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domingo, 2 de agosto de 2015

REPERCUTE MINHA DENÚNCIA CONTRA TERRORISTA NO FACEBOOK

Um grupo de criminosos, chefiado por um advogado, pede a morte de Lula no Facebook



morte ao lula

O antipetismo está forte nas redes e os crimes digitais ganham também força. Desde o dia 8 de abril foi criado um grupo público chamado “Morte ao Lula” no Facebook, com a foto de um caixão na capa e a participação de mais de 1500 pessoas.
O dono da página é um advogado de Bragança Paulista (SP) que adora reclamar da justiça. “Há cinco anos atrás sofri uma agressão gratuita na rua por um sujeito drogado e tive essa lesão. O marginal ficou impune e pasmem eu é quem estou sendo processado”, escreveu Marcio Luiz Curci Nardy, ao lado de uma foto dele de olho roxo. Também é um admirador assumido do ator Kevin Costner e de Fórmula 1.
Nardy abastece a conta com uma mistura de informações do UOL, da Veja e da ISTOÉ com montagens mentirosas do ex-presidente petista e notícias visivelmente falsas. No repertório também estão incluídos dados da Folha Política, página vinculada ao Movimento Contra Corrupção e coisas dos Revoltados On-Line.
Outra página, menor e com 30 pessoas, também foi criada com o nome “Morte a Dilma”.

O advogado Nardy
O advogado Nardy, autor da página

Um traço comum nas postagens são os textos em caixa alta. “ESTE GRUPO VISA ENTERRAR ESSA FIGURA QUE ACABOU COM A VIDA DE MILHARES DE BRASILEIROS”, diz a frase que descreve o bando.
Com um crime deste tipo à solta na internet, segundo os princípios do Marco Civil da Internet, o PT e o próprio Lula podem pedir o acesso ao IP e a mais informações sigilosas de Marcio Luiz Curci Nardy para abrir um processo judicial.
As divergências políticas que deveriam ocorrer de maneira civilizada foram levadas à insanidade no Facebook. E é de se estranhar que a rede social não tenha tomado nenhuma medida para apagar tal página, enquanto censura fotos de seios femininos segundo seu algoritmo pré-programado.
Não se deve calar diante de uma ameaça de morte aberta na rede. Especialmente em uma democracia como o Brasil.
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/um-grupo-de-criminosos-chefiado-por-um-advogado-pede-a-morte-de-lula-no-facebook/

segunda-feira, 27 de julho de 2015

COLLOR RECEBE 1 MILHÃO POR CALÚNIA DA VEJA. E LULA, RECEBERÁ UNS 20 MILHÕES?

