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sábado, 14 de junho de 2014

VAIA NÃO É VOTO, PALAVRÃO NÃO É PROGRAMA DE GOVERNO

Vaia a Lula em 2007 não ajudou direita em 2010 e não ajudará agora





Uma hora e pouco após o jogo do Brasil contra a Croácia, a direita midiática não cabia em si de tanta felicidade. Apesar de tudo ter transcorrido em ordem, de os aeroportos terem passado no teste, de a Arena Corinthians ter tido lotação total e de todos os que ali estiveram a terem elogiado largamente, a vaia orquestrada contra Dilma, que partiu do setor VIP do estádio, encheu de esperança o PSDB e os meios de comunicação aliados.
A tese desta página sobre o autoengano é a de que enganar a si mesmo é um direito humano. Quem quiser ver prognóstico eleitoral nas vaias injustas, truculentas e irracionais a uma mulher que tem feito tanto pelo país quanto Dilma Rousseff, que fique à vontade. Contudo, vale oferecer uma ajuda-memória a esses fascistas da grande mídia e do PSDB.
No dia 14 de julho de 2007, cerca de um ano e meio após se reeleger, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi vaiado SEIS VEZES durante a cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos, no Rio.
A primeira vaia a Lula partiu de um público que, em média, pagara R$ 250 para assistir ao evento. Surgiu quando a imagem do presidente apareceu nos dois telões do estádio. Ao ser tirada, o público aplaudiu.
No mesmo telão, apareceu de novo a imagem de Lula ao longe, na tribuna de autoridades, e a vaia se repetiu. A terceira e a quarta vaias aconteceram quando seu nome foi anunciado pelo sistema de som do estádio; a quinta e a sexta vaias sobrevieram quando os representantes do Comitê Olímpico Brasileiro e da Organização Desportiva Pan-Americana citaram o então presidente da República.
O mais “interessante” é que, quando o nome do então prefeito carioca, Cesar Maia, foi anunciado no sistema de som do estádio, não apenas não sobrevieram vaias como também foram ouvidos aplausos.
Diga você, leitor, quem é Lula, hoje, e quem é Cesar Maia…
De resto, é ocioso dizer o que aconteceu na eleição de 2010, ou quanto Lula e quanto Cesar Maia influíram naquela eleição. E quem a venceu.
Àquela época, não faltaram previsões da mídia tucana de que as vaias, oriundas de uma elite que pode pagar fortunas para assistir a grandes eventos esportivos, estariam marcando o início da derrocada de Lula e do PT.
O fato é um só: eles sempre riem primeiro, mas, já há muito tempo, não têm rido por último. E continuarão assim.
A excelente organização da Copa do Mundo de 2014, porém, começa a ganhar reconhecimento. No mesmo Jornal Nacional que anunciou as vaias a Dilma sob os sorrisos largos de Galvão Bueno e Patrícia Poeta, um torcedor, saindo da Arena Corinthians, deu entrevista ao telejornal e o que disse deu uma pista sobre sentimento que deve crescer ao longo das próximas semanas.
A frase do torcedor ao repórter do JN, foi: “O estádio é lindo”.
De resto, os protestos contra a Copa não só ficaram isolados como, também, começam a revoltar a população. E os manifestantes contrários ao evento comemorarem o gol contra do Brasil talvez tenha sido seu pior erro.
Além de terem sido vaiados de Norte a Sul do país, nas cidades onde não mostraram suas caras (devido às máscaras da covardia que usam), esses imbecis foram alvos de objetos arremessados contra si pela população revoltada com suas atitudes, o que é um prenúncio do que ainda poderá ocorrer com eles se teimarem em agir como animais.
Sim, vai ter Copa e, sim, a injustiça quase sobrenatural contra Dilma não irá prevalecer. Aos poucos, irão caindo, uma a uma, as mentiras que a mídia e os partidos políticos que a papagaiam (PSDB, DEM, PPS, PSOL e PSTU) engendraram para enganar os brasileiros sobre um evento que será excelente para o país em todos os sentidos.
Com efeito, o primeiro jogo da Copa de 2014 constituiu-se em uma paródia do que deverá acontecer na eleição deste ano. O Brasil começou perdendo, os apátridas que aqui nasceram e que comemoravam a derrota velada ou abertamente, animaram-se muito antes da hora ao darem o jogo como jogado.
Ao fim, a Seleção venceu a partida não só pela técnica, mas, também, com boa dose de sorte, essencial em qualquer disputa. E, assim como a Seleção, Dilma vencerá a eleição contra os que querem voltar ao poder para fatiarem de novo o país e vendê-lo a preço de banana, como fizeram quando governaram. Vencerá a eleição contra gente que não presta, que mente, engana e que será desmascarada ao longo das próximas semanas.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/06/vaia-a-lula-em-2007-nao-ajudou-direita-em-2010-e-nao-ajudara-agora/

