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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

AUMENTA A INTENÇÃO DE INVESTIR - COXINHAS PIRAM!!!

domingo, 23 de novembro de 2014

EMPRESÁRIO TUCANO PROTESTA CONTRA CINISMO DOS NOVOS "ÉTICOS"

A sinceridade de Ricardo Semler versus a hipocrisia de FHC


Um artigo do empresário tucano Ricardo Semler publicado hoje na Folha repercute intensamente nas redes sociais.
Semler recrimina a “santa hipocrisia” com que tantos comentam o caso Petrobras.
Para ele, o que ocorrendo agora é motivo de celebração – nomear e punir empresas e executivos que há décadas corrompem, impunemente, a política nacional.
Semler refere-se com desgosto aos “envergonhados”, que fingem que os problemas da Petrobras só aconteceram depois que o PT chegou ao poder.
Ele não citou, mas ficou claro que ele falava de FHC, que afirmou sentir vergonha ao ver o que se passa na Petrobras.
Vergonha é uma pessoa dizer que sente vergonha de algo de que ela mesma se beneficiou. A este tipo de coisa, indignação simulada, você dá o nome de demagogia.
FHC, que começou tão bem na política, como um renovador de esquerda depois da ditadura, vai encerrando sua carreira como um demagogo, um hipócrita, um mistificador.
Que os petistas o detestem, é previsível: os anos trouxeram uma rivalidade destrutiva entre FHC e Lula.
Mas quando tucanos como Semler não seguram a irritação é porque algum limite foi rompido.
FHC virou uma paródia de si mesmo.
Ele parece ter perdido a noção das coisas. Poucos dias atrás, ele disse que não falava dos “amigos” quando lhe pediram uma palavra sobre a mídia.
FHC insultou, involuntariamente, a si próprio e aos “amigos”.
Um dos maiores editores de todos os tempos, se não o maior, o americano Joseph Pulitzer, dizia que a regra número 1 do jornalista é não ter amigos.
Não porque o bom jornalista deva ser misantropo, mas porque amizades interferem na maneira como você pratica o jornalismo.
O jornalista que tem amigos vai tratar de protegê-los.
Para que você tenha uma ideia da importância do mandamento de Pulitzer, foi exatamente graças aos “amigos” que FHC escapou incólume no escândalo da compra de votos no Congresso para a emenda da sua reeleição, no final da década de 1990.
A imprensa engavetou o assunto, e poupou o “amigo”.
A que preço? Publicidade governamental portentosa, financiamentos em bancos públicos a juros maternais, compras maciças de livros das empresas jornalísticas, vistas grossas para malandragens fiscais – tudo aquilo, enfim, que foi dar nas imensas fortunas pessoais dos donos da mídia.
Os “amigos” também jamais questionaram decisões nepotistas como a de entregar a estratégica Agência Nacional de Petróleo a seu genro, demitido tão logo acabou o casamento.
O papel de FHC na história foi-se apequenando miseravelmente.
Mesmo a estabilização – a todo momento citada por seguidores como sua grande contribuição ao país – é questionada em sua paternidade. Qual o papel de Itamar Franco no Plano Real? É tão insignificante quanto afirma FHC, ou houve uma usurpação de autoria aí?
A inflação, já que falamos nela, acabou quando a sociedade decidiu que já não a suportava mais. O resto foi consequência desse despertar.
O que aconteceu com a inflação parece estar prestes a ocorrer com FHC, como sugere a manifestação de Ricardo Semler.
Ninguém aguenta mais.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/ricardo-semler-e-a-santa-hipocrisia-de-fhc/

domingo, 24 de agosto de 2014

SAIBA QUEM PAGOU AS VAIAS À DILMA NA COPA; ELES NÃO PAGAM IMPOSTOS!!!

Fernando Brito: Multilaser pagou 

cartazes da vaia a Dilma

publicado em 21 de agosto de 2014 às 20:11
cartaz
 por Fernando Brito, do Tijolaço
“Éticos” da direita paulista pagaram cartazes anônimos para ter vaia a Dilma no Itaquerão
Depois de quase três meses em sigilo, ficamos sabendo, pelo Estadão, que 20 mil  
cartazes foram distribuídos à entrada do Itaquerão, na abertura da Copa, atacando 
e pedindo manifestações contra Dilma Rousseff.
O apelo era explícito: “Na hora do Hino Nacional abra este cartaz e mostre para todos 
que está na hora do Brasil  vencer de verdade”.
Foram pagos pela empresa Multilaser, pertencente a Alexandre Ostrowiecki e Renato 
Feder.
Dois yuppies que, imaginem só, mantêm um site em que avaliam a eficiência e a 
ética dos políticos.
É claro que  quase só entram ali os parlamentares de direita ou os que se dizem de 
esquerda mas, na prática, acompanham as políticas da direita.
Então foi assim que se preparou a “manifestação espontânea” de grosseria no jogo 
inaugural da Copa?
É assim que dois empresários que, inclusive, gozam de incentivos fiscais, gastam o 
dinheiro que a União deixa de recolher em impostos?
Porque quem pagou não foram eles, do bolso próprio, mas a empresa.
Com direito a abater nos impostos que ambos maldizem.
A empresa, aliás, não deve ter do que reclamar dos impostos, pois diz o Estadão 
que “segundo balanço de demonstrações financeiras da Multilaser publicado no 
Diário Oficial de 27 de março, o item “reserva de lucros” aumentou de R$ 51 milhões 
em 2012 para R$ 128 milhões em 2013″.
Um crescimento nada mau de 151% nos ganhos dos pobres coitados que 
dizem estão carregando o Estado brasileiro nas costas.
Mais cara de pau, só a da nossa imprensa, que  tinha um esquadrão de repórteres 
pronto para encontrar qualquer montinho de terra que ajudasse a dizer que a 
festa era um desastre, mas não foi capaz de ver a distribuição de milhares de 
cartazes que, é só olhar, não tinham nada de espontâneos.
***
Via e-mail, o leitor El Cid nos mandou as imagens (abaixo) do Diário Oficial da 
União com a aprovação de projeto da Multilaser. “Cospem no prato que comeram”, 
detonou.

