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terça-feira, 21 de julho de 2015

PF INVESTIGA JANTAR DE LULA COM JOÃO R. MARINHO, DA GLOBO!!!

Documento da PF traz João Roberto Marinho na lista do jantar com Lula


Por Renato Rovai
jantar com lula
O jantar para Lula organizado por Marcelo Odebrecht, fruto de investigação da PF e que o jornalismo “investigativo” brasileiro está tratando como um indício claro das relações espúrias da empreiteira com o ex-presidente teria reunido 15 pessoas na casa do anfitrião, no Condomínio Jardim Pignatari.
Até agora, porém, os colegas que estão buscando restos do que se comeu na ocasião para ver se acham o DNA dos participantes revelaram apenas três nomes, além do de Marcelo Odebrecht e Lula, o do ex-ministro Antonio Palocci, o de Sérgio Nobre (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) e  o da Juvandia (presidente do Sindicato dos Bancários).
Pois bem, como você pode perceber no fac-simile acima, de um dos documentos vazados, João Roberto Marinho, era um dos 15 nomes da lista.
Por que nenhum veículo se preocupou em registrar isso? Por que até agora ele não foi ouvido para que possa responder sobre o que se tratou no jantar? Por que o jornal dos Marinho esconde essa informação e todo o resto da mídia também?
Além dele, outros grandes empresários também estavam lá. Bolivarianos como Abilio Dinis, Roberto Setubal, Jorge Gerdau e Luis Carlos Trabuco. Ou seja, não foi um evento da Odebrecht com Lula. Mas de empresários e dois importantes sindicalistas a pedido de Lula.
O que se comeu no jantar? O que se discutiu no jantar? Simples, é só pergunta pro João Roberto Marinho.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DINIZ, PRESO, MERECE RESPEITO

O jornalista José Diniz Júnior, editor do semanário satírico Matéria-Prima, está preso por calúnia e difamação, crimes que a Justiça entendeu ter ele cometido contra o delegado de Polícia José Luiz Miglioli. Conheço a ambos, e lamento que as matérias do Diniz não tenham sido respondidas no próprio jornal, evitando-se a batalha judicial e a final condenação.
Diniz não é um bandido, como sabem todos em Taubaté. Tampouco Miglioli pode ser acusado sem provas de qualquer ato desabonador. Eu classificaria o caso como "desinteligência", para usar um termo do jargão policial. Também não me cabe contestar a sentença judicial, aliás bem redigida; mas posso discordar do rigor das penas aplicadas. Parece-me muita severidade para um delito de opinião que, talvez, pudesse ser melhor corrigido pela cessão de amplo espaço ao ofendido para contestação, no jornal onde foram publicadas as matérias consideradas caluniosas e difamatórias.
O mais grave, porém, é que Diniz tenha sido encaminhado para um presídio comum, onde convivem, em más condições, cerca de 1.600 apenados, alguns de alta periculosidade. Amigos advogados entendem que ele deveria estar num CDP - Centro de Detenção Provisória e, jamais, num estabelecimento penitenciário comum. Se a pena existe para corrigir e recuperar o condenado, para que servirá manter o Diniz no meio de criminosos de sangue ou de ladrões? Não estará havendo excesso de rigor?
O Estado é responsável pela integridade física e mental do prisioneiro José Diniz Júnior que, como qualquer outro cidadão, merece integral respeito em seus direitos humanos.