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sábado, 12 de abril de 2014

QUER PROVAS DO PARTIDARISMO DA GLOBO? EIS ALGUMAS:

A resposta da Globo a Dilma


Eduardo Guimarães, em seu Blog da Cidadania (link ao final)
A coluna da jornalista Monica Bergamo na Folha de São Paulo da última quinta-feira feira (10) deu uma informação algo surpreendente: na segunda-feira (8) a presidente Dilma Rousseff recebeu o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que foi a ela com pleitos sobre a suposta interferência da rede de telefonia celular 4G na transmissão de tevê digital.
Segundo a jornalista em questão, Dilma teria manifestado a Marinho desconforto com o noticiário da Globo contra o governo federal. A matéria, tal como foi veiculada na coluna de Bergamo, deixa entender que a presidente teria, de alguma forma, vinculado o atendimento do pleito do barão da mídia a maior comedimento no partidarismo político da Globo.
Não se sabe se houve mesmo algo nesse sentido, mas não parece verossímil que Dilma propusesse tal barganha. O mais provável é que ela apenas tenha aproveitado a oportunidade, mas sem proposição de qualquer troca de favores. Até porque, para os barões da mídia seria uma troca muito aquém de suas pretensões hegemônicas.
Seja como for, Dilma teria ponderado com Marinho que sua emissora vem “carregando nas tintas” do noticiário contra o governo federal, e não só no caso Petrobrás. O Jornal Nacional da mesma terça-feira em que o vice-presidente da Globo e a presidente da República se encontraram teve 16 minutos de pancadaria contra o governo.
O telejornal em questão tem duração de pouco mais de 30 minutos. Ou seja: a Globo gastou metade de seu principal telejornal para atacar o governo com atraso nas obras da Copa, críticas à economia e, claro, com ataques à Petrobrás.
Naquele mesmo dia, enquanto Dilma e Marinho se encontravam, Lula dava entrevista a blogueiros…
Na noite do mesmo 8 de abril, o Jornal Nacional começou a artilharia com uma matéria sobre atraso em obras da Copa que durou 4:01 minutos. Mais 2:27 minutos foram gastos com o tema que levou Marinho a Dilma, a interferência da rede 4G na TV digital. E mais pancadaria sobre o governo com matéria sobre baixocrescimento da economia que durou 35 segundos, com o caso do deputado André Vargas por 2:47 minutos, com ataques à Petrobrás por 3:08 minutos, com a CPI da Petrobrás por mais 2:36 minutos. No total, foram 15 minutos e 56 segundos de espancamento do governo.
Até aí, a ponderação de Dilma com Marinho talvez não pudesse ter surtido efeito; tinham conversado horas antes da edição massacrante do JN. Vejamos, então, o que ocorreu nos dias seguintes.
Em 9 de abril, em 5 minutos de Jornal Nacional, durante 21 segundos o primeiro ataque ao governo Dilma se dá na questão da energia elétrica, supostamente subfaturada aos brasileiros por razões políticas. Eis que, como que para afetar “isenção”, o JN apresenta uma reportagem de 1:05 minuto desfavorável ao PSDB, sobre oracionamento de água que já ocorre na grande São Paulo, mas a Globo não diz. E a reportagem não toca na responsabilidade do governo Alckmin, apenas apresenta o problema que pode se abater sobre a grande São Paulo. Porém, logo o telejornal retoma o ataque ao governo. Foram 2:38 minutos para o deputado André Vargas, 2:04 minutos para a inflação, 2:58 minutos para a CPI da Petrobrás. Ao total, foram 7:23 minutos contra o governo do PT e 1:05 minuto contra o do PSDB.
Em 10 de abril, dia da nota na Folha sobre a queixa de Dilma a Marinho, mais 2:19 minutos para inflação, 2:02 minutos para incentivar as pessoas a economizarem água em São Paulo (uma bela ajuda a Alckmin), 2:39 minutos para criticar atraso nas obras das Olimpíadas de 2016, 38 segundos (isso mesmo, 38 segundos) para noticiar que o ex-ministro de FHC e candidato de Aécio ao governo de Minas Gerais (Pimenta da Veiga) foi indiciado por lavagem de dinheiro, 43 segundos contra o deputado André Vargas, 4:25 minutos para vincular Dilma e Lula a compra por FHC em 2001 de usinas termelétricas da Alstom (o que obrigou os petistas a manterem contratos que o tucano assinou), 23 segundos contra a Petrobrás e 1:44 minutos para dar razão à oposição contra o governo na ampliação do escopo da CPI da Petrobrás, atacando decisão de Renan Calheiros de permitir a investigação, também, de escândalos envolvendo PSDB e PSB. No total, foram 12:23 minutos contra o governo, 2:02 minutos a favor de Alckmin e 43 segundos contra o PSDB.
Em 11 de abril, o JN começa com Dilma na defensiva, dando explicações sobre a inflação em matéria de 52 segundos. Em seguida, notícia distorcida de 2:21 minutos de duração sobre recuo na atividade econômica, reportagem de 23 segundos sobre problemas nas obras da Copa, reportagem de 1:57 minuto sobre corrupção na Petrobrás, mais 1:36 minuto sobre o mesmo tema e mais 33 segundos sobre o doleiro envolvido com o deputado André Vargas. Desta vez, foram “só” 7:10 minutos, mas só contra o governo Dilma e o PT, sem nada contra a oposição.
Em ano eleitoral, quando a mídia escolhe maioria tão avassaladora de matérias desfavoráveis a um lado e gasta tão pouco contra o outro lado, provoca efeitos eleitorais. Alguns dirão que tudo que o JN noticiou contra o governo Dilma e o PT tinha que ser noticiado. Só que não existem problemas só desse lado.
O caso de Pimenta da Veiga, candidato do presidenciável Aécio Neves ao governo de Minas e que foi indiciado por lavagem de dinheiro, por certo mereceria bem mais do que 38 segundos. O racionamento de água no maior centro urbano da América Latina – bem como as responsabilidades pelo problema – mereceria muito mais atenção de um jornalismo sério. O escândalo do cartel de trens em São Paulo, já em fase adiantada de investigação, inclusive com políticos do PSDB sendo investigados pelo STF, esse sumiu de vez.
Ao deputado André Vargas poder-se-ia contrapor Robson Marinho, homem forte do tucanato paulista no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e que está envolvido até o pescoço no escândalo dos trens paulistas, mas continua trabalhando normalmente. Ou poder-se-ia contrapor o caso de Pimenta da Veiga, muito mais grave. Mas o JN faz suas escolhas…
O que impressiona é a presidente Dilma ter achado – se é que a matéria de Monica Bergamo é verdadeira – que poderia chamar um dos irmãos Marinho à razão. Aliás, melhor dizendo, chamá-lo à responsabilidade, já que, por ser uma concessão pública, a faixa do espectro radioelétrico que a Globo ocupa não pode ser usada com fins político-partidários.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/04/a-resposta-da-globo-a-dilma/

