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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

BEMVINDO SIQUEIRA DÁ LIÇÃO DE ÉTICA A HUMORISTA PRINCIPIANTE

O brilhante ator e humorista Bemvindo Siqueira, com sua lucidez implacável, dá uma lição de ética ao criador do perfil "Dilma Bolada" que, por razões aparentemente financeiras, anunciou seu "rompimento" com a Presidenta Dilma Roussef. É nas horas difíceis que se conhece o caráter das pessoas. Neste caso, a falta de...



Pequena Carta à "Dilma Bolada" ou Jeferson Monteiro




Quando o humor perde a graça e cai na falta dela: a des/graça.

Pequeno Jeferson, não precisa se dar tanto valor. Nenhum de nós temos este valor todo que você se atribui. Se a gente quer romper com a Presidenta não precisa tornar isto público.  Publicar o rompimento e fazer disto matéria de mídia é apenas ego, puta vaidade de ego. Você, eu, somos nada, ou muito pouco. Não temos este valor que você pensa ter. Daqui há meses ninguém sequer vai s e lembrar de você, e ela continuará Presidenta.  Dar uma de menino emburrado ou magoado é bobice, amadorismo, primarismo político, a  menos que esteja querendo pedir perdão à Direita com este gesto público.

Seu comportamento é vaidoso, pequeno burguês e bobo. Demonstra como político e como humorista um amadorismo exemplar. Está magoado com a “amiga”? Tenha dignidade: saia de baixo. Saia de cena sem piar. Afaste-se. Se não mais a apoia, cale-se, porque se a condena está fazendo o jogo dos seus inimigos mais fortes: a Direita. Não se esqueça que ainda ontem comias da mão dela. A ingratidão fica registrada.

Querendo seu ego de reizinho ou não, ela ainda é a Presidenta democraticamente eleita pelo povo, e você de bastidores da política é leigo, como eu,  apenas um cometa que riscou o céu no momento que a estrela brilhava. Você e eu.

Também não curto a Dilma desde o primeira  dia do primeiro mandato dela quando ela foi almoçar com a Folha e deu uma banana para nós internautas. Da ingratidão dela também não me esqueço, mas a política e o Brasil são maiores. E ela ainda é o que há de melhor neste momento nos Poderes da República.

Agora que você enterrou a meteórica “Dilma Bolada” você está livre pra outro papel, quem sabe até de Marina Embolada, ou Marta Enrolada, mas não morda  a mão que lhe afagou.
Saia em silêncio. Neste momento você só tem importância para você mesmo, e para que eu me compadeça.(Compaixão: participação espiritual na infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o sofredor).

Um velho amigo me dizia que às vezes  a gente tem um ato de um minuto de heroísmo e depois a vida inteira pra se arrepender.


Um abraço do veterano humorista, criador, cidadão, e militante que repete aqui o verso de Thiago de Mello: “Faz escuro mas eu canto...”
http://humordobemvindo.blogspot.com.br/2015/09/pequena-carta-dilma-bolada-ou-jeferson.html

quinta-feira, 30 de julho de 2015

ALCKMIN COMPRA A JOVEM PAN E A CBN, MAS NÃO O CHARLIE HEBDO...

Charlie Hebdo aborda tema tabu da mídia brasileira


(do site da ABRAJI, reproduzido no GGN, de Luis Nassif)9
Charlie Hebdo publica reportagem ilustrada sobre crise da água em São Paulo 


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O cartunista Riss, diretor do Charlie Hebdo, fez um pedido aos organizadores do 10º Congresso da Abraji: durante sua passagem pelo Brasil, queria cobrir a escassez de água em São Paulo e entender como os 11 milhões de moradores estavam se adaptando à estiagem.
A equipe da Abraji acompanhou o jornalista em visitas a comércios e residências na zona Oeste da cidade e articulou uma excursão à represa de Atibainha, parte do Sistema Cantareira. A viagem de 150 km foi feita em viaturas blindadas da Polícia Federal e em companhia do grafiteiro Thiago Mundano, um dos artistas que têm acompanhado e retratado a crise de abastecimento. É dele o famoso grafite que dá as boas-vindas ao "deserto da Cantareira".
Riss pretendia visitar uma favela para saber exatamente como a crise de abastecimento tem afetado a população mais pobre da cidade. Por segurança, os agentes da Polícia Federal excluíram essa possibilidade.
A reportagem em quadrinhos, publicada na edição nº 1.200 do jornal, descreve técnicas usadas por moradores para reaproveitar água, menciona o uso de copos descartáveis em lanchonetes e nota que, com as torneiras secas, São Paulo é cortada por grandes rios – transformados em esgoto a céu aberto.
O cartunista também menciona que a Sabesp tem papéis negociados na bolsa de Nova York e pergunta, observando o famoso relógio de água do Shopping Iguatemi, se a água será em breve um produto de luxo.
Riss esteve no Brasil para participar do 10º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, realizado pela Abraji no começo do mês.
Abaixo, a reprodução da reportagem em quadrinhos. Clique neste link para fazer o download da imagem em tamanho grande:

