segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

sábado, 12 de janeiro de 2013

RESISTÊNCIA AO GOLPE NO PARAGUAI CONTINUA


Campaña realiza protesta e incentiva a personas a expresar sus razones para resistir al golpe
 
Tatiana Félix
Periodista de Adital
Adital
En la mañana de este sábado (22), exactamente seis meses después que el presidente de Paraguay, Fernando Lugo, fue depuesto de su cargo, participantes de la campaña "180 días resistiendo al golpe" realizarán un acto en la Plaza del Panteón de los Héroes, en el centro de Asunción, Paraguay, para rechazar la interrupción del proceso democrático en el país. En la ocasión, se expondrán las razones de resistencia de cada uno de los/las participantes de la campaña.
Lanzada el 14 de diciembre en las redes sociales, la campaña reúne 180 razones para continuar resistiendo al golpe político paraguayo. "Venimos resistiendo desde el 22 de junio cuando se dio la abrupta sustitución del gobierno elegido por el pueblo, por otro, impuesto por un golpe de estado ilegal e ilegitimo”, se expresa en la campaña, que recuerda que diversos actos y formas de resistencia popular vienen siendo protagonizadas en el país, desde entonces.

Comprometidos en la defensa de la democracia de Paraguay y en reconstruir una República "libre e inclusiva”, los/las participantes de la campaña se han comprometido y dejado mensajes que esclarecen el por qué resisten al golpe.

Las explicaciones van desde las más simples, "porque yo no elegí a este gobierno”, hasta las más complejas, "seguiré resistiendo al golpe parlamentario porque fue una ruptura al proceso democrático, nos robaron nuestro voto del 2008, y fue un golpe cuya consecuencia fue nefasta para el pueblo paraguayo; ideado y orquestado por un grupo político con poder que decidió violentar la voluntad popular”, conforme dijo la activista Cristina Arnella.

Las razones son muchas: "porque nadie eligió a Franco como presidente, y no quiero que venda nuestros recursos naturales ni mienta sobre guerrilleros inexistentes”, enfatiza una de las participantes, que es reforzada por un colega: "Resistimos porque somos nacionalistas y rechazamos la entrega de nuestros recursos”.

Los/las interesados/as en adherir a la iniciativa pueden entrar en el sitio web y expresar sus razones y puntos de vista para decir no a la deposición de Fernando Lugo. En el twitter se utiliza el hastag #180dias.

Participe y deje su mensaje en el sitio web: www.180dias.org

Más informaciones en el facebook Razones para resistir - www.facebook.com/pages/Razones-para-resistir/504423422931465

www.facebook.com/events/120046098160698


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

QUEM MANDA NA PREFEITURA DE TAUBATÉ?


Nomeações reforçam influência de Bernardo no novo governo

Observados por Bernardo Ortiz, Junior e a secretária Odila Sanchez em reunião. Foto- Rogério Marques
Observados por Bernardo Ortiz, Junior e a secretária Odila Sanchez em reunião. Foto- Rogério Marques
Ex-assessor de tucano no governo do Estado comandará pasta de Serviços Públicos; oposição aponta ingerência política
JULIO CODAZZI
TAUBATÉ

A nomeação do engenheiro Emerson Kiogi Tanaka para a secretaria de Serviços Públicos de Taubaté reforça a influência do ex-prefeito José Bernardo Ortiz (PSDB) na gestão do filho, Ortiz Junior (PSDB).
Vereador de Potim nas últimas duas legislaturas, Tanaka foi assessor de Bernardo na Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo) e na FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação).
Com o engenheiro, chega a cinco o número de aliados políticos do ex-prefeito que fazem parte da equipe de governo de Junior.
Além disso, Bernardo tem atuado como uma espécie de ‘consultor’ do filho nos primeiros dias de mandato, participando inclusive de reuniões do secretariado.

