator.

A família Buckup, da qual John Herbert faz parte, é toda de Hamburgo. Uma árvore genealógica confirma a existência da família na cidade alemã a partir do ano de 1270.

Em 1945, John Herbert, que nadava no Esporte Clube Pinheiros, ganhou o Campeonato Paulista dos 1500 metros, vencido um ano antes por João Havelange. Até hoje o ator nada diariamente no mesmo clube e tem a natação como um dos seus hobbies favoritos. Ele pratica também caminhadas e musculação.

Em 1949, John Herbert entrou na faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo. Ele se formou em 1954 e chegou a advogar, fazendo um estágio em um escritório. "Para dar uma satisfação para mim mesmo e para os meus pais", justifica o ator.

Para o filme O Petróleo é Nosso, de 1954, John Herbert teve que beijar a atriz Mary Gonçalves vinte vezes para a mesma cena.

Em Matar ou Correr, também de 1954, o diretor Carlos Manga tinha muito ciúme de Inalda, estrela do filme e sua futura esposa. Depois das cenas em que ela fazia par romântico com John Herbert, Manga sempre ficava nervoso. A situação foi relevada depois e até hoje ele e John são amigos.

No dia do casamento com Eva Wilma, realizado em novembro de 1955, na igreja Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo, a popularidade do casal era tão grande que os fãs se aglomeraram na igreja para ver as estrelas de Alô Doçura, exibida na TV Tupi. "Muitos convidados ficaram de fora", relembraJohn Herbert. "Às 9h, a igreja já estava cheia de fãs."

Seis meses depois do casamento, John Herbert foi convidado para trabalhar em uma firma de advocacia no Rio de Janeiro. Ele aceitou, mas acabou optando pela carreira artística. "Quando eu voltei para São Paulo, sete meses depois, foi a primeira vez que minha família entendeu a minha vocação. Eles gostavam que eu fosse esportista, mas temiam a carreira artística, que era muito incerta."

No filme A Grande Vedete, de 1958, John Herbert viveu uma situação curiosa. A atriz Marina Marcel, que fazia par romântico com ele, tinha um namorado muito ciumento na época. Para evitar problemas com ele, Marina Marcel só beijava John Herbert com um papel entre os lábios dos dois.

Regina Duarte estreou no teatro em uma peça produzida por John Herbert: Black-out, de 1967. A atriz já fazia TV Excelsior e recebeu o convite do próprio John, em sua casa. "Ela já era excelente", relembra o ator.

John Herbert foi convidado pelo Departamento de Estado para visitar os Estados Unidos em 1968. O convite foi feito devido ao sucesso da peçaBlack-Out. Ao lado de Eva Wilma, ele viajou o país inteiro e foi convidado pelo estúdio 20th Century Fox para atuar em um filme de Hollywood. "Havia um interesse de eu fazer um filme com um diretor americano no México", recorda o ator. "Mas eu conversei com um agente que me aconselhou a não confiar muito no diretor.

No episódio Filhos da TV, do filme Em Cada Coração Um Punhal, de 1969, a atriz Joana Fomm caía em um rio. Sua personagem estava grávida, tinha que fingir que estava se afogando e teria que ser salva pelo personagem deJohn Herbert. Todo mundo teve um ataque de risos durante as filmagens, por causa da tentativa de Joana Fomm de se afogar em um rio tão raso. "Salvar a atriz em água rasa é muito difícil!", comentou John recentemente, ao se lembrar da situação.

O filme Já Não se Faz Mais Amor Como Antigamente, de 1976, contou com uma participação pra lá de especial. Na história, o personagem de John Herbert, Macedo, acordava com amnésia e era avisado pela empregada, vivida por Laura Cardoso, que aquele era o dia do seu casamento. Sem lembrar de nada, Macedo ia para a igreja sem saber com quem ia casar. No altar, ele se depara com Chacrinha entrando na igreja vestido de noiva. "Eu não vim para explicar e sim para confundir", esbravejava o Velho Guerreiro. Para fazer a participação especial, Chacrinha não cobrou cachê.

Em Meus Homens, Meus Amores, de 1978, Rosemary fez uma cena com o busto de fora. Na cena, ela teria que abraçar John Herbert e somente o fez quando colocou folhas de parreira no bico dos seios para não encostar no ator durante as filmagens.

A primeira vez que John Herbert foi visitar Claudia Librach na casa dela, aconteceu uma coisa engraçada. "A mãe da Claudia disse que o marido daEva Wilma queria falar com ela!", conta.

No Carnaval carioca, John Herbert torce pela Estação Primeira de Mangueira. No entanto, ele só desfilou duas vezes pelo Império Serrano. Em São Paulo, ele simpatiza com a Vai Vai e já desfilou duas vezes pela Nenê da Vila Matilde.