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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

REFORMAS, SÓ COM GRANDE PRESSÃO POPULAR RESPALDANDO A PRESIDENTA

A Conjuntura se acelera. A direita percebe o que está em jogo e ataca por todos os lados a proposta do Plebiscito de uma Reforma Política. E nós? Vamos assistir à história pela televisão?
A Presidente Dilma, que em sua primeira fala à nação priorizou a Reforma Política e falou do Plebiscito Oficial, deu uma longa entrevista para o Jornal Nacional.
Foi inquirida, com insistência, sobre a proposta de Reforma Política. E reiterou corajosamente a proposta.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, já anunciou que é contra o Plebiscito e defende um mero referendo depois do Congresso Nacional pasteurizar uma proposta que chamarão de “Reforma Política”.
A mídia já deflagrou a campanha contra a proposta.
Esta semana estamos ingressando com o Projeto de Decreto Legislativo na Câmara dos Deputados e no Senado, propondo o Plebiscito Oficial com a mesma pergunta do Plebiscito Popular: “Você é a favor da convocação de uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político?”.
Rui Falcão, presidente do PT, deu entrevista ao Globo, defendendo esta iniciativa. 
A conjuntura se acelera e não podemos abandonar a Presidente Dilma que corajosamente sustenta a proposta construída pelos movimentos sociais.
Precisamos, com urgência, reunir todos que participaram nos comitês do Plebiscito Popular.
Temos que construir atividades que manifestem o apoio ao Plebiscito da Constituinte.
Se demorarmos nesta resposta seremos novamente atropelados pela direita, como ocorreu em junho de 2013.
Na V Plenária Nacional da Campanha da Constituinte, decidimos construir uma grande ação de lutas em março de 2015. Isso é importante.
Mas, neste momento, temos que nos posicionar, pressionar os parlamentares, defender o Plebiscito Oficial Constituinte.
Estamos todos exaustos dessa vitoriosa campanha em que a militância foi decisiva, mas neste momento temos que nos esforçar para enfrentar mais esta batalha decisiva.
Não podemos deixar que sepultem essa proposta como fizeram em junho de 2013.
Agora é o momento de erguer a bandeira do Plebiscito pela Constituinte.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DILMA TERÁ QUE REGULAR A MÍDIA, E ISSO APAVORA A DIREITONA

O espelho fascista de Merval Pereira

22.10 - Merval

Por Theófilo Rodrigues*
Alguns dias atrás escrevi um artigo sobre as razões pelas quais as grandes empresas brasileiras de comunicação temem a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. (Leia aqui) É sempre cansativo voltar a um mesmo assunto, mas a coluna de Merval Pereira no jornal O Globo de hoje obrigou-me a fazê-lo.
Na verdade, Merval Pereira comprovou da pior maneira possível em sua coluna de hoje que meu argumento estava correto. De acordo com o porta voz das Organizações Globo o Brasil caminhará para o fascismo caso Dilma se reeleja, pois será copiado o modelo argentino de Cristina Kirchner. Seguem as exatas palavras do colunista: “É uma típica ação fascista, que está sendo usada já há algum tempo na Argentina de Cristina Kirchner. É neste caminho que vamos, caso Dilma se reeleja”.
Merval conseguiu em sua coluna apresentar a sua visão estreita sobre o que é a democracia e ao mesmo tempo comprovar que o seu principal medo é o de que a reeleição de Dilma signifique a aprovação da “regulação econômica da mídia” nos moldes da “Lei de Meios” da Argentina.
A irritação do colunista partiu de um discurso de Lula onde o ex-presidente criticou veementemente Míriam Leitão e William Bonner. Para Merval, a imprensa deve viver dentro de um aquário acima de qualquer suspeita, de onde jamais poderá ser criticada. Os jornalistas podem fazer críticas ou mesmo acusações a qualquer pessoa, mesmo sem provas, baseados apenas em especulações. Já a sociedade civil não pode criticar nenhum jornalista, pois se o fizer será acusada de atacar a liberdade de imprensa. Para essa concepção de “democracia mervaliana” é legítimo que uns tenham mais liberdade de expressão do que outros.
Mas curioso mesmo foi Merval ter admitido com todas as letras de onde vem o seu maior temor: que a reeleição de Dilma represente a implementação do modelo argentino de Cristina Kirchner no Brasil. Qual modelo argentino? O modelo da regulação econômica da mídia que acaba com a propriedade cruzada das empresas de comunicação, ou seja, com o monopólio da informação. Dilma já disse reiteradamente durante a campanha que se for reeleita o fará. E Merval, em nome de sua empresa, não consegue aceitar isso…
Para onde olha, Merval grita: “Fascista, fascista, fascista!”. O colunista só não percebeu o óbvio: está trancado dentro de uma sala de espelhos.
*Theófilo Rodrigues é cientista político, coordenador do Barão de Itararé no Rio de Janeiro e colunista no blog O Cafezinho. – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/10/14/por-que-o-monopolio-midiatico-teme-dilma/#sthash.soeyYBRZ.dpuf

