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domingo, 26 de outubro de 2014

DILMA VENCE EM TODAS AS PESQUISAS

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

VEREADORA PRIMA DE EDUARDO CAMPOS NEGA APOIO AO PSDB E ESTÁ COM DILMA!



Marília é prima de Eduardo Campos, neta de Miguel Arraes e vereadora pelo PSB, no Recife.

Por Marília Arraes, em sua página do Facebook

Será que querem transformar o “S” do PSB em apenas uma letra?


O partido decidiu apoiar o candidato Aécio Neves para o segundo turno das eleições presidenciais em uma manobra que, ao meu ver, coloca o pragmatismo acima da ideologia e visa apenas à busca do poder pelo poder. Não vejo outra explicação para o fato de a legenda (infelizmente, tenho que chamar assim) aliar-se a um partido de direita, que sempre combatemos e que não representa em nada os nossos ideais progressistas e socialistas.

Como é possível ignorar todos os avanços sociais do projeto político conduzido por Lula e por Dilma? Questiono ainda como um partido de esquerda que teve dentre seus quadros grandes líderes políticos do Brasil, por exemplo, Houaiss, Mangabeira e Arraes, pode se unir a uma legenda ligada aos interesses dos mais conservadores, da parcela mais privilegiada de nossa população?

Ao meu ver, o PSB está perdendo o rumo e enterrando os seus princípios. Escutei Miguel Arraes se referir, algumas vezes, a situações parecidas como “caminho da perdição”.
Assim como Erundina, Capiberibe, Roberto Amaral e outros companheiros, não concordo com o posicionamento do PSB.

Tudo isso, só me faz ter a certeza de que, com meus posicionamentos, me mantive do lado em que sempre estive.
Mantenho o meu empenho na reeleição de Dilma Rousseff.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

ATÉ O IBOPE, QUE PROTEGE AÉCIO, MOSTRA QUE DILMA SE APROXIMA DO 1o TURNO

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CENSURA DE MARINA À INTERNET É DERROTADA!

“Muda Mais” derrota #MarinaCensura

Por Altamiro Borges

A candidata-carona do PSB, já apelidada de #MarinaCensura, sofreu mais uma derrota nesta quinta-feira (18). A Justiça Eleitoral autorizou a volta ao ar do site “Muda Mais”. O próprio ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia acatado liminarmente o pedido de censura feito pela coligação de Marina Silva, reconsiderou a sua posição e reconheceu que o site cumpre a legislação em vigor. Em seu parecer, ele concluiu que “em se tratando de divulgação de propaganda por meio de blogs, a norma eleitoral permite que seu conteúdo seja livremente gerado ou editado por candidatos, partidos ou coligações, ou mesmo por iniciativa de qualquer pessoa natural”.

Para censurar o site – que apoia a reeleição da presidenta Dilma e posta sólidos argumentos contra as candidaturas oposicionistas –, os advogados da censora Mariana Silva utilizaram os argumentos mais torpes. Eles alegaram que a página estaria hospedada em um servidor localizado no exterior, o que é proibido pela legislação. Ficou comprovado, porém, que o servidor em questão fica na cidade de São Paulo. Outra acusação leviana foi a de que o domínio estava associado a uma empresa. Mas o próprio presidente do PT, Rui Falcão, explicou que ele pertence ao partido e que a empresa Polis Propaganda e Marketing foi utilizada apenas para registro, alimentação e criação de conteúdo.

A decisão do TSE representa uma vitória dos que lutam pela liberdade de expressão e que, recentemente, conquistaram o Marco Civil da Internet – que garante a neutralidade, privacidade e liberdade nas redes. Ela também serve para desmascarar a balela da “nova política” da ex-verde, que cada vez mais se assemelha à truculência das forças direitistas. Antes dela, o tucanato já havia tentado silenciar os ativistas digitais, solicitando ao Google, Facebook e Twitter o perfil dos que o criticam. Marina Silva e Aécio Neves parecem não tolerar a liberdade de expressão. Eles preferem a cumplicidade da mídia monopolizada, que blinda o cambaleante tucano e vitimiza a “fadinha” neoliberal.

Reproduzo abaixo o editorial do site “Muda Mais” sobre esta importante vitória da democracia:

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Muda Mais está de volta, mais forte e ativo do que nunca! Salve militância!

O Muda Mais voltou! A justiça reconheceu o direito de expressão do Muda Mais, o direito a disseminar o debate nas redes, baseando-se na honestidade dos fatos, em uma boa apuração e na checagem das informações que servem ao diálogo franco e aberto, levando em consideração a disputa de projetos que está em jogo nessas eleições.

