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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

MÉDICOS ANTI-DILMA VINGAM-SE NOS PACIENTES. CADÊ A ÉTICA?

Médicos que pediram “castração química” de petistas atacam de novo

Após o lançamento do programa Mais Médicos e a consequente chegada de médicos cubanos ao Brasil, a classe médica brasileira vem promovendo um show de horrores. Há menos de um mês, o portal IG fez uma denúncia estarrecedora:
A denúncia do IG espalhou-se como fogo e por certo fez ver a boa parte dos formadores de opinião o movimento nazista que se aglutinou em torno da candidatura Aécio Neves. Para entendimento dos fatos que serão narrados mais adiante, vale rever trecho daquela matéria.
Sobre a comunidade do Facebook “Dignidade Médica”, que propôs “holocausto” e “castrações químicas” contra eleitores do PT, sobretudo nordestinos, para que “não se reproduzam” tem como uma das organizadoras a senhora Patricia Sicchar, que se declara médica da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus em perfil da rede social.
Confira, abaixo, trecho de outra matéria do IG sob o título “Médica de grupo anti-PT minimiza holocausto a nordestinos: ‘é revolução do agir’”.
Como se vê, uma das médicas organizadoras do tal “holocausto” médico contra nordestinos eleitores do PT é servidora da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, sob responsabilidade do prefeito tucano Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM), líder do PSDB no Senado de 2003 a 2010.
Agora, os médicos manuenses voltam à ribalta com um movimento que pretendem espalhar pelo país. Chegou ao Blog uma denúncia séria contra médicos daquela capital. E o pior: a denúncia sugere que abuso desses médicos contaria com a conivência dos hospitais em que trabalham.
O denunciante enviou ao Blog link de perfil no Facebook de um médico manuense chamado Lano Macedo, que se diz funcionário do Hospital Beneficente Português do Amazonas, que já se envolveu em polêmicas como desrespeitar a “Lei do acompanhante no parto”, conforme denúncia do médico psiquiatra Rogélio Casado.
O tal médico Lano Macedo lidera um movimento de médicos manauenses no Facebook que propõe que a classe médica – e, consequentemente, os hospitais onde aqueles médicos trabalham – boicotem os laboratórios que doaram recursos à campanha da presidente Dilma Rousseff
A confissão dos médicos de que irão deixar de recomendar fabricantes de medicamentos sob razões político-partidárias e ideológicas é um escândalo. E se aquele laboratório tiver medicamento mais conveniente para os pacientes, seja em termos de preço, qualidade ou outro?
Após o episódio “holocausto e castração química”, produzido a partir de organização de médicos de Manaus como o tal Lano Macedo, o Conselho Federal de Medicina (CFM) emitiu nota condenando os autores daquela barbaridade.
Resta saber o que o CFM tem a dizer sobre essa atitude de médicos de Manaus. E, aliás, deveria investigar – talvez até com participação do Ministério Público – se médicos de outras regiões também estão adotando uma conduta profissional inadequada não só por se misturar com os interesses político-partidários deles, mas por prejudicar seus pacientes.
Por fim, resta saber, também, que atitude o prefeito tucano Arthur Virgílio tomou contra a servidora pública  Patricia Sicchar, que se declarou médica da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus e organizou o movimento propondo “castração química” de eleitores do PT.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/11/medicos-que-pediram-castracao-quimica-de-petistas-atacam-de-novo/

domingo, 3 de agosto de 2014

ONU: NETANYAHU SERÁ PUNIDO PELOS CRIMES DE GUERRA DE ISRAEL

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ATOR BEMVINDO SIQUEIRA ANALISA A MALDADE SOCIAL

França Entregou Um MIlhão de Judeus aos Nazistas


igualdfade Um Milhão de Judeus Entregues Pela França aos Nazistas
    Parece que na Terra da Igualdade, Liberdade e Fraternidade a grana falou mais alto.

Há fenômenos sociais e poíticos que eu realmente não sei como aconteceram.