sábado, 19 de julho de 2014

IMPERDÍVEL, HILARIANTE: MILLÔR ANALISA A OBRA LITERÁRIA DE FHC!!!

LIÇÃO PRIMEIRA
De uma coisa ninguém podia me acusar — de ter perdido meu tempo lendo FhC (superlativo de PhD). Achava meu tempo melhor aproveitado lendo o Almanaque da Saúde da Mulher. Mas quando o homem se tornou vosso Presidente, achei que devia ler o Mein Kampf (Minha Luta, em tradução literal) dele, quando lutava bravamente, no Chile, em sua Mercedes (“A mais linda Mercedes azul que vi na minha vida”, segundo o companheiro Weffort, na tevê, quando ainda não sabia que ia ser Ministro), e nós ficávamos aqui, numa boa, papeando descontraidamente com a amável rapaziada do Dops-DOI-CODI.
Quando, afinal, arranjei o tal Opus Magno — Dependência e Desenvolvimento na América Latina — tive que dar a mão à palmatória. O livro é muito melhor do que eu esperava. De deixar o imortal Sir Ney morrer de inveja. Sem qualquerpartipri, e sem poder supervalorizar a obra, transcrevo um trecho, apanhado no mais absoluto acaso, para que os leitores babem por si:
“É evidente que a explicação técnica das estruturas de dominação, no caso dos países latino-americanos, implica estabelecer conexões que se dão entre os determinantes internos e externos, mas essas vinculações, em que qualquer hipótese, não devem ser entendidas em termos de uma relação “casual-analítica”, nem muito menos em termos de uma determinação mecânica e imediata do interno pelo externo. Precisamente o conceito de dependência, que mais adiante será examinado, pretende outorgar significado a uma série de fatos e situações que aparecem conjuntamente em um momento dado e busca-se estabelecer, por seu intermédio, as relações que tornam inteligíveis as situações empíricas em função do modo de conexão entre os componentes estruturais internos e externos. Mas o externo, nessa perspectiva, expressa-se também como um modo particular de relação entre grupos e classes sociais de âmbito das nações subdesenvolvidas. É precisamente por isso que tem validez centrar a análise de dependência em sua manifestação interna, posto que o conceito de dependência utiliza-se como um tipo específico de “causal-significante’ — implicações determinadas por um modo de relação historicamente dado e não como conceito meramente “mecânico-causal”, que enfatiza a determinação externa, anterior, que posteriormente produziria ‘conseqüências internas’.”
Concurso – E-mail:Qualquer leitor que conseguir sintetizar, em duas ou três linhas (210 toques), o que o ociólogo preferido por 9 entre 10 estrelas da ociologia da Sorbonne quis dizer com isso, ganhará um exemplar do outro clássico, já comentado na primeira parte desta obra: Brejal dos Guajas — de José Sarney.
LIÇÃO SEGUNDAComo sei que todos os leitores ficaram flabbergasted (não sabem o que quer dizer? Dumbfounded, pô!) com a Lição primeira sobre Dependência e Desenvolvimento da América Latina, boto aqui outro trecho — também escolhidoabsolutamente ao acaso — do Opus Magno de gênio da “profilática hermenêutica consubstancial da infra-estrutura casuística”, perdão, pegou-me o estilo. Se não acreditam que o trecho foi escolhido ao acaso, leiam o livro todo. Vão ver o que é bom!
Estrutura e Processo: Determinações Recíprocas
“Para a análise global do desenvolvimento não é suficiente, entretanto, agregar ao conhecimento das condicionantes estruturais a compreensão dos ‘fatores sociais’, entendidos estes como novas variáveis de tipo estrutural. Para adquirir significação, tal análise requer um duplo esforço de redefinição de perspectivas: por um lado, considerar em sua totalidade as ‘condições históricas particulares’ — econômicas e sociais — subjacentes aos processos de desenvolvimento no plano nacional e no plano externo; por outro, compreender, nas situações estruturais dadas, os objetivos e interesses que dão sentido, orientam ou animam o conflito entre os grupos e classes e os movimentos sociais que ‘põem em marcha’ nas sociedades em desenvolvimento. Requer-se, portanto, e isso é fundamental, uma perspectiva que, ao realçar as mencionadas condições concretas — que são de caráter estrutural — e ao destacar os móveis dos movimentos sociais — objetivos, valores, ideologias —, analise aquelas e estes em suas relações e determinações recíprocas. (…) Isso supõe que a análise ultrapasse a abordagem que se pode chamar de enfoque estrutural, reintegrando-a em uma interpretação feita em termos de ‘processo histórico’ (1). Tal interpretação não significa aceitar o ponto de vista ingênuo, que assinala a importância da seqüência temporal para a explicação científica — origem e desenvolvimento de cada situação social — mas que o devir histórico só se explica por categorias que atribuam significação aos fatos e que, em conseqüência, sejam historicamente referidas.
(1)  Ver, especialmente, W. W. Rostow, The Stages of Economic Growth, A Non-Communist Manifest, Cambridge, Cambridge University Press, 1962; Wilbert Moore, Economy and Society, Nova York, Doubleday Co., 1955; Kerr, Dunlop e outros, Industrialism and Industrial Man, Londres, Heinemann, 1962.”