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

REQUIÃO QUER SABER DA COMPRA ILEGAL DA GLOBO DE S. PAULO POR ROBERTO MARINHO

Um dos raríssimos políticos brasileiros de destaque que tem a coragem de enfrentar a ditadura midiática das sete famiglias, especialmente a mais poderosa delas, os irmãos Marinho, o senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná, pediu informações ao ministro das Comunicações sobre ilegalidades cometidas pela Rede Globo de Televisão
Seu requerimento de informações trata da aquisição de maneira criminosa do antigo Canal 5 de São Paulo. A história é escabrosa, envolvendo falsificação de documentos, chantagens e muita corrupção. Houve também a proteção política dada a Roberto Marinho, fundador da Rede, pelos governos da ditadura, em troca do permanente apoio das suas emissoras. 
O documento é longo e detalhado, e você pode lê-lo na íntegra, com detalhes das maracutaias, neste link: http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/02/25/bomba-requiao-ao-plim-plim-a-globo-de-sp-nao-e-da-globo/
A Justificativa do requerimento formulado pelo bravo senador Requião, é esta: 




REQUERIMENTO DE INFORMAÇÕES Nº         , DE 2014


JUSTIFICATIVA

De forma criteriosa e em alto nível há várias décadas vem sendo discutida na Justiça a legalidade da transferência do controle acionário da ex-Rádio Televisão Paulista S/A,  depois, TV Globo de São Paulo, para o senhor Roberto Marinho.

Seguidas decisões judiciais proferidas em diversas instâncias reconheceram a prescrição dos direitos dos herdeiros dos antigos acionistas, vez que desinformados dos atos assembleares praticados à sua revelia, não buscaram em tempo a indenização almejada. 