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

RAFAEL PATTO ANALISA A ENTREVISTA DE DILMA AO JORNAL NACIONAL

Domingo passado, eu estava em Camagüey, Cuba, e de lá assisti pela teleSUR o "Voces de Cambio", comandado pelo Victor Hugo Moráles.
Um quadro inteiro do programa foi dedicado à disputa presidencial no Brasil. A Telesur apresentou uma análise tão analítica (com o perdão do pleonasmo) que dificilmente verei uma tevê brasileira se dar ao trabalho de fazer algo no mesmo nível e com a mesma qualidade.
O maior mérito da matéria, a meu ver, foi o trabalho metalinguístico que se fez em torno da postura dos principais veículos de comunicação do Brasil na cobertura dessas eleições.
Ao mencionar a entrevista que a presidenta Dilma, candidata à reeleição, concedeu ao jornal nacional, o apresentador Victor Hugo enfatizou o fato de que, dos 14 minutos que representavam o tempo total da entrevista, dois foram consumidos apenas numa única e irritante pergunta feita pelo willian bonner. Além de muito longa, a pergunta continha uma vasta enumeração de órgãos do governo federal que foram alvo de denúncias de corrupção no noticiário brasileiro ao longo dos quatro anos de governo da presidenta Dilma (como se o simples fato de a imprensa denunciar significasse que a corrupção de fato existiu...).
Para tornar a pergunta mais cansativa e irritante para quem iria responder, Willian bonner fez questão de citar ministério por ministério, a tal ponto que, depois da exibição deste trecho da entrevista, o apresentador Victor Hugo Moráles soltou um "ufa!" e emendou: "a pergunta que eu me faço é como que a presidenta do Brasil conseguiu se manter serena durante esses infindáveis dois minutos de uma pergunta que foi elaborada de uma forma que não se justifica do ponto de vista do jornalismo..."
Eu acrescento: os tais "escândalos de corrupção do governo federal" que a imprensa golpista alardeia são balas de festim. Boa parte dos "escândalos" que a imprensa "denuncia", depois de apurados, revelam-se verdadeiras não-notícias ou notícias sobre nada, falsas denúncias. E os "denunciantes" sequer se dão o trabalho de restabelecer os elos e repor a verdade, desfazendo a impressão equivocada que produziram junto ao público. Deixam os resíduos, as meias-verdades, que vão sendo depositados na memória do telespectador e oportunamente são evocados - como nessa pergunta do willian bonner que não foi sobre casos concretos de corrupção (investigados, confirmados e punidos), mas sobre essa massa enorme de manchetes falsas sobre o mesmo assunto.
Por que o willian bonner não perguntou ao Aébrio NEVER sobre os escândalos de corrupção na secretaria de meio ambiente, na secretaria de planejamento, na secretaria de educação, na secretaria de saúde, na secretaria de governo etc. etc. etc. do estado de Minas??? Simplesmente porque esses escândalos não foram nem são denunciados pela imprensa: é como se não tivessem existido. Aébrio NEVER teria muito a esclarecer sobre malfeitos e desvios no governo de Minas, só que jamais será confrontado porque não existe jornalismo isento no Brasil. A imprensa golpista brasileira é um verdadeiro poleiro de tucanos.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A TÁTICA DA GLOBO É: "NÃO DEIXEM A DILMA FALAR!"

