Mostrando postagens com marcador água. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador água. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de agosto de 2015

DILMA COMEÇA A VIRAR O JOGO, PELO NORDESTE

O novo timing de Dilma, a mudança de reação no Nordeste e os estereótipos

WALTER SANTOS

:
Quem acompanhou a rotina e efeitos da presidenta Dilma Rousseff no decorrer da semana finda pode admitir que, enfim, a chefe do Executivo Federal passou a construir de fato uma agenda positiva em torno de seu mandato, sobretudo porque, sem sua interferência, enquanto ela trata de pautas relevantes, no paralelo graves problemas surgidos na Câmara Federal aliviaram o tom de golpe exercido pelo presidente Eduardo Cunha, cada vez mais enfurecido e frágil a se definhar.
Mesmo assim, só quem pode dimensionar à altura o significado da reversão de imagem e relacionamento de Dilma é quem acompanhou de perto suas últimas agendas no Nordeste – região que a elegeu e está ainda com posição de reprovação, segundo pesquisas – devendo reverter tal situação diante dos últimos fatos registrados.
A presença de Dilma, sexta-feira, em Cabrobó, interior de Pernambuco, inaugurando a primeira fase do projeto denominado de Transposição do São Francisco passou a conviver com reação popular espontânea, que há tempos ela não experimentava. E não era claque partidária, posto que as caras e pessoas em torno da inauguração são na verdade os maiores beneficiários da água boa de beber, agora chegando próxima dos nordestinos do semiárido passando a significar oportunidade de viver melhor.
Foi preciso São Paulo sofrer fortemente com a estiagem e os efeitos da redução dos recursos hídricos para entender a importância de tratar a seca como fator climático a exigir políticas públicas consistentes, como acaba de apresentar ao Nordeste a presidenta Dilma Rousseff. Neste particular, o Governo do PT se consolida com ações concretas enquanto o Governo do PSDB patina sem resolver os problemas da crise hídrica de São Paulo.
Ressalte-se que a importância da obra da Transposição está nos efeitos imediatos numa região que embalava o mesmo coro de reprovação do Governo Dilma, mas que, como denotou a reação popular em Cabrobó e outros estados, a nova agenda de efetivação de obras e serviços tende a construir outro nível de avaliação, aí sim positiva em face dos trabalhos desenvolvidos pela gestão da presidenta.
E tudo isto está longe de subserviência ou desqualificação social de saber escolher seus dirigentes políticos, como insinuam os sectários contra os Nordestinos buscando impingir um estereótipo que está longe da realidade onde, ao contrário, nesses 9 estados no País o que mais se tem é capacidade de resistir às adversidades construindo lutas e condições para desenvolver o País.
Dilma se recupera no Nordeste pela proximidade e exposição concentradas de obras e políticas sociais fundamentais. Mas precisa ir mais longe na retomada dos investimentos nos 9 estados.
https://www.brasil247.com/pt/colunistas/waltersantos/194020/O-novo-timing-de-Dilma-a-mudan%C3%A7a-de-rea%C3%A7%C3%A3o-no-Nordeste-e-os-estere%C3%B3tipos.htm

quinta-feira, 30 de julho de 2015

ALCKMIN COMPRA A JOVEM PAN E A CBN, MAS NÃO O CHARLIE HEBDO...

Charlie Hebdo aborda tema tabu da mídia brasileira


(do site da ABRAJI, reproduzido no GGN, de Luis Nassif)9
Charlie Hebdo publica reportagem ilustrada sobre crise da água em São Paulo 


TwitterFacebookEmailCompartilhe

O cartunista Riss, diretor do Charlie Hebdo, fez um pedido aos organizadores do 10º Congresso da Abraji: durante sua passagem pelo Brasil, queria cobrir a escassez de água em São Paulo e entender como os 11 milhões de moradores estavam se adaptando à estiagem.
A equipe da Abraji acompanhou o jornalista em visitas a comércios e residências na zona Oeste da cidade e articulou uma excursão à represa de Atibainha, parte do Sistema Cantareira. A viagem de 150 km foi feita em viaturas blindadas da Polícia Federal e em companhia do grafiteiro Thiago Mundano, um dos artistas que têm acompanhado e retratado a crise de abastecimento. É dele o famoso grafite que dá as boas-vindas ao "deserto da Cantareira".
Riss pretendia visitar uma favela para saber exatamente como a crise de abastecimento tem afetado a população mais pobre da cidade. Por segurança, os agentes da Polícia Federal excluíram essa possibilidade.
A reportagem em quadrinhos, publicada na edição nº 1.200 do jornal, descreve técnicas usadas por moradores para reaproveitar água, menciona o uso de copos descartáveis em lanchonetes e nota que, com as torneiras secas, São Paulo é cortada por grandes rios – transformados em esgoto a céu aberto.
O cartunista também menciona que a Sabesp tem papéis negociados na bolsa de Nova York e pergunta, observando o famoso relógio de água do Shopping Iguatemi, se a água será em breve um produto de luxo.
Riss esteve no Brasil para participar do 10º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, realizado pela Abraji no começo do mês.
Abaixo, a reprodução da reportagem em quadrinhos. Clique neste link para fazer o download da imagem em tamanho grande:

sábado, 1 de novembro de 2014

NACIONALIZAÇÕES PERMITEM À BOLÍVIA EXPORTAR ENERGIA, DIZ EVO MORALES

Evo Morales quer transformar Bolívia em "centro energético" da América do Sul


Roma, 29 out (EFE).- O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou nesta quarta-feira que quer transformar seu país no "centro energético" da América do Sul após "recuperar" a exploração dos recursos naturais de seu território com as nacionalizações no setor.
Durante uma conferência que deu em Roma chamada "Solidariedade, complementaridade e autodeterminação dos povos", Evo assegurou que nacionalizar empresas fez com que 92% do lucro seja revertido para os bolivarianos.
"Em vão nos diziam que se nacionalizássemos não haveria investimento", lembrou Morales, ao garantir que em 2014 o lucro com essas empresas foi de mais de US$ 3 bilhões.
"Foi tão importante nacionalizar porque nos libertou das chantagens do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI)", continuou Morales.
O Estado controla agora os serviços básicos - água, telefonia e energia, "direitos humanos que não podem ser negócios".
Ele confessou que não esperava que a situação econômica do país mudasse "tão rapidamente" após as nacionalizações, decretadas em 1º de maio de 2006, e afirmou que o ministro da Economia boliviano "é convidado por universidades dos Estados Unidos para explicar o modelo contra a chantagem do FMI".
Após realizar estas nacionalizações, Morales defendeu que a Bolívia invista parte desse lucro em energia solar, o que disse já ocorrer, e ano que vem apostará na energia geotérmica, com o objetivo de "exportar mil megawatts em 2020".
"Exportar energia para outros países do entorno garantirá o crescimento econômico do país", disse.
Segundo ele, a receita das nacionalizações deu "uma oportunidade para quem nunca teve" e citou o exemplo de "mães de famílias pobres que criaram pequenos negócios".
O lucro é investido também, disse o presidente boliviano em educação, e que com isso conseguiram "reduzir a evasão escolar, que era de 6% para os atuais 1%". Ele sentenciou que "não haverá mais analfabetos na Bolívia". EFE
https://br.noticias.yahoo.com/evo-morales-quer-transformar-bol%C3%ADvia-centro-energ%C3%A9tico-am%C3%A9rica-211517126--finance.html

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

OBA! FALTA ÁGUA ATÉ EM RESTAURANTES DE SP E ELEITORES FESTEJAM!!!

Falta de água e o crime da imprensa

Por Altamiro Borges

A falta de água em São Paulo já atinge graus extremos, colocando em risco a própria saúde pública. Mesmo assim, a midiazona paulista não faz alarde sobre esta tragédia. A omissão é um verdadeiro estelionato eleitoral, mais um crime da velha imprensa. Ela visa livrar a cara do governador reeleito Geraldo Alckmin, do PSDB e, em especial, do cambaleante Aécio Neves. A Folha tucana publicou neste domingo (12) uma notinha, bem minúscula, informando que as torneiras já secaram até nos restaurantes de Pinheiros, bairro nobre da capital paulista. Vale conferir:

*****

Falta de água atinge restaurantes de Pinheiros por 8 horas

Restaurantes de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, ficaram sem água por ao menos oito horas neste sábado (11), segundo gerentes de estabelecimentos locais. Rogério Santana, do Consulado da Bahia, reclamou que o problema começou às 11h e não tinha sido resolvido até às 19 horas. A Sabesp informou não ter recebido reclamações da região, mas disse que enviou técnicos para vistoriar a rede. Em Campinas, metade do 1,2 milhão de habitantes ficou sem água entre o fim da tarde de sexta (10) e o sábado (11).


