segunda-feira, 12 de março de 2012

VEJA PROTEGE SENADOR E BICHEIRO



O bicheiro, o senador e o grampo falso da Veja

Autor: 
 
A revelação das relações entre o senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira reabre as feridas da Operação Satiagraha e do grampo falso plantado pela revista Veja para reavivar a CPI do Grampo e matar as investigações.
Dado 1: ligações Veja-Cachoeira
Na série "O Caso de Veja", que escrevi em 2008, um dos capítulos tem por título "O araponga e o repórter" (clique aqui).
Nele, se mostram as relações incestuosas entre Carlinhos Cachoeira e a sucursal brasiliense da revista. Coube a Carlinhos indicar o araponga que, contratado pelo chefe de uma das gangues que dominava os Correios, em aliança com o repórter da revista, deflagrou o escândalo da propina dos R$ 3 mil. O escândalo derrubou o esquema comandado pelo deputado Roberto Jefferson, permitindo a retomada do controle das negociatas pelos parceiros de Carlinhos. Tempos depois, a Policia Federal deflagrou a operação que desarticulou a quadrilha e a revista não deu uma linha sobre o ocorrido.
A cumplicidade era total. O araponga grampeava, o jornalista analisava se o grampo estava bom ou não. Depois, dava um tempo para que, de posse do grampo, o sujeito que contratou o araponga pudesse agir.
Tem-se, portanto, a ligação entre os grampos da revista e Carlinhos Cachoeira.
Dado 2: ligações Demóstenes-Veja
Tem-se, também, Demóstenes Torres se prestando ao grampo armado, naquela conversa com o presidente do STF Gilmar Mendes. O arquivo de som jamais apareceu para não revelar as fontes. A atuação de Demóstenes no grampo parece com a de uma senhora que, sabendo de antemão que será filmada, trata de vestir sua melhor roupa. A conversa é estudada e consagradora para Demóstenes, que se apresenta como um senador defensor dos bons costumes. É o primeiro caso de grampo a favor da vítima.
Dado 3: ligações Demóstenes- Cachoeira
Agora, aparecem as relações entre Demóstenes e Carlinhos Cachoeira.
É mais um capítulo sobre as relações terríveis entre crime organizado, jogo político e mídia.
No caso do grampo, houve a tentativa (bem sucedida) de envolver a mais alta instância do Poder Judiciário.

quinta-feira, 8 de março de 2012

URUGUAI PUNE ESTUPRADORES FARDADOS


Enquanto no Brasil alguns militares da reserva desacatam o Ministro da Defesa e a comandante-em-chefe Dilma Roussef, o Uruguai leva aos tribunais os ex-torturadores da ditadura militar que cometeram crimes sexuais contra presas políticas. 


Mujeres torturadas

Ante la Justicia denunciantes por violencia sexual en dictadura

Continuarán las declaraciones iniciadas ayer por mujeres detenidas en centros de reclusión de la dictadura que fueron víctimas de violencia sexual, en una causa que incluye a torturadoras tanto como a hombres, por igual delito.

Miércoles 07 de marzo de 2012 | 4:41
Foto: sdr.licomm.edu.uy
La causa de abuso sexual, violación y tortura, está abierta contra todos los oficiales y suboficiales que revistaban entre 1972 y 1985 en el penal de Punta de Rieles, el centro “300 Carlos”, Regimiento de Caballería N° 9, La Tablada, la casa de Punta Gorda, Hospital Militar, Regimiento de Caballería 4, Batallón de Ingenieros 1, Cuartel de La Paloma, Batallón de Infantería 5 de Mercedes, Batallón 5 de Artillería, Cuartel de Infantería 7 de Salto, Cuartel 13 y Cuartel 6 de Caballería.

