sábado, 18 de fevereiro de 2012

REGULAÇÃO DA MÍDIA SERÁ DEBATIDA


Marco regulatório da mídia vai à consulta pública, adianta ministro

O marco regulatório da mídia voltado para emissoras de rádio e TV vai entrar em cosulta pública nos próximos dias, segundo declaração do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na terça-feira, 14 , durante o seminário sobre políticas de telecomunicações.

A proposta, que estava esquecida no Ministério das Comunicações desde o início do governo Dilma, promete a criação de mecanismos de controle público do conteúdo das emissoras e limitar a presença de capital 
Paulo_Bernardo
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante o seminário.
(Imagem: Agência Brasil)
estrangeiro em portais de conteúdo jornalístico.

De acordo com Bernardo, com relação à democratização da mídia, deveria ter critérios mais rígidos, para garantir a qualidade.“A nossa Constituição não prevê o controle prévio de conteúdo, a não ser em casos bem específicos, como na proibição de propaganda de cigarros, bebidas alcoólicas e agrotóxicos, como já é feito hoje”, disse.

Segundo o ministro,  "a limitação da liberdade de expressão está fora de cogitação" e o governo não vai recuar diante desse tema. “O que vamos fazer é readequar a legislação do setor, que é de 1962, dentro dos aspectos que estão na Constituição”, explicou.

O ministro ainda concluiu o debate falando sobre participação de capital estrangeiro em sites jornalísticos e disse que o assunto já está em pauta no governo. Ele também afirmou que conversas sobre o tema já estão agendadas com outros órgãos do governo, como a Casa Civil e o Ministério da Cultura e em seguida será levado para a presidente Dilma. Após a aprovoção, será levada para o Congresso Nacional e, por fim, à sociedade civil organizada.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

SEAN PENN DEFENDE AS MALVINAS


Sean Penn critica ‘colonialismo’ britânico nas Malvinas

Sean Penn com outros artistas em evento beneficente organizado pela ong J/P Haitian em prol do Haiti, dia 14 de janeiro. Foto: ©AFP/Getty Images/arquivo / Alberto E. Rodriguez
BUENOS AIRES (AFP) – O ator americano Sean Penn criticou nesta segunda-feira 13 em Buenos Aires os enfoques “ridiculamente arcaicos” que apostam na continuidade do colonialismo, ao fazer alusão à Grã-Bretanha em sua disputa de soberania com a Argentina pelas Malvinas, depois de 30 anos de guerra nas ilhas.
“O foco deve ser a continuação das negociações e o diálogo entre o Reino Unido e a Argentina e, obviamente, o mundo não pode tolerar enfoques ridiculamente arcaicos que apostem na continuidade do colonialismo”, disse Penn na Casa Rosada depois de se reunir com a presidente Cristina Kirchner.
Em uma breve declaração à imprensa, na companhia do chanceler Héctor Timerman, o ator, que chegou a Buenos Aires por causa de sua missão humanitária no Haiti, disse que “o compromisso tem que continuar sendo manter as negociações para encontrar uma saída” para a disputa de soberania pelas Malvinas, sob controle britânico desde 1833.
Penn, ganhador de Oscars pelos filmes “Mystic River” e “Milk”, é co-fundador da ONG JP/HRO de ajuda às vítimas do terremoto que devastou o Haiti em 2010.

