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domingo, 26 de outubro de 2014

VEJA SÓ OBEDECE A JUSTIÇA SOB PENA DE 500 MIL POR HORA

terça-feira, 9 de setembro de 2014

TUCANOS PAGAM 2,5 MILHÕES PARA "MILITANTES"...

PSDB paga R$ 2,5 mi por ações de 'militância'

Daniel Bramatti e Pedro Venceslau

O comitê financeiro da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB) pagou em agosto cerca de R$ 2,5 milhões a uma empresa de eventos por um serviço descrito como "atividades de militância e mobilização de rua".
Com sede no Rio de Janeiro, a Entreter Festas e Eventos "forneceu" para a campanha do tucano 1.112 cabos eleitorais. As candidaturas de Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) não registraram o mesmo serviço em suas prestações de contas com essa descrição.
Segundo a campanha tucana, as despesas pagas para a Entreter são de serviços de "adesivação de veículos" e o custo total engloba gasto com gasolina, transporte e outros itens, e "não são apenas salários".

Especialistas em legislação eleitoral ouvidos pela reportagem dizem que a contratação de cabos eleitorais não é ilegal, mas as campanhas precisam informar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os dados de cada um dos funcionários.
"O gasto é lícito desde que a empresa apresente a relação individualizada de todo o pessoal contratado", afirma o advogado Silvio Salata, membro da comissão nacional de direito eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O comitê do tucano não informou, até as 20 horas desta segunda, 8, se indicou os dados de seus cabos eleitorais na prestação de contas que foi enviada. Em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, Aécio Neves (PSDB) tem utilizado cabos militantes profissionais para engrossar suas atividades de rua e, ao mesmo tempo, garantir boas imagens para o horário eleitoral gratuito e para os telejornais.
Corte
Em Minas Gerais, o comitê da dobradinha tucana Pimenta da Veiga (candidato a governador)-Aécio Neves promoveu na semana passada um corte em sua equipe de "cabos eleitorais". Pelos menos 200 funcionários designados para atividades de rua foram dispensados da campanha.
A reportagem apurou que o PSDB pagou entre R$ 700 e R$ 1.200 para cada cabo eleitoral atuar em um regime de dedicação exclusiva.
Despesas
Além dos cabos eleitorais terceirizados, a campanha de Aécio Neves também declarou ter gasto R$ 6.805.902,35 com "serviços prestados por terceiros", nos últimos dois meses. Esse foi o segundo principal foco de despesas, só perdendo para a produção do programa de TV, que consumiu R$ 6.984.497,52. Outros R$ 69.176 foram gastos com publicidade e telemarketing. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://atarde.uol.com.br/politica/eleicoes/noticias/psdb-paga-r-25-mi-por-acoes-de-militancia-1621230

segunda-feira, 28 de julho de 2014

EMPRESA VIRA COMITÊ DO PSDB E É PUNIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL

Saiba como proteger da Empiricus: TSE determina 
retirada de propaganda irregular
No último dia 25 de julho, a campanha de Dilma Rousseff 
entrou com uma representação judicial junto ao TSE contra 
Aécio Neves e o Google por propaganda eleitoral irregular. 
Hoje (27), a justiça determinou que o o google retire 
imeditatamente do ar toda e qualquer propaganda irregular 
da Empiricus. 
Nós já dissemos aqui como funciona a atuação da Empiricus, 
empresa que se define como “casa independente de análise 
de ações” e oferece recomendações sobre o mercado 
financeiro. Já explicamos aqui como as consultoras e 
empresas do ramo têm usado a especulação eleitoral para 
criar um cenário de terror nestas eleições de 2014.
Pois bem, ao contrário da oposição – que entra com 
República (link is external)– nós respeitamos o direito 
de livre expressão, conforme previsto no Marco Civil da 
Internet - a legislação mais avançada no que diz respeito 
à rede no mundo todo e que o governo federal, em parceria 
com a sociedade civil, tornou possível.
Acontece que o conteúdo divulgado pela Empiricus em 
sites de grande circulação como os dos jornais O Estado 
external) ultrapasa os limites da liberdade de informação e 
fere o que está previsto na legislação eleitoral. Ao anunciar 
formas de “proteger o seu patrimônio da Dilma”, a empresa 
cria um cenário de terror creditando à reeleição da presidenta 
uma possível oscilação (normal, diga-se de passagem) do 
mercado financeiro. Tal qual fez o banco Santander nesta 
semana, como noticiamos aqui.
Além da propaganda contrária à Dilma, a empresa ainda criou 
chamadas favoráveis ao candidato da oposição, Aécio Neves. 
Ao abrir uma página vinculada a um anúncio da Empiricus e 
clicar em uma notícia sobre política, você corre o risco de se 
deparar com a seguinte mensagem: "E se o Aécio Neves 
Ganhar? Que ações devem subir se o Aécio Ganhar a Eleição? 
Descubra Aqui, já".
Nós somos a favor da liberdade de expressão e, mais ainda, 
do jogo limpo – dentro e fora de campanha. A Dilminha é Paz 
e Amor, mas respeito é bom e a gente gosta. Empiricus, chega 
de propaganda eleitoral irregular!