Na terça-feira, dia 16 de setembro, fomos surpreendidos com uma decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que atendia ao pedido judicial da coligação encabeçada pela candidata Marina Silva (PSB) para a retirada do Muda Mais do ar.

Uma decisão liminar é uma ordem judicial que não é definitiva. Sempre, após a decisão liminar, o juiz se debruça sobre o assunto para melhor compreendê-lo e avaliar os detalhes do caso. Assim, a decisão pode ou não se manter.

Pois bem, a liminar não foi mantida. Diante de todas as explicações jurídicas que foram prestadas - incluindo a comprovação de que nosso provedor está hospedado no Brasil e de que o Muda Mais está ligado ao Partido dos Trabalhadores - o juiz autorizou a imediata retomada do sítio eletrônico, considerando que o que estava sendo questionado pela coligação adversária eram apenas formalismos jurídicos.

Nas quase 48 horas que ficamos fora do ar, a militância espontaneamente partiu em defesa da democracia e da liberdade de expressão. A hashtag #MarinaCensura permaneceu entre as mais citadas do twitter por quase 24 horas e inúmeros foram os sites, blogs e perfis das redes sociais que se posicionaram ao nosso lado.

Continuaremos atuando nas redes sociais, em defesa do projeto de governo em que acreditamos e que tem mudado a vida de milhões de brasileiros ao longo dos últimos 12 anos. É preciso atribuir ao TSE o mérito de restabelecer o primado da liberdade de expressão e favorecer o bom debate político, normal e necessário em um período decisivo como o eleitoral.

Com a decisão de hoje, o Muda Mais volta ao ar com a mesma proposta de sempre: fazer o debate de argumento e ideias, sem ataques infundados ou pessoais. Na democracia, ninguém fala sozinho, e nós temos muito que dizer!


*****

Além de ser derrotada na tentativa de calar o site “Muda Mais”, Marina Silva sofreu outro revés na quarta-feira (17). O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou o pedido de direito de resposta da Coligação "Unidos pelo Brasil" (PSB, PPS, PPL, PHS, PRP e PSL) na propaganda da presidenta Dilma. A estranha aliança solicitou um minuto para esclarecer suas posições sobre o pré-sal. Mas o ministro relator Admar Gonzaga argumentou que “o direito de resposta não se presta para rebater questões que podem ser debatidas nas vias próprias para a exposição política, quais sejam, por meio de discursos, entrevistas, impressos, sítios de internet, redes sociais e no horário destinado à propaganda eleitoral”. 

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/muda-mais-derrota-marinacensura.html