Salvo melhor avaliação, o ato  de transferência das ações do canal 5 de São Paulo jamais existiu na ordem jurídica e governamental, visto que o negócio somente poderia ter se concretizado, com a obrigatória prévia aprovação das autoridades competentes e mediante a participação dos verdadeiros acionistas fundadores ou de herdeiros da empresa de comunicação de um lado e de outro do jornalista Roberto Marinho.

Por outro lado, a pretendida transferência do controle acionário da emissora de TV para a posterior obtenção da renovação da concessão também não poderia ter se consumado pelo comprovado descumprimento das cláusulas condicionantes da Portaria 163/65 e pelo agravante de a Assembleia Geral Extraordinária de 30 de junho de 1976, ao invés de buscar regularizar situação societária ilegal, que se arrastava por mais de 10 anos, ter sido usada pelo jornalista-empresário Roberto Marinho para eliminar o direito acionário e intransferível de seus mais de 600 acionistas.

Não se precisaria chegar a tanto, agindo-se ao arrepio da Lei Maior, dos estatutos da empresa, da própria lei das sociedades anônimas e das leis federais que, então, regulavam o importante setor de telecomunicações (Lei no. 4.117/62 e Decreto no. 52.795/63).

Contudo, face ao incontestável êxito dessa organização de renome internacional, os fins não teriam justificado os meios, mesmo que irregulares, ilegais? Não, pois, como decidido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, em recurso do interesse da TV Globo, “não pode ter subsistência um negócio jurídico cujo proprietário da coisa objeto do negócio sequer participou da cogitada alienação. A entender-se de outra forma, estar-se-ia proclamando a legalidade do enriquecimento ilícito e até da própria fraude o que não é possível sancionar-se, irrefutavelmente. Ninguém deve estar acima da lei”.. E mais: “A AGE de 30 de junho de 1976 não dispunha de poderes para determinar a alienação do que não lhe pertencia”. 

Aliás, no próprio Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do recurso especial 35.230-0 SP, em 1994, já ficou assentado que a exclusão dos acionistas que não compareceram à Assembleia Geral Extraordinária, em 30 de junho de 1976, convocada para “regularizar” o quadro de acionistas, “foi sui generis, sem previsão legal.., pois o erro está em não ter sido adotada providência prevista na lei para a alienação dos faltosos: enquanto a lei autorizava apenas a venda das ações em Bolsa de Valores, a assembleia de junho de 1976, permitiu a sua aquisição pelos sócios remanescentes”, ou melhor, exclusivamente, pelo senhor Roberto Marinho e ao preço de Cr$1,00 (hum cruzeiro) por ação, verdadeira desapropriação, à vista do elevado valor real de cada ação já à época, multiplicada pelos reinvestimentos dos lucros e dividendos não distribuídos. 

Sobre esses graves fatos, a procuradora da República Cristina Marelim Vianna, falando nos autos do procedimento administrativo 1.34.001.001239/2003-12, instaurado para apurar ilegalidades no negócio tido como realizado pelo senhor Roberto Marinho, exarou parecer no qual assinala que “resta, pois, investigar suposta ocorrência de irregularidade administrativa na transferência do controle acionário da emissora, visto a necessidade de AUTORIZAÇÃO DE ÓRGÃO FEDERAL. Tal como se deu, esteado em documentação falsificada, O ATO DE CONCESSÃO ESTARIA EIVADO DE NULIDADE ABSOLUTA”.

NESSE CONTEXTO, dada a importância, abrangência e complexidade da questão colocada “sub examine”, MAIS DO QUE OPORTUNO O PRESENTE REQUERIMENTO DIRIGIDO AO EXMO. SR. MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES, que, por certo, descartará a fácil e cômoda liberal interpretação da prescrição da ação punitiva da Administração Pública, face às patentes má-fé e falsidade com que as medidas societárias e governamentais foram implementadas para assegurar a uma das partes a assunção do importante canal de Tv de São Paulo, que responde por mais de 50% do faturamento bruto desse vitorioso conglomerado de comunicação.

Sala das Sessões, em 05 de fevereiro de 2014.

Senador ROBERTO REQUIÃO



quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

GLOBO INVENTOU INFLAÇÃO DO TOMATE E APAGÃO. O QUE VIRÁ EM 2014?