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/148127/Em-sua-
guerra-ao-terror-Dilma-mira-Empiricus.htm

sexta-feira, 25 de julho de 2014

GLOBO SERÁ O "HORÁRIO ELEITORAL" DO PSDB E PSB

A aposta no “horário eleitoral” do JN

Por Altamiro Borges

Na disputa presidencial de 2014, as forças de oposição – a velha e a dissidente – saíram em desvantagem no horário eleitoral “gratuito” de rádio e tevê, que começa em 19 de agosto. Devido à costura de alianças mais amplas, Dilma Rousseff conquistou quase metade do tempo para expor o balanço do seu governo, fazer o contraponto ao triste reinado de FHC, desmascarar as “medidas impopulares” dos neoliberais e apresentar suas propostas de mudanças para o futuro. Mas isto parece que não abalou Aécio Neves e Eduardo Campos, segundo informa Julia Duailibi, um das poucas vozes críticas do Estadão. A jornalista revela que os oposicionistas pretendem apostar as suas fichas no “horário eleitoral” da TV Globo.

“As campanhas dos principais candidatos da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), dão menos importância ao horário eleitoral que à cobertura do Jornal Nacional, da Rede Globo, o telejornal de maior audiência do País. Nos bastidores, os integrantes das campanhas dizem que a cobertura do Jornal Nacional sobre o dia dos candidatos, que começará em agosto, pouco antes do horário eleitoral na TV, tornou-se mais importante que a propaganda oficial. Minimizam, assim, a vantagem que a líder nas pesquisas, Dilma Rousseff (PT), tem de tempo do horário eleitoral - a petista terá mais de 11 minutos de exposição contra pouco mais de quatro minutos de Aécio e quase dois minutos de Campos”.

Os comandos das duas campanhas não confessaram os reais motivos deste “foco” no JN – nem a colunista polemizou com as razões apresentadas. Eles apenas alegaram “que a população tende a olhar com menos desconfiança para a informação que vem de um telejornal. A propaganda oficial, comandada pelos marqueteiros, já deixaria o eleitor desconfiado e atento ao ‘pega na mentira’ do candidato... As campanhas de Aécio e Campos dizem que o jogo só começará a ser jogado com o início dessa cobertura na TV. A Globo ainda não divulgou os detalhes da cobertura, mas as campanhas afirmam que ela começará no dia 4 de agosto e que os principais candidatos devem ter o mesmo tempo de aparição”.

Mas não é preciso ser um gênio para entender o “foco” no JN – o telejornal de maior audiência da tevê brasileira, apesar do acentuado declínio dos últimos anos. A famiglia Marinho não esconde seu feroz oposicionismo à atual presidenta. Isto ficou explícito no julgamento midiático do chamado “mensalão do PT” e também na cobertura “vira-lata” dos preparativos da Copa do Mundo. Agora, a TV Globo, com seus “calunistas” regiamente pagos, faz de tudo para criar um clima de pessimismo com os rumos da economia. Aécio e Campos sabem que este tipo de cobertura “imparcial” serve para dificultar a reeleição de Dilma Rousseff e para alavancar as campanhas oposicionistas.

Ou seja: a disputa presidencial terá na televisão – especialmente na Rede Globo – um decisivo campo de batalha. Como o governo Dilma não fez nada para coibir este brutal poder de manipulação da sociedade, é bom que a sua campanha utilize bem o horário “gratuito” que ainda resta na rádio e tevê para politizar a sociedade. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a candidata petista terá 11 minutos e 48 segundos em cada bloco de 25 minutos de propaganda; o tucano Aécio Neves ficará com 4 minutos e 31 segundos; e o dissidente Eduardo Campos terá 1 minuto e 49 segundos. Todos os outros oito candidatos que disputam a presidência terão menos tempo ainda de exposição.

http://altamiroborges.blogspot.nl/2014/07/a-aposta-no-horario-eleitoral-do-jn.html#more

domingo, 20 de julho de 2014

MELHORAS NA SEGURANÇA PARA A COPA SERÃO PERMANENTES

quinta-feira, 5 de junho de 2014

PESQUISA ELEITORAL VIROU ARMA DE ESPECULADOR NA BOLSA! CADÊ O STE?

Saiu no PiG (*) cheiroso, o Valor, que a Dilma não lê, como não vê a Globo:

PESQUISA ELEITORAL ‘CLONE’ AGITA MERCADO


Na esteira da ansiedade que o resultado da eleição presidencial tem causado no mercado financeiro brasileiro, algo que não se via desde 2002, um produto disponível para poucos tem capturado a atenção de bancos e corretoras. Ao menos um instituto de pesquisa passou a vender a esses clientes, dispostos a desembolsar dezenas de milhares de reais, algo que vem sendo chamado de pesquisa “clone” ou pesquisa “gêmea”.

Em poucas palavras, são sondagens que prometem replicar e, mais importante, antecipar, o resultado das pesquisas eleitorais realizadas pelos grandes nomes do segmento, como Ibope e Datafolha.

(…)

O Valor apurou que já houve pesquisa clone vendida a um único banco e também já houve casos em que um pool de instituições financeiras se juntou para pagar a conta, bastante salgada, e usufruir dos resultados.

(…)

O procedimento é caro e as pesquisas clone copiam as originais até mesmo no quesito preço, diz uma fonte. Isso quer dizer que um banco ou um grupo de instituições pode desembolsar algo entre R$ 130 mil e R$ 200 mil pelo produto clonado.

Leia mais em: http://www.valor.com.br/financas/3574898/pesquisa-eleitoral-clone-agita-mercado#ixzz33lMCclsY

O Conversa Afiada bem que desconfiava de uns “furos” de um tal “Infomoney”.
De novo, o “Infomoney” divulgou “bruscas oscilações” com ações de estatais.
É nisso o que dá levar a sério “pesquisa” de opinião publica de DOIS e NÃO MAIS QUE 
DOIS institutos de opinião controlados pelo PiG !
O Tribunal Superior Eleitoral – o mesmo que não deixou veicular o vídeo do PT que 
ensandeceu a Direita e ensandeceu porque é verdadeiro – esse mesmo “tribunal” ainda 
não chamou o Otavinho e o Montenegro para conversar .
Será que eles não desconfiam de quem constrói “clone”?
Será que eles desconfiam de quem possa ganhar rios de dinheiro com “inside information”?
Se for esperar pela CVM para apurar , amigo navegante, esqueça: ela vai concluir que 
“clone” é questão da Biologia e não tem nada a ver com ela.
(Quem entende mesmo de CVM é o Daniel Dantas … Clique aqui para ver que ele tomou 
duas (novas) surras do Klouri e do PHA.)
Como diria o Ricardo Mello, isso aqui virou uma esculhambação !
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/06/05/datafalha-e-globope-viram-patifaria/



sexta-feira, 28 de março de 2014

MISTÉRIOS NAS DUAS "PESQUISAS" DO IBOPE

Por dados do Ibope, Dilma não perdeu popularidade. Pesquisa de hoje é mais antiga que a dos 43%. Aliás, estava pronta quando esta foi publicada

27 de março de 2014 | 18:53 Autor: Fernando Brito
ibopeduas
Primeiro, semana passada, o boato de que a pesquisa Ibope traria uma queda – que não houve – da intenção de voto em Dilma Rousseff.
Seis dias depois, uma “outra” pesquisa do Ibope, estranhamente, capta uma súbita mudança de estado de espírito da população e Dilma (que tinha 43% das intenções de voto na tal pesquisa eleitoral) e registra uma perda de sete pontos percentuais em sua aprovação: curiosamente dos mesmos 43% para 37%…
Puxa, como foi rápida a queda, em apenas seis dias, quase um por cento por dia…
É, meus amigos e amigas, é mais suspeito do que isso.
A pesquisa de intenção de voto, divulgada na sexta-feira, foi registrada no TSE no 14 de março, sob o protocolo BR-00031/2014 , com realização das entrevistas entre os dia 13 e 20/03/14.
Já a de popularidade recebeu o protocolo BR-00053, no dia 21 passado,mas quando já se encontrava concluída, com entrevistas entre os dias 14 e 17.
Reparou?
Quinta feira à tarde, dia 20, uma intensa boataria toma conta do mercado de capitais, dizendo que Dilma perderia pontos numa pesquisa Ibope a ser divulgada no Jornal Nacional.
O estranho é que ninguém tinha contratado, isto é , ninguém pagou por essa pesquisa. Em tese, é claro.
A pesquisa é divulgada sem nenhuma novidade.
Mas, naquele momento, o Ibope já tinha outra (outra, mesmo?) pesquisa, terminada três dias antes e certamente já tabulada.
Vamos acreditar que o Ibope fez duas pesquisas diferentes, com a mesma base amostral e 2002 entrevistas exatamente cada uma…
O boato, portanto, não saiu do nada.
No mínimo veio de dentro do Ibope, que tinha nas mãos duas pesquisas totalmente contraditórias.
Uma, “sem dono”, que dizia que Dilma continuava nadando de braçada.
Outra, encomendada pela CNI de Clésio Andrade, um dos senadores signatários da CPI da Petrobras, apontando uma queda de sete pontos em sua popularidade.
Mas a gente acredita em institutos de pesquisas, não é?
O Ibope teve nas mãos duas pesquisas com a mesma base, realizadas praticamente nos mesmos dias, com resultados totalmente diferentes entre si?
Se o PT não fosse um poço de covardia estaria exigindo, como está na lei, os questionários das “duas” pesquisas.
Aliás, nem devia ser ele, mas o Ministério Público Eleitoral, quem deveria exigir explicações públicas do Ibope, diante destes indícios gravíssimos de – vou ser muito suave, para evitar um processo  - inconsistência estatística.
Ainda mais porque muito dinheiro mudou de mãos na quinta-feira e hoje, com a especulação na Bolsa.
Mas não vão fazer: esta é uma nação acoelhada diante das estruturas suspeitíssimas dos institutos de pesquisa.
 http://tijolaco.com.br/blog/?p=15948

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

SERRA CONDENADO POR PROPAGANDA ILEGAL!!!


TSE cassa propaganda partidária do PSDB e multa José Serra


Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) à perda do próximo programa nacional da legenda e de 12,3 minutos de inserções ao longo da programação das emissoras de televisão, porque entendeu que a propaganda veiculada pela sigla no primeiro semestre de 2010 foi utilizada indevidamente para promoção da candidatura de José Serra à Presidência da República. Além disso, o Tribunal aplicou multas que somam R$ 50 mil para o PSDB e R$ 20 mil para José Serra.

Foram cassados o programa nacional em bloco do PSDB, que seria veiculado no primeiro semestre de 2012, além dos 12,3 minutos de inserções nacionais do partido, ainda neste ano ou no primeiro semestre de 2012.

Relatora de quatro representações apresentadas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra o PSDB e José Serra, a ministra Nancy Andrighi afirmou em todas elas que houve o desvirtuamento da finalidade da propaganda partidária e a clara promoção da imagem do então pré-candidato ao cargo de presidente, o que caracteriza a propaganda antecipada proibida pela Lei das Eleições (Lei 9.504/97).

O artigo 36 da Lei das Eleições só permite a propaganda após o dia 5 de julho do ano da eleição. A violação do disposto deste artigo sujeita à multa que varia de R$ 5 mil a R$ 25 mil ou ao equivalente ao custo da propaganda se este for maior.

Voto

Segundo a ministra Nancy Andrighi, as inserções nacionais e o programa em bloco do PSDB, ao mostrarem imagens de José Serra acompanhadas de falas que o promovem como a pessoa mais apta a ocupar cargo público, no caso a Presidência, extrapolaram o artigo 45 da Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/95).

Esse artigo estabelece que a propaganda partidária gratuita só pode ser usada pela legenda para difundir os programas partidários, transmitir mensagens aos filiados, divulgar a posição do partido sobre temas político-comunitários e promover a participação política feminina.

A ministra Nancy Andrighi afirmou que as inserções do PSDB e o bloco nacional partidário da legenda tiveram como objetivo enaltecer a imagem de José Serra enquanto pré-candidato do partido. Ela lembrou ainda que as inserções e a propaganda nacional do PSDB ora mencionaram as supostas obras realizadas por José Serra enquanto governador de São Paulo ou diziam que ele era um político que “tinha história” para mostrar.