quarta-feira, 22 de outubro de 2014

ACLAMAÇÃO NO TUCA FOI MOMENTO MAIS LINDO DESTA CAMPANHA!

A força simbólica no ato com Dilma e Lula na PUC de São Paulo

Por Rodrigo Viannaoutubro 21, 2014 14:12por Rodrigo Vianna
Desde a campanha de 89 que não se via um ato político com tamanha carga de emoção em 
São Paulo. Os paulistas que votam no PT (e também aqueles que, apesar de não gostarem 
tanto do PT, resolveram reagir à onda de ódio e conservadorismo que tomou conta das ruas) 
foram nesta segunda-feira/20 de outubro para o TUCA – histórico teatro da PUC-SP, no bairro 
de Perdizes.
O TUCA tem um caráter simbólico. E o PT, há tempos, se descuidara das batalhas simbólicas. 
O TUCA foi palco de manifestações contra a ditadura, foi palco de atos em defesa dos Direitos 
Humanos. Portanto, se há um lugar onde os paulistas podem se reunir pra dizer “Basta” à onda conservadora, este lugar é o teatro da PUC.
O PT previa um ato pra 500 ou 800 pessoas, em que Dilma receberia apoio de intelectuais e 
artistas. Aconteceu algo incrível: apareceu tanta gente, que o auditório ficou lotado e se 
improvisou um comício do lado de fora – que fechou a rua Monte Alegre.
Em frente ao belo prédio, com suas arcadas históricas, misturavam-se duas ou três gerações: 
antigos militantes com bandeiras vermelhas,  jovens indignados com o tom autoritário e cheio 
de ódio da campanha tucana, e também o pessoal de 40 ou 50 anos – que lembra bem o que 
foi a campanha de 89.
No telão, a turma que estava do lado de fora conseguiu acompanhar o ato que rolava lá dentro. 
Um ato amplo, com gente do PT, do PSOL, PCdoB, PSB, além de intelectuais e artistas que 
estão acima de filiações partidárias (como o escritor Raduan Nassar), e até ex-tucanos 
(Bresser Pereira).
Bresser, aliás, fez um discurso firme, deixando claro que o centro da disputa não é (nunca foi!) 
corrupção, mas o embate entre ricos e pobres. “Precisou do Bresser, um ex-tucano, pra trazer 
a luta de classes de volta à campanha petista” – brincou um amigo jornalista.
Gilberto Maringoni, que foi candidato a governador pelo PSOL em São Paulo, mostrou que o 
partido amadurece e tende a ganhar cada vez mais espaço com uma postura crítica – mas 
não suicida. Maringoni ironizou o discurso da “alternância de poder” feito pelo PSDB e pela 
elite conservadora: “Somos favoráveis à alternância de poder. Eles governaram quinhentos 
anos. Nos próximos quinhentos, portanto, governaremos nós”.
O “nós” a que se refere Maringoni não é o PSOL, nem o PT. Mas o povo – organizado em 
partidos de esquerda, em sindicatos, e também em novos coletivos que trazem a juventude 
da periferia para a disputa.
Logo, chegaram Dilma e Lula (que vinham de outro ato emocionante e carregado de apelo 
simbólico – na periferia da zona leste paulistana). Brinquei com um amigo: “bem que a Dilma 
agora podia aparecer nesse balcão do TUCA, virado pro lado de fora onde está o povo…”
O amigo respondeu: “seria bonito, ia parecer  Dom Pedro no dia do Fico”. Muita gente pensou 
a mesma coisa, e começaram os gritos: “Dilma na janela!”
Mas a essa altura, 10 horas da noite, só havia o telão. As falas lá dentro, no palco do Teatro, 
foram incendiando a militância que seguia firme do lado de fora – apesar da chuva fina que 
(finalmente!) caía sobre São Paulo. Vieram os discursos do prefeito Fernando Haddad, de 