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

SONEGAÇÃO DA REDE GLOBO ESTÁ NA POLÍCIA FEDERAL

Rede Globo é citada 

em documento na Polícia Federal 

por sonegar impostos

14/12/2013 14:45
Por Redação - do Rio de Janeiro

Documento com denúncia de sonegação de impostos pela Rede Globo tramita na PF
Documento com denúncia de sonegação de impostos pela Rede Globo tramita na PF
Manifestantes ligados a instituições da sociedade civil brasileira que lutam pela demo-
cratização da mídia e contra o cartel midiático formado no país marcaram um protesto, 
na tarde desta segunda-feira, em frente à sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro, 
para que seja agilizado o processo em que a Rede Globo figura como principal suspei-
ta de uma sonegação bilionária de impostos. O escândalo, denunciado por Miguel do 
Rosário, jornalista e editor do blog O Cafezinho, envolve além da sonegação,
o sumiço de parte do processo dentro da Receita Federal.
O núcleo fluminense do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, junto 
com o blog Megacidadania, protocolou a denúncia no Ministério Público Federal do Rio 
de Janeiro, seguindo os trâmites internos da instituição, que deu origem ao Ofício 
13344/2013. O documento foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia 
Federal no Rio de Janeiro, onde se encontra no momento.
A PF apura dois crimes:
1) contra a Ordem Tributária, que é o crime da sonegação propriamente dita, e que 
pode envolver evasão de divisas, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema fi-
nanceiro;
2) ocultação de bens, diretos ou valores, que corresponde ao misterioso desapare-
cimento dos documentos originais, nos quais os auditores da Receita decidem pela 
condenação da Rede Globopelo crime de sonegação.
O ofício segue em fase de análise pela Corregedoria da PF, procedimento preliminar 
à abertura de um inquérito policial. Fontes da própria PF informaram aos jornalistas 
que a praxe é que o procedimento seja concluído de 60 a 90 dias.
– O Barão de Itararé, na próxima semana, enviará uma comitiva às dependências da 
Superintendência da PF-RJ para pressionar pela abertura desse inquérito, no mais 
curto prazo possível. Iremos lembrar às autoridades da magnitude do valor em ques-
tão, e da importância que ele adquire como exemplo contra a sonegação de impostos
 – disse Rosário.
O sonegômetro atualizado esta semana pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da 
Fazenda Nacional (Sinprofaz) deve chegar a R$ 415 bilhões em 2013. Trata-se de 
uma das maiores chagas nacionais, ainda mais grave que a corrupção, que sangra os 
cofres públicos em R$ 50 a 80 bilhões por ano.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

GLOBO TROCA DE CNPJ PARA RECEBER DINHEIRO DO GOVERNO, MESMO SENDO DEVEDORA

A VEJA TROCOU DE PATRÃO !
AFRICANOS DO APARTHEID SE FORAM !

Como é que empresa devedora da Receita renova uma concessão pública ?


Do Facebook do Conversa Afiada, a colaboração desinteressada do amigo navegante Willians Francisco de Paula:

2002: A Globo Sonega os Impostos Referentes à Copa do Mundo
2006: A Globo Recebe Multa da Receita Federal, e fica devendo mais de 600 Milhões aos Cofres 

Públicos
Janeiro de 2007: O Processo da Receita Misteriosamente, Desaparece!
Outubro de 2007: A Globo Renova Sua Concessão Pública, com um CNPJ diferente do qual estava 

devendo à Receita Federal!!
2013: Somente Agora Estas Informações foram Vazadas, e Contamos com VOCÊ para 

divulgar: A CONCESSÃO DA GLOBO É ILEGAL, pois foi renovada em 2007 por uma empresa 
devendo desde 2002 !

Como pode uma Concessão Ilegal Ficar Tanto Tempo na Ativa? Por Que Ninguém, Ninguém, Nin-

guém fala nada disso ????
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/12/13/a-veja-trocou-de-patrao-africanos-do-
apartheid-se-foram/#.Uqsta5VxJ4Q.facebook

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

NEM A GLOBO TOLERA ABUSOS DE JOAQUIM. OU TEM MEDO?

A Globo abandonará Barbosa na estrada?