domingo, 8 de junho de 2014

SENSACIONALISMO ALIMENTA MEDO E CRUELDADE DA CLASSE MÉDIA

A violência na classe média, 

item diário da agenda da imprensa

Escrito por: Carlos Castilho
Fonte: Observatório da Imprensa
O caso do porteiro esquartejado em São Paulo parece ser o candidato fácil ao título de 
crime monopolizador das atenções de jornais e telejornais da primeira semana de 
junho, seguindo fielmente a tristemente célebre regra do “se sangrar vira manchete” 
(adaptação da frase inglesa “if it bleeds, it leads”). Nem mesmo o frenesi pré-Copa foi 
capaz de tirar das primeiras páginas o crime protagonizado por um publicitário paulista.
Este é apenas o mais recente de uma série de assassinatos que ganharam projeção 
nacional graças à preocupação da imprensa em explorar delitos que envolvem 
famílias da classe média. Os crimes na classe C e D não despertam mais a mesa 
curiosidade dada a sua monótona frequência e motivos quase sempre ligados à 
precária situação econômica das vítimas e criminosos.
Antes do caso do porteiro morto por um morador do prédio onde trabalhava, 
assistimos durante mais de uma semana aos detalhes sórdidos do assassinato 
do menino Bernardo, de 8 anos, no Rio Grande do Sul. Retrocedendo mais no 
tempo encontraremos uma lista consistente de crimes em família, fato que leva 
a uma perturbadora dúvida: está aumentando a frequência de assassinatos na 
classe média brasileira, ou é a imprensa que está exagerando depois de descobrir 
um novo filão para atrair a atenção do público?
As estatísticas policiais podem oferecer elementos para atestar a veracidade ou 
não da primeira parte da pergunta, mas a observação crítica da imprensa mostra 
que a segunda parte é, pelo menos, parcialmente verdadeira. É óbvio que os 
jornais e telejornais não são os responsáveis pelos delitos cometidos entre 
pessoas da classe média, mas o fato de terem transformado dramas 
intrafamiliares em item de agenda noticiosa pode facilmente ser associado a
 uma preocupação com o faturamento.
A monotonia da cobertura jornalística sobre corrupção pública e privada, a 
crescente impopularidade e desinteresse pelo noticiário político, a sucessão 
de manifestações de protesto e o registro impotente dos assaltos, roubos e 
sequestros levaram a imprensa a buscar novos temas para reconquistar o 
interesse de um público cada vez mais viciado em redes sociais e no voyeurismo 
virtual.
A classe média urbana, antes protegida por uma cumplicidade da imprensa em 
relação aos seus conflitos domésticos, passou agora a principal protagonista de 
reportagens investigativas nas quais o voyeurismo e a solidariedade passional 
são os principais ingredientes da nova receita jornalística. Os segredos da vida 
privada tornam-se públicos e tema de intermináveis debates na imprensa sempre 
que coincidam com tragédias impactantes.
Por outro lado, em especial na TV, há um discreto incentivo à manifestação 
da ira comunitária e à cobrança de justiça a qualquer custo. Como jornais, 
revistas e televisão deixam de lado a investigação jornalística para privilegiar 
informações dadas por policiais, advogados, especialistas e magistrados, 
acabamos perdidos num mar de jargões, opiniões disfarçadas de verdades, 
silêncios cúmplices e dados distorcidos. Resultado: não conseguimos entender 
o que aconteceu, ficamos a espera de respostas, até que um novo crime 
monopolize as manchetes e, consequentemente, a nossa atenção.
A exploração comercial da violência nas famílias de classe média mostra tanto 
o estado de nervos de um segmento da sociedade até agora relativamente 
imune ao sensacionalismo,, como também o fato de a imprensa não conseguir 
romper a dependência das vendas como fator dominante da determinação 
da agenda de reportagens. Todos os crimes famosos dos últimos meses 
não produziram resultados conclusivos e permanece uma névoa de dúvidas 
sobre suas causas, implicados e consequências.
A classe média é o segmento mais dinâmico no contexto social 
contemporâneo do país. Todas as transformações verificadas desde que 
começou a política de distribuição de renda geram questões de enorme 
interesse público por conta das tensões e contradições que provocam. Mas 
a imprensa parece não ter se dado conta dos fenômenos sociais em curso 
e foca apenas no pior lado da ascensão da classe média, o seu descontrole 
emocional.
A mídia não deve deixar de cobrir os crimes, mas precisa situar o seu 
trabalho investigativo e documental num contexto de busca de soluções 
coletivas. Não adianta execrar assassinos e nem muito menos destruir 
reputações, se isto é promovido às custas do passionalismo e da 
curiosidade mórbida. A prisão não é o único e nem o mais eficiente 
desestímulo à banalização da violência na classe média. Saber por que 
e como o dinheiro, a busca de status, a conquista do poder e a competição 
desenfreada contaminaram as relações sociais é também uma missão 
da imprensa, porque afinal ela existe para servir ao cidadão e à sociedade.

http://fndc.org.br/clipping/a-violencia-na-classe-media-item-diario-da-agenda
-da-imprensa-936969/