*****

Se a midiazona fosse menos partidarizada e seletiva, os relatos da falta de água já teriam resultado em manchetes nos jornalões e em críticas nos telejornais. Na semana passada, a própria presidente da Companhia de Saneamento Básico (Sabesp), Dilma Pena, admitiu pela primeira fez que “existe, sim, falta de água”. Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal, ela confessou que o problema decorre da queda dos reservatórios do Sistema Cantareira, que abastece 8,8 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo. Ela só fez essa confissão três dias após a votação do primeiro turno, em mais uma prova do estelionato eleitoral que enganou tantos paulistas.

Num afronta à inteligência dos paulistas, a presidenta da Sabesp ainda tentou justificar a tragédia. Ela disse que “não existe racionamento, mas administração da disponibilidade da água”. Ela “tucanou” a falta de água e garantiu que o problema é pontual. Pesquisa Datafolha realizada em agosto, mas que teve pouco destaque nos jornalões e nas emissoras de rádio e tevê, evidenciou que a crise no setor não tem nada de “pontual”: 46% dos entrevistados relataram ao menos um corte de água nos 30 dias anteriores; em maio, 35% dos paulistas já tinham denunciado problemas.

A presidenta da Sabesp havia sido convocada para depor na CPI em setembro. Mas fugiu para evitar respingos – sem água – nas eleições. A mídia tucana, que adora promover a escandalização da política – mas sempre de forma seletiva –, não fez qualquer pressão sobre o governo Alckmin. Da mesma forma, ela segue evitando dar destaque ao assunto. Possivelmente, só vai tratar do tema com mais responsabilidade, tentando se apresentar como neutra, após o segundo turno das eleições presidenciais. E ainda tem gente que acredita na midiazona. É preciso ser muito tapado! 

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/10/falta-de-agua-e-o-crime-da-imprensa.html#more

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

NO MEIO DOS TRABALHADORES, LULA DIZ QUE PESQUISAS NÃO VALEM NADA

LULA A PADILHA: JOGA NO
LIXO O GLOBOPE E A DATAFALHA

Pesquisa no Brasil virou casa de apostas​ (e o jn proclama o resultado- PHA)
O Presidente Lula e  o ex-ministro da Saúde e candidato do PT ao governo de São Paulo, 
Alexandre Padilha, estiveram na tarde desta terça-feira (5) na porta da fábrica da Ford em 
São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Enquanto Padilha se comprometeu a criar um Programa Nacional de Acesso ao 
Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) Paulista, Lula criticou as últimas pesquisas 
realizadas para o Governo do Estado.

“Eu acho que quando você vem aqui você v​ê​ que as pesquisas não significam 
absolutamente nada”, disse o Presidente.

“As pesquisas hoje funcionam como casa de apostas. Padilha, quando você sai daqui você 
vai ver que as pesquisas não valem de nada”, concluiu.


​O​utras frases do ​Nunca Dantes​:



“Ir na porta de uma fábrica em época de eleição sempre foi um motivo de muita 
alegria. Faço isso há décadas” 

“Essa peãozada ao longo da história tem sido motivo de orgulho” 

“Ao longo da história ela tem sido motivo de orgulho pra quem faz política como 
eu” 

“Se depender dessa peãozada você receberá o posto de governador de SP” 

“Você aguarde que agora começou o jogo” 

“A gente quer provar que é possível São Paulo ser melhor do que é. Ficam 
preocupados se vai faltar energia em Brasília enquanto aqui não tem água”

“A última empresa que entrou no Sistema Cantareira foi em 1982″

“Por vontade da companheira Dilma o Padilha largou o ministério para ser candidato 
a governador”



Aqui, declarações de Alexandre Padilha:


“Se a gente juntar o Corinthians meu e do Lula, juntar todos os times de São 
Paulo, não dá a militância do PT”

“Vocês trabalhadores poderão contar comigo quando eu for governador de 
São Paulo. Vamos criar o Pronatec paulista” 

“A campanha começa a partir dessa semana e amanhã às 5:30 estaremos em 
Diadema conversando com trabalhadores” 

“Ele (Alckmin) está vivendo em um mundo de propagandas do governo 
estadual, e a Sabesp é uma expressão de falta de sensibilidade”

“Ele talvez não esteja mais senti​n​do as dores do povo”