Enviado por  on 21/11/2013Quer saber? A matéria do Jornal Nacional, dando publicidade a críticas a Barbosa… na minha opinião, é tudo jogo de cena e estratégia da Globo. Ela calcula que isso “desmoralizará” os signatários e que a opinião pública quer mais é sangue.
O que me parece interessante, neste caso, é a irrelevância crescente da Rede Globo. A quantidade de compartilhamentos do post do Jornal Nacional que fala da nota dos juristas é menor do que a de qual-
quer blog mediano.
A Globo, simplesmente, não está mais com essa bola toda.
Entretanto, não sei se essa análise (que a Globo estaria disposta a abandonar Barbosa) procede.
Barbosa tem sido o garoto propaganda da Globo. Foi ganhador do principal prêmio da emissora, o Faz Diferença. Seu filho arrumou um bom emprego no programa de Luciano Huck. Ancelmo Gois dá uma 
notinha, quase todo dia, sobre Barbosa, em geral mencionando que o ministro foi ovacionado num res-
taurante qualquer do Leblon. Roberto Damatta escreveu artigo dizendo que votaria em Barbosa para 
presidente da República e que, na sua opinião, ele ganharia, fácil, no primeiro turno.
Eu queria estar num restaurante desse para checar se é verdade. E para gritar à parte, como que 
falando comigo mesmo, alguns palavrões que tenho engasgado na garganta contra esse déspota 
togado.
*
Globo dá sinais de que, se farsa ruir, Barbosa é quem vai pagar a conta
por Helena Sthephanowitz, publicado 21/11/2013 12:24, última modificação 
21/11/2013 14:41


Barbosa pode ver aliados virarem as costas, enquanto o processo do mensalão vai sendo desmo-
ralizado
Conquistada a condenação dos réus da Ação Penal 470, o chamado mensalão, a Globo agora 
quer transferir o ônus do golpismo para o STF, mais especificamente para Joaquim Barbosa. Não 
parece ser por virtude, mas por esperteza, que William Bonner passou um minuto no Jornal Nacio-
nal de quarta-feira (20) lendo a notícia: “Divulgada nota de repúdio contra decisão de Joaquim Bar-
bosa”.
O manifesto é assinado por juristas, advogados, lideranças políticas e sociais repudiando ilegali-
dades nas prisões dos réus do mensalão efetuadas durante o feriado da Proclamação da Repú-
blica, 
com o ministro Joaquim Barbosa emitindo carta de sentença só 48 horas depois das ordens de 
prisão.
O locutor completou: “O manifesto ainda levanta dúvidas sobre o preparo ou boa-fé do ministro 
Joaquim Barbosa, e diz que o Supremo precisa reagir para não se tornar refém de seu presidente”.
A TV Globo nunca divulgou antes outros manifestos em apoio aos réus, muito menos criticando 
Joaquim Barbosa, tampouco deu atenção a reclamações de abusos e erros grotescos cometidos 
no julgamento. Pelo contrário, endossou e encorajou verdadeiros linchamentos. Por que, então, 
divulgar esse manifesto, agora?
É o jogo político, que a Globo, bem ou mal, sabe jogar, e Joaquim Barbosa, calouro na política, não. 
E quem ainda não entendeu que esse julgamento foi político do começo ao fim precisa voltar ao 
be-a-bá da política. O PT tinha um acerto de contas a fazer com a questão do caixa dois, mas 
parava por aí no que diz respeito aos petistas, pois tiveram suas vidas devassadas por adversários, 
que nada encontraram. O resto foi um golpe político, que falhou eleitoralmente, e transformou-se 
numa das maiores lambanças jurídicas já produzidas numa corte que deveria ser suprema.
A Globo precisava das cabeças de Dirceu e Genoino porque, se fossem absolvidos, sofreria a mesma 
derrota e o mesmo desgaste que sofreu para Leonel Brizola em 1982 no caso Proconsult, e o STF 
estaria endossando para a sociedade a tese da conspiração golpista perpetrada pela mídia oposicio-
nista ao atual governo federal.
A emissora sabe dos bastidores, conhece a inocência de muitos condenados, sabe da inexistência 
de crimes atribuídos injustamente, e sabe que haverá uma reviravolta aos poucos, inclusive com 
apoios internacionais. A Globo sabe o que é uma novela e conhece os próximos capítulos desta que 
ela também é protagonista.
Hoje, em tempos de internet, as verdades desconhecidas do grande público não estão apenas nas 
gavetas da Rede Globo, como acontecia na ditadura, para serem publicadas somente quando os 
interesses empresariais de seus donos não fossem afetados. As verdades sobre o mensalão já 
estão escancaradas e estão sendo disseminadas nas redes sociais. A Globo, o STF e Joaquim 
Barbosa têm um encontro marcado com essas verdades. E a emissora já sinaliza que, se ela noticiou 
coisas “erradas”, a culpa será atribuída aos “erros” de Joaquim Barbosa e do então procurador-geral 
da República, Roberto Gurgel.
Joaquim Barbosa, homem culto, deve conhecer a história de Mefistófeles de Goethe, a parábola do 
homem que entregou a alma ao demônio por ambições pessoais imediatas. Uma metáfora parecida 
parece haver na sua relação com a TV Globo. Mas a emissora parece que está cobrando a entrega 
antes do imaginado.
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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ABUSOS DE JOAQUINZINHO CRITICADOS ATÉ NA GLOBO!