terça-feira, 9 de setembro de 2014

FINANCIADORES E O PIG PERCEBEM QUE MARINA FOI UMA FURADA

Arsenal contra Dilma começa a se esgotar e ela não cai

Aos poucos, vai dando a lógica. A campanha de Dilma Rousseff à reeleição começa a se impor apesar da mais impressionante campanha de difamação contra um chefe de Estado que se viu na história recente – nem Lula enfrentou coisa igual.
Antes de prosseguir rumo ao ponto central do texto, vale explicar a razão de considerar a campanha contra Dilma como a “mais impressionante da história recente”.
Para deprimir a até então alta popularidade da presidente, em 2013 foi levado a cabo um movimento de massas que não encontra paralelo em todo o pós-redemocratização. E cuja origem até hoje não ficou suficientemente clara.
A combinação de protestos de rua, efeitos previsíveis da crise internacional em alguns indicadores da economia, bombardeio midiático e a morte intempestiva de Eduardo Campos, tudo isso logrou nivelar intenções de voto da presidente, primeiro, às de Aécio Neves e, depois, às de Marina Silva.
Aécio beneficiou-se no início da campanha eleitoral. Com a mídia batendo só em Dilma e com os dois principais candidatos da oposição resguardados, o tucano chegou a empatar com a petista nas projeções de segundo turno.
O voo desse mesmo tucano, porém, foi de galinha – foi abatido no ar pelas denúncias de que pagou com dinheiro público construções de aeroportos para seu uso particular por todo o Estado de Minas Gerais.
No começo de agosto, Aécio já caía nas pesquisas e Campos não decolava. Dilma começava a se firmar. Mas eis que a tragédia revoluciona o quadro eleitoral.
O bom e velho costume brasileiro de santificar pessoas que falecem e uma brilhante encenação de Marina Silva foram matéria-prima para a mídia construir um dramalhão mexicano, praticamente santificando a substituta de Campos por uma ou duas semanas.
Contudo, a mídia errou na dose e inflou Marina muito além do que deveria. Resultado: Aécio virou pó e Dilma e Marina passaram a polarizar uma eleição que, até então, estava polarizada entre a petista e o tucano.
A mesma mídia tenta consertar o erro e notícias e críticas contra a Marina começam a ser veiculadas com estardalhaço nos grandes meios. Por alguns dias, ela apanha quase tanto quanto Dilma.
Claro que havia que noticiar as informações de que o avião que matou Campos foi fornecido a ele e a Marina por empresas fantasmas ligadas a bandidos, mas há uma montanha de coisas que há para noticiar contra Aécio e não foram noticiadas com o devido destaque ou nem foram noticiadas.
Exemplo: Aécio não construiu um só, mas vários aeroportos com dinheiro público. Todos para seu uso privado. Mas a mídia acabou enterrando o caso todo. Poderia fazer o mesmo com Marina, mas havia que derrubá-la um pouco para Aécio não afundar de vez.
Mais uma vez, porém, a mídia errou a mão. Marina bateu no teto e parou de crescer. A partir das últimas pesquisas oficiais que mostraram a “parada” dela, os trackings das campanhas passaram a detectar que sua candidatura começa a murchar.
Informações extraoficiais da campanha petista dão conta de que Marina começa a cair – já estaria empatada numericamente com Dilma no segundo turno. E nada de Aécio se recuperar…
No fim da semana passada, a mídia começa a “bombar” o vazamento da tal “delação premiada”. Em flagrante crime eleitoral – que a Justiça Eleitoral por certo irá ignorar –, a revista Veja divulga acusações a um pequeno grupo de políticos pinçado do grande grupo citado pelo ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto da Costa à Polícia Federal.
Veja escolheu meia dúzia de nomes em meio a dezenas citados pelo ex-diretor da Petrobrás – inclusive nomes ligados ao PSDB. Se divulgar seletivamente dados sigilosos de uma investigação da PF com fins claramente eleitorais não for crime eleitoral, nada mais é.
A mídia, desta vez, atinge Marina e Dilma com intensidade parecida, porém desigual. Para a desgastar a primeira dá grande destaque ao fato de que Eduardo Campos foi acusado diretamente pelo ex-diretor da Petrobrás, mas o bombardeio de saturação, claro, recai sobre Dilma.
As campanhas de Dilma e Marina deixam vazar que não esperam reação da candidatura Aécio, que já caiu no desencanto popular. Se ficar muito ousado sobre a Petrobrás e Campos, seus podres e de seu partido começarão a voltar à tona. Afinal, com o horário eleitoral os candidatos não dependem da mídia para divulgar informações.
Ao fim, o estoque de munição contra Dilma vai se esgotando. Terrorismo econômico, denúncias de corrupção, fenômeno Marina, tudo já foi usado à exaustão. E as manifestações da ultraesquerda murcharam e não devem voltar a florescer durante a campanha eleitoral.
Por conta desse quadro, pipocam vazamentos de pesquisas privadas dos partidos que mostram Marina começando a cair, Aécio estagnado e Dilma se mantendo.
Assim, o mercado financeiro, que saliva diante dos lucros que lhe seriam gerados pela privatização do pré-sal e a independência do Banco Central que Marina e Aécio oferecem, vem operando em baixa desde a semana passada ante a melhora das chances de Dilma.
http://www.blogdacidadania.com.br/2014/09/arsenal-contra-dilma-comeca-a-se-esgotar-e-ela-nao-cai/

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

CATÓLICOS VÃO VOTAR EM MALAFAIA PARA MINISTRO?

Malafaia será ministro de Marina?

Por Altamiro Borges

O pastor Silas Malafaia está deslumbrado com Marina Silva e até já declarou seu voto na candidata no segundo turno. Depois da sua histeria nas redes sociais, que fez o PSB recuar nas suas posições em defesa dos direitos dos homossexuais, o líder da igreja Assembleia de Deus postou nesta terça-feira (1) em sua conta no Twitter: “O ativismo gay retira o apoio a Marina. Maravilha! No 1º turno vou votar no Everaldo. No 2º, voto em Marina”. Antes, também na internet, ele já havia festejado a atitude oportunista da ex-senadora, que alegou um “erro de digitação” no capítulo do seu programa sobre o tema. Diante de tanto encantamento, fica a pergunta: Silas Malafaia será ministro num possível governo Marina?

A pergunta não é mera provocação. Os dois dogmáticos evangélicos comungam das mesmas posições fundamentalistas não somente na questão do casamento homossexual ou da adoção de crianças por casais homoafetivos, mas também no tema do direito ao aborto. Eles também se unem na oposição raivosa à presidenta Dilma. Em seu Twitter, Silas Malafaia não esconde o seu ódio: “Dilma apoia a criminalização da homofobia. Vamos combinar: Os gays votam em Dilma. O restante em Everaldo, Aécio e Marina”.