GLOBO ENTREVISTA DILMA, MAS NÃO A DEIXA FALAR!!!

Bonnner quis falar mais que Dilma na entrevista do Jornal Nacional

Por Renato Rovai



Uma das primeiras lições num curso de jornalismo é que entrevistador não deve falar muito. Deve ser direto nas perguntas e buscar ser o mais objetivo possível. Não significa que deva ser leniente e bondoso com o entrevistado. Pode interrompê-lo, cortá-lo etc, mas não deve fazer discursos.
Willian Bonner não é um jornalista habituado a fazer entrevistas. É um apresentador. E mais do que nunca sua falta de qualidade para realizar um dos fundamentos básicos da atividade ficou evidente na noite de hoje. Em vários momentos ele foi absolutamente circular nas suas falas e até pouco educado. Lembrou Henry Maksoud nos tempos em que fazia um programa na Gazeta, cujo nome era Henry Maksoud e Você. Mas que era apelidado de Henry Maksoud e Eu. Porque só o entrevistador falava.
Isso compromete não só o desempenho do entrevistado, como da entrevista. Dilma não foi mal no Jornal Nacional. Foi razoável e dificilmente ganhou ou perdeu algo. Saiu, como se diz no popular, no zero a zero. Mas ficou evidente em alguns momentos que foi prejudicada não pela falta de condições de responder, mas pela confusão criada pelo entrevistador que fazia um monte de questões num longo tempo e queria respostas rápidas.
Dilma, por exemplo, respondeu que não falaria sobre o julgamento do Supremo. Bonner começou dizendo que “houve corrupção em várias áreas do governo” e citou vários casos. E as duas CPIs da Petrobras. Dilma respondeu que “os governos que mais estruturaram os mecanismos de combate a corrupção” foram os dela e o de Lula. Que a PF ganhou autonomia, que há relação respeitosa com o MP, que nenhum Procurador Geral da República foi chamado de engavetador etc. A resposta estava dada, mas aí Bonner apelou para o mensalão e soltou uma frase de efeito no meio de um monte de considerações. “Seu partido teve um grupo de elite comprovadamente corrupto”. Dilma respondeu que não faria julgamento de uma decisão do Supremo Tribunal. Neste momento o entrevistador só faltou pular da mesa e exigir que ela respondesse o que lhe parecia mais adequado.
Foram aproximadamente dois minutos da entrevista nesta querela. E ali havia clara intenção do apresentador em fazer discurso, não de fazer perguntas.
Nas outras questões, Dilma também foi apertada. Como, aliás, outros candidatos também foram. E se saiu bem. Explicou que na saúde ainda há muitos problemas a enfrentar, mas que acha que já houve melhoras significativas. “Contratamos  mais 14.562  médicos e ampliamos a nossa de atendimento para mais de 50 milhões de brasileiros”, afirmou. E quando Bonner, tentou interrompê-la logo no começo de uma resposta falando que precisavam falar de economia, a presidenta deu-lhe uma resposta bolada: “Tenho maior prazer de falar da economia, Bonner”.
E foi muito bem ao falar de como o Brasil está enfrentando a crise econômica. “Não desempregando, não arrochando salários, não aumentando impostos. Qual era o padrão anterior?” Esse foi certamente seu melhor momento. Bonner falou de inflação alta e a presidenta teve de lhe informar o que todos os jornais têm registrado, que a inflação dos últimos meses é de 0%.
Ao final, a presidenta dialogou com a frase dita por Eduardo Campos e disse: “eu acredito no Brasil”.
Foi uma entrevista meio atarracada e Dilma sai do mesmo tamanho. Sem se ferir. O que para quem está em primeiro lugar, recuperando a imagem do seu governo e que terá o maior tempo de TV é uma boa notícia.