Globo dá sinais de que, se farsa ruir, Barbosa é quem vai pagar a conta

por Helena Sthephanowitz publicado 21/11/2013 12:24, 


Conquistada a condenação dos réus da Ação Penal 470, o 
chamado mensalão, a Globo agora quer transferir o ônus do 
golpismo para o STF, mais especificamente para Joaquim 
Barbosa. Não parece ser por virtude, mas por esperteza, que 
William Bonner passou um minuto no Jornal Nacional de  
quarta-feira (20) lendo a notícia: "Divulgada nota de repúdio 
contra decisão de Joaquim Barbosa".
O manifesto é assinado por juristas, advogados, lideranças 
políticas e sociais repudiando ilegalidades nas prisões dos 
réus do mensalão efetuadas durante o feriado da Proclama-
ção da República, com o ministro Joaquim Barbosa emitindo 
carta de sentença só 48 horas depois das ordens de prisão.
O locutor completou: "O manifesto ainda levanta dúvidas sobre 
o preparo ou boa-fé do ministro Joaquim Barbosa, e diz que o 
Supremo precisa reagir para não se tornar refém de seu presi-
dente".
A TV Globo nunca divulgou antes outros manifestos em apoio 
aos réus, muito menos criticando Joaquim Barbosa, tampouco 
deu atenção a reclamações de abusos e erros grotescos cometidos 
no julgamento. Pelo contrário, endossou e encorajou verdadeiros
 linchamentos. Por que, então, divulgar esse manifesto, agora?
É o jogo político, que a Globo, bem ou mal, sabe jogar, e 
Joaquim Barbosa, calouro na política, não. E quem ainda não 
entendeu que esse julgamento foi político do começo ao fim 
precisa voltar ao be-a-bá da política. O PT tinha um acerto de 
contas a fazer com a questão do caixa dois, mas parava por aí no 
que diz respeito aos petistas, pois tiveram suas vidas devassadas 
por adversários, que nada encontraram. O resto foi um golpe polí-
tico, que falhou eleitoralmente, e transformou-se numa das maiores 
lambanças jurídicas já produzidas numa corte que deveria ser su-
prema.
A Globo precisava das cabeças de Dirceu e Genoino porque, se 
fossem absolvidos, sofreria mesmos derrota e desgaste que sofreu 
para Leonel Brizola em 1982 no caso Proconsult, e o STF estaria
 endossando para a sociedade a tese da conspiração golpista perpe-
trada pela mídia oposicionista ao atual governo federal.
A emissora sabe dos bastidores, conhece a inocência de muitos 
condenados, sabe da inexistência de crimes atribuídos injusta-
mente, e sabe que haverá uma reviravolta aos poucos, inclusive 
com apoios internacionais. A Globo sabe o que é uma novela e 
conhece os próximos capítulos desta que ela também é protago-
nista.
Hoje, em tempos de internet, as verdades desconhecidas do 
grande público não estão apenas nas gavetas da Rede Globo, 
como acontecia na ditadura, para serem publicadas somente quan-
do os interesses empresariais de seus donos não fossem afetados. 
As verdades sobre o mensalão já estão escancaradas e estão sen-
do disseminadas nas redes sociais. A Globo, o STF e Joaquim 
Barbosa têm um encontro marcado com essas verdades. E a emis-
sora já sinaliza que, se ela noticiou coisas "erradas", a culpa será 
atribuída aos "erros" de Joaquim Barbosa e do então procurador-
geral da República, Roberto Gurgel.
Joaquim Barbosa, homem culto, deve conhecer a história de Mefis-
tófeles de Goethe, a parábola do homem que entregou a alma ao 
demônio por ambições pessoais imediatas. Uma metáfora parecida 
parece haver na sua relação com a TV Globo. Mas a emissora pare-
ce que está cobrando a entrega antes do imaginado.