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sábado, 26 de abril de 2014

PADILHA ENFRENTA A CALÚNIA ORGANIZADA PELO PIG-PSDB



Padilha diz não ter 'medo de cara feia' e repudia ligações de seu nome a irregularidades

Ex-ministro da Saúde diz que ele e seu partido sempre enfrentam 'agressões e raiva' quando apresentam soluções para os problemas do estado de São Paulo, como falta d'água e fraudes no metrô e trens
por Cida de Oliveira, da RBA publicado 25/04/2014 18:48, última modificação 25/04/2014 20:44
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WILLIAM VOLCOV/BRAZIL PHOTO PRESS/FOLHAPRESS
padilha_William Volcov_Brazil Photo Press_Folhapress.jpg
Ex-ministro diz que vai processar quem o conecte ao doleiro investigado pela PF
São Paulo – O ex-ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo do estado de São Paulo, Alexandre Padilha, convocou hoje (25) entrevista coletiva para rebater as reportagens publicadas na véspera, associando-o a irregularidades investigadas pela Polícia Federal. Na conversa com jornalistas em São Paulo, Padilha disse com veemência que "não tem medo de cara feia e que, se tivesse, não teria criado o programa Mais Médicos".
Ele negou que tenha indicado Marcus Cezar Ferreira de Moura para um cargo executivo no laboratório Labogen, de propriedade do doleiro Alberto Yousseff, e que o mesmo laboratório tenha tido algum contrato assinado com o Ministério da Saúde durante a sua gestão como ministro.
Padilha, que cancelou sua agenda de compromissos na região de Marília, pela Caravana Horizonte Paulista, para realizar a coletiva, foi enfático: "Mente quem afirma que indiquei o nome e que havia contrato do laboratório com o Ministério durante a minha gestão. Desafio a procurarem e encontrarem no site da Transparência algum contrato em minha gestão. E mente quem estabelece ligação minha com o doleiro".
O ex-ministro voltou a falar sobre a suspensão de acordo com o Laboratório Farmacêutico da Marinha, que tinha o Labogen entre seus parceiros, explicando a seriedade da gestão das parcerias para o desenvolvimento produtivo (PDP), que já somam mais de 100, envolvendo laboratórios públicos privados para a transferência de tecnologia para a produção de medicamentos e insumos para o Sistema Único de Saúde. Entre os setores beneficiados por essas parcerias estão o Programa Saúde não tem Preço, que distribui gratuitamente medicamentos contra diabetes e pressão alta.
Afirmando estar indignado, repudiou o envolvimento do seu nome no noticiário. "Toda vez que aponto soluções para os graves problemas enfrentados pelos paulistas, como a falta de água, o cartel no metrô e nos trens, eu e meu partido enfrentamos ataques de grosserias, agressões e raiva", disse Padilha, referindo-se ao noticiário segundo o qual um relatório da Polícia Federal ligaria seu nome ao Labogen.
Ele admitiu ter sido procurado informalmente por André Vargas, e não em audiência formal, para a apresentação de projetos do laboratório. Mas como de praxe, pelo fluxo normal no ministério, todos os projetos são encaminhados para análise nas secretarias competentes. Segundo Padilha, entre suas obrigações como ministro estava receber e encaminhar para análise de setores competentes projetos, mas que a grande maioria dos foi rejeitada. "Se passou pela cabeça de alguém que fazendo lobby ultrapassaria os filtros do ministério, bateu na porta errada".
O ex-ministro afirmou que já constituiu advogados para entrar com medidas para a obtenção do relatório da Polícia Federal sobre a Operação Lava Jato e para interpelar judicialmente qualquer pessoa que fizer ligações de seu nome ao caso.
As reportagens divulgadas ontem se baseiam em uma chamada, supostamente entre o deputado federal André Vargas (PT-PR) e Youssef. Na conversa, o parlamentar apresenta um número de telefone que seria de Marcus Cezar e afirma que "Padilha indicou".
Sobre uma eventual convocação de Padilha de parlamentares do DEM, que pretenderiam colaborar com a apuração dos fatos, segundo uma repórter, Padilha foi firme. "Não vou comparecer a nenhum espaço contaminado por qualquer debate eleitoral. E estranho que logo o DEM, que tem gente envolvida no escândalo do Metrô, ainda não tenha convocado ninguém".
Questionado por um jornalista, o presidente estadual do PT, Emídio de Souza, que acompanhou a entrevista coletiva, negou que a legenda tenha escolhido outro nome para substituir o de Padilha, que, segundo o repórter, estaria sendo "queimado" pelas denúncias.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