Comentário do Millôr, intimidado:A todo momento, conhecendo nossa precária capacitação para entender o objetivo e desenvolvimento do seu, de qualquer forma, inalcançável saber, o professor FhC faz uma nota de pata de página. Só uma objeçãozinha, professor. Comprei o seu livro para que o senhor me explicasse sociologia. Se não entendo o que diz, em português tão cristalino, como me remete a esses livros todos? Em inglês! Que o senhor não informa onde estão, como encontrar. E outra coisa, professor, paguei uma nota preta pelo seu tratado, sou um estudante pobre, não tenho mais dinheiro. Além  do que, confesso com vergonha, não sei inglês. Olha, não vá se ofender, me dá até a impressão, sem qualquer malícia, que o senhor imita um velho amigo meu, padre que servia na Paróquia de Vigário-Geral, no Rio. Sábio, ele achava inútil tentar explicar melhor os altos desígnios de Deus pra plebe ignara do pequeno burgo e ensinava usando parábolas, epístolas, salmos e encíclicas. E me dizia: “Millôr, meu filho, em Roma, eu como os romanos. Sendo vigário em Vigário-Geral, tenho que ensinar com vigarice”.
LIÇÃO TERCEIRAHá vezes, e não são poucas, em que FhC atinge níveis insuperáveis. Vejam, pra terminar esta pequena explanação, este pequeno trecho ainda escolhido ao acaso. Eu sei, eu sei — os defensores de FhC, a máfia de beca, dirão que o acaso está contra ele. Mas leiam:
“É oportuno assinalar aqui que a influência dos livros como o de Talcot Parsons, The Social System, Glencoe, The Free Press, 1951, ou o de Roberto K. Merton, Social Theory and Social Structure, Glencoe, The Free press, 1949, desempenharam um papel decisivo na formulação desse tipo de análise do desenvolvimento. Em outros autores enfatizaram-se mais os aspectos psicossociais da passagem do tradicionalismo para o modernismo, como em Everett Hagen, On the Theory of Social Change, Homewood, Dorsey Press, 1962, e David MacClelland, The  Achieving Society, Princeton, Van Nostrand, 1961. Por outro lado, Daniel Lemer, em The Passing of Traditional Society: Modernizing the Middle East, Glencoe, The Free Press, 1958, formulou em termos mais gerais, isto é, não especificamente orientados para o problema do desenvolvimento, o enfoque do tradicionalismo e do modernismo como análise dos processos de mudança social”.
Amigos, não é genial? Vou até repetir pra vocês gozarem (no bom sentido) melhor: “formulou (em termos mais gerais, isto é, não especificamente orientados para o problema do desenvolvimento) o enfoque (do tradicionalismo e do modernismo) como análise (dos processos de mudança social)”.
Formulou o enfoque como análise!
É demais! É demais! E sei que o vosso sábio governando, nosso FhC, espécie de Sarney barroco-rococó, poderia ir ainda mais longe.
Poderia analisar a fórmula como enfoque.
Ou enfocar a análise como fórmula.
É evidente que só não o fez em respeito à simplicidade de estilo.
Tópico avulso sobre imodéstia e pequenos disparates do eremita preferido dos Mamonas Assassinas.
Vaidade todos vocês têm, não é mesmo? Mas há vaidades doentias, como as das pessoas capazes de acordar às três da manhã para falar dois minutos num programa de tevê visto por exatamente mais ou menos ninguém. Há vaidades patológicas, como as de Madonas e Reis do Roque, só possíveis em sociedades que criaram multidões patológicas.
Mas há vaidades indescritíveis. Vaidade em estado puro, sem retoque nem disfarce, tão vaidade que o vaidoso nem percebe que tem, pois tudo que infla sua vaidade é para ele coisa absolutamente natural. Quem é supremamente vaidoso, se acha sempre supremamente modesto. Esse ser existe materializado em FhC (superlativo de PhD). Um umbigo delirante.
O que me impressiona é que esse homem, que escreve mal — se aquilo é escrever bem o meu poodle é bicicleta — e fala pessimamente — seu falar é absolutamente vazio, as frases se contradizem entre si, quando uma frase não se contradiz nela mesma, é considerado o maior sociólogo brasileiro.
Nunca vi nada que ele fizesse (Dependência e Desenvolvimento na América Latina, livro que o elevou à glória, é apenas um Brejal dos Guajas, mais acadêmico) e dissesse que não fosse tolice primária. “Também tenho um pé na cozinha”, “(os brasileiros) são todos caipiras”, “(os aposentados) são uns vagabundos”, “(o Congresso) precisa de uma assepsia”, “Ser rico é muito chato”, “Todos os trabalhadores deviam fazer checape”, “Não vou transformar isso (a moratória de Itamar) num fato político”. “Isso (a violência, chamada de Poder Paralelo) é uma anomia”. E por aí vai. Pra não lembrar o vergonhoso passado, quando sentou na cadeira da prefeitura de São Paulo, antes de ser derrotado por Jânio Quadros, segundo ele “um fantasma que não mete mais medo a ninguém”.
Eleito prefeito, no dia seguinte Jânio Quadros desinfetou a cadeira com uma bomba de Flit.
E, sempre que aproxima mais o país do abismo no qual, segundo a retórica política, o Brasil vive, esse FhC (superlativo de PhD) corre à televisão e deita a fala do trono, com a convicção de que, mais do que nunca, foi ele, the king of the black sweetmeat made of coconuts (o rei da cocada preta), quem conduziu o Brasil à salvação definitiva e à glória eterna. E que todos querem ouvi-lo mais uma vez no Hosana e na Aleluia. Haja!
Millôr Fernandes