terça-feira, 10 de junho de 2014

SELEÇÃO ALEMÃ USA CAMISETA EM HOMENAGEM À BAHIA

Seleção alemã faz primeiro treino com 

camisa em homenagem à Bahia

09/06/2014 
A delegação está concentrada no povoado de Santo André, em Santa Cruz de Cabrália
Martin Rose/ Getty images
Martin Rose/ Getty images#Alemães recebem índios pataxó em centro de entrenamento
Alemães recebem índios pataxó em centro de entrenamento
Os alemães fizeram o primeiro treino em terras brasileiras nesta segunda-feira (09.06), no campo de treinamento construído pela própria seleção no povoado de Santo André, em Santa Cruz de Cabrália, no Sul da Bahia. Os jogadores vestiram uma camisa em homenagem ao estado, com os dizeres “Feliz por estar aqui” e “Obrigado Bahia”.
“Estamos satisfeitos e ficamos impressionados com a alegria e o comprometimento do povo baiano. A dança com os índios foi o símbolo dos nossos jogadores tentando abraçar a cultura brasileira da melhor forma possível”, comentou o diretor da seleção da Alemanha, Oliver Bierhorff.
A delegação alemã desembarcou no Aeroporto Internacional de Salvador na madrugada do domingo (08.06) e depois seguiu para Porto Seguro. A seleção, segunda colocada no ranking mundial da FIFA, está concentrada no Resort Costa Brasilis, na reserva de Coroa Alta.
“Tudo está funcionando perfeitamente, tanto no campo, como na vila de hospedagem. Desejo que os brasileiros reconheçam a Alemanha como a segunda seleção mais querida do país”, afirmou.
Dezenas de torcedores assistiram o treino no campo que levou apenas quatro meses para ser construído. O espaço ainda conta uma academia, área de lazer, escritório, sala de reunião, vestiário, área de massagem e dois estacionamentos. A obra foi realizada por cerca de 60 profissionais da região.
O secretário estadual da Copa na Bahia, Ney Campello, comemora a presença da delegação no estado. “A chegada da seleção aumentará a divulgação nacional e internacional da região, publicitando as belezas, pessoas e rede hoteleira da Costa do Descobrimento”, enfatiza.
A estreia da Alemanha na Copa será contra Portugal, na próxima segunda-feira (16.06), às 13h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

Centro de Mídia

http://www.copa2014.gov.br/pt-br/noticia/selecao-alema-faz-primeiro-treino-com-camisa-em-homenagem-a-bahia

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PRIMEIRA FAN FEST REÚNE 35 MIL NO CEARÁ, EM PAZ. E A FOLHA ACHA POUCO! rsrsrs

Só nesta festa havia cem vezes mais pessoas do que na maior manifestação anti-Copa...rsrsrsrs A matéria é de jornal 

do Ceará:

Com presença de Ronaldo, abertura do Fan Fest 

recebe cerca de 35 mil pessoas no Aterro

Bell Marques, ex-vocalista do Chiclete com Banana, foi a atração principal deste domingo
TATIANA FORTES
Ronaldo e Bell Marques no palco montado no Aterro da Praia de Iracema




Cerca de 35 mil pessoas participaram da festa de abertura do Fifa Fan Fest, neste domingo, 8, no Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza. A informação é do Secretário especial da Copa 2014 no Ceará, Ferruccio Feitosa. O ex-jogador Ronaldo foi ao local e se destacou na cerimônia de abertura do evento.
Com entrada gratuita, a festa começou com o show das Coleguinhas, por volta de 19 horas. Depois, Dorgival Dantas também cantou para o público. Bell Marques, ex-vocalista da banda Chiclete com Banana, foi a atração principal deste domingo. 
No início da tarde, o ex-atacante Ronaldo postou uma foto no seu Instagram com uma réplica da taça da Copa do Mundo nas mãos, com a legenda: "Alô, Fortaleza! Estou chegando ai na Fan Fest com esse baby no colo".
Houve uma presença ostensiva da Polícia Militar (PM) reforçando a segurança. Não foi registrada manifestação no local, segundo a Polícia.
Até a final, no dia 13 de julho, serão 25 dias de atividades gratuitas, incluindo a transmissão de todos os jogos em um telão de LED de 130 m² em alta definição.