“Nós enfrentamos o PCC, quero ser governador para enfrentar o PCC, não como 
o governo atual, que não enfrenta o PCC”

” Vou achar estranho quando no PT estiver sobrando dinheiro para campanha”, 
disse. Em contrapartida, ele diz que está “resgatando o velho PT“
Alisson Matos, editor do Conversa Afiada

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/08/05/lula-a-padilha-joga-
no-lixo-o-globope-e-a-datafalha/

PADILHA MOSTRA COMO ALCKMIN TRAIU COMPROMISSO COM SÃO PAULO

Padilha: “Alckmin rompeu o contrato com a sociedade de São Paulo”


Durante entrevista coletiva à imprensa, o candidato a governador de São Paulo, Alexandre Padilha, da Coligação Para Mudar de Verdade (PT-PCdoB-PR) apontou falhas estruturais e afirmou que o governo do estado já aplica um racionamento de água na prática e que o compromisso assumido pela atual gestão há dez anos e que não saiu do papel.

Por Ana Flávia Marx


Ana Flávia Marx
Padilha: O PSDB está cansado em São PauloPadilha: O PSDB está cansado em São Paulo
O compromisso a que se referiu Padilha foi firmado na assinatura da Outorga do Sistema Cantareira, que daqui a cinco dias completa dez anos e que nada que foi prometido e planejado saiu do papel.

“É preciso ter transparência. A cada mês o governador Geraldo Alckmin fala uma coisa e a impressão que eu tenho é que assim que acabar a eleição, ele fará um pacote de maldades sobre o uso da água”, apontou Padilha.

Para o candidato, o principal problema é que existe um cansaço do PSDB que está há 20 anos no governo e não consegue enfrentar os problemas estruturantes. “O PSDB está cansado e é por isso que falta soluções inovadoras, transparência e diálogo com a sociedade”.

Há dez anos, o Departamento de Água e Energia Elétrica (DAEE) recomendou à gestão de Geraldo Alckmin que preparasse um plano de emergência para deter, na época, uma possível crise do abastecimento da água. A indicação consta na resolução 1213/2004 em que previa 12 meses para apresentar um plano de contingência e 30 meses para planejar medidas que reduzissem a dependência da Capital.

Alexandre Padilha negou qualquer intenção de fazer racionamento de água ou aplicar multa para os consumidores, caso se eleja governador.

“Sou contra a solução do padrão do governo Alckmin. Ele quer jogar na conta do cidadão a responsabilidade do contrato que ele rasgou”.

Programa "Água, dia e noite"

Padilha apresentou o programa “Água, dia e noite”, em que faz ao racionamento em que acontece na região metropolitana de São Paulo no período noturno e que contém as possíveis soluções para que, a curto, médio e longo prazo, o estado de São Paulo possa ter segurança hídrica.

O conjuntos das ações propostas pelo candidato foram orçadas em 5 bilhões de reais, valor menor que o lucro da Sabesp, empresa responsável pelo planejamento e abastecimento de água no estado.

Foram apresentadas propostas de interligação e transposição de bacias, captação água de outras regiões, ampliação da capacidade de tratamento e redução de perdas e desperdícios.

Padilha quer também combater o desperdício de uso da água na área urbana, criar incentivos para programa de reuso da água nas grandes cidades e indústrias e integrar políticas de habitação, saneamento e meio ambiente.


http://www.vermelho.org.br/sp/noticia/246802-39



terça-feira, 29 de julho de 2014

ALCKMIN PERDE MANOBRA ELEITORAL E TERÁ QUE RACIONAR ÁGUA

MPF MANDA
ALCKMIN RACIONAR ÁGUA

Por que o Cerra e ele não fizeram cisternas ?
Segundo o Globo (enterrado no pé da pág. 6), o Ministério Público Federal de São Paulo 
deu dez dias ao Governador (?) Geraldo Alckmin para racionar o fornecimento 
de água a 8 milhões de consumidores da cidade de São Paulo abastecidos pelo 
Sistema Cantareira, que vive no “volume morto” há muito tempo.

Se não racionar, o MPF pode tomar medidas judiciais.

Estudo da Unicamp revela que a Cantareira, sem racionamento, seca inteiramente em 
cem dias – a tempo de o eleitor mandar os tucanos passear na … Cantareira.

Por que o Padim Pade Cerra que também governou (sic) São Paulo e o Alckmin não construíram cisternas ?
A Dilma construiu cisternas e açudes no Nordeste e ninguém mais morre de sede, 
nem foge para os grandes centros em busca de água e comida.
Se o Eduardo Suplicy fosse menos tucano, na eleição para Senador ele pendurava o 
racionamento nas costas do Cerra também.
Por falar em água e comida: de que vive o Cerra ?



Em tempo: Padilha vem aí de jaleco branco.

Em tempo2: 
a empresa estadual de abastecimento de água, a Sabesp, no tempo do 
Governador (sic) Cerra, era a central de propaganda da campanha – fracassada – à 
Presidência. O amigo navegante se lembra de a Sabesp oferecer cano no Acre. E 
seria a Sabesp a encarregada de construir aquele cano que ia de Sergipe ao Ceará, 
quando o presidente eleito Padim Pade Cerra irrigaria o Nordeste, a partir de São 
Paulo. Um prodíjio (é assim mesmo, revisor. Obrigado) !


Paulo Henrique Amorim
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/07/29/mpf-manda-
alckmin-racionar-agua/

domingo, 20 de julho de 2014

PSDB PODE DEIXAR ATÉ OS BAIRROS NOBRES SEM ÁGUA!

São Paulo seca, Alckmin emudece

Escrito por  
  •  
A situação é realmente de alerta. O problema “chegou” à atenção – merecida, aliás – 
do Greenpeace. A entidade ambientalista publicou texto em que diz, com todas as 
letras, que São Paulo, sem governo, reza por chuva para não secar. E informa que, 
há um mês, o Greenpeace entregou uma carta ao governador Geraldo Alckmin com 
demandas estratégicas. “As propostas”, explicam, “visam apontar soluções para 
atenuar e resolver a crise da água em São Paulo, cenário que se repete de tempos 
em tempos - sempre com tons mais dramáticos - como resultado da má gestão e da 
falta de planejamento, por parte do governo de SP, sobre os recursos hídricos da 
região”.
O documento lembra, ainda, que a Política Estadual de Mudanças do Clima (PEMC), 
criada em 2009, ainda não saiu do papel e pede que ela seja transformada em 
realidade. A PEMC prioriza a implementação de ações de prevenção e adaptação às 
alterações produzidas pelos impactos das mudanças climáticas.
Desrespeito governamental
No entanto, critica a entidade, não há resposta do governador. “Alckmin perde a 
chance de se mostrar preocupado com a questão, expondo a falta de transparência 
do seu governo e a incompetência em abrir o diálogo com a população. Para piorar, 
a cada dia que passa o governador expõe sua incapacidade em tomar medidas 
concretas, adotando apenas ações paliativas motivadas por cálculos eleitoreiros e, 
portanto, muito aquém do que se espera de um governo responsável. Um exemplo 
é o recuo em taxar quem não economizar água.”
Charge publicada no site do Greenpeace Brasil
Situação
Desde a semana passada, as represas do Sistema Cantareira, que abastece 8,1 milhões 
de habitantes da Grande São Paulo, estão operando em sua reserva técnica, o chamado 
volume morto, nível de água localizado abaixo das comportas das represas. Além do 
impacto do consumo deste volume sobre a ecologia dos reservatórios – é difícil garantir 
que as represas se recuperarão – o perigo de desabastecimento da maior cidade 
brasileira parece cada vez maior. A escassez, por sinal, avança dos bairros periféricos 
da capital (onde o racionamento faz parte da rotina e vem sendo cada vez mais comum) 
para as regiões mais ricas de São Paulo. Cidades do interior paulista, como Itu e Campinas, 
também estão sofrendo com a falta de água.

http://portogente.com.br/noticias/dia-a-dia/sao-paulo-seca-alckmin-emudece-82815

domingo, 8 de junho de 2014

COM FALTA D'ÁGUA, PSDB CRESCE EM S. PAULO? CONTA OUTRA, DATAFOLHA...rsrsrs

Por que Padilha vai vencer Alckmin e o Datafolha.Que se dane o Datafolha sobre a pesquisa para governador de São Paulo. Não abaixem a cabeça, não caiam na armadilha dessa pesquisa feita para esfriar a militância, porque Padilha vai vencer o Alckmin e o Datafolha. 

Não é papo de torcedor. Será suado, em dois turnos, mais vencerá.