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ARGENTINA VAI INVESTIGAR A MORTE DO PRESIDENTE GOULART

A Justiça da Argentina anunciou, nesta quinta-feira, a intenção de investigar os motivos que levaram à morte do ex-presidente do Brasil, Jango Goulart, e de outros brasileiros desaparecidos durante exílio no país vizinho. A ação será tomada após o pedido do Ministério Público argentino, que investiga a Operação Condor – nome dado à série de golpes na América Latina durante as décadas de 60 e 70 e que tiveram influência dos Estados Unidos.
Procurador federal, Miguel Angel Osorio recebeu do governo brasileiro centenas de documentos oficiais da época, onde a maioria contém informações sobre os exilados e perseguidos. Jangogovernou o Brasil de 1961 a 1964, quando foi deposto pelo golpe militar. Após o evento, ele se exilou com a família no Uruguai e, depois, na Argentina, onde morreu, no dia 6 de dezembro de 1976 em Mercedes, cidade do Norte do país.
Em maio de 2013, foi anunciada a exumação dos restos mortais para serem periciados. O trabalho, feito em novembro envolveu, além da Comissão Nacional da Verdade, o Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Direitos Humanos e a Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. A expectativa da comissão e dos parentes de Goulart é que os resultados sejam entregues no fim do primeiro semestre deste ano.
Comissão da Verdade
Na capital gaúcha, a Comissão da Verdade do Rio Grande do Sul, com o apoio declarado da Comissão da Verdade de São Paulo, quer pedir ajuda aos Estados Unidos para que colaborem nas investigações através dos depoimentos dos agentes norte-americanos que atuaram na Operação Condor, de repressão a opositores dos regimes ditatoriais da América do Sul.
João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart (1919-1976), depôs na comissão Vladmir Herzog, da Câmara Municipal de São Paulo na antevéspera e, durante sua exposição, disse esperar que o Ministério Público brasileiro “tenha a autonomia e a soberania necessária para abrir uma ação cautelar que permita realizar a oitiva de agentes norte-americanos” que atuaram no país durante a ditadura militar (1964-1985). A solicitação de ajuda aos EUA, através do governo brasileiro, será feita depois que saírem os resultados da exumação, “algo que pode demorar entre seis meses e um ano”. Presidente da Comissão da Verdade de São Paulo, o médico e vereador Gilberto Natalini apoia a ideia de Goulart Filho.
– Tudo se encaixa. O regime foi eliminando de 75 em diante todos aqueles que viriam a atrapalhar o processo de abertura – assegura.
Exames póstumos
Para legitimar o pedido, João Vicente citou como exemplo o juiz Baltasar Garzón, que pediu ao governo argentino informações sobre o desaparecimento de espanhóis durante a ditadura no país sul-americano e do Chile, que solicitou esclarecimentos sobre a morte de seu ex-presidente Eduardo Frei Montalva, em 1982, por suspeitas de envenenamento.
Em relação à morte de Jango, os depoimentos citam o serviço de inteligência norte-americano, a CIA, além do chefe do Departamento de Ordem Política e Social (Dops) de São Paulo, o delegado Sérgio Fleury. Mas, segundo indicou Natalini, eles podem ter relação com muitos outros assassinatos.
A família de João Goulart aguarda, atualmente, os resultados da exumação do corpo do ex-presidente, deposto pelo golpe militar de 1964. O procedimento está sendo feito no exterior porque “o Brasil não tem a tecnologia necessária para examinar os ossos em busca de uma das 35 mil substâncias que podem comprovar que houve envenenamento”, disse João Vicente. Em seu depoimento, ele lembrou do testemunho do uruguaio Mario Neira, que contou à Polícia Federal em 2006 que o ex-presidente teria sido envenenado com uma troca de comprimidos, tomados diariamente por problemas no coração. Neira teria trabalhado para a ditadura uruguaia.
http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/argentina-avisa-ao-brasil-que-investigara-a-morte-do-presidente-jango-goulart/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

AUDIOVISUAL DO MIN. DA CULTURA LAMENTA MORTE DE EDUARDO COUTINHO

Nota de Pesar - SAV

Escrito por: Redação
Fonte: Ministério da Cultura
02.02.2014

Integrante do Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE nos anos 60, iniciou as filmagens do então filme de ficção Cabra Marcado Para Morrer, sobre as Ligas Camponesas, que foi interrompido pelo Golpe Militar de 64. Retomado em 1981, Coutinho encontrou os personagens e documentou a história da família de camponeses que, como o filme, foi dispersada no período ditatorial. Cabra Marcado Para Morrer, o documentário, é um dos principais filmes da história do cinema brasileiro e abriu caminho para uma das carreiras mais profícuas e importantes de nosso cinema.