Trânsito
O evento contou com esquema especial de trânsito. Efetivo de 80 agentes atuaram no controle do tráfego. A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) disponibilizou 50 linhas de ônibus, partindo dos sete terminais de integração. A operação dura até às 2 horas da madrugada de segunda.
http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2014/06/08/noticiafortaleza,3263809/com-presenca-de-ronaldo-cerca-de-35-mil-participam-do-fan-fest.shtml

sexta-feira, 6 de junho de 2014

COPA DAS COPAS - JORNAL DO EQUADOR MOSTRA BELA GEOGRAFIA DO BRASIL

DEPORTES

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Viernes, 6 de Junio de 2014
Las 12 sedes de la Copa del Mundo 2014 recorrerán una geografía diversa por playas tropicales, selva amazónica y el frío sureño de Brasil.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

“QUEIMAR” A MARCA-BRASIL VIROU ESTRATÉGIA ELEITORAL


Antonio Barbosa Filho

DELFT (Países-Baixos) - Estudiosos de marketing em todo o mundo dedicam-se a um campo relativamente novo nesta área, que é a criação e as características da chamada “nation brand” ou “marca-país”. Já em 1965, pesquisas aplicadas mostraram que o consumidor dá avaliações diferentes a um mesmo produto que lhe é oferecido, dependendo do rótulo “fabricado em…”, ou seja, ele leva em consideração a localidade de origem na hora de decidir uma compra.
A partir deste dado, muitos estudos se seguiram, e o conceito de “marca-país” passou a ser discutido seriamente como fator importante no comércio e na propaganda mundiais. Está consolidada, por exemplo, a distinção entre “identidade nacional” (conjunto dos elementos que dão personalidade a um país, incluindo sua história, geografia, artes, cidadãos famosos, etc.) e “imagem nacional” (a maneira como o país é visto nos demais países e no mundo como um todo). A identidade forma-se historicamente; a imagem pode ser melhorada, assim como pode piorar, e há vários métodos para medi-la tecnicamente.
A imagem é levada em conta, segundo pesquisas, também pelos executivos de grandes empresas com poder de decidir a destinação de investimentos num determinado país. Estudo do Communication Group e do Think Tank You Gov, da Grã-Bretanha, em 2006, concluiu que 92% desses executivos afirmam que a imagem de um país é “fator vital” para suas escolhas. 65% acham difícil decidir por um novo empreendimento apenas baseado em “hard factors” - fatores estritamente numéricos - e 60% afirmam que os “soft factors” ( estilo de vida, arquitetura, artes, etc.) são crescentemente importantes.
Ora, um evento como a Copa do Mundo de Futebol é um momento privilegiado para o país-sede incrementar a sua imagem positiva no exterior, partindo de sua “identidade” e agregando novos valores ao conjunto de sua representação mercadológica. Segundo o professor Marco Antonio Ocke, da USP, “para o país-sede, a Copa mostra-se eficaz ferramenta de promoção da localidade como força econômica com o objetivo de captar investimentos, atrair visitantes, moradores e profissionais, fomentar o comércio, a indústria e as exportações”. Ao organizar o campeonato de 2006, a Alemanha usou-o para reaquecer sua economia, que atravessava fase de baixa depois dos custos da reintegração. Com o slogan “Um mundo entre amigos”, o país gerou cerca de 4 mil empregos por ano desde o anúncio dos jogos, alavancando cerca de 10 bilhões de euros para sua economia. Houve um crescimento geral do PIB e grandes obras e avanços nas áreas esportiva, de turismo e de tecnologia da informação.
A Copa é tal oportunidade de promoção mundial que a Austrália, por exemplo, de onde sairá o terceiro maior contingente de visitantes, cerca de 20 mil, realizará uma série de eventos culturais nas cidades onde sua seleção nacional se hospedará ou jogará, Vitória, Cuiabá, Curitiba e Porto Alegre. O país tem 40 bilhões de reais investidos no Brasil, recebe 20 mil estudantes brasileiros por ano, e quer aproveitar a Copa para ampliar sua presença em todos os setores. Também a Holanda promoverá exposições e eventos paralelos à Copa, como outros países. Cabe ao Brasil esperar que todos os países visitantes levam daqui muito mais do que vão trazer.