COMO A MÍDIA ESCONDE ESCÂNDALOS TUCANOS EM SÃO PAULO


Globo e Veja protegem Bruno Covas

20/10/2011

Blog do Miro 

-
Por Altamiro Borges
Entre outras motivações obscuras, a campanha midiática de linchamento do ministro Orlando Silva tem servido para acobertar as sujeiras dos tucanos em São Paulo. Há três meses, o deputado estadual Roque Barbieri (PTB), da base de apoio do governador Geraldo Alckmin (PSDB), denunciou um esquema criminoso de venda de emendas parlamentares – um típico mensalão.
Bruno Covas, deputado licenciado do PSDB e “escolhido” por Alckmin para disputar a prefeitura da capital paulista em 2012, deu com a língua nos dentes e confessou que o esquema criminoso virou rotina na Assembléia Legislativa de São Paulo. Ele até gravou entrevista revelando que já fora sondado por um prefeito e que recebeu – “mas recusei” – proposta de propina de 10% para bancar uma emenda.
Um roubo “hipotético”
Diante do seu “lapso de sinceridade”, a oposição tentou convocá-lo para esclarecimentos na Comissão de Ética da Alesp. O tucano “inexperiente” até tentou desmentir a confissão, dizendo que a declaração era “hipotética”. Só que a entrevista foi gravada e não dava mais negá-la. Mesmo assim, os partidos governistas (PSDB, DEM, PPS e outros) estão sabotando até o seu depoimento na Alesp.
LEIA A CONTINUAÇÃO EM:
http://easonfn.wordpress.com/tag/alckmin/

sábado, 22 de outubro de 2011

TUCANOS-PSD AFUNDAM SÃO PAULO


Lançado o programa “Afunda São Paulo”

  
Além dos programas de grande sucesso, como o “Alaga São Paulo” e o “Bolsa Ouavida”, o trio Serra-Alckmin-Kassab tem o “Afunda São Paulo”.
Matéria de hoje do G1 diz que “Um caminhão caiu em uma cratera em uma obra na Rua São Joaquim, na Liberdade, na região central de São Paulo, nesta quarta-feira (7). De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a rua estava totalmente bloqueada entre a Rua da Glória e o número 580 por causa do acidente por volta das 9h30. Não havia informações de feridos no horário.
Lembrar que está quase chegando a época do principal programa do trio Alckmin-Serra-Kassab: o incopiável “Alaga São Paulo”!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

SERRA NÃO GANHA NEM PRÁ PREFEITO DE SÃO PAULO!


A pesquisa Datafolha para a Prefeitura de São Paulo não permite nenhuma conclusão, exceto a que os dois nomes mais conhecidos mostram o patamar de onde partem para a disputa. A ex-prefeita Marta Suplicy tem um terço do eleitorado; o ex-governador José Serra, um quinto.
Se para Marta a situação é confortável, mesmo com a manifesta preferência do ex-presidente Lula por uma renovação política em São Paulo, para Serra o retrato não podia ser pior. Ele sai de um governo do Estado e de uma candidatura presidencial deixando de ser reconhecido como nome natural para a direita.
E alguém acredita que Alckmin colocará a máquina do Estado em favor de Serra?
Os resultados obtidos por Netinho de Paula (PCdo B) e por Paulinho da Força (PDT), somados ao de Marta, chegam perto dos 50%. Os de Serra, somados aos de Soninha Francine e a Eduardo Jorge (PV-Kassab), não vão a 30%.
Com um pouco de juízo e muita articulação, o tucanato pode perder seu reduto paulistano.

segunda-feira, 14 de março de 2011

DELEGADOS FOGEM DE SÃO PAULO POR SALÁRIOS

PIOR SALÁRIO DO BRASIL leva delegados paulistas a buscar asilo salarial em outros estados!!