Deem uma olhada neste vídeo de um pequeno trecho do discurso de despedida no Ministério da Saúde. Em dois momentos Padilha se emocionou, embargou a voz, e se segurou para não chorar de vez. Um foi quando agradeceu seus pais, que sofreram muito durante a ditadura. Outro momento está neste vídeo, quando se emocionou com a luta para levar mais médicos ao interior, inclusive para cuidar dos povos indígenas.

Ele mesmo, depois de se formar médico nas melhores Universidades de São Paulo, foi cuidar de gente que não tinha médico na amazônia paraense, inclusive da tribo Zoé, que estava a caminho da extinção. É dessas histórias de vida que inspiram. Parece até filme. Imagine na hora que o cidadão paulista ver isto no Horário Eleitoral?

Se Padilha fosse um tucano, esse trecho do vídeo teria ido parar no Jornal Nacional, repetido no Jornal da Globo, no "Bom Dia, Brasil" e no telejornal Hoje. Como ele não é tucano, quanta gente, mesmo petista de carteirinha, viu? Pois está aí para todo mundo ver. E tem que compartilhar senão ninguém fica sabendo.

Mas a gente que é ativista, não pode deixar por conta só de marqueteiros no Horário Eleitoral. Temos que fazer como Lula diz. Temos que ter o argumento na hora de conversar sobre política. Sem ser chato, a gente tem que falar com quem conversa sobre política conosco, tem que explicar porque Padilha é o melhor candidato.

Melhor Ministro da Saúde e melhor candidato.

A confiança na vitória é porque Padilha é o melhor candidato a governador de São Paulo que já apareceu nos últimos tempos. Outros tiveram suas qualidades também, mas Padilha tem um perfil que o favorece em um estado como São Paulo. Só perde se o marketing errar demais ou se a militância abaixar a cabeça.

Padilha fez um trabalho extraordinário no Ministro da Saúde, mesmo com condições adversas, como o problema crônico do subfinanciamento, agravado com o fim da CPMF. E com a descentralização da Saúde nos municípios e estados, que é boa por um lado, mas também ainda traz problemas quando prefeituras e governadores não controlam médicos que não cumprem a carga horária e outras coisas piores. 

Foi o melhor Ministro da Saúde do Brasil desde Oswaldo Cruz, com todo respeito aos outros ex-ministros que também fizeram um bom trabalho, reestruturando a Saúde Pública que havia sido sucateada no governo tucano. No vídeo inteiro de sua despedida ele fez um balanço de muita coisa que a gente não sabe porque nunca sai nos jornais e TVs.

Além disso, Padilha está construindo um programa de governo para São Paulo incomparavelmente superior ao que os tucanos fazem desde 1983 (quando ainda eram do PMDB). É um programa melhor para o interior, melhor para a região metropolitana, melhor para os mais pobres, melhor para a classe média, e melhor até para os mais ricos, porque é desenvolvimentista e pensa grande.

Além de Padilha saber se comunicar bem, ser bom no debate (depenou um por um os jornalistas tucanos no programa Roda Viva), também sabe ouvir, é excelente articulador político e social, e tem uma cabeça aberta para fazer um governaço com ampla participação popular e de transparência.

Já vimos este mesmo filme em 2012, no mesmo Datafolha

Ninguém em sã consciência acredita que Padilha chegará nas urnas com 3% como aponta o Datafolha nesta pesquisa ainda há meses das eleições. Qualquer candidato petista razoável chega com cerca de 30% dos votos úteis. Imagina Padilha que é o candidato dos sonhos que qualquer partido gostaria de ter?

Em 26 de junho de 2012, o Datafolha deu Haddad com 6%. O resultado nas urnas todos sabem qual foi. Deixa os tucanos com salto alto para ver no que vai dar.

Cassetadas do Datafolha

É curioso como o Datafolha faz chover intenção de votos em Alckmin, quanto mais falta água em São Paulo.


Acredite se quiser, mas na região metropolitana de São Paulo, depois que começou a faltar água por falta de investimentos do governo Alckmin, as intenções de votos do tucano subiram de 35% para 38%. Ah... essas pesquisas!


http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/06/porque-padilha-vai-vencer-alckmin-e-o.html

terça-feira, 3 de junho de 2014

PSDB ACOVARDOU-SE E NÃO UTILIZOU O RIO SÃO FRANCISCO CONTRA A SECA

O QUE FHC FEZ NA OBRA
DO SÃO FRANCISCO? DESISTIU !