A partir de Santo Forte (1999), Coutinho aperfeiçoa seu estilo de escuta e construção de personagens no documentário. Seu humanismo e sua alteridade se refletem esteticamente em documentários sobre os mais diversos aspectos da vida brasileira como a religiosidade (Santo Forte, 1999), as relações entre os moradores de um prédio em Copacabana como metáfora social e antropológica do nosso país (Edifício Master, 2002), sobre os operários anônimos que participaram das greves operárias do ABC, junto a Lula (Peões, 2004), sobre a passagem do tempo e a velhice (O Fim e o Princípio, 2005).

Um dos seus documentários mais radicais, Jogo de Cena (2005), Coutinho filma depoimentos de mulheres comuns contando suas histórias de vida, intercaladas por atrizes, contando as mesmas histórias, aprofundando sua pesquisa sobre o cinema, a realidade e a construção de histórias a partir do filtro de uma câmera.


A este seguem-se Moscou (2009) e As Canções (2011).

Coutinho deixará uma enorme lacuna no cinema documental contemporâneo. Suas obras, porém, permanecerão como clássicos do gênero a inspirar as novas gerações.

Mario Borgneth
Secretario do Audiovisual
Ministério da Cultura

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A MORTE DE KADAFI ESCONDE MUITOS FATOS


A Honra Reconquistada de Muammar al-KadafiImprimirE-mail
ESCRITO POR MÁRIO MAESTRI   
SEGUNDA, 24 DE OUTUBRO DE 2011


Muammar Abu Minyar al-Kadafi caiu combatendo na defesa da independência nacional de sua nação. Resistiu, cidade por cidade, quarteirão por quarteirão, casa por casa, até ficar encurralado com seus derradeiros companheiros e companheiras, feras indomáveis, nos poucos metros de terra líbia livre. Como dissera, enfrentou até a morte, irredutível, a coligação das mais poderosas nações imperialistas ocidentais. Ferido, foi preso, achincalhado, arrastado, torturado e, já moribundo, assassinado.

Em torno dele desencadernava a canalha armada e excitada que se banqueteava, havia semanas, rapinando, executando, violando a população da cidade heróica de Sirte, arrasada por sua resistência à recolonização do país. Sirte, no litoral mediterrânico, com mais de 130 mil habitantes, foi sede de universidade pública, destruída, e do terminal do impressionante rio artificial que retira as águas fósseis do deserto do Saara para aplacar a sede das populações e agricultura líbia.

Nas últimas cidades rebeldes, encanzinados franco-atiradores, homens e mulheres, jovens e adultos, foram calados com o arrasamento pela artilharia pesada dos prédios em que se encontravam. Estradas, portos, centrais elétricas e telefônicas, quartéis, escolas, creches, hospitais, aeroportos, estações televisivas e radiofônicas, a infra-estrutura do país construída nas últimas quatro décadas, foi arrasada por seis meses de ataques aéreos, navais e missilísticos – mais de cinqüenta mil bombas! –, responsáveis por enorme parte dos talvez cinqüenta mil mortos, em população de pouco mais de seis milhões de habitantes.

A lúgubre paz dos cemitérios reina finalmente sobre a Líbia submetida. Quarenta e dois anos após a conquista de sua independência nacional, a Líbia retorna ao controle neocolonial do imperialismo inglês e francês, que se dividiram a hegemonia sobre o país após a 2ª Guerra, que pôs fim à dura dominação colonial da Itália fascista. Tudo, é claro, sob a vigilância impassível da hiena estadunidense.

