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sábado, 25 de outubro de 2014

TV TUCANA SUSPENDE ENTREVISTA COM MEDO DE CRÍTICAS AO GOLPE DO PIG

Rui Falcão, presidente nacional do PT, certamente iria falar sobre a intensa e criminosa campanha que a velha mídia (inclusive a Tv Cultura dos tucanos paulistas) fez contra Dilma. Na verdade, nem foi contra a candidata vitoriosa, mas contra o processo eleitoral democrático e contra o direito do cidadão-eleitor informar-se. 
Com medo de transmitir certas verdades que o PIG censura do povo, a TV cancelou a prometida entrevista. Veja a Nota Oficial do PT a respeito de mais esta censura: 
NOTA OFICIAL
O Partido dos Trabalhadores estranha e lamenta o cancelamento da entrevista do seu presidente nacional, Rui Falcão, no programa Roda Viva da próxima segunda-feira, dia 27. No dia 14 de outubro, a coordenação do programa entrou em contato com a Assessoria de Imprensa do partido para convidar o presidente para a entrevista. O convite foi aceito. A entrevista se realizaria apenas se a presidenta Dilma Rousseff vencesse o segundo turno das eleições. Ainda segundo a coordenação do programa, caso o candidato Aécio Neves vencesse, haveria uma entrevista com um representante do PSDB. No convite, a coordenação do programa destacou que essa entrevista é uma “tradição” da TV Cultura de São Paulo.
Hoje, sexta-feira (dia 24), no final da tarde, o editor do programa comunicou à assessoria do PT que a entrevista foi cancelada e que, no seu lugar, irá ao ar um debate entre jornalistas sobre o cenário pós-eleições.
O cancelamento ocorreu após a emissora já ter, inclusive, convidado e confirmado a participação dos jornalistas que comporiam a bancada de entrevistadores do programa. Entre eles estavam representantes dos jornais O Globo, Valor Econômico, Folha de S.Paulo e Estado de S.Paulo, além da rede internacional CNN.
Assessoria de Imprensa do PT Nacional

sábado, 12 de abril de 2014

ULTIMATO À DIREÇÃO DO PT, PELOS PRESOS-POLÍTICOS

Caro Presidente Nacional Rui Falcão, demais Membros do Diretório Nacional e dirigentes Estaduais e Municipais do PT:

Nós, eleitores do Partido dos Trabalhadores, filiados ou não a esta grande agremiação, erguemos nossas vozes para EXIGIR uma tomada de posição firme, clara e sem titubeios frente à abusiva situação a que estão submetidos os brasileiros mantidos em prisão-política há cerca de cinco meses.
Não bastou a farsa jurídico-midiática da chamada AP-470, que culminou quase oito anos de humilhação pública diária, de calúnias e ofensas morais a cidadãos com respeitabilíssima folha de serviços prestados à Democracia, à Justiça Social e aos Direitos Humanos em nosso sofrido País. Arrogam-se alguns membros do Judiciário o poder ilegal e ilegítimo de agravar as já absurdas punições impingidas a esses cidadãos, seja pela contínua campanha de execração pública, seja pelo desrespeito à própria pena injusta a quem foram condenados.
As direções do Partido dos Trabalhadores omitiram-se durante quase todo este longo calvário de seus integrantes e dos demais "réus". Inocentes como o bravo sindicalista Luis Gushiken chegaram a sofrer danos físicos fatais. Outros, igualmente inocentes dos "crimes" que lhes foram imputados, como José Genoíno, José Dirceu, João Paulo Cunha, para citarmos apenas os mais notórios, foram tratados como bandidos pelo evidente conluio entre membros do Ministério Público Federal, grandes grupos de comunicação e membros-políticos do Supremo Tribunal Federal. A exposição dos "réus" foi aviltante, sendo de se admirar que tenham resistido mentalmente sãos a tamanho massacre.
O povo foi, em boa parcela, iludido pela campanha de ódio que durou quase oito anos - e que dura até hoje. O Poder Executivo, zeloso da independência dos Poderes, não poderia manifestar-se. O ex-presidente Lula também limitou-se a raras manifestações, muito moderadas, de descontentamento, prometendo sempre para mais tarde "revelar" fatos sobre o teatral processo do "mensalão".
Caso assemelhado, envolvendo inclusive um mesmo acusado, como é o caso do publicitário de Minas Gerais, foi tratado de maneira absolutamente diversa pelo Judiciário, em nítido benefício dos "réus" do PSDB. Começou pela demora no esperado julgamento, até o desmembramento do processo que envolve o PSDB, permitindo aos réus tucanos o direito universal a uma segunda instância.
Não precisamos nos alongar, pois os fatos são estarrecedores, e comprometem o regime democrático tão duramente conquistado, não só pelos petistas, mas por todo o Povo brasileiro.
Nesses termos, EXIGIMOS que as direções Nacional, Estaduais e Municipais do Partido dos Trabalhadores se manifestem, com urgência urgentíssima sobre os caminhos políticos e jurídicos para que sejam corrigidas tais aberrações. A denúncia internacional, a formação de uma brigada de advogados e juristas, a convocação de entidades de alta tradição democrática como a OAB, a ABI, a CNBB, as centrais sindicais, a UNE, enfim, todas as forças vivas da nacionalidade, o uso dos meios de comunicação disponíveis (ainda que seja necessário comprar espaços para romper a censura por eles imposta, para o que estamos todos prontos a contribuir), são caminhos viáveis e necessários. Tudo com a máxima urgência, sem delongas, debates ou estudos protelatórios. Pouco importa que estejamos em ano eleitoral: a preservação da Democracia com respeito aos direitos fundamentais de todos os cidadãos é mais importante do que as conveniências eleitorais do PT ou de quem quer que seja.
INFORMAMOS, nós, eleitores fiéis do PT, filiados ou não-filiados, que se nosso apelo-ultimato não tiver resposta URGENTE, vamos nos abster de qualquer atitude em defesa deste Partido, suspendendo de imediato todas as nossas ações pró-candidatos do PT e partidos aliados, e a nossa cotidiana batalha de contra-informação nas redes sociais e outros meios. Se o PT não reage em defesa de princípios básicos, que a direita fale e aja sozinha, sem contracenarmos  neste jogo pseuda-mente democrático, no qual um lado só agride, só violenta as leis, só impõe o ódio, e o outro - o nosso - a tudo assiste, constrangido em combater. Que os líderes do PT assumam as responsabilidades pelas consequências.
Com todo respeito e o mais elevado espírito democrático e progressista, somos,
OS ELEITORES DO PT


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

RUI FALCÃO VAI EXIGIR QUE GILMAR PROVE SUAS CALÚNIAS!

domingo, 15 de dezembro de 2013

"MENSALÃO" JULGOU OS CRIMES ERRADOS

Rui Falcão: “A história vai provar”, petistas não 

cometeram crimes pelos quais foram condenados


“Ninguém, pode se arvorar no direito de nos dar lição de ética. Repito sem titubear: nenhum 
companheiro condenado comprou votos no Congresso Nacional, usou dinheiro público, nem 
enriqueceu pessoalmente(…) Por que que o silêncio de mais de uma década , no martelo 
dos juízes, no famoso mensalão do PSDB mineiro? Por que o tratamento diferenciado de 
certos setores da grande imprensa em relação ao ‘trensalão’ do governo tucano de São 
Paulo?”
Este trecho do discurso do presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão (SP), proferido 
cerimônia de sua posse para um novo mandato à frente do comando do partido na abertura 
do 5º Congresso Nacional do partido, ontem, em Brasília, dá bem o tom do ato de desagravo 
e solidariedade que a direção e militância petista prestaram aos companheiros presos, entre 
os quais o ex-ministro José Dirceu, o ex-deputado José Genoino, e o ex-tesoureiro Delúbio 
Soares.
Rui acentuou que “a história vai provar” que os petistas não cometeram os crimes pelos quais 
foram condenados. Numa de suas mais veementes críticas recentes à tramitação e desfecho 
da Ação Penal 470, Rui considerou que o processo se desenvolveu em meio a um “tsunami de 
manipulação”, mostrou que os petistas foram condenados injustamente e sem provas e que o 
processo foi político, para manipular a população contra o PT.
“Condenados sem provas, em um processo nitidamente político…”
“É o típico caso da manipulação realimentando a mentira e da mentira realimentando a mani-
pulação. A história vai provar que nossos companheiros foram condenados sem provas, em 
um processo nitidamente político, influenciado pela mídia conservadora”, insistiu Rui em sua 
fala na abertura do Congresso e nova posse, um ato que contou com a presença dos presi-
dentes Dilma Rousseff e Lula.
O deputado Rui Falcão reiterou que o julgamento mantém situação enfrentada pelo PT desde 
a sua fundação, de ser vítima de “dois pesos e duas medidas” e que integrantes da oposição 
envolvidos em escândalos como o mensalão dos tucanos mineiros e o “trensalão” do PSDB 
paulista (cartel nos transportes públicos montado em conluio com tucanos dos governos Mário 
Covas, Geraldo Alckmin e José Serra) seguem impunes.
“Surpreendentemente, o suposto sentimento de punição e justiça continua sem alcançar deter-
minados setores e partidos, o que caracteriza uma inegável situação de dois pesos e duas me-
didas. Por que o silêncio de mais de uma década, no martelo dos juízes, no famoso mensa-
lão do PSDB mineiro?”, disse o dirigente nacional petista.
Rui demonstrou, ainda, que os governos Lula e Dilma foram os que mais combateram a corrup-
ção. “Não faremos uma campanha no estilo mar de lama como nossos adversários estão acos-
tumados, e na qual, aliás, foram treinados por seus ancestrais. Mas se enganam os que pen-
sam que vamos levar injustiça e desaforo para casa.”
Cliquem aqui e confiram a íntegra do discurso de Rui Falcão.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

REGULAÇÃO DA MÍDIA É O CONTRÁRIO DE CENSURA

Falso fantasma, por Rui Falcão, presidente do PT


publicado em 28 de novembro de 2011 às 18:34 na Marco regulatórioNotícias
A firme defesa que o Partido dos Trabalhadores faz da necessidade da criação de um novo marco regulatório para a mídia criou um paradoxo: acusa-se de tentar cercear a liberdade de imprensa quem, através dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, não teve um único gesto ou iniciativa para inibir a mais ampla liberdade de opinião e expressão de todos os meios de comunicação, repelindo sempre a censura.
Não obstante a campanha dos detratores, que agridem a realidade em nome do obscurantismo e da negação dos novos tempos trazidos pela revolução digital, o PT não abrirá mão de lutar por uma comunicação mais democrática. Nosso compromisso é com o país e com a janela de oportunidades que se abre.
A regulação do setor não é invenção brasileira ou do PT. Ela existe em vários países. E ganha corpo na mesma velocidade em que os interesses econômicos, culturais, tecnológicos e de soberania nacional ficam mais evidentes com a nova realidade digital.
O PT, no seu papel de agente das transformações para a maioria, entende que alguns pontos precisam ser instituídos para que uma regulação moderna e democrática dote o país de ferramentas eficazes de inclusão social e defesa da comunicação e cultura nacionais.
O acesso à internet em banda larga é serviço essencial e instrumento indispensável na luta pela democratização da informação e do conhecimento. Sem conexão acessível aos mais pobres jamais reduziremos o fosso ainda grande entre brasileiros, por mais que os governos Lula e Dilma já tenham feito.
Entendemos que cabe ao Estado regular o setor de telecomunicações, até para evitar que o poderio econômico dos grupos que controlam a telefonia, por exemplo, sufoque os próprios setores da mídia tradicional, numa repetição em escala maior ainda do que já estamos testemunhando hoje com as crescentes dificuldades enfrentadas por emissoras de rádio do interior brasileiro.
Na outra ponta, é preciso ampliar os recursos em grandes redes de radiodifusão pública e de telecomunicações. O objetivo da EBC e da Telebrás não é o mesmo dos entes privados. Cabe ao Governo ser o indutor no espraiamento da democracia com seus veículos, sem que isso signifique a asfixia ou morte, como alardeiam os pregadores da falsa discussão.
Não fugiremos do nosso compromisso. O direito à livre expressão é pilar do PT. Não existe antagonismo algum entre ele e a defesa firme por mudanças que adequem o Brasil aos novos e irrevogáveis ventos da convergência digital. O não aos monopólios tem que ser acompanhado da inclusão da maioria da população e do sopro que a produção cultural do país exige.
O governo da presidente Dilma tem mostrado com atos que a busca pela democratização é compromisso. A Lei de Acesso à Informação e a criação da Comissão da Verdade estão aí, depois de muito esforço do PT e da sociedade civil. A regulação democrática da mídia será mais um passo mirando o futuro. O PT, democraticamente, continuará lutando pelas transformações do Brasil.
Rui Falcão é deputado estadual (SP) e presidente nacional do PT.
Artigo publicado no jornal O Globo