AMIANTO DÁ CADEIA...MAS NÃO NO BRASIL


Condena histórica

Dueños de Eternit a la cárcel por matar a 3 mil personas con amianto

Lunes 13 de febrero de 2012 | 4:02
La sentencia fue recibida con gritos, aplausos y llanto por los familiares de las víctimas, quienes pedían justicia desde hace años y sobre todo una condena ejemplar para los dos ex altos ejecutivos.
El ex propietario del grupo, el multimillonario suizo Stephan Schmidheiny, de 65 años, y el ex accionista belga, el barón Jean-Louis Marie Ghislain de Cartier de Marchienne, de 91 años, fueroncondenados por haber provocado de modo intencional una catástrofe y haber violado las reglas de seguridad en sus fábricas de Italia, que funcionaron de 1976 a 1986.
Se trata del mayor juicio organizado hasta ahora por el amianto, un mineral fibroso –del que el asbesto es una variante de fibras más duras– que organismos médicos internacionales acusan de provocar cáncer con una elevada mortalidad.
Desde hace unos años se ha prohibido su uso en todos los países desarrollados, aunque sigue siendo utilizado en otros en vías de desarrollo, entre ellos casi todos los de América Latina, incluidoBrasil.
La defensa negó la responsabilidad directa de los dos acusados, que nunca asistieron a las audiencias y que fueron condenados en contumacia.
La fiscalía requirió la pena más severa por esos delitos, es decir veinte años, debido a su gravedad: las personas expuestas al amianto pueden enfermarse varias décadas después.
Tanto el barón belga como el multimillonario suizo, aún sabiendo que el amianto era peligroso, decidieron mantener las fábricas abiertas y no dispusieron ni siquiera del uso de guantes y mascarillas como primera medida de protección para evitar que miles de personas se enfermaran detumor en los pulmones y asbestosis por la inhalación del polvo del asbesto.
El proceso se inició en diciembre de 2009 en Turín (norte) y reunió a más de 6.000 querellantes.
“Ha sido una sentencia histórica, tanto por los aspectos sociales como por aquellos técnico-jurídicos”, comentó el ministro de Salud italiano, Renato Balduzzi, quien recordó el apoyo del Estado y las instituciones italianas a los familiares de las víctimas.
“Se trata de una sentencia equilibrada, ahora hay que ver si cumplen con sus obligaciones”, reaccionó Sergio Bonetto, uno de los abogados de los familiares, quien teme que la interposición de recursos legales impida las indemnizaciones establecidas.
La sentencia dispuso el pago de decenas de millones de euros en concepto de indemnización, entre otros, a la asociación Medicina Democrática, a varios ayuntamientos, como el de Casale Monferrato, la ciudad que ha registrado el mayor número de muertos y cuyos familiares recibieron con lágrimas la sentencia.
“Ha sido el mayor juicio realizado en el mundo por un asunto de seguridad laboral”, reconoció el fiscal Raffaele Guariniello, cuya determinación fue elogiada por asociaciones y familiares.

Tarda pero llega

Una enorme pancarta que rezaba “Eternit Justicia” fue desplegada en la sala de audiencias, en la que se encontraban también representantes de las víctimas de otros países, entre ellos numerosos provenientes de Francia.
“La gente iba a trabajar sin protección alguna“, recuerda Piero Ferraris, cuyo padre, Evasio, murió en 1988 a los 63 años de cáncer tras haber trabajado en la fábrica de Eternit de Casale Monferrato de 1946 a 1979.
“Casale es una ciudad mártir, llena de gente enferma”, sostiene Remo Viotto, de 77 años, quien trabajó durante 32 como camionero de Eternit y lucha desde hace 18 años contra un cáncer.
El amianto, usado durante décadas como material milagroso por su resistencia al calor y al fuego, fue prohibido en toda la Unión Europea en 2005 cuando entró en vigencia una directiva de 1999, y ahora se milita por una prohibición mundial con el fin de que el drama no continúe en los países en desarrollo.
Pese a que es difícil cuantificar las consecuencias mortales del amianto en numerosos países, en Francia podría ser responsable de unos 100.000 decesos antes de 2025, según la Agencia Salud Medio Ambiente (Afsset).
En América Latina se dio un primer paso en 2008, cuando una ley del estado brasileño de Sao Paulo que prohibía el amianto en esa región fue juzgada constitucional pese a un recurso interpuesto por industriales, recordó Mauro de Azevedo Menezes, abogado de la Asociación brasileña de víctimas (Abrea).

