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domingo, 23 de agosto de 2015

DONO DO BANCO ITAÚ SABE QUE UM GOLPE DESTRUIRIA O PAÍS

Não há motivos para tirar Dilma do cargo, diz presidente do Itaú Unibanco



Uma das vozes mais influentes do empresariado brasileiro, o banqueiro Roberto Setubal faz uma defesa contundente da permanência da presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Impeachment por corrupção, "pelo que vi até agora, não tem cabimento", afirma o presidente do Itaú Unibanco.

"Pelo contrário, o que a gente vê é que Dilma permitiu uma investigação total sobre o tema." Outro argumento usado pela oposição, as manobras para melhorar as contas do governo (pedaladas fiscais), podem "merecer punição", mas não são "motivo para tirar a presidente", segundo o banqueiro.

Maior banco privado do país, o Itaú foi fortemente hostilizado pelo PT na campanha presidencial de 2014.

Na visão de Setubal, tirar a presidente do poder agora "criaria uma instabilidade ruim para nossa democracia". Na semana passada, entidades do setor econômico fizeram manifestações públicas pela estabilidade do país.

A seguir, alguns trechos da entrevista à Folha

Folha - A presidente Dilma está sofrendo ameaça de um processo de impeachment, pressão por sua renúncia e manifestações de rua contra seu governo. O sr. vê motivos para tirá-la do Planalto?

Roberto Setubal - Nada do que vi ou ouvi até agora me faz achar que há condições para um impeachment. Por corrupção, até aqui, não tem cabimento. Não há nenhum sinal de envolvimento dela com esquemas de corrupção.

Pelo contrário, o que a gente vê é que Dilma permitiu uma investigação total sobre o tema [corrupção na Petrobras]. Era difícil imaginar no Brasil uma investigação com tanta independência. A Dilma tem crédito nisso.

E as pedaladas fiscais?

Isso é grave e pode merecer algum tipo de punição. Mas não me parece ser motivo para tirar a presidente. Até porque presidentes anteriores a ela passaram por situações semelhantes. Seria um artificialismo querer tirar a presidente neste momento. Criaria uma instabilidade ruim para nossa democracia.

Empresários dizem que, se o vice Michel Temer entrasse no lugar de Dilma, o país teria mais chance de sair da crise...

Não se pode tirar um presidente do cargo porque ele momentaneamente está impopular. É preciso respeitar as regras do jogo, precisa respeitar a Constituição. Eu sou a favor da Constituição.

Como avalia o comportamento da oposição nessa crise?

Não vou falar especificamente da oposição. Mas o que está faltando é discutir o país. Há uma grande discussão sobre poder e pouca discussão sobre o país. Precisamos debater quais as reformas necessárias para que o país possa se recuperar. Só estou vendo muita discussão de poder pelo poder.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

MARINA VAI PERDOAR A DÍVIDA DO SEU BANCO ITAÚ?

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

IDEÓLOGA E FINANCIADORA DE MARINA GANHOU 56 MILHÕES EM QUATRO ANOS

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

BANQUEIRO NÃO DOA $$$: INVESTE E DEPOIS COBRA COM JUROS...

O partido da Neca

12 de setembro de 2014  Autor: Fernando Brito
neca
A D. Maria Alice Setúbal tem o direito de doar para quem ela quiser o seu dinheiro de herdeira do Itaú.
Desde que respeite, claro, o limite legal de 10% do que teve de rendimentos no ano anterior, o que eleva sua renda anual para pelo menos R$ 20 milhões em 2013, ou R$ 1,67 milhão por mês, sobre os quais, tenho certeza, D. Neca deve ter recolhido os impostos devidos, ao contrário de sua empresa, que deve R$ 18,7 bilhões ao Fisco, sem as multas e correções aplicáveis.
É apenas uma das muitas – embora seja a maior delas – mazelas do financiamento privado de campanhas políticas, esta praga que só uma constituinte específica para a reforma eleitoral poderá banir do país.
A doações de campanha, todas elas, implicam no mínimo em boa-vontade futura dos eleitos com os interesses empresariais específicos. No mínimo, frise-se.
reportagem do Estadão mostra, porém, que, além se seu apoio pessoal a Marina Silva, Maria Alice Setúbal põe sua fortuna pessoal a serviço da formação de um partido político.
Não é simplesmente uma pessoa: é também uma mala de dinheiro de mais de R$ 2 milhões, supondo sempre que todos os recursos foram declarados.
As doações foram cuidadosamente repartidas entre os políticos com os quais se pretendia (pretendia?) montar a Rede da “nova política”.
A Rede é um amontoado de hipocrisias que não resistiria a qualquer imprensa que fizesse com seriedade o que o Estadão fez hoje: revelá-las.
Querem exemplos?
Lembram do caso do dirigente redista afastado por Marina, chocada com suas fotos com uma barra de ferro nas mãos, depredando o prédio do Itamaraty?
Mentira.
O senhor Pedro Piccolo está lá, todo feliz da vida, na direção nacional da Rede Sustentabilidade, ocupando o posto de Coordenador Nacional, oficialmente.
Isso é só um pedacinho do mar de cinismo que há nesta organização, na qual só os tolos e os muito espertos acreditam.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21133

