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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

AUMENTA A INTENÇÃO DE INVESTIR - COXINHAS PIRAM!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

IMPOSTOS PAGOS PELA FIFA SÃO O DOBRO DO CUSTO DOS ESTÁDIOS!

Fifa vai pagar ao Brasil R$ 16 bi em impostos
Dados do governos desmentem vídeos divulgados pelo comentariosta Jorge Kajuru na internet

24/05/2014 - 12h00 / Por Agência PT



Em vídeos na internet, o comentarista esportivo Jorge Kajuru tenta convencer que a Copa do Mundo no Brasil é um mau negócio porque o dinheiro público investido não retornará. Ele alega que o País decidiu isentar a Fifa de impostos, ao contrário da África do Sul, Alemanha, Japão e outros países.

Tudo mentira. O fato é que cada bilhete vendido recolhe impostos, pois o Centro de Ingressos, o Comitê Organizador Local e prestadores de serviços da Fifa são tributados nos termos da legislação nacional.

A receita fiscal no evento deve chegar a US$ 7,2 bilhões (R$ 16 bilhões), nas contas da Ernst & Young e da Fundação Getulio Vargas – uma soma muito superior ao investimento público nos estádios.

O Kajuru também erra ao dizer que as obras custaram três vezes mais do que o previsto. O Castelão, em Fortaleza, saiu 17% mais barato. A Arena Corinthians já previa custo de R$ 820 milhões no primeiro orçamento, em 2011. Outras cinco arenas tiveram ajustes baixos: Arena Pernambuco (1%), Arena da Dunas (14%), Arena Fonte Nova (17%); Arena Pantanal e Arena da Amazônia (24%).

Mineirão, Maracanã, Arena da Baixada e Mané Garrincha tiveram seus orçamentos elevados entre 63% e 88%, por causa de mudanças nos projetos de engenharia. O único orçamento que dobrou foi o do Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), em razão de alterações profundas na planta inicial.

Movimento na economia – Apenas na construção e reforma dos 12 estádios da Copa do Mundo, calcula a Fundação de Pesquisas Econômicas (Fipe), foram criados 50 mil novos empregos. Um bom negócio, ainda mais em tempos de crise financeira internacional, quando os países competem para manter os postos de trabalho e a atividade econômica. Entre 2010 e 2014, os jogos vão movimentar cerca de R$ 142 bilhões a mais na economia brasileira com a geração de 3,6 milhões de empregos, segundo a FGV e Ernst Young.

A Fipe calculou que apenas a Copa das Confederações fez o PIB brasileiro aumentar em R$ 9,7 bilhões, com a manutenção de 303 mil empregos. Para a Copa do Mundo, os economistas da USP estimam um aumento de R$ 30 bilhões a mais no PIB.

Isenção - A Fifa ganhou isenção fiscal na importação de bens, como uniformes, carros e ônibus. Tudo vai permanecer no Brasil, mas não representa risco de mercado para alguma confecção de Joinville ou àquela nova fábrica da Fiat que está sendo montada em Pernambuco – com direito a centro de inovação tecnológica, a partir dos benefícios do programa federal Inovar-Auto.

A indústria nacional continua segura neste ponto, essas pequenas importações não representam exportação de empregos. Apenas facilitam a contabilidade dos jogos, pois os patrocinadores dão bens e não recursos.

As emissoras de TV também vão trazer muitas toneladas de equipamentos para garantir que as imagens do torneio brasileiro cheguem ao mundo todo e não vão pagar impostos por isso. O benefício de divulgar o Brasil vale muito mais do que o custo em renúncia fiscal, porque têm um impacto maior do que as campanhas que o governo federal poderia fazer com essa possível arrecadação.

O Congresso Nacional aprovou a Lei 12.350/2010, que concede isenção de tributos federais à Fifa, num processo normal e democrático. Essas permissões, como facilidades nos vistos de entrada de estrangeiros (turistas e trabalho), são compromissos razoáveis do país-sede para acolher o evento internacional.

Tanto a Alemanha quanto a África do Sul conferiram benefícios tributários à Fifa. País algum, porém, nem mesmo o Brasil, isentou a Fifa ou qualquer outro parceiro comercial (consultores, etc) de pagar tributos por negócios que não tenham vinculação direta com os jogos.

