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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

LEIA O MANIFESTO DOS INTELECTUAIS PRÓ_DILMA

Artistas e intelectuais apoiam Dilma

Por Altamiro Borges

Nesta segunda-feira (15), às 19 horas, o Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, será palco de mais uma atividade em defesa do avanço das mudanças no país e contra os retrocessos. A exemplo do que ocorreu no memorável ato de 2010, centenas de artistas e intelectuais manifestarão publicamente seu apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. O ex-presidente Lula também confirmou presença no evento.

Em manifesto que já circula na internet (aqui), Chico Buarque, Beth Carvalho, Wagner Tiso, Hugo Carvana, Osmar Prado, Paulo Betti, Beth Mendes, Matheus Nachtergaele, Bemvindo Siqueira, Sérgio Mamberti, Alcione, Zezé Motta, Leci Brandão, Emir Sader, Leonardo Boff, Luis Fernando Veríssimo, Marilena Chauí, Maria da Conceição Tavares, Fernando Morais, Luis Nassif, Renato Rovai, Ivana Bentes, Sergio Amadeu, Juca Ferreira, Eric Nepomuceno, Samuel Pinheiro Guimarães, entre tantos outros, explicam as razões do apoio. Reproduzo abaixo o manifesto:

*****

A primavera dos direitos de todos: Ganhar para avançar

Os brasileiros decidem agora se o caminho em que o país está desde 2003 é positivo e deve ser mantido, melhorado e aprofundado, ou se devemos voltar ao Brasil de antes - o do desemprego, da entrega, da pobreza e da humilhação.

Nós consideramos que nunca o Brasil havia vivido um processo tão profundo e prolongado de mudança e de justiça social, reconhecendo e assegurando os direitos daqueles que sempre foram abandonados. Consideramos que é essencial assegurar as transformações que ocorreram e ocorrem no país, e que devem ser consolidadas e aprofundadas. Só assim o Brasil será de verdade um país internacionalmente soberano, menos injusto, menos desigual, mais solidário.

Abandonar esse caminho para retomar fórmulas econômicas que protegem os privilegiados de sempre seria um enorme retrocesso. O brasileiro já pagou um preço demasiado para beneficiar os especuladores e os gananciosos. Não se pode admitir voltar atrás e eliminar os programas sociais, tirar do Estado sua responsabilidade básica e fundamental.

O Brasil precisa, sim, de mudanças, como as próprias manifestações de rua do ano passado revelaram. Precisa, sem dúvida, reformular as suas políticas de segurança pública e de mobilidade urbana. Precisa aprofundar as transformações na educação e na saúde públicas, na agricultura, consolidando com ousadia as políticas de cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia, e combatendo, sem trégua, todas as discriminações.

O Brasil precisa urgentemente de uma reforma política. Mas precisa mudar avançando e não recuando. Necessita fortalecer e não enfraquecer o combate às desigualdades. O caminho iniciado por Lula e continuado por Dilma é o da primavera de todos os brasileiros. Por isso apoiamos Dilma Rousseff.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/artistas-e-intelectuais-apoiam-dilma.html#more

quinta-feira, 24 de julho de 2014

LULA E DONA LETÍCIA LAMENTAM A MORTE DE SUASSUNA



Nota de pesar pelo falecimento de Ariano Suassuna

23/07/2014 20:47 


É imensa a tristeza de receber a notícia de que um amigo tão querido como
Ariano Suassuna nos deixou. Este paraibano de língua afiada, alma solidária,
escrita ao mesmo tempo simples e profunda, sempre nos honrou com sua
amizade.
Ariano fez muito pelo povo brasileiro através de suas palavras, sabedoria
popular e compromisso político. Um escritor premiado e reconhecido, que
 nunca se esqueceu que era um homem do povo. Cresceu no sertão do
nordeste e traduziu tantas vezes em seus textos as alegrias e os sofrimentos
dos brasileiros.
Ariano representou com coerência e grandeza a cultura do nordeste e do
país.  
Com enorme tristeza, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e
admiradores.
Como escritor e como militante das causas populares, Suassuna continuará
vivo em nossos corações.
Dona Marisa Letícia e Luiz Inácio Lula da Silva

http://www.institutolula.org/nota-de-pesar-pelo-falecimento-de-ariano-suassuna



quarta-feira, 28 de maio de 2014

ATOR CORRIGE "ESTADÃO" E É JOGADO NAS "CARTAS DE LEITOR"...