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ITAÚ DEPENDE DE MARINA PARA SOBREVIVER COMO BANCO FORTE

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

COMO O ITAÚ CRESCEU E FICOU DEVENDO 18 BILHÕES AOS BRASILEIROS

WALTHER MOREIRA SALLES NÃO MERECIA ISSO



(Do site POÇOS 10)

A festa para “comemorar os 90 anos do Banco Itaú” é uma fraude. Serviu, apenas, para que a família Setúbal peça votos e deixe claro seu apoio à funcionária Bláblárina Silva – assista a vídeo impressionante.

Uma fraude igual a sonegação de impostos que rendeu ao banco de Roberto Setúbal a maior multa já aplicada pela Receita Federal a um banco brasileiro em toda história: inacreditáveis R$ 18 bilhões, cifra de levar ao desespero xeques arábes ou magnatas de Wall Street.

O Itaú foi fundado em 1945, como Banco Federal de Crédito, que jamais foi um grande banco. Olavo Setúbal, sobrinho do fundador, herdou o banquinho e foi fazendo dezenas de incorporações, até receber uma imensa ajuda da ditadura militar que lhe entregou, de bandeja, o BUC, Banco União Comercial, da rica família Soares Sampaio, quebrado por Roberto “Bob Fields” Campos
 – o pai de todos os colonistas (*) do neolibelismo, como diz o Conversa Afiada. 

Era estreita a ligação de Setúbal com a ditadura – que, inclusive, lhe fez prefeito biônico de São Paulo – e o general Geisel chegou a ameaçar o elegante empresário Paulo Geyer, genro do dono do BUC, que não queria assinar a doação ao Itaú: “Quer ir ao Banco Central por conta própria ou eu vou precisar mandar dois sargentos buscá-lo?”.

O Unibanco foi fundado por João Moreira Salles, um homem respeitado e querido no sul de Minas, como uma simples Casa Bancária. Seu filho Walther, com um tino especial para os negócios e mestre em fazer amigos e cativar admirações, o transformou em Banco Moreira Salles, e depois em Unibanco, um dos três maiores bancos do país até ser incorporado pelo Itaú no fim da década passada.

Esse banco, sim, o Unibanco, completou 90 anos. Foi fundado em Poços de Caldas. Mas ele não existe mais.

Walther Moreira Salles foi (bom) embaixador dos governos de Getúlio e de JK nos Estados Unidos. E foi (bom) ministro da Fazenda de Jango. Os militares queriam cassá-lo, mas não tiveram coragem. 

É lamentável que um de nossos maiores mecenas, homem elegante e educado, brasileiro ilustre que serviu a três dos nossos maiores presidentes, tenha o nome de seu banco usado num ato de desespero eleitoral por um banqueiro ligado à ditadura e devedor de R$ 18 bilhões ao Fisco, na tentativa de eleger uma  fundamentalista 
cujo Papa é o Malafaia, diz o Boff - para a presidência da República. É mais que lamentável, é ridículo.

(*) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG que combateram na milícia para derrubar o presidente Lula e, depois, a presidenta Dilma. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.http://www.conversaafiada.com.br/economia/2014/09/05/itauuu-moreira-salles-nao-merecia-isso/

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

MARINA QUER UMA "DITADURA DAS MASSAS"?