Parecer. A contratação de Tanaka para a Codasp, em 2006, foi considerada ilegal pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Segundo decisão, de maio de 2009, a admissão deveria ter acontecido através de concurso público --fato ignorado por Bernardo Ortiz.
Situação semelhante ocorreu em 2011, quando o ex-prefeito nomeou Tanaka como assessor da Diretoria de Obras e Serviços da FDE.
A prática foi contestada pelo Ministério Público, que acusou o tucano de ignorar um concurso público que havia sido homologado um ano antes -- além disso, o MP afirmou que ele utilizou a FDE para ‘apadrinhamento político’.
Tanaka foi demitido do cargo em outubro de 2012, logo após uma decisão judicial ter afastado Bernardo da presidência da Fundação.

Aliados. Além do engenheiro, que foi nomeado ontem para a equipe de governo de Junior, outras quatro pessoas da confiança do ex-prefeito já faziam parte do secretariado desde o início da gestão.
Uma delas é a atual namorada de Bernardo, Odila Sanches (Finanças). As outras são Geraldo de Oliveira Neto (Desenvolvimento Econômico), Marilda Prado (Desenvolvimento Social) e Athaide Monteiro Amaral (Segurança).
Essas nomeações foram criticadas por vereadores de oposição, que apontam uma “ingerência” do ex-prefeito no governo do filho.
“O Bernardo não está deixando o Junior fazer uma administração livre. Ele indicou os secretários mais importantes, isso é temeroso”, disse Luizinho da Farmácia (PR).
“O Tanaka eu não conheço. Mas, pelo currículo, acho que foi mais uma contratação enfiada goela abaixo do Junior, pelo pai”, completou.
“Pelo desenho até agora, parece um governo de amigos e parentes. Fico preocupado, porque tudo vai ficar concentrado na família”, afirmou Salvador Soares (PT).
“É errado o Bernardo participar das reuniões da prefeitura e ainda indicar o secretariado. O Junior disse que ia trazer um pessoal com perfil técnico, não amigos”, disse o petista.

Outro lado.
Procurado por O VALE, Junior não comentou as críticas dos vereadores. A assessoria de imprensa do prefeito informou que todas as nomeações de secretários obedeceram critérios técnicos.
Em entrevistas anteriores, o tucano afirmou que a experiência do pai, que governou a cidade por três mandatos, poderia contribuir positivamente com a atual gestão.
Tanaka não se manifestou.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

JORNALISTAS PERSEGUIDOS TÊM COMISSÃO DA VERDADE


Comissão da Verdade dos Jornalistas será instalada neste mês

A Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros será instalada pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) no próximo dia 18, em Porto Alegre. Além de resgatar a história dos profissionais que foram vítimas da ditadura militar, o objetivo do grupo é editar uma publicação que deve ser entregue à Comissão da Verdade do governo federal até agosto.
O jornalista Sérgio Murillo de Andrade (SC) vai coordenar os trabalhos da equipe composta por  Audálio Dantas (SP), Nilmário Miranda (MG), Rose Nogueira (SP), Carlos Alberto Caó (RJ). A decisão foi aprovada no 35º Congresso Nacional dos Jornalistas, em novembro passado.
Junto com a Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc), a Fenaj está organizando o Seminário Internacional Direitos Humanos e Jornalismo, que será realizado nos dias 18 e 19 de janeiro na capital gaúcha.  A comissão será instalada durante o evento.
"O propósito é registrar não apenas os casos de jornalistas mortos e desaparecidos, mas também de todos os que foram comprovadamente perseguidos, ameaçados, cassados, indiciados em processos, condenados, exilados, presos e torturados", explica o diretor de Relações Institucionais da Fenaj, Sérgio Murillo de Andrade, ao site Agência da Boa Notícia.
De acordo com o site, o trabalho será realizado com base em documentos oficiais do período da ditadura militar, que estão sob a guarda do Arquivo Nacional, além de entrevistas com vítimas e consulta às publicações da época. 

sergio-murillo-2

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013