http://esquerdopata.blogspot.nl/2010/04/o-pensamento-de-fhc-analisado-por.html

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ATOR BEMVINDO SIQUEIRA ANALISA A MALDADE SOCIAL

França Entregou Um MIlhão de Judeus aos Nazistas


igualdfade Um Milhão de Judeus Entregues Pela França aos Nazistas
    Parece que na Terra da Igualdade, Liberdade e Fraternidade a grana falou mais alto.

Há fenômenos sociais e poíticos que eu realmente não sei como aconteceram.

Na data de hoje em 1941 a França prendeu um milhão de judeus e os entregou à Alemanha. Claro que tiveram seus bens sequestrados. Havcia lucro e benefícios financeiros no ato.
O destino daqueles judeus  está mais que sabido , fotografado e documentado. Entregou-os para os trabalhos forçados, a tortura , o vilipênddio, e a morte.
Um horror ! Um milhão!!! Se equivalermos a população da época seria hoje equivalente a 3 Milhões de judeus presos e entregues.

Como isso pôde acontecer , e exatamente no País das Luzes como sempre foi chamada a França. O berço do humanismo moderno.

Uma amiga francesa  certa vez chamou-me a atenção para um fato. Dizia ela que se o povo francês realmente não aceitasse a ocupação alemã ela não teria  não teria como sustentar-se.
Falou-me isso a respeito da heróica  Resistência Francesa. Disse-me que era muito frágil. Que só quase no fim da guerra foi que ela cresceu.
Isso signfica dizer que a  maioria da população francesa aceitou a dominação. Foi conivente. Fechou os olhos e foi cuidar da sua vida privada.

Lembrei-me do que ocorreu no Brasil  durante a Ditadura  Militar, quando em 1970, o período mais feroz e cruel do regime militar o povo estava feliz, satisfeito com o "Milagre Brasileiro" e pouco se importava se estávamnos numa democracia ou não. Pouco se importava se jovens e patriotas estavam sendo mortos, torturados sequestrados, violentados.