Dada à fragilidade política de Marina Silva, que não conta com o apoio dos partidos ou dos principais movimentos sociais do país – e gera dúvidas até mesmo no PSB, no qual pegou uma carona –, a sua campanha tem feito o esforço para agregar as forças mais distintas e antagônicas do país. Ela já tem o apoio explícito dos banqueiros – inclusive com o protagonismo de Neca Setubal, herdeira do Itaú, no seu comando – e já até sinalizou para os barões do agronegócio. A própria candidata afirma, num gesto tipicamente messiânico, que pretende “governar com os melhores”. Neste cenário surrealista da chamada “nova política”, talvez Marina Silva avalie que Silas Malafaia também se enquadra entre “os melhores”.

Em tempo: No debate do SBT, nesta segunda-feira (1), chamou a atenção que Marina Silva evitou o confronto com o pastor Everaldo (PSC), que faz parte do mesmo time fascistóide de Silas Malafaia. O próprio jornal Valor registrou a curiosa situação, em reportagem assinada pelos jornalistas César Felício, Luciano Máximo e Carmen Munari. “Ambos os candidatos disputam o voto evangélico. Marina usou o seu tempo para expor a importância de se investir em saneamento como forma de melhorar os indicadores de saúde da população. Everaldo não comentou as propostas de Marina sobre a área para mencionar sua preocupação com a deterioração da segurança pública”. Tudo na maior cordialidade! 

Será que o pastor Everaldo também será chamado para o futuro ministério de Marina Silva?

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/09/malafaia-sera-ministro-de-marina.html

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

COMO O ITAÚ CRESCEU E FICOU DEVENDO 18 BILHÕES AOS BRASILEIROS

WALTHER MOREIRA SALLES NÃO MERECIA ISSO



(Do site POÇOS 10)

A festa para “comemorar os 90 anos do Banco Itaú” é uma fraude. Serviu, apenas, para que a família Setúbal peça votos e deixe claro seu apoio à funcionária Bláblárina Silva – assista a vídeo impressionante.

Uma fraude igual a sonegação de impostos que rendeu ao banco de Roberto Setúbal a maior multa já aplicada pela Receita Federal a um banco brasileiro em toda história: inacreditáveis R$ 18 bilhões, cifra de levar ao desespero xeques arábes ou magnatas de Wall Street.

O Itaú foi fundado em 1945, como Banco Federal de Crédito, que jamais foi um grande banco. Olavo Setúbal, sobrinho do fundador, herdou o banquinho e foi fazendo dezenas de incorporações, até receber uma imensa ajuda da ditadura militar que lhe entregou, de bandeja, o BUC, Banco União Comercial, da rica família Soares Sampaio, quebrado por Roberto “Bob Fields” Campos
 – o pai de todos os colonistas (*) do neolibelismo, como diz o Conversa Afiada. 

Era estreita a ligação de Setúbal com a ditadura – que, inclusive, lhe fez prefeito biônico de São Paulo – e o general Geisel chegou a ameaçar o elegante empresário Paulo Geyer, genro do dono do BUC, que não queria assinar a doação ao Itaú: “Quer ir ao Banco Central por conta própria ou eu vou precisar mandar dois sargentos buscá-lo?”.

O Unibanco foi fundado por João Moreira Salles, um homem respeitado e querido no sul de Minas, como uma simples Casa Bancária. Seu filho Walther, com um tino especial para os negócios e mestre em fazer amigos e cativar admirações, o transformou em Banco Moreira Salles, e depois em Unibanco, um dos três maiores bancos do país até ser incorporado pelo Itaú no fim da década passada.

Esse banco, sim, o Unibanco, completou 90 anos. Foi fundado em Poços de Caldas. Mas ele não existe mais.

Walther Moreira Salles foi (bom) embaixador dos governos de Getúlio e de JK nos Estados Unidos. E foi (bom) ministro da Fazenda de Jango. Os militares queriam cassá-lo, mas não tiveram coragem. 

É lamentável que um de nossos maiores mecenas, homem elegante e educado, brasileiro ilustre que serviu a três dos nossos maiores presidentes, tenha o nome de seu banco usado num ato de desespero eleitoral por um banqueiro ligado à ditadura e devedor de R$ 18 bilhões ao Fisco, na tentativa de eleger uma  fundamentalista 
cujo Papa é o Malafaia, diz o Boff - para a presidência da República. É mais que lamentável, é ridículo.

(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/09/05/itauuu-moreira-salles-nao-merecia-isso/