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ATOR BEMVINDO SIQUEIRA ANALISA A MALDADE SOCIAL

França Entregou Um MIlhão de Judeus aos Nazistas


igualdfade Um Milhão de Judeus Entregues Pela França aos Nazistas
    Parece que na Terra da Igualdade, Liberdade e Fraternidade a grana falou mais alto.

Há fenômenos sociais e poíticos que eu realmente não sei como aconteceram.

Na data de hoje em 1941 a França prendeu um milhão de judeus e os entregou à Alemanha. Claro que tiveram seus bens sequestrados. Havcia lucro e benefícios financeiros no ato.
O destino daqueles judeus  está mais que sabido , fotografado e documentado. Entregou-os para os trabalhos forçados, a tortura , o vilipênddio, e a morte.
Um horror ! Um milhão!!! Se equivalermos a população da época seria hoje equivalente a 3 Milhões de judeus presos e entregues.

Como isso pôde acontecer , e exatamente no País das Luzes como sempre foi chamada a França. O berço do humanismo moderno.

Uma amiga francesa  certa vez chamou-me a atenção para um fato. Dizia ela que se o povo francês realmente não aceitasse a ocupação alemã ela não teria  não teria como sustentar-se.
Falou-me isso a respeito da heróica  Resistência Francesa. Disse-me que era muito frágil. Que só quase no fim da guerra foi que ela cresceu.
Isso signfica dizer que a  maioria da população francesa aceitou a dominação. Foi conivente. Fechou os olhos e foi cuidar da sua vida privada.

Lembrei-me do que ocorreu no Brasil  durante a Ditadura  Militar, quando em 1970, o período mais feroz e cruel do regime militar o povo estava feliz, satisfeito com o "Milagre Brasileiro" e pouco se importava se estávamnos numa democracia ou não. Pouco se importava se jovens e patriotas estavam sendo mortos, torturados sequestrados, violentados.

Só quando o chamado "Milagre Econômico" entrou em decadência é que se fortaleceu o movimento contra o Governo Militar levando ao seu fim mais de vinte anos depois de instalado.
Se o povo brasileiro não o desejasse não teria durado seis meses.

Porque a questão é economica e não ideológica. Volto a lembrar do assessor de campanha de Bill Clinton dizendo a ele: “It's the economy, stupid!”.( É a Economia, seu burro!)
Economia ou não é monstruosa a gigantesca capacidade  dos seres humanos de praticar o Mal. Ou de virar o rosto para o outro lado como quem não está vendo.

O que aconteceu na França ocupada  em 1941? Economia ou Maldade? Ou os dois juntos?
http://blogdobemvindo.blogspot.nl/2014/05/franca-entregou-um-milhao-de-judeus-aos.html?spref=fb

domingo, 26 de janeiro de 2014

MASCARADOS AGRIDEM A CULTURA E O TRABALHADOR: SÃO FASCISTAS OU NÃO?

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

MORREU O MASCHIO, DO SAUDOSO RESTAURANTE PIRANDELLO

Leio num artigo do jornalista Carlos Brickmann, sobre o falecimento do querido Antonio Maschio, ex-dono do restaurante Spazio Pirandello, que tanto frequentei nos anos 80. Não era apenas um restaurante como tantos outros que fervilhavam naqueles tempos de fim da ditadura e grande agito cultural. Prá começar, toda a sua mobília e decoração estavam à venda. Diziam que a casa tinha sido de Mário de Andrade, o que aumentava a atmosfera cultural do lugar - nunca cheguei a confirmar tal informação, mas o fato é que o Pirandello era ponto-de-encontro do pessoal de teatro, jornalismo e política, e das diversas tendências da esquerda. Ali tive meu último jantar com meu amigo Alberto Goldman, que depois viraria tucano e chegou a governador do Estado. Fui muitas vezes ou encontrei-me no local com o Audálio Dantas, a Bete Mendes, o Raúl Cortez e muitos outros. O Maschio criou uma banda de Carnaval, na qual eu saí algumas vezes, mas meio de longe, pois a minha era a Banda Redonda, do Bar Redondo, fundada pelo Plínio Marcos e presidida pelo meu querido amigo ator Carlão. Fiquei surpreso com a notícia da morte do Maschio, a quem eu esperava rever qualquer noite dessas numa parada qualquer em São Paulo. Ficam boas lembranças.