Mujeres por “lesa humanidad”

La causa, que incluye a mujeres militares acusadas de apremios físicos y sicológicos entre las reclusas, es la primera que involucra en delitos de “lesa humanidad” a mujeres en nuestro país.
Beatriz Benzano una de las denunciantes, remarcó que la decisión de llevar el tema ante la Justicia “no fue nada fácil, durante muchos años no hablamos de eso, recordar nos ha costado muchísimo porque fueron cosas terribles y el dolor sigue presente”.
La denunciante, pidió a todas las presas políticas que en su momento fueron objeto de menoscabo durante su prisión a denunciar los hechos y presentarse a la Justicia. “Estos crímenes no deben quedar impunes”, destacó “es algo que no podemos dejar pasar”.

quarta-feira, 7 de março de 2012

CONHEÇA OSVERDADEIROS DONOS DA REVISTA VEJA


http://altamiroborges.blogspot.com/2011/08/racistas-controlam-revista-veja.html


Racistas controlam a revista Veja

Por Altamiro Borges

Ao tentar invadir o apartamento em que o ex-ministro José Dirceu se hospeda em Brasília e ao usar imagens ilegais dos corredores do hotel, o repórter Gustavo Ribeiro escancarou os métodos criminosos da revista Veja. Isto só confirma que a famiglia Civita não se diferencia muito do mafioso midiático Rupert Murdoch, com seus grampos e subornos. Esta postura, que não tem nada de jornalística ou ética, é bem antiga. O texto abaixo é de agosto de 2006 e mostra as relações sinistra dos donos da Veja:

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Na sua penúltima edição, a revista Veja estampou na capa a foto de uma mulher negra, título de eleitor na mão e a manchete espalhafatosa: “Ela pode decidir a eleição”. A chamada de capa ainda trazia a maldosa descrição: “Nordestina, 27 anos, educação média, R$ 450 por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança em outubro”. O intuito evidente da capa e da reportagem interna era o de estimular o preconceito de classe contra o presidente Lula, franco favorito nas pesquisas eleitorais entre a população mais carente. A edição não destoava de tantas outras, nas quais esta publicação da Editora Abril assume abertamente o papel de palanque da oposição de direita e destina veneno de nítido conteúdo fascistóide.

Agora, o escritor Renato Pompeu dá novos elementos que apimentam a discussão sobre a linha editorial racista desta revista. No artigo “A Abril e o apartheid”, publicado na revista Caros Amigos que está nas bancas, ele informa que “o grupo de mídia sul-africano Naspers adquiriu 30% do capital acionário da Editora Abril, que detém 54% do mercado brasileiro de revistas e 58% das rendas de anúncios em revistas no país. Para tanto, pagou 422 milhões de dólares. A notícia é de maio e foi publicada nos principais órgãos da mídia grande do Brasil. Mas não foi dada a devida atenção ao fato de a Naspers ter sido um dos esteios do regime do apartheid na África do Sul e ter prosperado com a segregação racial”.

Líderes da segregação racial 

A Naspers tem sua origem em 1915, quando surgiu com o nome de Nasionale Pers, um grupo nacionalista africâner (a denominação dos sul-africanos de origem holandesa, também conhecidos como bôeres, que foram derrotados pela Grã-Bretanha na guerra que terminou em 1902). Este agrupamento lançou o jornal diário Die Burger, que até hoje é líder de mercado no país. Durante décadas, o grupo, que passou a editar revistas e livros, esteve estreitamente vinculado ao Partido Nacional, a organização partidária das elites africâneres que legalizou o detestável e criminoso regime do apartheid no pós-Segunda Guerra Mundial.

Como relata Renato Pompeu, “dos quadros da Naspers saíram os três primeiros-ministros do apartheid”. O primeiro diretor do Die Burger foi D.F. Malan, que comandou o governo da África do Sul de 1948 a 1954 e lançou as bases legais da segregação racial. Já os líderes do Partido Nacional H.F. Verwoerd e P.W. Botha participaram do Conselho de Administração da Naspers. Verwoerd, que quando estudante na Alemanha teve ligações com os nazistas, consolidou o regime do apartheid, a que deu feição definitiva em seu governo, iniciado em 1958. Durante a sua gestão ocorreram o massacre de Sharpeville, a proibição do Congresso Nacional Africano (que hoje governa o país) e a prolongada condenação de Nelson Mandela.

Já P. Botha sustentou o apartheid como primeiro-ministro, de 1978 a 1984, e depois como presidente, até 1989. “Ele argumentava, junto ao governo dos Estados Unidos, que o apartheid era necessário para conter o comunismo em Angola e Moçambique, países vizinhos. Reforçou militarmente a África do Sul e pediu a colaboração de Israel para desenvolver a bomba atômica. Ordenou a intervenção de forças especiais sul-africanas na Namíbia e em Angola”. Durante seu longo governo, a resistência negra na África do Sul, que cresceu, adquiriu maior radicalidade e conquistou a solidariedade internacional, foi cruelmente reprimida – como tão bem retrata o filme “Um grito de liberdade”, do diretor inglês Richard Attenborough (1987).

Os tentáculos do apartheid 

Renato Pompeu não perdoa a papel nefasto da Naspers. “Com a ajuda dos governos do apartheid, dos quais suas publicação foram porta-vozes oficiosos, ela evoluiu para se tornar o maior conglomerado da mídia imprensa e eletrônica da África, onde atua em dezenas de países, tendo estendido também as suas atividades para nações como Hungria, Grécia, Índia, China e, agora, para o Brasil. Em setembro de 1997, um total de 127 jornalistas da Naspers pediu desculpas em público pela sua atuação durante o apartheid, em documento dirigido à Comissão da Verdade e da Reconciliação, encabeçada pelo arcebispo Desmond Tutu. Mas se tratava de empregados, embora alguns tivessem cargos de direção de jornais e revistas. A própria Naspers, entretanto, jamais pediu perdão por suas ligações com o apartheid”.

Segundo documentos divulgados pela própria Naspers, em 31 de dezembro de 2005, a Editora Abril tinha uma dívida liquida de aproximadamente US$ 500 milhões, com a família Civita detendo 86,2% das ações e o grupo estadunidense Capital International, 13,8%. A Naspers adquiriu em maio último todas as ações da empresa ianque, por US$ 177 milhões, mais US$ 86 milhões em ações da família Civita e outros US$ 159 milhões em papéis lançados pela Abril. “Com isso, a Naspers ficou com 30% do capital. O dinheiro injetado, segundo ela, serviria para pagar a maior parte das dividas da editora”. Isto comprova que o poder deste conglomerado, que cresceu com a segregação racial, é hoje enorme e assustador na mídia brasileira.

Os interesses alienígenas 

Mas as relações alienígenas da revista Veja não são recentes nem se dão apenas com os racistas da África do Sul. Até recentemente, ela sofria forte influência na sua linha editorial das corporações dos EUA. A Capital International, terceiro maior grupo gestor de fundos de investimentos desta potência imperialista, tinha dois prepostos no Conselho de Administração do Grupo Abril – Willian Parker e Guilherme Lins. Em julho de 2004, esta agência de especulação financeira havia adquirido 13,8% das ações da Abril, numa operação viabilizada por uma emenda constitucional sancionada por FHC em 2002.

A Editora Abril também têm vínculos com a Cisneros Group, holding controlada por Gustavo Cisneros, um dos principais mentores do frustrado golpe midiático contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002. O inimigo declarado do líder venezuelano é proprietário de um império que congrega 75 empresas no setor da mídia, espalhadas pela América do Sul, EUA, Canadá, Espanha e Portugal. Segundo Gustavo Barreto, pesquisador da UFRJ, as primeiras parcerias da Abril com Cisneros datam de 1995 em torno das transmissões via satélites. O grupo também é sócio da DirecTV, que já teve presença acionária da Abril. Desde 2000, os dois grupos se tornaram sócios na empresa resultante da fusão entre AOL e Time Warner.

Ainda segundo Gustavo Barreto, “a Editora Abril possui relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan – a mesma que calcula o chamado ‘risco-país’, índice que designa o risco que os investidores correm quando investem no Brasil. Em outras palavras, ela expressa a percepção do investidor estrangeiro sobre a capacidade deste país ‘honrar’ os seus compromissos. Estas e outras instituições financeiras de peso são os debenturistas – detentores das debêntures (títulos da dívida) – da Editora Abril e de seu principal produto jornalístico. Em suma, responsáveis pela reestruturação da editora que publica a revista com linha editorial fortemente pró-mercado e anti-movimentos sociais”.

Um ninho de tucanos 

Além de ser controlada por grupos estrangeiros, a Veja mantém relações estreitas com o PSDB, que é o núcleo orgânico do capital rentista, e com o PFL, que representa a velha oligarquia conservadora. Emílio Carazzai, por exemplo, que hoje exerce a função de vice-presidente de Finanças do Grupo Abril, foi presidente da Caixa Econômica Federal no governo FHC. Outra tucana influente na família Civita, dona do Grupo Abril, é Claudia Costin, ministra de FHC responsável pela demissão de servidores públicos, ex-secretária de Cultura no governo de Geraldo Alckmin e atual vice-presidente da Fundação Victor Civita.

Não é para menos que a Editora Abril sempre privilegiou os políticos tucanos. Afora os possíveis apoios “não contabilizados”, que só uma rigorosa auditoria da Justiça Eleitoral poderia provar, nas eleições de 2002, ela doou R$ 50,7 mil a dois candidatos do PSDB. O deputado federal Alberto Goldman, hoje um vestal da ética, recebeu R$ 34,9 mil da influente família; já o deputado Aloysio Nunes, ex-ministro de FHC, foi agraciado com R$ 15,8 mil. Ela também depositou R$ 303 mil na conta da DNA Propaganda, a famosa empresa de Marcos Valério que inaugurou um ilícito esquema de financiamento eleitoral para Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB. Estes e outros “segredinhos” da Editora Abril ajudam a entender a linha editorial racista da revista Veja e a sua postura de opositora radical do governo Lula.

terça-feira, 6 de março de 2012

SERRA É CANDIDATO FRÁGIL


http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com/

Serra é a boa notícia



O teatro midiático do “lançamento” da pré-candidatura de José Serra visava municiar as pesquisas de opinião e as negociações de bastidores arquitetadas pelo PSDB. Com elas, o partido tentará refazer o tripé de forças que esteve por trás de suas últimas vitórias na capital e no Estado: a) união partidária, que garanta investimentos, infra-estrutura e coesão propositiva; b) uma tropa de choque formada por legendas menores, que assuma a pauta negativa da campanha e forneça valioso tempo de propaganda televisiva; e c) uma retaguarda obscura de candidatos legislativos da própria esquerda, cooptados para dissimuladamente prejudicar Fernando Haddad.

É sabido que a hipótese Serra já nasce claudicante nesses três alicerces. Ela divide o PSDB, mina o desenvolvimento de novos quadros tucanos e carrega o estigma das baixarias que dominaram a última campanha presidencial. O receio de contaminação pela repulsa de mais de um terço do eleitorado (e de toda a fauna progressista) tende a afastar aventureiros e “independentes”.

O cenário inicial da disputa não poderia ser mais favorável ao PT. Ele ficará livre do malévolo encosto kassabista, já rechaçado pela militância, e ganhará um concorrente vulnerável – as suspeitas levantadas no livro “A privataria tucana” e o vexatório episódio da renúncia ao cargo de prefeito em 2006 tendem a neutralizar o editorialismo serrista dos grandes veículos. Gilberto Kassab, receando ser trucidado por todos os pleiteantes sem poder defender-se, aos poucos rumará para a neutralidade que convém aos acordos do PSD no resto do país. Gabriel Chalita e Celso Russomano, que sonham em polarizar com o PT num eventual segundo turno, disputarão ferozmente o eleitorado conservador de Serra.

A má notícia, porém, é que tantas vantagens aumentam a responsabilidade e a importância da cúpula petista de São Paulo. Nas últimas campanhas locais, ela demonstrou uma incapacidade atroz de aglutinar lideranças do partido, de promover estratégias coerentes nas articulações sucessórias regionais e de produzir uma comunicação eletrônica eficaz nas campanhas majoritárias mais importantes. Fechou acordos que favoreciam grupos restritos de interesses, avalizou projetos locais espúrios, financiou concepções equivocadas de propaganda e, acima de tudo, esfriou o ímpeto combativo dos militantes, maior trunfo histórico do petismo.

Pode-se reclamar eternamente do apoio da grande mídia a Serra. Como explicação para a derrota, no entanto, já não serve mais.

sábado, 3 de março de 2012

SERRA VIVE NOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL?


http://blog.tales.com.br/2012/03/uma-coletanea-de-perolas-de-jose-serra.html

Uma coletânea de pérolas de José Serra, 'o mais preparado'

Não tem jeito. Depois da pérola de ontem, quando José Serra, o eterno candidato, o 'mais preparado para governar', segundo Veja, Folha e Globo, disse em entrevista ao Boris Casoy (Serra é o único pré-candidato a alguma coisa que dá entrevista a todos os jornais e TVs) que o Brasil se chama 'Estados Unidos do Brasil', tive que fazer uma coletânea das suas pérolas.

Vejam, morram de rir e desconfiem quando lerem ou virem por aí que ele é um 'gestor competente':


O resto da coleção de pérolas dessa besta está abaixo:

2009: Serra, 'o melhor ministro da Saúde' segundo o PSDB, dá a receita para combater a gripe suína: "a doença é transmitida dos "porquinhos para as pessoas só quando eles espirram". "Portanto, uma providência elementar é não ficar perto de porquinho algum", aconselha". Veja o vídeo:



Serra ensina porcentagem a crianças em escola: "170 / 37 dá 'mais ou menos' 48". Veja:



2004: Serra promete na TV (e registra em cartório!) não abandonar a prefeitura de São Paulo, caso fosse eleito. Foi eleito e abandonou pra ser governador (o que fará novamente, para tentar ser presidente de novo):




quinta-feira, 1 de março de 2012

TAUBATÉ: VEREADORES QUEREM GANHAR AINDA MAIS!!!


Do jornal O Vale:

Vereadores voltam atrás e preparam novo reajuste

Sessão de Câmara de Taubaté
Rogério Marques
Discussão é retomada pela Câmara uma semana depois do anúncio do congelamento dos subsídios
Simone Gonçalves
Taubaté

Após anunciar reajuste zero para prefeito, vice, secretários e vereadores, a Câmara de Taubaté voltou atrás e articula um novo projeto para aumentar os salários dos agentes políticos.
O ‘congelamento’ dos subsídios havia sido anunciado no último dia 23, uma semana depois de os vereadores rejeitaram projetos que concediam reajustes de até 67%.
A proposta que oficializaria a manutenção dos atuais valores deveria ter sido votado ontem, mas foi adiada por uma semana a pedido do vereador Mário Ortiz (PSD).
Com o tempo extra, parlamentares pretendem discutir novamente o reajuste.
O presidente da Comissão de Finanças, Chico Saad (PMDB), defende que seja mantida a proposta anterior de aumento de 29,5% nos subsídios de vereadores a partir de 2013. Com o acréscimo, o valor atual de R$ 6.118 vai para R$ 7.922,81. “Vou chamar os vereadores para discutir. Não é uma ideia minha, um grupo defende o reajuste. O vereador não recebe por sessão extra, não tem verba de gabinete.”
Saad também defende que o subsídio do prefeito seja reajustado. “Tem funcionário que tem direito a ganhar mais que o prefeito, mas não pode porque a lei não permite, devemos corrigir”, disse o peemedebista.
Para ele, a remuneração do prefeito deve ser de cerca de R$ 16 mil. Hoje, ela está fixada em R$11.188,06.
O vereador Mário Ortiz disse que a discussão em torno do subsídio do prefeito motivou a retirada. “Se existem funcionários que não podem receber por causa do valor do subsídio do prefeito, temos que ao menos rediscutir isso.”