Roberto Amaral (o presidente do PSB que foi alijado da direção partidária porque se negou a 
alugar, para o tucanato, a histórica legenda socialista), e Marta Suplicy…
Vieram os manifestos de artistas e professores – lidos por Sergio Mamberti. E surgiram 
também depoimentos gravados em vídeo: Dalmo Dallari (o antigo jurista que defende os 
Direitos Humanos) e Chico Buarque.
Quando este último falou, a multidão veio abaixo. A entrada de Chico na campanha teve 
um papel que talvez nem ele compreenda. Uma sensação de que – apesar dos erros e 
concessões em 12 anos de poder – algo se mantem vivo no fio da história que liga esse 
PT da Dilma às velhas lutas em defesa da Democracia nos anos 60 e 70.
Nesse sentido, Chico Buarque é um símbolo só comparável a Lula na esquerda brasileira.
Aí chegou a hora das últimas falas. Lula pediu que se enfrente o preconceito. Incendiou 
a militância. E Dilma fez um de seus melhores discursos nessa campanha. Firme, feliz.
O interessante é que os dois parecem se completar. Se Lula simboliza que os pobres e 
deserdados podem governar (e que o Estado brasileiro não deve ser um clube de defesa 
dos interesses da velha elite), Dilma coloca em pauta um tema que o PT jamais tratou 
com a devida importância: a defesa do interesse nacional.
Dilma mostrou – de forma tranquila, sem ódio – que o PSDB tem um projeto de apequenar 
o Brasil. Lembrou os ataques ao Brasil nas manifestações contra a Copa (sim, ali o que se 
pretendia era rebaixar a auto-estima do povo brasileiro, procurando convencê-lo de que 
seríamos um povo incapaz de receber evento tão grandioso), lembrou a incapacidade dos 
adversários de pensarem no Brasil como uma potência autônoma.
Dilma mostrou clareza, grandeza e calma. Muita calma.
Quando o ato terminou, já passava de 11 da noite. E aí veio a surpresa: Dilma foi – sim – 
pra janela, para o balcão do Teatro voltado pra rua.
dilma-no-tucaNo improviso, sem microfone, travou 
um diálogo com a multidão, usando 
gestos e sorrisos. Parecia sentir a 
energia que vinha da rua. Dilma, uma 
senhora já perto dos 70 anos (xingada 
na abertura da Copa, atacada de forma 
arrogante nos debates e na imprensa), 
exibiu alegria e altivez.
Foram dez minutos, sem microfone, sem marqueteiro. O povo cantava, e Dilma respondia – 
sem palavras. Agarrada às grades do pequeno balcão, pulava e erguia o punho cerrado para 
o alto. Não era o punho do ódio. Mas o punho de quem sabe bem o lado que representa.
Dilma não é uma oradora nata, não tem o apelo popular de um Lula. Mas nessa campanha 
ela virou líder. O ato no TUCA pode ter sido o momento a marcar essa passagem. Dilma 
passa a ser menos a “gerente” e muito mais a “liderança política” que comanda um projeto 
de mudança iniciado há 12 anos.
Dilma traz ao PT uma pitada de Vargas e Brizola, de trabalhismo e de defesa do interesse 
nacional. E o PT (com apoio da  militância popular, não necessariamente petista) finalmente 
parece ter incorporado Dilma não como a “continuadora da obra de Lula”, mas como uma 
liderança que se afirma por si. Na luta concreta.
Uma liderança que – na reta final, nessa segunda-feira de garoa fina em São Paulo – pulava 
feito menina no ritmo da rua, pendurada no histórico balcão da PUC de São Paulo. Dilma 
ficou maior.
http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/palavra-minha/forca-
simbolica-ato-com-dilma-e-lula-na-puc-de-sao-paulo/#comment-
113077