Na data de hoje em 1941 a França prendeu um milhão de judeus e os entregou à Alemanha. Claro que tiveram seus bens sequestrados. Havcia lucro e benefícios financeiros no ato.
O destino daqueles judeus  está mais que sabido , fotografado e documentado. Entregou-os para os trabalhos forçados, a tortura , o vilipênddio, e a morte.
Um horror ! Um milhão!!! Se equivalermos a população da época seria hoje equivalente a 3 Milhões de judeus presos e entregues.

Como isso pôde acontecer , e exatamente no País das Luzes como sempre foi chamada a França. O berço do humanismo moderno.

Uma amiga francesa  certa vez chamou-me a atenção para um fato. Dizia ela que se o povo francês realmente não aceitasse a ocupação alemã ela não teria  não teria como sustentar-se.
Falou-me isso a respeito da heróica  Resistência Francesa. Disse-me que era muito frágil. Que só quase no fim da guerra foi que ela cresceu.
Isso signfica dizer que a  maioria da população francesa aceitou a dominação. Foi conivente. Fechou os olhos e foi cuidar da sua vida privada.

Lembrei-me do que ocorreu no Brasil  durante a Ditadura  Militar, quando em 1970, o período mais feroz e cruel do regime militar o povo estava feliz, satisfeito com o "Milagre Brasileiro" e pouco se importava se estávamnos numa democracia ou não. Pouco se importava se jovens e patriotas estavam sendo mortos, torturados sequestrados, violentados.

Só quando o chamado "Milagre Econômico" entrou em decadência é que se fortaleceu o movimento contra o Governo Militar levando ao seu fim mais de vinte anos depois de instalado.
Se o povo brasileiro não o desejasse não teria durado seis meses.

Porque a questão é economica e não ideológica. Volto a lembrar do assessor de campanha de Bill Clinton dizendo a ele: “It's the economy, stupid!”.( É a Economia, seu burro!)
Economia ou não é monstruosa a gigantesca capacidade  dos seres humanos de praticar o Mal. Ou de virar o rosto para o outro lado como quem não está vendo.

O que aconteceu na França ocupada  em 1941? Economia ou Maldade? Ou os dois juntos?
http://blogdobemvindo.blogspot.nl/2014/05/franca-entregou-um-milhao-de-judeus-aos.html?spref=fb

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

SEM QUERER (?) LÍDER JUDEU PÕE BIGODE DE HITLER EM ANGELA MERKEL...

Netanyahu imita bigode de Hitler no rosto de Merkel

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O premiê israelense Benjamin Netanyahu, em uma entrevista coletiva, fez casualmente um “bigode” no rosto da chanceler alemã, Angela Merkel. Foi assim que usuários da Internet qualificaram a foto, na qual a sombra do dedo do premiê israelense formou esse “bigode” parecido com o de Adolf Hitler.

A foto que atraiu a atenção do público foi publicada pelo jornal israelense The Jerusalem Post. Mais tarde, comentários dessa foto foram publicados no site do telecanal Al-Arabiya e em vários mídia eletrônicos.
A entrevista coletiva conjunta de Angela Merkel e Benjamin Netanyahu se realizou em 25 de fevereiro, em Jerusalém.
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_02_25/netanyahu-imita-bigode-de-hitler-no-rosto-de-merkel-4859/

sábado, 5 de novembro de 2011

LOUCURA EM ISRAEL PODE LEVAR A GUERRA NUCLEAR!

Conversa Afiada reproduz artigo de Mauro Santayana no JB online:

O Irã e a perigosa aposta de Israel


por Mauro Santayana


Não se trata mais de  hipótese: os falcões americanos e o governo britânico estão dispostos a apoiar  ação militar de Israel contra o Irã, embora grande parte da opinião pública israelita advirta que essa aventura é arriscada. Aviões militares de Israel  fazem manobras no Mediterrâneo e já se fala no emprego de mísseis de alcance médio contra o suposto inimigo. Seus líderes da extrema-direita, entre eles religiosos radicais, estimulam os cidadãos, com o argumento de que se trata de uma luta de vida ou morte.


Toda cautela é pouca na avaliação política da questão de Israel. Em primeiro lugar há que se separar o povo judaico do sionismo e do Estado de Israel – que parece condenado a sempre fazer guerra. Como disse um de seus grandes pensadores, se todos os estados possuem um exército, em Israel é  o exército que possui o estado. É explicável que, com sua história atribulada e as perseguições sofridas, sobretudo no século 20, sob a brutalidade nazista, os judeus se encontrem na defensiva. Isso, no entanto, não autoriza a insânia de sua política agressiva contra os palestinos em particular, e contra os muçulmanos, em geral.


A política belicista de Israel, alimentada pelos fundamentalistas, e estimulada pelos interesses norte-americanos, tem impedido a paz na região. Os palestinos são tão semitas quanto os judeus, embora muitos dos judeus procedentes da Europa  não sejam semitas em sua origem étnica, posto que convertidos a partir do século VIII. Os dois povos poderiam viver em paz, se o processo de ocupação da Palestina pelos judeus europeus tivesse seguido outra orientação. Mas o passado não pode ser mudado. Sendo assim, é tempo para o entendimento entre os dois povos – mas para parcelas das elites de Israel e seus patrocinadores americanos, a guerra é um excelente negócio. Sem a guerra, a receita de Israel – um território pobre de petróleo, tão próximo das mais pejadas jazidas do mundo – seria insuficiente para manter seu poderoso e bem remunerado exército e suas elites dirigentes, contra as quais começam a mover-se também os indignados, e com razão.


Israel nasceu sob o ideal de um sistema socialista baseado na solidariedade dos kibbutzim, mas hoje não se distingue mais dos países capitalistas.  Os ensandecidos partidários da ação militar contra Teerã talvez imaginem que essa iniciativa tolha o reconhecimento do Estado da Palestina pela ONU, mas deixam de atentar para os grandes riscos da operação, apontados pelos judeus de bom senso. Em primeiro lugar há uma questão ética em jogo, que o mundo já medita há muito tempo: por que Israel pôde desenvolver as suas armas nucleares, e os outros países da região não podem investigar o aproveitamento do conhecimento nuclear para fins pacíficos? Em  visão mais radical, mas nem por isso contrária à ética: porque Israel dispõe de 200 ogivas nucleares e os outros países não podem dispor de armas atômicas? O que os faz tão diferentes dos outros? Se o Estado de Israel se sente ameaçado pelos vizinhos, os vizinhos também têm suas razões para se sentirem ameaçados por Israel.


Façamos um rápido exercício lógico sobre as conseqüências de um ataque aéreo – que já não se trata de hipótese, mas de timing – de Israel às instalações nucleares do Irã. Como irão reagir a Rússia e a China e, antes das duas grandes potências, o que fará a Turquia? A Grã Bretanha, segundo informou ontem The Guardian, já está estudando participar de uma expedição contra o Irã e só o governo dos Estados Unidos – exceto alguns falcões  – está relutante. Haveria, assim, uma aliança inicial entre Sarkozy, Cameron e Netanyahu contra o Irã. Talvez os europeus e os próprios norte-americanos vejam nesse movimento uma forma de superar o acelerado descontentamento de seus povos contra a submissão dos estados aos banqueiros larápios. O encontro de um bode expiatório, como parece a propósito a antiga Pérsia, poderia ser uma forma de buscar a unidade interna de ingleses, franceses, norte-americanos – e judeus. É ingenuidade imaginar que o provável ataque se concentrará nas instalações de pesquisa nuclear. Uma vez iniciada a agressão, ela não se limitará a nada, e se repetirá o holocausto da Líbia, com seus milhares de mortos e feridos, em nome dos “direitos humanos” dos ricos.


O mapa geopolítico de hoje é um pouco diferente do que era em 1948 e 1967, quando se criou o Estado de Israel e quando ele se ampliou para além das fronteiras estabelecidas pela comunidade internacional.


É assustador pensar em uma Terceira Guerra Mundial, com novos atores em cena, entre eles  possuidores das armas apocalípticas, como a China, o Paquistão e a Índia. Diante da insanidade de certos chefes de Estado de nosso tempo, é uma terrível probabilidade – e com todas as   conseqüências impensáveis.