Maior obra hídrica do Brasil, com mais de 10 mil empregos criados, ficou a ver navios com o Príncipe da Privataria


Com mais de 56,6% de avanço nas obras, a transposição do Rio São Francisco ficará totalmente pronta no fim de 2015, de acordo com o Ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira. Já são mais de 10 mil vagas criadas, o que faz da obra não ser só água, ser, também, emprego.

Orçado em R$ 8 bilhões, o projeto foi concebido em 1985 pelo já inexistente Departamento Nacional de Obras e Saneamento, mas chegou a ser planejado no reinado de D. Pedro 2º. 

(Clique aqui para ler “Obra do São Francisco: Chora, Kamel, chora”

E aqui para “Dilma e a seca: saiu do NE e foi para SP”)

A construção, que começou no governo Lula e segue no da Presidenta Dilma, garantirá água para 12 milhões de pessoas, em 390 municípios nos estados do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Benefícios que não foram desfrutados pela população do semiárido brasileiro nos tempos de Fernando Henrique Cardoso. E que, provavelmente, não seriam, já que o ex-presidente desistiu da obra, como noticiou a Fel-lha (*) em 2001:



BRASIL EM AÇÃO

Projeto, adiado pela primeira vez por d. Pedro 2º, foi uma das promessas das campanhas de 1994 e 1998

FHC DESISTE DE TRANSPOR O RIO SÃO FRANCISCO


O presidente Fernando Henrique Cardoso desistiu de realizar a transposição do rio São Francisco, uma das suas promessas eleitorais das campanhas de 1994 e 1998. A decisão foi comunicada a assessores e parlamentares, segundo apurou a Folha.

(…)


“Agora não dá”

A decisão de abandonar o projeto da transposição foi transmitida pelo presidente nas últimas semanas a assessores e parlamentares. Nas conversas, o presidente usou como razão a atual seca no Nordeste, que reduziu a vazão do São Francisco para os níveis mais baixos dos últimos 30 anos.

Repetiu o argumento em entrevista publicada na sexta-feira no jornal “Correio Braziliense”: “Transposição, agora, não dá. Não tem água no São Francisco”, disse o presidente.

Na assessoria do Planalto, são enumerados outros quatro motivos para descartar a transposição. O primeiro é circunstancial. Segundo o próprio relatório de impacto ambiental encomendado pela Integração Nacional, a obra pode derrubar em até 10% a produção de energia da Chesf (a central hidrelétrica que utiliza as águas do rio) entre os reservatórios de Itaparica e Xingó.

(…)
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/06/02/o-que-fhc-fez-na-obra-do-sao-francisco-desistiu/

sexta-feira, 16 de maio de 2014

ALCKMIN PODE RACIONAR ÁGUA NO VALE DO PARAÍBA, SUA REGIÃO NATAL

Vale pode ter racionamento a partir de 2015, alerta Sabesp

Para ambientalistas, transposição terá impactos negativos na região. Foto: Marcelo Caltabiano
Para ambientalistas, transposição terá impactos negativos na região. Foto: Marcelo Caltabiano
Segundo superintendente da empresa, medida deve ser adotada caso o próximo verão tenha um período de estiagem tão grande quanto o deste ano; risco aumenta pressões contra transposição do rio Paraíba
Lauro Lam Especial para O Vale
O superintendente regional da Sabesp, Oto Elias Pinto, admite a possibilidade de racionamento de água na RMVale a partir de 2015.
A medida, segundo ele, seria adotada caso ocorra no próximo verão uma seca tão rigorosa quanto a deste ano.
O assunto preocupa tanto que uma reunião no Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul foi marcada para o próximo dia 28 para analisar o atual cenário dos reservatórios da região e os possíveis impactos de um prolongamento da estiagem.
“Vamos intensificar a cons-cientização sobre o uso da água, pois se a estiagem continuar neste ritmo o racionamento poderá acontecer no ano que vem. Para este ano não há risco, mas para 2015 há”, disse o superintendente da Sabesp após evento na Câmara de São José anteontem.
Ele ressalta que o atual padrão de consumo de água precisa ser revisto, citando como exemplo o caso de São José. A cidade registra atualmente um consumo médio diário de 180 litros de água por habitante, bem acima dos 110 litros per capita recomendados pela ONU (Organização das Nações Unidas).
“É preciso fazer um trabalho de reeducação, o que é um desafio”, afirmou.