NO RIO DE JANEIRO, DILMA TEM 12% DE VANTAGEM SOBRE O PLAYBOY...

Dilma abre 12 pontos de vantagem no Rio e chega a 56%

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A íntegra da pesquisa está aqui.
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TV GLOBO AVISA QUE TENTARÁ UM GOLPE CONTRA DILMA!

Como será o grito de desespero final da 

Globo?

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Bem, ao menos sabemos de onde virá o estertor final deste aecismo bolsonárico, midiático e violento que tomou conta da oposição.
Virá da Globo, obviamente.
Botarão o delator ladrão para acusar Dilma ou pessoas ligadas à Dilma.
Em editorial de hoje, a Globo já sinalizou que prepara o golpe, inclusive negando que é um golpe.
O texto da Globo começa assim:
“A visão conspiratória de que o escândalo na Petrobras obedeceria a um enredo sob encomenda para desestabilizar a candidatura de Dilma Rousseff não sobrevive a um mínimo de bom senso. O andamento das investigações da Operação Lava-Jato, da PF — a que devassou os laços entre o doleiro Alberto Yousseff e o diretor da estatal Luís Roberto Costa (…)”
Não manipule, Globo!
Uma coisa é a Operação Lava Jato, desencadeada pela Polícia Federal, a mesma PF que os tucanos praticamente desmontaram quando governaram o país.
A Operação Lava Jato, que prendeu Yousseff e Costa, é mérito de Dilma. Ponto final.
No governo FHC, a PF não investigava, quanto mais se o caso envolvia aliados no Congresso.
A delação premiada, no entanto, da maneira como tem sido conduzida, é golpe.
Porque permite que um ladrão acuse Deus e o mundo, em plena eleição, sem nenhuma prova.
E a imprensa golpista repercute tudo o que ele diz como se fosse verdade.
Não é verdade enquanto não houver provas, concretas.
A delação premiada é um absurdo penal, na opinião da maioria dos juristas e constitucionalistas.
Permite que um ladrão acuse outros, sem provas, não dando direito a defesa a quem é acusado.
Mas do jeito que foi espetacularizada, no caso Petrobrás, é mais que um absurdo.
É golpe mesmo.
Foi feita sim, para influenciar as eleições e o destino do Brasil.
O próprio Globo hoje traz matéria dizendo que foi Dilma quem nomeou João Vaccari Neto para conselho de Itaipu.
Vaccari foi acusado pelo delator premiado, mas sem apresentar nenhuma prova.
A matéria, portanto, é uma tentativa ridícula de ligar o nome da presidenta ao escândalo da Petrobrás.
Ridícula triplamente.
Primeiro porque não há nenhuma prova contra Vaccari. Há uma delação confusa, interessada, possivelmente armada por tucanos do Paraná, junto aos advogados dos réus, para desviar a atenção pública de si mesmos, jogando a culpa nos outros.
Tadinho do Costa, envolveu-se com políticos…
Tadinho do Yousseff, entrou nessa de novo…
Segundo porque, mesmo que Vaccari fosse um psicopata, coisa que ele não é, Dilma apenas o nomeou para um conselho, quando era Ministra.
Terceiro porque Vaccari é um quadro antigo e respeitado do Partido dos Trabalhadores.
Aécio nomeou um desembargador quando era governador de Minas, que foi denunciado por vender habeas corpus para traficantes.
Quem confessou foi o próprio primo de Aécio, Tancredo Tolentino, o Quedo, que era seu comparsa.
Há provas, e há um vídeo exibido pela própria Globo, há alguns anos, com a confissão de Quedo.
O prédio onde os habeas corpus eram vendidos hoje abriga o comitê de campanha de Aécio Neves em Cláudio, Minas Gerais.
Leia a brilhante reportagem do Diario do Centro do Mundo, que revela o submundo patrimonialista, nepotista e corrupto da família Neves em Minas Gerais.
A Globo continua tentando enganar a opinião pública.
Quer que os brasileiros elejam um sujeito irresponsável, que usou mais de R$ 14 milhões de verba pública para fazer um aeroporto na fazenda do titio, e a seis quilômetros de sua propriedade.
Um aeroporto para uso exclusivo, porque só ele usava.
E usava ilegalmente, porque o aeroporto não tinha autorização da Anac.
A vitória de Dilma no domingo será uma vitória da lucidez de um povo contra a manipulação de uma mídia historicamente golpista, que já enganou o povo outras vezes, sempre com a mesma ladainha de corrupção.
Uma corrupção que, em verdade, nasce na Globo.
Porque é a corrupção da verdade e da informação que dá origem a toda corrupção.
A corrupção da informação envenena a sociedade e a impede de criar instrumentos autênticos e eficazes para se combater o desvio de dinheiro público.
Não se combate corrupção com ódio. Combate-se com investimento em transparência, como fizeram Lula e Dilma, e contratação de mais agentes de investigação, como fizeram Lula e Dilma.
O governo FHC, que podemos chamar também de governo Aécio, quase destruiu a Polícia Federal.
O governo FHC/Aécio foi, de longe, o governo mais corrupto da nossa história. Porque roubou nossos principais patrimônios, a Vale, a Telebrás, metade da Petrobrás, e os vendeu a preço de banana a especuladores estrangeiros. E ainda usou dinheiro público, do BNDES, para emprestar aos compradores!
O Brasil já sabe que Aécio é hostil à transparência. Aécio, portanto, é amigo da corrupção.
Por que o governo Aécio/Anastasia, que acaba de perder a eleição em Minas Gerais, esconde quanto dinheiro público foi destinados às rádios de Aécio e sua irmã?
Dilma apoiou a criação de leis de transparência, leis que o governo mineiro está infringindo.
A Globo não quer saber quanto dinheiro público saiu do governo de Minas para as rádios de Aécio?
A Globo quer que acreditemos que a corrupção no Brasil será solucionada com mais um escândalo sensacionalista, baseada na palavra de uma pessoa sem credibilidade?
A PF e o Ministério Público estão investigando a corrupção na Petrobrás, que é óbvio que existe, assim como existe corrupção em qualquer empresa pública ou privada no país.
Ou não há corrupção na Globo?
Ou a Globo não sonega impostos, sistematicamente, desde a sua fundação?
A corrupção, infelizmente, é inerente ao homem. E deve ser combatida com instrumentos adequados.
O sensacionalismo midiático apenas serve para acobertar os verdadeiros casos de corrupção.
Faz muito barulho e não traz resultados.
Ao contrário, um processo atabalhoado, cheio de vazamentos, compromete a seriedade de qualquer investigação, e tende a ser anulado.
Dilma tem compromisso com o combate à corrupção.
Aécio, não.
Aécio tem compromisso com o que existe de mais podre na política brasileira: a banda podre do PMDB, Malafaia, Feliciano, DEM, ruralistas e reacionários de maneira em geral.
Então pode-se afirmar que seu governo seria, necessariamente, o mais corrupto da nossa história.
Tudo acobertado, naturalmente, pela Globo.
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O AR NO BRASIL FICARÁ MAIS PURO: LOBÃO E ROGER VÃO PRÁ SUA PÁTRIA, MIAMI