A notícia do Observatório de Imprensa: 
O não jornalista – e que jornalista!
Este colunista o conheceu no Jornal da Tarde: Antônio Maschio, sempre barulhento, sorridente, feliz, era um dos grandes animadores da redação. Jornalista? Não: um promotor de cultura, um “agitador cultural”. Começou aparecendo na redação para divulgar peças, livros, eventos; acabou virando parte dela, palpitando, opinando, dando sugestões. E, na redação do JT, encontrou seu sócio: Vladimir Soares, o Frajola, repórter e redator de Variedades. Juntos, abririam um bar e restaurante que marcou São Paulo, o Spazio Pirandello.
Virou ponto de encontro, o Pirandello. Ali se reuniam artistas, jornalistas, estudantes, professores; escritores como Mário Prata e Ignácio de Loyola Brandão; a Turma das Diretas, com Osmar Santos, Caio Prado, Caio Fernando Abreu; Fernando Henrique Cardoso era presença constante. Ali foi um dos pontos de convergência da campanha das Diretas Já, que embora derrotada levou Tancredo Neves à Presidência da República.
Curiosamente, o Pirandello não sobreviveu à redemocratização do país. Maschio e Vladimir Soares seguiram cada um o seu caminho, sempre com brilho. Vlad escreveu um gostoso livro de reminiscências,Spazio Pirandello: assim era se lhe parece. Maschio foi fundador tanto do PSDB como do PT; mas escolheu os tucanos. E foi tucano até o final de sua vida, na semana passada, levado por complicações decorrentes de um câncer de pâncreas.
Já se disse milhares de vezes que o cemitério está cheio de pessoas insubstituíveis. A frase será repetida mais uma vez. Mas Antônio Maschio fará falta.

Por Carlos Brickmann em 29/10/2013 na edição 770

sábado, 26 de março de 2011

WOODY ALLEN EM HOMENAGEM A NIEMEYER, NA EUROPA

Há dois anos, assisti a um show de Woody Allen em Amsterdã. Ao contrário do que afirma nesta matéria, ele está longe de ser um mal músico: tem estilo próprio, faz uns solos excelentes, e sua banda é formada por cobras. 

Bonita é a homenagem ao nosso Oscar Niemeiyer, na Espanha.




Woody Allen inaugura Centro Cultural Oscar Niemeyer na Espanha

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DA EFE, EM AVILÉS
O cineasta Woody Allen se qualificou nesta sexta-feira (25) como um "músico horrível" antes de tocar diante de uma plateia de 10 mil pessoas durante a abertura do Centro Cultural Oscar Niemeyer na cidade de Avilés, no norte da Espanha.
O diretor nova-iorquino inaugurou o cinema do centro cultural, onde uma poltrona levará o nome de Niemeyer, e foi apresentado pelo presidente do governo regional asturiano, Vicente Álvarez Areces, e pelo cantor espanhol Luis Eduardo Aute, junto ao ministro da Presidência espanhol, Ramón Jáuregui.
"Sou um bom diretor, mas sou um músico horrível, e é por isso que estou aqui hoje", se limitou a dizer ao público, que enchia a pequena sala de cinema, com ambas as mãos ocupadas pelas malas que continham o clarinete com o qual se apresentou.
Rafa Rivas/AFP
O cineasta norte-americano Woody Allen
O cineasta norte-americano Woody Allen, que inaugurou com sua banda o Centro Cultural Oscar Niemeyer
A organização distribuiu 10 mil convites entre um público que encheu a grande praça do Centro Niemeyer, onde Allen e sua banda fizeram uma apresentação de jazz, cujo repertório, como é habitual em seus shows, não antecipou.
Segundo o presidente do governo asturiano, possivelmente Allen nunca havia tocado anteriormente para um público tão numeroso em um show ao ar livre como o realizado em Avilés para marcar a inauguração do primeiro edifício do arquiteto Oscar Niemeyer construído na Espanha.
Já o ministro da Presidência, afirmou que o centro cultural "é uma notícia esplêndida para Astúrias e toda a Espanha".
O centro, sublinhou, "vai ser uma referência arquitetônica e de Oscar Niemeyer em toda Europa, e se tornará um dos grandes ícones para o século 21".
+ CANAIS