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/08/18/bonnner-quis-falar-mais-que-dilma-na-entrevista-jornal-nacional/

JORNAL NACIONAL TORNA ENTREVISTA UM ATO POLÍTICO-PARTIDÁRIO

Dilma já enfrentou torturadores piores que os do Jornal Nacional

A presidente da República bem que poderia ter incorporado o espírito de Leonel Brizola e, após ter dito tudo que tantos brasileiros têm a dizer sobre a Globo, deixado William Bonner e Patrícia Poeta fazendo suas caras e bocas (de nojo) sozinhos. Se não fosse uma dama, poderia ter dito que recebeu o Jornal Nacional para ser entrevistada, não para ser agredida.
O que se viu na noite de terça-feira, 18 de agosto de 2014, na TV Globo, não foi uma entrevista dura como foram – em alguma medida – aquelas a que foram submetidos Aécio Neves e Eduardo Campos. Foi uma agressão, um desrespeito.
E não só pelo tom dos entrevistadores, mas pelo tempo que gastaram com suas perguntas. Bonner e Poeta gastaram um terço dos 15 minutos que durou a entrevista. Mais especificamente, 4 minutos e 48 segundos. Isso sem contar o tempo das interrupções. Não houve nada igual nas entrevistas com Aécio Neves e Eduardo Campos.
Aqui se poderia questionar o teor das perguntas. No caso da pergunta sobre saúde, por exemplo, com Poeta fazendo caras e bocas (de nojo), opinou que 12 anos seria “tempo demais” para Dilma não consertar problemas que a saúde pública no Brasil ostenta há 500 anos.
Dilma poderia ter respondido isso, que os problemas da saúde do país não têm 12 anos e que não serão solucionados completamente por governante nenhum em um, dois ou três mandatos, mas preferiu se restringir às suas responsabilidades em respeito ao público.
Sobre corrupção, Dilma também poderia ter respondido à pergunta de Bonner com outra. Poderia ter perguntado que governante brasileiro, entre prefeitos e governadores, não tem problemas de corrupção entre seus comandados.
Dilma poderia, por exemplo, ter dito que o escândalo dos trens em São Paulo envolve “módicos” 11 bilhões de reais e que não houve nada sequer parecido em seu governo.
Mas Dilma é uma dama e uma mulher ciente de suas responsabilidades. Não seria uma sessão de tortura psicológica levada a cabo por aprendizes de torturadores que iria fazê-la perder a linha ou esmorecer. Faltou competência ao casal de energúmenos até para exercer o poder dos torturadores.
Mas se Dilma não cedeu nem à tortura física da ditadura, não seriam um mauricinho e uma patricinha de quinta que iriam dobrá-la.
Em 18 de agosto de 2014, com seu casalzinho de torturadores perfumados, a Globo fez lembrar ao país que continua sendo aquela mesma Globo que rastejou aos pés da ditadura para que esta lhe enchesse os bolsos com dólares que os americanos aqui despejaram para destruir a nossa democracia, para seviciar nosso povo durante mais de vinte anos.
A data dessa sessão de tortura midiática entra agora para a história do jornalismo brasileiro como exemplo de falta de compostura profissional. Bonner e Poeta teriam feito papel menos odioso se emulassem os energúmenos que, na abertura da Copa, vociferaram o infame “Dilma, VTNC”. Só faltou berrarem isso diante da presidente da República.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/08/dilma-ja-enfrentou-torturadores-piores-que-os-do-jornal-nacional/

sexta-feira, 25 de julho de 2014

GLOBO SERÁ O "HORÁRIO ELEITORAL" DO PSDB E PSB

A aposta no “horário eleitoral” do JN

Por Altamiro Borges

Na disputa presidencial de 2014, as forças de oposição – a velha e a dissidente – saíram em desvantagem no horário eleitoral “gratuito” de rádio e tevê, que começa em 19 de agosto. Devido à costura de alianças mais amplas, Dilma Rousseff conquistou quase metade do tempo para expor o balanço do seu governo, fazer o contraponto ao triste reinado de FHC, desmascarar as “medidas impopulares” dos neoliberais e apresentar suas propostas de mudanças para o futuro. Mas isto parece que não abalou Aécio Neves e Eduardo Campos, segundo informa Julia Duailibi, um das poucas vozes críticas do Estadão. A jornalista revela que os oposicionistas pretendem apostar as suas fichas no “horário eleitoral” da TV Globo.

“As campanhas dos principais candidatos da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), dão menos importância ao horário eleitoral que à cobertura do Jornal Nacional, da Rede Globo, o telejornal de maior audiência do País. Nos bastidores, os integrantes das campanhas dizem que a cobertura do Jornal Nacional sobre o dia dos candidatos, que começará em agosto, pouco antes do horário eleitoral na TV, tornou-se mais importante que a propaganda oficial. Minimizam, assim, a vantagem que a líder nas pesquisas, Dilma Rousseff (PT), tem de tempo do horário eleitoral - a petista terá mais de 11 minutos de exposição contra pouco mais de quatro minutos de Aécio e quase dois minutos de Campos”.

Os comandos das duas campanhas não confessaram os reais motivos deste “foco” no JN – nem a colunista polemizou com as razões apresentadas. Eles apenas alegaram “que a população tende a olhar com menos desconfiança para a informação que vem de um telejornal. A propaganda oficial, comandada pelos marqueteiros, já deixaria o eleitor desconfiado e atento ao ‘pega na mentira’ do candidato... As campanhas de Aécio e Campos dizem que o jogo só começará a ser jogado com o início dessa cobertura na TV. A Globo ainda não divulgou os detalhes da cobertura, mas as campanhas afirmam que ela começará no dia 4 de agosto e que os principais candidatos devem ter o mesmo tempo de aparição”.

Mas não é preciso ser um gênio para entender o “foco” no JN – o telejornal de maior audiência da tevê brasileira, apesar do acentuado declínio dos últimos anos. A famiglia Marinho não esconde seu feroz oposicionismo à atual presidenta. Isto ficou explícito no julgamento midiático do chamado “mensalão do PT” e também na cobertura “vira-lata” dos preparativos da Copa do Mundo. Agora, a TV Globo, com seus “calunistas” regiamente pagos, faz de tudo para criar um clima de pessimismo com os rumos da economia. Aécio e Campos sabem que este tipo de cobertura “imparcial” serve para dificultar a reeleição de Dilma Rousseff e para alavancar as campanhas oposicionistas.

Ou seja: a disputa presidencial terá na televisão – especialmente na Rede Globo – um decisivo campo de batalha. Como o governo Dilma não fez nada para coibir este brutal poder de manipulação da sociedade, é bom que a sua campanha utilize bem o horário “gratuito” que ainda resta na rádio e tevê para politizar a sociedade. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a candidata petista terá 11 minutos e 48 segundos em cada bloco de 25 minutos de propaganda; o tucano Aécio Neves ficará com 4 minutos e 31 segundos; e o dissidente Eduardo Campos terá 1 minuto e 49 segundos. Todos os outros oito candidatos que disputam a presidência terão menos tempo ainda de exposição.

http://altamiroborges.blogspot.nl/2014/07/a-aposta-no-horario-eleitoral-do-jn.html#more