Êxodo policial no estado de São Paulo
Com um salário inicial entre os mais baixos do país ( sic ), São Paulo perde delegados para outros estados ao mesmo tempo em que três entre dez cidades paulistas não têm titulares nas delegacias
Procura-se delegado, mas a remuneração não é das melhores. Esse poderia ser o texto do edital do próximo concurso para delegados em São Paulo, anunciado na quinta-feira pelo governador Geraldo Alckmin. O salário inicial é dos mais baixos no país. [ OBS: "um dos mais"? ]
Em Brasília, um delegado recém-aprovado em concurso ganha R$ 13 mil. Em São Paulo, esse valor é de R$ 5.500 em cidades pequenas e de R$ 5.800 na capital. Entre os 27 estados do país, o salário inicial do delegado paulista é o penúltimo. [ grifo deste blog, que entende que "um dos mais" é um pouco diferente - mais suave - que "penúltimo" ]
Resultado: migração de policiais para outros estados. Dos 194 aprovados no concurso de 2009, 31 já pediram exoneração para atuar em outros estados. Enquanto isso, três em cada dez municípios paulistas não têm delegados.
Não são apenas os delegados que migram para outros estados. O investigador José Porfírio Dessa, de 57 anos, que durante sete anos trabalhou no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em São Paulo, passou em um concurso para delegado da corregedoria no Espírito Santo no início da década de 1990. “A polícia de São Paulo tem uma das melhores infraestruturas do país, mas o salário é péssimo. Não havia perspectiva de crescimento. Por isso, me mudei para cá”, conta Dessa.
Para Aloísio de Toledo César, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, a perda de inteligência policial precisa ser estancada.
“É uma vergonha comparar quanto ganha o delegado de São Paulo com outros estados. Roraima e Amapá, que são mais pobres, pagam mais. Isso desmotiva a categoria”, afirma César.
Outro problema é o acumulo de funções. No interior, 31% dos municípios estão sem titulares. “Há delegados que respondem por quatro cidades. Atuamente, já temos um déficit de cerca de 200 profissionais”, diz George Melão, presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo (Sindpesp).
Segundo ele, os estados que mais absorvem profissionais de São Paulo são Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro. “Outros largam a profissão e prestam concursos para procurador, juiz ou delegado da Polícia Federal.”
O governo do estado reconhece a falta de profissionais e anunciou novo concurso para selecionar 130 delegados. A decisão foi tomada durante reunião do governador com o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.
Os novos delegados podem levar até dois anos para assumir os cargos. “Esse é o tempo mínimo para a formação. Com isso, em 2013, outros delegados vão estar aposentados. Estamos atrasados na reposição de cargos”, critica o sindicalista.
Na última sexta-feira, o sindicato realizou uma assembleia para definir a pauta da reivindicação salarial para 2011. “Queremos igualar o salário inicial ao piso do delegado federal, que é de R$ 14 mil”, conta o presidente do sindicato.
BLOG DO DELEGADO )

quarta-feira, 9 de março de 2011

ENCHENTES EM SÃO PAULO: CULPA DE DEUS OU DOS TUCANOS?


Alagamentos: Folha esconde responsabilidade de Serra


Por Edson Joanni


Em 4 anos, alagamentos praticamente triplicam na marginal Tietê


Folha.com


Os pontos de alagamento da marginal Tietê praticamente triplicaram de 2008 para 2011, considerando o primeiro bimestre de cada ano. Nesse período, foram 36 pontos em 2008 e 101 neste ano –27 intransitáveis, informa a reportagem de Cristina Moreno de Castro publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).


A Folha levantou os pontos registrados pelo CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências, da prefeitura) em toda a extensão da marginal Tietê. Em 2009, foram 19 pontos e, em 2010, 57.


O monitoramento é feito da mesma forma que há quatro anos –não houve alteração na tecnologia do CGE nem na atuação da CET.


Luciana Travassos, doutora em ciência ambiental pela USP, diz que há várias hipóteses para a alta: bocas de lobo e galerias sem manutenção, falhas de drenagem da nova marginal, aumento da chuva ou das áreas de impermeabilização –tanto local, com a nova pista, pronta em março de 2010, quanto em toda a sub-bacia do rio Tietê.


Não há cálculos, por exemplo, sobre o quanto de área impermeabilizada surgiu no período e o quanto ela –e a área verde de 18,4 hectares suprimida– contribuem para os alagamentos.


Leia a reportagem completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.


Comentário


Nesses quatro anos o fator novo foi a redução do dessassoreamento do rio Tietê pela gestão Serra – recursos desviados para o marketing de governo, segundo seu próprio sucessor Geraldo Alckmin. Qual a razão para a repórter ter ignorado o fator principal?


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

SÃO PAULO TEM UM DOS METRÔS MAIS CAROS DO MUNDO!