Só quando o chamado "Milagre Econômico" entrou em decadência é que se fortaleceu o movimento contra o Governo Militar levando ao seu fim mais de vinte anos depois de instalado.
Se o povo brasileiro não o desejasse não teria durado seis meses.

Porque a questão é economica e não ideológica. Volto a lembrar do assessor de campanha de Bill Clinton dizendo a ele: “It's the economy, stupid!”.( É a Economia, seu burro!)
Economia ou não é monstruosa a gigantesca capacidade  dos seres humanos de praticar o Mal. Ou de virar o rosto para o outro lado como quem não está vendo.

O que aconteceu na França ocupada  em 1941? Economia ou Maldade? Ou os dois juntos?
http://blogdobemvindo.blogspot.nl/2014/05/franca-entregou-um-milhao-de-judeus-aos.html?spref=fb

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

QUER RIR? LEIA AS TEORIAS DA DIREITONA-BURRA...

As teorias da direita comunistofóbica



Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena:

A situação é de um paradoxo brutal: por um lado, os direitistas brasileiros bradam que esquerda e direita “não existem mais”; por outro, tentam amedrontar os incautos com a ideia de que vivemos sob a iminente ameaça comunista. Desprezam o socialismo porque “fracassou”, mas morrem de medo dele e afirmam que os “vermelhos” irão nos dominar a qualquer momento. O muro de Berlim caiu em 1990 e a União Soviética se desfez no ano seguinte, mas os colunistas de alguns dos principais meios de comunicação do País não param de enxergar “bolcheviques” (!!!) por toda parte, como aquele espectro de que falou Karl Marx no Manifesto Comunista, 166 anos atrás.

Que água esse povo anda bebendo? Reuni cinco das mais absurdas teorias comunistofóbicas do Brasil e dos EUA. São tão assustadoras quanto a lenda do bicho papão, mas pelo menos rendem boas risadas.

1. Os Beatles eram comunistas

Em 1965, o pastor norte-americano David Noebel lançou o livro Comunismo, Hipnotismo e Os Beatles para divulgar sua teoria: os quatro rapazes de Liverpool na verdade integravam um plano da União Soviética para fazer lavagem cerebral na juventude. Letras mais inocentes e dançantes como I Wanna Hold Your Handserviam para hipnotizar garotos e garotas e deixá-los mentalmente incapazes, para então seduzi-los com as ideias comunistas através de canções com óbvias intenções bolcheviques como Back in the USSR. Não, nossos colunistas não seriam capazes de pensar nada tão alucinado (e divertido).

Aliás, teve também quem achasse que esta capa dos Beatles promovia o aborto. “Os quatro usam jalecos brancos cobertos com carne e bebês decapitados. John aparenta satisfação. Paul está feliz, até mesmo deleitado. Ringo parece deprimido (‘estou mesmo fazendo isso?’) e George é a encarnação do mal” (leia mais aqui).

2. Os Muppets são comunistas

Esta é mais recente: em 2011, um apresentador do canal direitista Fox News levantou a hipótese de que o recém-lançado filme dos Muppets escondia uma “agenda esquerdista” subliminar. Isso porque o vilão era representado por um bem-sucedido homem de negócios, um magnata do petróleo chamado “Richman”. Segundo o comentarista Dan Gainor, o filme estava deliberadamente fazendo lavagem cerebral nas crianças, “como acontece há décadas”. “Onde nós estamos, na China comunista?”, reclamou um dos convidados. “Eu gostaria que esses esquerdistas deixassem nossas crianças em paz!”, protestou outra.

3. Barack Obama é comunista

Hahahahahahahahahahahahahahahahahaha. Ok, parei. Bem, uma das maiores “provas” de que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é comunista (hahahaha –desculpem, foi mais forte do que eu) é que se você digitar no Google o endereço da casa dele em Chicago aparece um número de telefone que, na verdade, pertence ao Partido pelo Socialismo e Libertação (chequem a históriaaqui). Nossa, camarada Obama, você disfarçou muito bem ao criticar Raúl Castro em público no funeral de Mandela.

4. Médicos cubanos são espiões comunistas

Essa chegou a virar “notícia” na revista mais vendida do Brasil, a Veja. Segundo a publicação, a importação de médicos cubanos pelo programa Mais Médicos iria inundar o País de espiões comunistas. A cada cinco médicos exportados, disse a revista, Cuba enviaria junto um espião do regime castrista. Ridículo, mas chamam isso de “jornalismo”. O mais gozado é que a revista estacionou no tempo da guerra fria, mas costuma alcunhar “anacrônico” quem se define como socialista.