O FATOR POLÍTICO-ELEITORAL
Os planos do Governo brasileiro para a Copa de 2014 incluem “agregar novos elementos à imagem do país (economia forte, capacidade de inovação, sustentabilidade) sem deixar de reforçar as características positivas pelas quais o país já é conhecido (hospitalidade, belezas naturais, diversidade cultural)”. No tema “negócios”, o planejamento dos órgãos envolvidos com o mega-evento prevê, internamente,  “estimular a descentralização economica, potencializando e atraindo investimentos para as diversas regiões; e estimular a cultura do empreendedorismo a partir da Copa”. Na frente externa, pretende-se “imprimir à imagem dos produtos e marcas brasileiras atributos de tecnologia, qualidade, inovação e sustentabilidade, contribuindo para o aumento das exportações; apresentar o país como fonte de oportunidades para parcerias e soluções sustentáveis de alto crescimento; e atrelar à imagem do país sua importância para a economia e a política internacionais”.
Vê-se que muito além dos campos de futebol, que reunirão centenas de milhares de torcedores em doze capitais de Estados, há muito mais em jogo. O Brasil pode galgar um degrau importante no seu conceito geopolítico e comercial, ampliando sua presença no cenário internacional do século que começa. Ou pode mostrar-se um país carente de organização, governabilidade e eficiência, fatores que valem, no mínimo, tanto quanto a simpatia de seu povo, a beleza de suas paisagens, a riqueza de sua Cultura.
As manifestações de rua contra a realização da Copa não chegam a preocupar, já que são normais em todos os países democráticos. A menos que resvalem para depredações de grande porte, ou causem vítimas brasileiras e estrangeiras - para o que o governo federal, os estaduais e municipais afirmam estar devidamente preparados, inclusive com respaldo de órgãos de segurança dos países participantes - os protestos podem até servir de atestado de nossa estabilidade política, da ampla liberdade de manifestação, da maturidade democrática do país - pontos positivos para a “imagem”.
Esta imagem vinha melhorando ao longo dos últimos dez ou quinze anos. Em termos de eventos, a Copa das Confederações da FIFA, em meados do ano passado, foi um teste muito positivo. A audiência internacional de TV na final entre Brasil e Espanha foi 50%  maior do que a final da última Copa do Mundo, entre Holanda e Espanha. Dos estrangeiros que aqui estiveram para a competição, 75,8% disseram em pesquisas que pretendiam voltar ao Brasil para a Copa de 2014. 70% afirmaram que tiveram suas expectativas com o país atendidas ou superadas; 95% aprovaram os estádios; 72% aprovaram os transportes públicos (!), e 88% gostaram dos serviços de táxi. Também foi um sucesso a “disponibilidade dos funcionários nos estádios e outras instalações em dar informações”, elogiada por 89,5% dos turistas-torcedores. Já a qualidade e preço da alimentação nos estádios foi reprovada por 78,2%.
De poucos meses para cá, cresceu o número de reportagens negativas na mídia internacional sobre o Brasil, mas isso resulta do próprio fato de as atenções do mundo estarem se concentrando mais no país. Os problemas mostrados, e os preconceitos revelados, por exemplo, pela revista liberal The Economist, que chamou os brasileiros de “preguiçosos”, ou pelo jornal sensacionalista Daily Mirror, que colocou Manaus entre as cidades mais perigosas do mundo, cujos riscos incluem “cobras venenosas e tarântulas” são reversíveis. Tudo depende da normalidade dos jogos, da recepção aos turistas e torcedores, e do funcionamento razoável da infraestrutura.
O fator mais preocupante é outro: a oposição política ao governo Dilma Rousseff, nesse ano eleitoral, tem demonstrado que o fracasso da Copa do Mundo lhe convém. Ela teme que a vitória da seleção brasileira leve o país a uma tal euforia que isso contagie o governo e influa numa fácil vitória da candidata do PT. Assim, há evidente torcida entre forças políticas de extrema-esquerda, do centro-direita e de pequenos grupos de extrema-direita (aqueles que convocaram marchas em favor de um golpe militar, fracassadas em 22 de março último), para que o Brasil saia derrotado dentro e fora dos gramados. Um caos nas cidades-sede seria de grande proveito para as oposições na campanha eleitoral que se aproxima, e para a qual elas não parecem contar com propostas e candidatos capazes de reverter o favoritismo de Dilma em todas as pesquisas, até agora.
Apostar num fracasso da Copa, porém, envolve muito mais do que o episódio eleitoral. Como vimos, a “marca-país” é algo muito mais sério, importa a várias gerações, e seria lamentável que brasileiros, propositadamente, ajudassem a detonar uma construção tão difícil. Já nos bastam os problemas que realmente temos; não precisamos de outros gerados pela ambição de poder de alguns políticos. Além disso, não há provas de que o resultado da Copa influa decisivamente nas eleições. Já o prejuízo em termos de imagem internacional do país, caso o Brasil falhe, este é previsível cientificamente, e os danos custarão décadas a serem reparados, afetando, inclusive, o próximo megaevento, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Antonio Barbosa Filho -Jornalista e escritor, autor de A Bolívia de Evo Morales e A Imprensa x Lula – golpe ou sangramento? (All Print Editora). Vive entre a Holanda e o Brasil, e visitou 32 países nos últimos oito anos, alguns várias vezes.
Publicado no Portal de Luis Nassif: http://jornalggn.com.br/blog/antonio-barbosa-filho/queimar-a-marca-brasil-virou-estrategia-eleitoral