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

RECORDAÇÃO DE JOHN HERBERT

Nos anos 80, fui ao Hotel Gávea de Taubaté para entrevistar John Herbert, que iria apresentar-se naquela noite no então Teatro São João (antigo e saudoso Cine Urupês). Não me recordo agora qual era a peça, mas sei que era uma comédia.
Uma hora antes do espetáculo, ele pediu-me que o guiasse até o teatro, e lá fui eu, no seu carro, na curta viagem até o meu antigo cinema de infância. Estacionamos na rua lateral, e entramos pela porta de acesso dos artistas. Lembro-me que ele usava uma calça larga e folgada, listrada, que mais parecia um pijama. O público que entrava na platéia o reconheceu, e eu fui visto como parte do grupo (os demais atores vieram em outros automóveis).
Depois do espetáculo, fomos todos jantar, creio que na Toscana, que então funcionava na Rua Visconde do Rio Branco, e onde eu costumava levar artistas e políticos que visitavam a cidade, sempre que eu funcionava como uma espécie de guia.
Enfim, foi um breve contato com o ator falecido esta semana, aos 81 anos, com mais de 50 novelas no currículo, além de dezenas de filmes e montagens teatrais. Eu já havia encontrado John Herbert em São Paulo, e o veria novamente, inclusive em convenções do PMDB, com sua então mulher Eva Wilma, apoiadora do partido - ela continuou frequentando as convenções partidárias depois que se casal com Carlos Zara, outro saudoso ator que conheci de vários encontros e entrevistas.
Mas minhas lembranças mais antigas de John Herbert são de minha infância, quando, na minha casa ou na casa de meu padrinho de batismo, pedro Siervi, a família toda assitia "Alô Doçura", um seriado de muito sucesso na TV Tupi (em preto e branco, claro...) onde fazia par com Eva Wilma, ambos jovens e muito bonitos.
Eles se casaram em 1955. Separados, ele tornou a casar-se com a fisioterapeuta e também atriz Cláudia Librach.


JOHN HERBERT, O ATOR

Curiosidades

FOTO: João Caldas / DivulgaçãoHistórias curiosas sobre a vida e a carreira Filho de alemães, John Herbert conta que aos 8, 9 anos não falava bem o português. Em casa, ele só se comunicava na língua de origem dos pais e também estudava em uma escola alemã, a Visconde de Porto Seguro. "Até hoje falo um pouco com um som alemão", explica o ator.

A família Buckup, da qual John Herbert faz parte, é toda de Hamburgo. Uma árvore genealógica confirma a existência da família na cidade alemã a partir do ano de 1270.

Em 1945, John Herbert, que nadava no Esporte Clube Pinheiros, ganhou o Campeonato Paulista dos 1500 metros, vencido um ano antes por João Havelange. Até hoje o ator nada diariamente no mesmo clube e tem a natação como um dos seus hobbies favoritos. Ele pratica também caminhadas e musculação.

Em 1949, John Herbert entrou na faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo. Ele se formou em 1954 e chegou a advogar, fazendo um estágio em um escritório. "Para dar uma satisfação para mim mesmo e para os meus pais", justifica o ator.

Para o filme O Petróleo é Nosso, de 1954, John Herbert teve que beijar a atriz Mary Gonçalves vinte vezes para a mesma cena.

