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quarta-feira, 30 de julho de 2014

TAUBATÉ PREPARA-SE PARA ELEGER NOVO PREFEITO

Proximidade do julgamento do recurso de Ortiz mexe com tabuleiro político de Taubaté

Foco de partidos como PT e PMDB de Taubaté é uma possível eleição antecipada, caso mantida a cassação do mandato do prefeito
Julio Codazzi
TaubatéA proximidade do julgamento do recurso em que o prefeito de Taubaté, Ortiz Junior (PSDB), tenta reverter a decisão de primeira instância da Justiça Eleitoral que cassou o seu mandato movimenta o tabuleiro da política no município.
O foco dos partidos é uma possível eleição antecipada, que acontecerá caso a cassação seja mantida após a apelação ser julgada tanto pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) quanto pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Nesse caso, após o fim da possibilidade de recursos, a Justiça Eleitoral realizaria a nova eleição em prazo estimado de 90 dias.
Apenas em 2013, a Justiça Eleitoral realizou no Estado de São Paulo 13 novos pleitos municipais.

Xadrez. As principais movimentações, até agora, foram tomadas pelos partidos que compõem a oposição ao governo Ortiz.
No PT, o nome do ex-prefeito Salvador Khuriyeh surge como favorito para encabeçar a chapa, caso seja confirmada a nova eleição.
Radicado na capital, onde atua como diretor de administração e finanças da SPTrans, Khuriyeh retornou ao cenário taubateano no fim do ano passado, quando foi eleito o presidente do diretó-rio municipal petista.
O ex-prefeito nega as conversas avançadas sobre o tema, mas admite o interesse na possível disputa.
“O PT tem a decisão tomada de apresentar candidatura na eleição de 2016. Se o prefeito vier a ser afastado e houver uma eleição antecipada, também pretendemos lançar candidatura”, disse Khuriyeh.

Composição. Nos bastidores, o PT articula uma chapa partilhada com o PMDB, que indicaria o vice. O acordo, no entanto, esbarra no racha do diretó-rio municipal peemedebista.
A coligação tem o apoio da bancada do PMDB na Câmara, de onde até poderia sair o nome do vice. Já o coordenador regional do partido, Ary Kara, defende candidatura própria.
O nome preferido do ex-deputado é o do empresário Rubens Fernandes, que foi candidato a vice em 2012, na chapa partilhada com o PT. “Nós teremos candidato próprio”, crava Ary Kara.
O PSOL também articula nome próprio para a eventual disputa, provavelmente em nova coligação com o PSTU.
http://www.ovale.com.br/proximidade-do-julgamento-do-recurso-de-ortiz-mexe-com-tabuleiro-politico-de-taubate-1.547415

quarta-feira, 16 de março de 2011

ALCKMIN MATA CPI DOS PEDÁGIOS

Meu amigo e ex-prefeito de Taubaté, Salvador Khuriyeh, hoje assessor da Liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo, ficou 12 horas na fila para protocolar o pedido de CPI sobre os Pedágios estaduais. Só que o PSDB, que acaba de reeleger presidente da Casa o Barros Munhoz (acusado de roubar 3,1 milhões quando prefeito no interior) conseguiu boicotar o registro. Leiam esta escandalosa notícia que dificlmente será publicada na mídia tradicional de São Paulo: 


Para garantir o primeiro pedido de CPI da nova legislatura, a Bancada do PT fez plantão desde as primeiras horas desta quarta-feira (16/03) no protocolo da Casa e cumpriu todas as exigências do regimento interno da Casa, que prevê que o pedido de CPI seja apresentado um dia após o início da nova legislatura, em horário adequado e com 32 assinaturas necessárias para o protocolo.
Sobre a polêmica em torno do relógio, o deputado Antonio Mentor lamentou a estratégia governista. “De forma sorrateira, o Governo elaborou uma série de requerimentos para impedir um único pedido de CPI da oposição, com o objetivo de investigar um fato notório, que é o excesso de praças de pedágios instaladas nas rodovias e o valor extorsivo das tarifas. Não podemos aceitar golpes para impedir que a Casa exerça sua tarefa. Os governistas apresentaram até pedido de CPI do Sebo, o que é uma vergonha para a Assembleia”, indignou-se o Mentor, durante a sessão legislativa.
O relógio do protocolo está dentro do plenário, onde os funcionários não estão autorizados a ficar à noite. Só que deputados aliados de Alckmin dizem que o processo de protocolo começou fora do plenário, quando supostamente algum assessor do partido teria garantido ‘lugar na fila’, na noite anterior.
“O mais lógico e racional é que o protocolo se inicia quando alguém fisicamente se apresenta com o documento em mãos à frente do equipamento que registra a documentação na Casa. Mas, sabemos que toda esta disputa tem um cunho político”, explicou o deputado Antonio Mentor.