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quinta-feira, 15 de maio de 2014

PROTESTOS NÃO SÃO CONTRA A COPA, DIZ MINISTRO

Ministro diz que a Copa não é o foco 
das manifestações pelo país


Andreia Verdélio - O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse hoje (15) que não há como caracterizar as manifestações que estão acontecendo pelo país como sendo contra a Copa do Mundo. Rebelo participou de audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, para apresentar as diretrizes do ministério para 2014.
Segundo o ministro, as manifestações trazem reivindicações específicas de determinadas categorias. "Geralmente as manifestações são mais a favor de alguma coisa, da moradia, do ensino público, da segurança, do transporte. Não sei por que transformar manifestações de reivindicações em manifestação contra a Copa e o governo", disse, acrescentando que aquelas que se tornarem violentas serão coibidas.
Hoje, movimentos sociais e ativistas convocaram o Dia Internacional de Lutas contra a Copa, intitulado 15M. Eles apontam violações de direitos humanos ocorridas durante a preparação das cidades-sede do Mundial e cobram medidas como o reassentamento de famílias que foram removidas, a garantia de moradia digna, medidas contra a exploração sexual de crianças e adolescentes.
Durante a preparação da Copa, também a Fifa e parte da mídia internacional criticaram a organização do evento. O ministro afirmou, entretanto, que esses questionamentos são "normais" e que eles têm sido respondidos por meio de notas de esclarecimentos.
"Em determinados momentos o país é alvo de críticas, principalmente quando há coisas importantes em disputa. Eu lembrei o caso do Código Florestal, quando o país, o Congresso, o governo, todos os que queriam uma legislação que protegesse o meio ambiente e a agricultura, todos foram alvo de pressões internas e externas. Acho que o Brasil, naturalmente como a sétima economia do planeta, em um mundo que vive dificuldades econômicas, o Brasil incomoda e, às vezes, acho que isso exacerba os rumores sobre ao país", disse Rebelo.
Para Rebelo, os grandes eventos esportivos são uma oportunidade para o país que os realiza, não só na área econômica, mas também na projeção da imagem, influência e poder do país. Rebelo argumentou que a Alemanha e a África do Sul também usaram a Copa para se desfazer das imagens de eventos históricos, como o nazismo e o apartheid. Segundo ele, a Fifa e a Organização das Nações Unidas (ONU) também querem usar o alcance e a dimensão do Mundial na luta pela paz e contra o racismo.
Texto da Agência Brasil

sábado, 12 de abril de 2014

TORCER CONTRA A COPA É TORCER CONTRA OS BRASILEIROS

Só mesmo a sua total falta de programa e de um candidato viável em 2014 pode explicar a torcida da oposição contra a Copa do Mundo e contra a seleção brasileira. No país do futebol, lutar contra a maior paixão do povo brasileiro chega a ser uma atitude suicida, burra e inglória.
A Copa, que vários países sonham em sediar, tem tudo para ser a maior de todos os tempos. Os problemas de preparação ocorrem em todos os países-sede, e no nosso caso estão sendo resolvidos a contento, como atestam a Fifa e a imprensa mundial. 
Só dentro do Brasil existem alguns idiotas (a maioria com interesses inconfessáveis) tentando boicotar a festa.
Vão ficar falando entre si, esses maus brasileiros. Eu não sou fanático por futebol, nem estarei no Brasil durante a competição, mas sei o que este evento significa em projeção para meu País. Torço pelo pleno sucesso, e torço pela vitória da seleção brasileira. Mas se ela não for a campeã, não tem importância, pois no esprote é normal vencer e perder: o que me importa é que a imagem do Brasil já está sendo e será cada vez mais projetada por todos os cantos do planeta, como uma Nação de paz, hospitalidade e fair-play. Isso ninguém nos tira.
Eis o artigo do ministro do Esporte, Aldo rebelo, que esclarece alguns pontos desta estranha e má-intencionada torcidinha dos "contra o Brasil":



Marqueteiros do fracasso

Artigo do ministro Aldo Rebelo publicado no jornal Diário de São Paulo, em 12/4/14.

A cáustica campanha de inspiração político-partidária que desvirtua a Copa para minar o governo tenta, mas não consegue tapar o sol com a peneira. A Copa é boa para o Brasil, entusiasma torcedores de todo o mundo, gera negócios capilarizados na sociedade e constrói um legado de benefícios para uso cotidiano da população. Parodiando a música de Capiba, a Copa é madeira que cupim não rói – não o cupim ideológico atiçado para prejudicar um megaevento esportivo disputado pelos países desenvolvidos. Se aqui não é tratado por alguns com a dimensão colossal que encerra é porque os adversários do governo torcem contra a bola para terem sucesso na urna.

Na parte que lhe toca, o Governo Federal não esconde nem disfarça os problemas pertinentes a uma empreitada dessa magnitude. Nem poderia sequer tentar fazê-lo, pois a Copa e obras associadas a ela, que não se esgotam no curto período do torneio, têm sido escrutinadas com lentes de aumento que exageram os problemas. As previsões são sempre catastróficas e fora da realidade. Chegou-se a dizer que o Maracanã só ficaria pronto em 2038, mas o estádio foi reinaugurado 25 anos antes do prazo surrealista, e deslumbrou o mundo na Copa das Confederações em junho de 2013.

O sucesso desse torneio, realizado em seis das doze cidades-sedes, demonstrou que se as coisas não saem perfeitas muito menos configuram o desastre apregoado pelos fracassomaníacos. Aos que dizem que o Mundial da Fifa trará prejuízos, um estudo da Fipe acaba de revelar que a Copa das Confederações gerou um movimento de R$ 20,7 bilhões na economia.

Um turbilhão de fatores em curso mostra que a Copa é fator de progresso e bem-estar – em todos os campos, inclusive na possibilidade de ganharmos o hexa por jogar em casa. Mas esta é a cartada final dos marqueteiros do fracasso: torcer pela derrota da Seleção brasileira em pleno Maracanã – de preferência contra a Argentina.

Aldo Rebelo é ministro do Esporte.