A Veja não deu, mas na semana passada o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, elogiou a medicina cubana. “Quero saudar o sistema de saúde de Cuba, baseado na atenção primária à saúde, que já rendeu resultados excelentes. Este é um modelo para muitos países em todo o mundo”, disse Ki-Moon (leia a íntegra aqui). Será o secretário-geral da ONU um espião norte-coreano disfarçado de sul-coreano? Esperemos ansiosamente novas “revelações” da revista dos Civita.

5. O Brasil está às vésperas de um golpe comunista

A história, na verdade, era uma piada, inspirada na comunistofobia que se alastra pelos meios de comunicação graças à “perspicácia” de nomes como Rodrigo “direita Miami” Constantino, Arnaldo “perigo vermelho” Jabor e um carinha do SBT do Paraná que disse que tem mais comunista no Brasil do que na China.

Inspirado por essa moçada paranoica que parou nos anos 1950, um estudante de 19 anos resolveu criar uma página no Facebook com esse título e conseguiu atrair mais de 30 mil pessoas. Só de onda, claro. Mas, por incrível que pareça, teve uma galera de direita que acreditou! E publicou A SÉRIO em um site que os comunistas irão mudar o nome de Brasília para Lulingrado assim que tomarem o poder. Sabem o que é pior? A página deles no facebook é seguida por 127 mil pessoas. Essa gente raciocina? E quer governar o Brasil? Socorro.

P.S.: O Blog do Cadu também reuniu outras lendas sobre a esquerda brasileira e Lula. Confira aqui.
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/02/as-teorias-da-direita-comunistofobica.html

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

PROF HARIOVALDO ADVERTE SOBRE DOMINAÇÃO FEMININA NA AL! É HILÁRIO!...

Fêmeas vermelhas insubmissas 

ameaçam o Cone Sul

Lamentavelmente em eleições usurpadas pelo impedimento de compare-
cimento dos varões da elite chilena pelas forças communisthas, resulthan-
do em uma eleição sem reprensentathividade, e com o uso do software 
venezuelano denominado Chavex, de fraude nas apurações das urnas, 
a gentalha ignara sem classe, silvícolas e mestiços em sua maioria, ele-
geu mais uma vez uma phêmea insubmissa, a senhora Bachelet, como 
presidente do infeliz país que desperdiçou todo o avanço e progresso ins-
tituido pelo homem bom, hoje São Pinochet, lembrado pelo desenvolvi-
mento do nivel de vida da altha classe, pelo esthado mínimo, e pela cari-
dade cristã que empregava em seu exército, na recuperação de cripto-
communisthas.
    
O cone sul deste conthinente esquecido pelo Senhor, encontra-se pois em 
mãos luciferianas de phêmeas insubmissas, a Comuno-revanchista de San-
tiago, a Viúva Negra Populistha de Buenos Aires e a Búlgara Bolchevique 
de Brasília – BBB, sem qualquer controle, sem phuturo para os bons e ho-
nestíssimos mercados phinanceiros que phinanciam o progresso de nossa 
indústria, comércio, serviço e agriculthura com juros de pai para philho, 
sempre reduzindo-os quando possível,comedidamenthe.
Resta a intervenção esthathal na economia, os elephantes brancos estha-
thais e os imposthos escorchanthes, as bolsas para desphrute de vaga-
bundos, e peor, agora thudo gerido e comandado por phêmeas insubmis-
sas aos preceitos dos varões que duranthe sécolos, thantha phelicidade 
trouxeram ao conthinenthe.
Quem não se lembra das Capitanias Hereditháreas, da Sulamérica coman-
dada por porthugüeses e espanhóes, do Tratado de Tordesilhas?
Éramos phelizes, não sabíamos!
Agora, aaarrrggghhhh!!!!!

sexta-feira, 4 de março de 2011

ALERTA: O VÍDEO ABAIXO É PARA MAIORES DE IDADE!

O blog adverte: se você é menor de idade ou se é maior mas odeia Juca Chaves, Dercy Gonçalves e Costinha, NÃO veja o vídeo abaixo: é pura baixaria!

Mas também é muito engraçado, e eu o colocaria na categoria da Crítica de Costumes...rsrsrs
Estão avisados, depois não reclamem!