Sem Aécio e Lobão, o Brasil vai bater um bolão!

Está chegando a hora de Deus provar que é brasileiro. Há algumas semanas, o roqueiro-reaça Lobão fez uma promessa ao país: se Dilma Rousseff se reeleger, ele se manda daqui.
Será que merecemos tanto?
As más (boas) línguas dizem que, se a presidente vencer a eleição, Lobão, de brinde, ainda levaria outro roqueiro-reaça junto: Roger, aquele que já avisava o país há décadas, em música muito popular, que ele e sua turma não sabiam eleger presidente por serem “inútil”.
Lobão fez essa promessa em encontro recente com outros artistas “inútil” em um espaço esvaziado na rua Frei Caneca, em São Paulo. Ao lado de Regina “tenho medo” Duarte, o roqueiro-reaça dizia-se apavorado com a “ditadura” do PT, que, à diferença dos regimes de que gosta, permite que ele vitupere tudo que passa por sua cabeça oca.
Ano passado, em entrevista ao Roda Viva, programa de uma TV que deveria ser pública e que o PSDB aparelhou, Lobão defendeu ardorosamente o golpe militar de 64. Segundo ele, graças à ditadura “A gente se safou de algo muito pior”. E defendeu a tortura de militantes de esquerda: “Arrancaram só umas unhazinhas”.
Veja só, portanto, leitor, quanta coisa boa pode resultar ao Brasil se Dilma se reeleger: Lobão, se tiver palavra, se manda daqui, leva o seu amigo inútil com ele e, glória das glórias, ainda nos livramos do aprendiz de ditador Aécio Neves, que conseguiu implantar censura em Minas em plena democracia.
Diante de tantas possibilidades alvissareiras, a veia poética do blogueiro pulsa com um verso que poderia virar mote nas festas comemorativas da vitória de Dilma que se espalharão pelo país na noite do próximo domingo:
“Sem Aécio e Lobão, o Brasil vai bater um bolão”
Estou treinando a voz desde já. Não quero, além de blogueiro sujo, ser também um blogueiro desafinado.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/10/sem-aecio-e-lobao-o-brasil-vai-bater-um-bolao/

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

FUNDO DE PENSÃO DA PETROBRÁS DESMENTE VIRA-LATA DA VEJA

Caro Reinaldo Azevedo,
A propósito da nota intitulada “A quadrilha atuou também no fundo de pensão da Petrobras, diz PF”, publicada em seu blog na quinta-feira, a Previ não tem déficit de R$ 5 bilhões. A instituição vem apresentando sucessivos superávits acumulados em seu principal plano administrado, o Plano 1, que encerrou 2013 com mais de R$ 24 bilhões acima do montante necessário para arcar com todos os compromissos atuais e futuros com seus participantes (de R$ 114 bilhões), totalizando ativos de R$ 138 bilhões. Esses dados constam do Relatório Anual disponível na área pública do site da Previ.
Além disso, graças ao cenário econômico favorável e à gestão ativa pautada exclusivamente por critérios técnicos, a rentabilidade da Previ foi de 507,89% nos últimos dez anos, contra uma meta atuarial de 225,97%. É essa visão de longo prazo que deve sempre guiar as diretrizes de um fundo de pensão.
Roberto Sabato
Gerente Executivo de Comunicação

PESQUISAS CAEM NA REAL, E MOSTRAM DILMA NA FRENTE!!!