AGORA VAMOS COMPARAR OS METRÔS?
  • METRÔ DE LONDRES, tem 415 kms de trilhos - para atender uma população de 19,8 milhões de habitantes - com 11 linhas,270 estações, transportando 2,95 milhões de passageiros/dia - com a média de 7.108 passageiros por km - tarifas: clique aqui
  • METRÔ DE NOVA IORQUE, tem 398 kms de trilhos, para atender uma população de 30,4 milhões de habitantes - com26 linhas468 estações, transportando 5,6 milhões de passageiros/dia - com a média de 14.070 passageiros por km - tarifas: clique aqui
  • METRÔ DE MADRÍ, tem 283 kms de trilhos, para atender uma população de 8,1 milhões de habitantes - com 12 linhas e293 estações, transportando 2,5 milhões de passageiros/dia com a média de 8.809 passageiros por km - tarifas: clique aqui
  • METRÔ DE TÓKIO, tem 195,1 kms de trilhos, para atender uma população de 44,8 milhões de habitantes - com 9 linhas e179 estações, transportando 6,2 milhões de passageiros/dia - com a média de 31.794 passageiros por km - tarifas: clique aqui
  • METRÔ DE PARÍS, tem 211 kms de trilhos, para atender uma população de 13,3 milhões de habitantes - com 16 linhas e380 estações, transportando 4,0 milhões de passageiros/dia - com a média de 19.126 passageiros por km - tarifas: clique aqui
  • METRÔ DE SÃO PAULO, tem 61 kms de trilhos, para atender uma população de 30,8milhões de habitantes - com 4 linhas e 55 estações, transportando 3,7 milhões de
    passageiros/dia - com a média de 60.655 passageiros por km.
CONCLUSÃO:
Quando o PSDB assumiu o governo de São Paulo, em 1995, a rede metroviária tinha 43,4 kms de extensão. Atualmente, tem 62,3. Nesses 15 anos, o metrô avançou apenas 18,9 kms - o que indica um crescimento de apenas 1,26 kms ao ano.
Entre as grandes capitais do mundo, a rede paulistana, só é maior que a de Buenos Aires, mas transporta quatro vezes mais passageiros por km instalado. E aí podemos observar que o metrô de São Paulo é o mais lotado do mundo, chegando a transportar até DEZ PASSAGEIROS por metro quadrado, quando o "aceitável" são quatro passageiros e o "tolerável", seis.
Quando forem inauguradas, sabe Deus quando, a Linha 4 (amarela), que já teve a data de inauguração adiada por 8 vezes, e o prolongamento da Lina 2 (verde), a rede paulistana contará com 78 kms, o que dará um crescimento médio de 2,3 kms ao ano em 2010, a contar de 1995.
Se mantida essa média, para o Metrô de São Paulo, chegara aos 200 kms de trilhos, levará mais 60 anos, ou seja, só em 2070.
No quesito "tarifas" - usando a análise, razão e proporção, este blogueiro, especialista em nada, chega à conclusão que as passagens de metrô e São Paulo, de fato, pela qualidade de serviço prestado, pela extensão coberta e pelo número de passageiros transportados por m2, sem dúvidas, temos aqui, o metrô com as passagens, MAIS CARAS DO MUNDO!!!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

ALCKMIN DESTRÓI MAQUETE ELEITOREIRA DO SERRA

Hoje, diz o Estadão, escondido num obscuro caderno “Metrópole”: “Alckmin congela R$ 3,6 bi em obras (do Cerra – PHA), incluindo a duplicação da Tamoios”.

Quer dizer, enquanto a JK de saias, a presidenta pisa no acelerador e vai gastar R$ 40 bi só no PAC – II, os tucanos de São Paulo andam pra trás.

Se somar o PAC I ao PAC II, a presidenta vai ter uma obra para inaugurar toda terça-feira.

A duplicação da rodovia dos Tamoios o próprio Alckmin prometeu na campanha eleitoral.

O mais interessante, porém, amigo navegante, é o destino que Alckmin deu à ponte Santos-Guarujá: a lata do lixo.

O projeto foi anunciado há 47 anos, confessa o Estadão.

Paulo Henrique Amorim, que tem um dos melhores blogs do Brasil ( Conversa Afiada, link na coluna à esquerda), comenta com fina ironia a briga interna tucana, entre Alckmin e Serra (que ele grafa Cerra, aludindo à inteligência do candidato derrotado por fazer terrorismo eleitoral):







Apesar disso, em março do ano passado, o Padim Pade Cerra produziu um marco na história do marketing eleitoral (em que ele e o Gonzalez são especialistas): inaugurou uma maquete.

A maquete da ponte.

Alckmin dá a Cerra o que recebeu de Cerra.

A “reavaliação de contratos e prioridades”.

Ou seja, o Alckmin vai tirar o Paulo Preto das costas dele.

Toma que o Paulo Preto é teu (e do Aloysio 300 mil).

Quando tomou posse, o Governador Cerra (que não fez uma obra de cimento e tijolo em todo o Governo) anunciou que ia rever os contratos e as prioridades do antecessor, o Alckmin.

Quem com tucano fere, com tucano será ferido.