Em Matar ou Correr, também de 1954, o diretor Carlos Manga tinha muito ciúme de Inalda, estrela do filme e sua futura esposa. Depois das cenas em que ela fazia par romântico com John Herbert, Manga sempre ficava nervoso. A situação foi relevada depois e até hoje ele e John são amigos.

No dia do casamento com Eva Wilma, realizado em novembro de 1955, na igreja Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo, a popularidade do casal era tão grande que os fãs se aglomeraram na igreja para ver as estrelas de Alô Doçura, exibida na TV Tupi. "Muitos convidados ficaram de fora", relembraJohn Herbert. "Às 9h, a igreja já estava cheia de fãs."

Seis meses depois do casamento, John Herbert foi convidado para trabalhar em uma firma de advocacia no Rio de Janeiro. Ele aceitou, mas acabou optando pela carreira artística. "Quando eu voltei para São Paulo, sete meses depois, foi a primeira vez que minha família entendeu a minha vocação. Eles gostavam que eu fosse esportista, mas temiam a carreira artística, que era muito incerta."

No filme A Grande Vedete, de 1958, John Herbert viveu uma situação curiosa. A atriz Marina Marcel, que fazia par romântico com ele, tinha um namorado muito ciumento na época. Para evitar problemas com ele, Marina Marcel só beijava John Herbert com um papel entre os lábios dos dois.

Regina Duarte estreou no teatro em uma peça produzida por John Herbert: Black-out, de 1967. A atriz já fazia TV Excelsior e recebeu o convite do próprio John, em sua casa. "Ela já era excelente", relembra o ator.

John Herbert foi convidado pelo Departamento de Estado para visitar os Estados Unidos em 1968. O convite foi feito devido ao sucesso da peçaBlack-Out. Ao lado de Eva Wilma, ele viajou o país inteiro e foi convidado pelo estúdio 20th Century Fox para atuar em um filme de Hollywood. "Havia um interesse de eu fazer um filme com um diretor americano no México", recorda o ator. "Mas eu conversei com um agente que me aconselhou a não confiar muito no diretor.

No episódio Filhos da TV, do filme Em Cada Coração Um Punhal, de 1969, a atriz Joana Fomm caía em um rio. Sua personagem estava grávida, tinha que fingir que estava se afogando e teria que ser salva pelo personagem deJohn Herbert. Todo mundo teve um ataque de risos durante as filmagens, por causa da tentativa de Joana Fomm de se afogar em um rio tão raso. "Salvar a atriz em água rasa é muito difícil!", comentou John recentemente, ao se lembrar da situação.

O filme Já Não se Faz Mais Amor Como Antigamente, de 1976, contou com uma participação pra lá de especial. Na história, o personagem de John Herbert, Macedo, acordava com amnésia e era avisado pela empregada, vivida por Laura Cardoso, que aquele era o dia do seu casamento. Sem lembrar de nada, Macedo ia para a igreja sem saber com quem ia casar. No altar, ele se depara com Chacrinha entrando na igreja vestido de noiva. "Eu não vim para explicar e sim para confundir", esbravejava o Velho Guerreiro. Para fazer a participação especial, Chacrinha não cobrou cachê.

Em Meus Homens, Meus Amores, de 1978, Rosemary fez uma cena com o busto de fora. Na cena, ela teria que abraçar John Herbert e somente o fez quando colocou folhas de parreira no bico dos seios para não encostar no ator durante as filmagens.

A primeira vez que John Herbert foi visitar Claudia Librach na casa dela, aconteceu uma coisa engraçada. "A mãe da Claudia disse que o marido daEva Wilma queria falar com ela!", conta.

No Carnaval carioca, John Herbert torce pela Estação Primeira de Mangueira. No entanto, ele só desfilou duas vezes pelo Império Serrano. Em São Paulo, ele simpatiza com a Vai Vai e já desfilou duas vezes pela Nenê da Vila Matilde.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

ESPAÇO PARA AS ARTES

Esta página vai reunir os posts e comentários sobre as Artes em geral, especialmente Pintura, teatro, Música e Literatura, minhas favoritas. Mas toda expressão artística terá espaço, enriquecendo nosso conhecimento.
Sensibilidade, já!