Polêmica. Com a possibilidade de um racionamento de água para 2015 na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, aumentam as pressões contrárias ao projeto do governador Geraldo Alckmin (PSDB) de fazer a transposição das águas da Bacia do rio Paraíba do Sul para salvar o abastecimento da Grande São Paulo.
A ideia do tucano é levar água a partir da represa do Jaguari, em Igaratá, até o sistema Cantareira com um canal de cerca de 15 quilômetros de extensão --uma obra avaliada em R$ 500 milhões.
Para especialistas, a transposição traria muitos impactos negativos à RMVale.
“A solução temporária para a Grande São Paulo pode comprometer o abastecimento do Vale, afetando mais de 2 milhões de pessoas. É muita gente para pouca água. O governo do Estado deveria repensar em alternativas, como a manutenção das nascentes, despoluindo fontes que poderiam ser utilizadas para captação de água”, analisou o ambientalistas Lincoln Delgado. 
http://www.ovale.com.br/vale-pode-ter-racionamento-a-partir-de-2015-alerta-sabesp-1.529123

quarta-feira, 14 de maio de 2014

TUCANO ENTENDE DE PROPINA NA SUIÇA, MAS NADA DE ENGENHARIA...

Apareceu a “gambiarra” hídrica de Alckmin


14 de maio de 2014 | 09:20 Autor: Fernando Brito
gambiarra
Se o Cantareira fosse federal, a manchete da Folha seria assim:
“Bombeamento do Cantareira, atrasado, começa com apenas quatro das 14 bombas instaladas”.
Mas como o Cantareira é tucano, a Folha não se dá ao trabalho de contar, nas fotos que veicula, quantos “mangueirões” estão colocados e quantas bombas estão em seus lugares.
É por isso, e por mais ainda, que o ilustre leitor da Folha e de todos os outros jornais vinha sendo privado de ver, uma única vez sequer, imagens ou cobertura do andamento das obras emergenciais para salvar São Paulo – sabe-se lá até quando – São Paulo da seca.
Porque ninguém imagina que os chefes de reportagem da Folha e dos outros jornais não tenham feito, durante dois meses, a pauta óbvia de acompanhar as obras, que estão sendo mostradas pela primeira vez.
Obras que merecem o nome de “gambiarra”: por conta da pressa, é extremamente mal feita e imprevidente diante das necessidades futuras.
E não é porque nem todas as bombas estão instaladas, até porque o bombeamento vai começar em quantidades menores do que as que serão necessárias no “pico” do esvaziamento do reservatório,
Não foi aberto um canal de derivação e um “lago” para a instalação das tomadas d”água das bombas, de forma que se pudesse, quando chegarem as chuvas e o nível subir, manter íntegras as instalações para novo uso, em caso de necessidade.
E isso é mais do que adequado, uma vez que, com chuvas normais, o nível do reservatório subirá e não sobrará quase nada da estrutura que foi montada.
Portanto, com uma nova (e quase  inevitável, ao menos em 2015) necessidade de bombeamento, vai ter de se esperar a água baixar de novo a níveis dramáticos, porque tudo o que foi feito estará abaixo de água.
Apenas olhando as fotografias, a grosso modo, pois não se divulgaram dados técnicos: como a cota do reservatório ontem era a de 821,5 metros acima do nível do mar, dá para achar que a crista do canal (o topo da barragem de terra)que leva as águas ao túnel de captação está na cota 824 m, 824,5 m com muito boa vontade.
Se o Cantareira, com as chuvas do final do ano, chegasse aos mesmos 24% de volume que tinha em 31 de dezembro, a “obra do século” da Sabesp ficará abaixo de quatro metros de água, pois esse volume corresponde a uma cota de 828,5 metros acima do nível do mar.
Ou seja, se as preces forem atendidas e chover o suficiente encher o reservatório Jaguari-Jacareí com o equivalente a metade de seu volume útil normal,  teríamos pouco mais que  isso de água no final das chuvas de verão ( 50% menos o volume rebaixado pelo bombeamento).
De qualquer forma, basta olhar as fotografias e ver que tudo está executado de maneira tosca e sem nenhuma preocupação com um fato evidente: que o bombeamento seja, na melhor das hipóteses, novamente utilizado em 2015.
Porque o horizonte otimista é de que, pelo menos durante um ou dois anos mais seja necessário usar a “gambiarra” alckimista.
Mas nada disso importa para a turma da “gestão”.
Tendo água até o dia da eleição, está bom demais.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=17420