Portaria Multilaser -003
Portaria Multilaser - 02 (2)
http://www.viomundo.com.br/denuncias/fernando-brito-multilaser-pagou-
cartazes-anonimos-para-ter-vaia-dilma-itaquerao.html

domingo, 8 de junho de 2014

ENQUANTO COXINHAS CHORAMINGAM, LUIZA FATURA. CHUPA MAINARDI!



Magazine Luiza pretende abrir 19 lojas no Nordeste este ano

PUBLICADO EM 07/06/2014 ÀS 9:40 POR  EM NOTÍCIAS

Foto: Ricardo B. Labastier/JC Imagem
Foto: Ricardo B. Labastier/JC Imagem
Luiza Helena Trajano, presidente da rede varejista Magazine Luiza, prefere não usar a palavra ‘otimismo’ para falar de economia. Mas uma coisa é certa para a administradora da holding que atua em 16 estados brasileiros: o Nordeste é a região que mais cresce. Aproveitando o alto potencial, planeja investimentos. Estão previstas 19 lojas para este ano.
A informação foi divulgada nessa sexta-feira (6), em entrevista concedida por Luiza Helena Trajano após palestra ministrada por ela no Congresso sobre Gestão de Pessoas em Pernambuco, realizado no JCPM Trade Center. Além de gerir a rede, a empresária tem outras obrigações, como palestras em todo o País – em média, cinco por semana. De jeito simpático, arranca sorrisos da plateia com o seu jeito simples para contar os desafios do seu cotidiano agitado. “Não tenho vergonha de dizer que sou de Franca, tenho orgulho de falar porta”, disse, com sotaque do interior paulista.
O Nordeste ganhou a atenção da rede em 2010, quando a Magazine Luiza comprou a paraibana Lojas Maia – negociação que não teve valor revelado, porém o preço foi estimado em R$ 300 milhões. Eram 141 lojas que, em quatro anos, aumentaram para 172.
Em Pernambuco, são 25 lojas, das quais oito estão no Recife. Vislumbrando o crescimento do Estado, Luiza Helena Trajano fala em mais quatro estabelecimentos – daqueles 19 que pretende abrir no Nordeste. Embora não possa falar nos próximos investimentos, a presidente da rede afirmou que a média de recursos para cada loja é de R$ 1,2 milhões.
http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2014/06/07/magazine-luiza-pretende-abrir-19-lojas-no-nordeste-este-ano/

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

KASSAB BENEFICIA EMPRESA DE SUA FAMÍLIA

Kassab governando para a família Kassab:

2 de fevereiro de 2011

A construtora da família do prefeito Gilberto Kassab (DEM), dona do imóvel que foi anistiado pela Prefeitura dois anos após o pedido de regularização haver sido negado e o prazo para recurso ter vencido, deixou de pagar R$ 3.143,93 de Imposto Sobre Serviço (ISS) sobre a área que estava irregular. Pela legislação, o auto de regularização para imóveis comerciais e de serviços, como a empresa do prefeito, depende da apresentação do comprovante de pagamento do imposto municipal.

O problema é que o cálculo do valor de ISS a ser recolhido foi feito quando Kassab e o deputado federal Rodrigo Garcia (DEM), seu ex-sócio na R&K Engenharia – hoje Yapê Engenharia –, entraram com requerimento na Subprefeitura da Vila Mariana para regularizar uma área de 229,82 m², em outubro de 2003, mas a taxa não foi paga à época. Em 8 de março de 2006, o pedido foi indeferido devido ao não atendimento ao comunique-se – documento emitido pela Prefeitura –, ou seja, abandono do processo.

Só que, em 13 de agosto de 2008, quando Kassab já era prefeito e disputava a reeleição, o processo indeferido foi considerado extraviado pela Comissão Permanente de Processos Extraviados (CPPE), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Gestão, e, em seguida, foi reconstituído parcialmente. À época, o documento, cuja responsabilidade era da subprefeitura, estava há cerca de um ano engavetado na Secretaria Municipal de Habitação (Sehab).