Em 1969, o então jovem coronel Muammar, com 27 anos, chegava do deserto para comandar o golpe de jovens militares pela independência e unidade da Líbia, animado pelas esperançosas idéias do pan-arabismo de corte nacionalista e socialista. Do movimento surgiu um Estado laico, progressista e anti-imperialista, que nacionalizou os bancos, as grandes empresas e os recursos petrolíferos do país.

Quarenta e três anos mais tarde, Kadafi cai simbolizando os mesmos ideais. Com sua morte, expia dramática e tardiamente sua irresponsável tentativa de acomodação às forças do imperialismo, empreendida após a vitória mundial da contra-revolução liberal.

Quem abraça o demônio, jamais dirige a dança! Foi o movimento de privatizações, de “austeridade”, de abertura ao capital mundial, de apoio às políticas imperialistas na África etc., sob os golpes da crise mundial, o grande responsável pela perda de consenso social de ordem que, no contexto de suas enormes contradições, realizara a mais ampla e democrática distribuição popular da renda petroleira das nações arábico-orientais.
 Leia a íntegra em:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

QUEM LINCHOU KADAFI É MELHOR QUE KADAFI?


Qualquer que seja a opinião sobre Muammar Khaddafi, ou sobre qualquer pessoa, é enojante ver uma pessoa ser covardemente assassinada, desarmada e ferida. O vídeo divulgado pelas tevês árabes o mostra vivo e cambaleante, sendo assassinado por um grupo armado. Não é um bom cartão de visitas para um movimento que se proclama democrático e defensor dos direitos humanos os quais afirmava que Khaddafi violava.
Estas cenas de barbárie mostram que o Brasil faz muito bem em aguardar na normalização da situação líbia, pois demonstra que, no mínimo, não há controle central sobre os grupos armados e faz supor que esteja acontecendo uma liquidação em massa de figuras ligadas ao antigo Governo, sem julgamento e através da simples execução sumária ou linchamentos.
Fez muito bem a presidenta Dilma Rousseff em dizer que um assassinato, seja de quem for, não deve ser comemorado.
Infelizmente, os líderes mundiais e boa parte da imprensa parecem ficar possuídos de uma mórbida alegria com este tipo de atitude. Não é para menos, depois que os líderes do governo americano foram comemorar na televisão a execução sumária e o lançamento ao mar do corpo de Osama Bin Laden.
Se condenaram e até lançaram ataques aéreos contra o regime de Kaddhafi – a quem adularam durante anos para combater o extremismo islâmico, comprar petróleo e vender armas – por este tipo de atrocidade, o que dizer dos que fazem o mesmo?
Da mesma forma, a resolução da ONU que autorizou o início da força para proteger populações civis contra os poderes do Governo foi, igualmente, um exercício de hipocrisia, tanto que os aviões da Otan continuaram bombardeando sem cessar os redutos onde apenas tentavam sobreviver os remanescentes do regime. Estava claro que o objetivo jamais foi negociar uma normalização da vida no país e a plenitude democrática. Do início ao fim, o objetivo era criar um novo governo sobre o cadáver de Khadafi.
Viva a civilização ocidental!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Jovens pregam assassinato de Dilma no Twitter

O blog do meu amigo Eduardo Guimarães (blogcidadania.com.br) traz grave denúncia: jovens passaram horas no domingo no twitter e no orkut fazendo apologia do assassinato da nova Presidenta da República. Eles lamentavam que não tenha surgido um "atirador de elite" para dar um tiro na cabeça de Dilma Roussef e de Lula.
Incrível manifestação de ódio, feita por filhinhos-de-papai mal formados, que não respeitam a vida humana e os valores democráticos. Imbecis mas nem por isso menos perigosos.
O Ministério Público já recebeu denúncias e certamente vai pedir punição exemplar para esses criminosos. se forem menores de idade, que os pais sejam responsabilizados pelo crime.