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segunda-feira, 3 de março de 2014

NA RENÚNCIA, AZEREDO AMEAÇOU ENTREGAR FERNANDO HENRIQUE

Em carta de renúncia,  Azeredo diz ser ‘bode expiatório’
Deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) deixa mandato dias após seu pedido de condenação por envolvimento em esquema de corrupção em campanha eleitoral de 1998
19 de fevereiro de 2014 | 13h 39
Brasília - O deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) apresentou no início da tarde desta quarta-feira, 19, sua carta de renúncia à Câmara dos Deputados. Em três páginas, o tucano réu no processo do mensalão mineiro reclamou de ataques e pressões de adversários, afirmou ter sido transformado em "alvo político" e disse que não aceitará que seu nome e o de seu partido sejam "enxovalhados".
"Minhas forças já se exaurem, com sério risco para a minha saúde e para a integridade de minha família. Não aceito que o meu nome continue sendo enxovalhado, que meus eleitores sejam vítimas, como eu, de mais decepções, e que sejam atingidos o meu amado Estado de Minas Gerais e o meu partido, o PSDB", afirma Azeredo. A carta de renúncia foi entregue por seu filho, Renato Azeredo, ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e lida no plenário da Câmara.
No início do mês, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entregou ao STF suas alegações finais no processo e pediu condenação de 22 anos de prisão e multa de R$ 451 mil para Azeredo. Pela denúncia, o tucano participou de desvio de recursos de estatais mineiras em 1998 para financiar sua campanha pela reeleição para o governo de Minas em esquema que também ficou conhecido como "valerioduto" tucano, devido ao envolvimento no caso do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, já condenado a mais de 40 anos de prisão pelo Supremo por participação no mensalão federal.
Na carta, Azeredo diz que uma "tragédia" desabou sobre ele e sua família e que as acusações da Procuradoria Geral da República "são desumanas". "As alegações injustas, agressivas, radicais e desumanas da PGR formaram a tormenta que me condena a priori e configuram mais uma antiga e hedionda denúncia da Inquisição do que uma peça acusatória do Ministério Público", declara.
Azeredo enfatizou que a denúncia da PGR tem como base testemunhos e documentos falsos e que ele não é culpado de peculato e lavagem de dinheiro, como acusa a PGR. Ele ressaltou que foi transformado em "alvo político" para compensar os delitos dos outros. "Insisto em que as responsabilidades de um governador são semelhantes e proporcionais às de um presidente da República!", escreveu.
Ao final, Azeredo alegou que preferia renunciar para não se sujeitar "a execração pública" por ser deputado. "Deixo o Parlamento para dedicar todos os meus dias à defesa de minha honra e de minha liberdade", afirmou.
A renúncia ao mandato era considerada como uma saída jurídica para Azeredo se livrar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a Corte terá de decidir se mantém o processo sob seus cuidados ou se o encaminha para a primeira instância, o que prolonga o caso e pode causar a prescrição de alguns crimes.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

GRAVAÇÃO DE ADVOGADO DÁ DETALHES DO MENSALÃO DO PSDB: PRÁ QUEM GOSTA DE PROVAS

O advogado Dino Miraglia conta detalhes sobre a corrupção dos tucanos em Minas Gerais. Ele defendia o empresárioe  lobista Nilton Monteiro, que delatou vários esquemas de corrupção dos tucanos, e está preso, sob ameaça de morte.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PSDB TENTA ABAFAR MAIS UMA CPI SOBRE O MENSALÃO TUCANO

Oposição adia fim de investigação de emendas

Conselho da Assembleia se reúne hoje sob protesto
DE SÃO PAULO

A oposição na Assembleia Legislativa de São Paulo conseguiu ontem adiar tentativa da base do governo estadual de enterrar a apuração do Conselho de Ética sobre esquema de venda de emendas.
O conselho se reúne de novo hoje, data marcada pelo PT para protestos de movimentos sociais na Assembleia para pedir investigação.
Os oposicionistas vão tentar convidar para falar o deputado Dilmo dos Santos (PV), membro do conselho, que foi alvo de insinuações do deputado Roque Barbiere.
Em discurso no plenário, anteontem, Barbiere, pivô do escândalo, afirmou que vai dar nomes de deputados vendedores de emenda ao Ministério Público Estadual.
Em seguida, disse: "Esse eu já assumo -o membro do Conselho de Ética José Dilmo [sic] mandou para a minha região sete emendas para barracões". Ele citou reportagens da Folha sobre emenda de Dilmo para Lourdes (SP), onde não teve votos, para obra de utilidade indefinida. Dilmo nega irregularidades.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po2710201112.htm