Se o leitor quiser comparar as concessões brasileiras às da África do Sul, por exemplo, basta clicar aqui e aqui, com documentos apenas em inglês.

Bola no campo – Kajuru repete em seus vídeos que o governo brasileiro foi bonzinho com a Fifa porque comprou o resultado final para ajudar na eleição presidencial.

Neste caso, além de mentir reiteradamente por ingenuidade ou total falta dela, Kajuru comete ilícitos de injúria calúnia e difamação. Como dizia nosso grande craque Garrincha, seria preciso combinar com os suíços (a sede da Fifa fica em Zurique) e também com outras nações pouco poderosas e dispostas a vir com seus hinos nacionais, bandeiras e heróis populares. Gente como os norte-americanos, franceses, japoneses, alemães, enfim, o G 7 e o G 20.

Da Redação da Agência PT de Notícias
http://007bondeblog.blogspot.nl/2014/05/fifa-paga-impostos-no-brasil-e-jorge.html

sexta-feira, 25 de abril de 2014

FGV CONSTATA OTIMISMO COM ECONOMIA, APESAR DO TERROR DO PIG

Industriais e comerciantes mantêm confiança na economia

24/4/2014 16:09
Por Redação - de São Paulo

comércio
A confiança dos comerciantes está menor após as medidas de retração naeconomia
O Instituto Brasileiro deEconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV) constatou ligeira recuperação de março para abril no Índice de Confiança da Indústria (ICI), que fechou este mês com elevação de 0,3%, atingindo os 96,5 pontos, já descontados os efeitos da sazonalidade. Segundo a FGV, a “leve alta interrompe a sequência de quedas iniciada em janeiro passado, mas ainda é insuficiente para impedir que o índice feche o 14º mês consecutivo abaixo da média histórica”.
Os economistas da FGV apuraram que o resultado de abril decorre da combinação da melhora das avaliações sobre o momento presente e da piora das expectativas em relação aos meses seguintes. O Índice da Situação Atual (ISA) avançou 1,1%, para 97,7 pontos, mas, em contrapartida, o Índice de Expectativas (IE) manteve a trajetória de queda, diminuindo 0,5%, para 95,3 pontos. Os dados preliminares de abril indicam queda de 0,2 ponto percentual no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), para 84,2%.
Na série sem ajuste sazonal (quando a comparação se dá com o mesmo mês do ano passado), no entanto, o resultado preliminar do Índice de Confiança da Indústria chega a registrar queda de 0,74%, nesse caso apresentando melhora de 0,08 ponto percentual. A prévia da Sondagem da Indústria resulta de consultas a 808 empresas entre os dia
Otimismo
A confiança dos donos de comércio paulistanos na economia diminuiu, pelo terceiro mês seguido, em abril, assim como a expectativa de bons negócios. É o que mostra sondagem feita pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 1,66% sobre março e ficou em 109,07 pontos. Em relação a igual mês de 2013, houve recuo de 9,57%.
Pelo critério da pesquisa, sempre que ultrapassa a marca dos 100 pontos, o índice demonstra otimismo. Resultados abaixo desse patamar indicam pessimismo. O levantamento mostra que o otimismo vem diminuindo mais entre as empresas de pequeno porte (com até 50 empregados), desde outubro do ano passado. Nesse segmento, a confiança medida em abril foi 1,7% inferior à apurada em março, atingindo 108,47 pontos.
Já nas empresas com mais de 50 empregados, o indicador ficou em 136,09 pontos, o que significa uma queda de 0,16%. Os entrevistados demonstraram maior confiança no que se refere à possibilidade de expansão dos negócios no futuro. Enquanto o Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec) teve uma diminuição de 2,47%, ao atingir 84,33 pontos, o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (Ieec) caiu 1,58% e alcançou 141,54 pontos.
http://correiodobrasil.com.br/ultimas/industriais-e-comerciantes-mantem-confianca-na-economia

sábado, 5 de abril de 2014

PIG ESCONDEU PESQUISA SOBRE SUA FALTA DE CREDIBILIDADE

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

INFLAÇÃO BAIXA DESMENTE DISCURSO DA OPOSIÇÃO-PIG