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

EX-TORTURADOR APONTA APOIO DE EMPRESÁRIOS

Marina Amaral: A intimidade dos empresários com a repressão

Conversas com o Mr. DOPS
Nossa repórter passou mais de 15 horas entrevistando um dos poucos delegados do DOPS ainda vivos, entre os que atuaram nos anos mais duros da ditadura. Enfrentou resistência, informações desencontradas e até um suposto pacto de silêncio – um embate que antecipa os desafios da Comissão da Verdade
Aos 80 anos, José Paulo Bonchristiano conserva o porte imponente dos tempos em que era o “doutor Paulo”, delegado do Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo, “o melhor departamento de polícia da América Latina”, não se cansa de repetir.“O DOPS era um órgão de inteligência policial, fazíamos o levantamento de todo e qualquer cidadão que tivesse alguma coisa contra o governo, chegamos a ter fichas de 200 mil pessoas durante a revolução”, diz, referindo-se ao golpe militar de 1964, que deu origem aos 20 anos de ditadura no Brasil.
Embora esteja aposentado há 27 anos, não há nada de senil em sua atitude ou aparência. Os olhos astutos de policial ainda dispensam os óculos para perscrutar o rosto do interlocutor, endurecendo quando o delegado acha que é hora de encerrar o assunto.
Bonchristiano gosta de dar entrevistas, mas não de responder a perguntas que lancem luz sobre os crimes cometidos pelo aparelho policial-militar da ditadura do qual participou entre 1964 e 1983: prisões ilegais, sequestros, torturas, lesões corporais, estupros e homicídios que, segundo estimativas da Procuradoria da República, vitimaram cerca de 30 mil cidadãos. Destes, 376 foram mortos, incluindo mais de 200 que continuam até hoje desaparecidos.
Os arquivos do DOPS se tornaram públicos em 1992, mas muitos documentos foram retirados pelos policiais quando estavam sob a guarda do então diretor da Polícia Federal e ex-diretor geral do DOPS, Romeu Tuma. Entre os remanescentes estão os laudos periciais falsos, produzidos no próprio DOPS, que transformavam homicídios cometidos pelos agentes do Estado em suicídios, atropelamentos, fugas. No caso dos desaparecidos, os corpos eram enterrados sob nomes falsos em valas de indigentes em cemitérios de periferia.
Globo, Folha, Bradesco – e Niles Bond
Bonchristiano é um dos poucos delegados ainda vivos que participaram desse período, mas ele evita falar sobre os crimes. Prefere soltar o vozeirão para contar casos do tempo em que os generais e empresários o tratavam pelo nome. Roberto Marinho, da Globo, diz, “passava no DOPS para conversar com a gente quando estava em São Paulo”, e ele podia telefonar a Octávio Frias, da Folha de S. Paulo “para pedir o que o DOPS precisasse”. Quando participou da montagem da Polícia Federal em São Paulo, conta, o fundador do Bradesco mobiliou a sede, em Higienópolis: “Nós do DOPS falamos com o Amador Aguiar ele mandou por tudo dentro da rua Piauí, até máquina de escrever”.
Leia a íntegra deste histórica matéria em:

MALVINAS: HOJE A ARGENTINA GANHARIA A GUERRA, DIZ INGLÊS

Ex-comandante del Ejército Británico

“Si Argentina invadiera Malvinas, actualmente sería casi imposible recuperarlas”

El comandante en jefe del Ejército Británico hasta 2008, el general Mike Jackson afirmó que si actualmente Argentina decidiera invadir las Islas Malvinas, las Fuerzas Armadas británicas no estarían en condiciones de recuperarlas como hicieron hace 30 años.

Jueves 09 de febrero de 2012 | 11:48
General Mike Jackson
El general Mike Jackson
El diario The Sunday Telegraph, publica una entrevista al militar retirado que acusó al Poder Ejecutivo de haber “recortado tanto el presupuesto”, que actualmente una batalla como la planteada en el Atlántico sur en 1982, “sería un desastre”.
“Los cortes de presupuesto en el Ministerio de la Defensa han dejado al país mucho más débil” aseguró Jackson quién estimó que tácticamente, “si la Argentina invadiera el archipiélago y conquistara de nuevo el aeródromo, sería casi imposible sacarlos de allí”.
La razón principal de esta derrota potencial sería la conversión en chatarra de la flota de 70 aviones Harrier que se emplearon en aquel conflicto, los que constituyeron un importante respaldo para las tropas anfibias en los sucesivos desembarcos destinados a recuperar las Falkland´s.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Altamiro Borges: Folha e Veja terão espaço na TV Cultura

Altamiro Borges: Folha e Veja terão espaço na TV Cultura

DESMONTADA A FARSA SOBRE O PINHEIRINHO

Defensoria Pública de São Paulo desmonta toda a história oficial sobre o Pinheirinho

por Conceição Lemes
Os deputados estaduais Adriano Diogo (PT) e Carlos Giannazi (Psol) promoveram nessa quarta-feira audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo  para discutir a situação dos despejados do Pinheirinho. Participaram ex- moradores do acampamento, entidades e movimentos sociais, representantes do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), da Defensoria Pública e do Ministério Público do Estado.
O depoimento do defensor público Jairo Salvador desmonta toda a história oficial sobre Pinheirinho.
“Finalmente, alguém explica de forma clara, nua e crua, todo o imbróglio jurídico envolvendo o Pinheirinho”, afirma Adriano Diogo, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alesp. “Um depoimento corajoso, que põe por terra  desde as justificativas legais para a reintegração de posse até a da derrubada das casas. ”
Assista-o: