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domingo, 13 de setembro de 2015

GOLPE JOGARIA O BRASIL NUMA GUERRA SANGRENTA

O que aconteceria em caso de impeachment?

Por Paulo Nogueira, no blogDiário do Centro do Mundo:

É hora de defender vigorosamente a permanência de Dilma até o final de seu mandato.

Sobretudo nas ruas, mas não só nelas: as redes sociais são hoje um importante polo formador de opiniões.

Não se trata de defender Dilma em si e muito menos o PT: é a defesa da democracia, da justiça, da Constituição.

E, mais que tudo, é a defesa da decência.

O pequeno grupo que fez o Brasil ser a sociedade abjetamente desigual que é tenta, com métodos grotescos e argumentos sórdidos, cassar 54 milhões de votos.

Desde o momento em que a derrota de Aécio foi confirmada, iniciou-se uma louca cavalgada pelo golpe.

Da suspeição absurda sobre as urnas eletrônicas até o dinheiro de doações que irrigaram tanto a campanha de Dilma quanto a de Aécio, sucedem-se argumentos aos quais cabe um adjetivo: criminosos.

A direita brasileira, inflada pela imprensa, já provou que não é mais civilizada que a direita venezuelana, ou a equatoriana, ou a argentina.

Todas essas direitas fazem, neste momento, a mesma coisa: sabotam a democracia. Tratam seus países como republiquetas, passíveis de serem ludibriadas para a perpetuação de privilégios e mamatas ancestrais. E para a manutenção e ampliação do maior câncer da região: a desigualdade social.

O país seria atirado a um abismo com um impeachment, a uma noite longa e escura.

O maior erro é confundir Dilma com Collor. Collor não tinha sustentação nenhuma. Ninguém iria chorar a morte de sua presidência, sabia-se, e ninguém chorou exceto ele mesmo.

Mesmo com o desgaste de todos estes anos de poder, o PT tem uma base forte, a começar pela CUT e pelo MST.

Outros movimentos sociais haveriam certamente de se insurgir contra um golpe. Guilherme Boulos, do MST, já disse que é vital a união dos progressistas contra as manobras dos golpistas.

O Brasil, num caso de impeachment claramente forçado como este ora tramado, ficaria simplesmente ingovernável.

Para reprimir os que se manifestarem contra o golpe, a polícia vai ter que bater pesado. Seremos um enorme Paraná.

Ecos da ditadura ressurgirão na repressão aos protestos. Sangue de brasileiros correrá, como aconteceu num passado ainda recente.

É uma distopia, e é também um cenário altamente provável no caso de um golpe.

Tenho para mim que, no fundo, os sabotadores sabem disso. E estão, essencialmente, promovendo um terror contínuo para manter Dilma imobilizada e para sangrar o PT até 2018.

A hipótese de que eles acham mesmo que poderiam roubar a presidência é simplesmente tétrica.

Eles teriam que ser muito cegos e muito canalhas para imaginar que um golpe seria engolido com docilidade pelos brasileiros.

sábado, 26 de julho de 2014

BRASIL RESPONDE À ALTURA AS OFENSAS DO GOVERNO DE ISRAEL

sexta-feira, 18 de julho de 2014

DILMA CONDENA AGRESSÃO DE ISRAEL CONTRA CIVIS PALESTINOS

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

JORNAL HOLANDÊS MOSTRA ÍNDIOS EXPULSANDO GARIMPEIROS NO PARÁ

Os índios Mundukuru, que vivem no oeste do Pará, cansaram-se de pedir providências ao Governo para expulsar os garimpeiros que invadem suas terras em busca de ouro. Já estiveram em Brasília e apelaram à Justiça, que nada resolveu. Agora, segundo o jornal holandês "ncr", eles decidiram "tomar as coisas em suas próprias mãos". os próprios índios estão expulsando os invasores, usando da força que dispõem.
As fotos publicadas pelo diário holandês são da agência Reuters, do fotógrafo Lunae Parracho:

Os Mundukuru reunidos numa das minas de ouro abertas em suas terras.

Índios observam mina aberta num riacho.

Grupo de Mundukuru procurando garimpeiros invasores.

Mulher Mundukuru.

Garimpeiro apanhado é vigiado pelos Mundukuru.