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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

PAULO NOGUEIRA APONTA CULPADO PELO ÓDIO NA MÍDIA

Para minha alegria, o jornalista Paulo Nogueira permitiu-se incluir um texto de sua autoria no meu livro "O Brasil na 'era dos imbecis'- o discurso de ódio da Direita", no qual faço um estudo sobre Olavo de Carvalho e suas mentiras. Neste novo texto, Nogueira volta a citar o falso filósofo, líder de uma seita fascista que atua perigosamente nas redes sociais e, cada vez mais, nas ruas. O livro está disponível em papel e e-book, no Clube de Autores: https://www.clubedeautores.com.br/book/188020--O_Brasil_na_era_dos_imbecis#.VfH2IRFVhBe



As almas gêmeas de Petra Laszlo na mídia brasileira.

 Por Paulo Nogueira




Alguém pergunta, numa rede social: como uma profissão que sempre produziu pessoas de alta consciência social, o jornalismo, pode abrigar monstros morais como a húngara Petra Laszlo?
Petra virou uma abominação mundial ao ser flagrada chutando e derrubando refugiados na Hungria.
A explicação para a conduta desumana de Petra não está no afrouxamento do caráter dos jornalistas, embora isso possa estar acontecendo.
A resposta está na ideologia.
Petra, como logo se soube, é nacional socialista. Ou seja, nazista. Ela trabalhava, até ser demitida ontem mesmo, numa emissora de extrema direita da Hungria.
Um traço essencial do caráter das pessoas de extrema direita é a desumanidade, o ódio torrencial, a falta de compaixão, solidariedade e outras coisas que conectam os seres humanos.
Detestam imigrantes. Detestam pobres. Detestam negros. Detestam homossexuais e demais minorias.
São incapazes de se comover com o sofrimento de uma criança miserável. Preferem vê-la morta.
Petra é deste grupo.
Ela guarda uma notável semelhança física com uma alma gêmea sua, o norueguês Anders Breivik, o ultradireitista que matou mais de 70 jovens em nome do combate à expansão dos muçulmanos.
O mesmo semblante, a mesma frieza, o mesmo ar de pretensa superioridade racial.
No Brasil, essa escória moral está por trás de grupos que vestem verde e amarelo e vão para as ruas pedir a volta da ditadura.
Nas redes sociais, eles disseminam seu ódio patológico, cego e obtuso. Um de seus alvos frequentes são os nordestinos, para eles uma subraça, assim como os refugiados para Petra.
Há um mentor por trás da extrema direita brasileira, o pseudofilósofo Olavo de Carvalho, que é a própria personificação do ódio.
Ele arregimentou seguidores que espalham sua pregação raivosa, intolerante e primitiva.
Entre eles está uma espécie de duplo de Petra, Rachel Sheherazade.
Sheherazade virou um caso nacional quando defendeu os linchadores de um garoto que tem todos os defeitos para gente que pensa como ela: pobre e negro.
Até o governo federal, tão leniente quando se trata de encher de dinheiro empresas de mídia que sabotam a democracia, ficou passado.
Para não perder o Anualão de 150 milhões de reais de verbas publicitárias do governo, Silvio Santos colocou-a na geladeira. Transformou-a numa locutora, à espera, com certeza, de que o PT saia do poder para devolvê-la à condição de comentarista.
Petra faria o mesmo que Sheherazade, caso fosse brasileira.
Se estivesse filmando o menino justiçado que trouxe notoriedade a Sheherazade, daria os mesmos pontapés que deu em refugiados em situação extrema, incluídas crianças.
Parecia que o Brasil estava livre da praga da extrema direita inumana.
Mas não.
Ela está aí, com todo o catálogo de abominações típicos dos nazistas.
E o pior é que, por razões oportunísticas e sórdidas, os senhores do ódio recebem no Brasil o estímulo da oposição e, claro, da imprensa.
Basta ver o número de ultradireitistas com posições privilegiadas nas corporações de mídia.
Sheherazade, nossa Petra, é um caso que está longe de ser único.
(Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/as-almas-gemeas-de-petra-laszlo-na-midia-brasileira-por-paulo-nogueira/

KIRSCHNER CHAMA DE IDIOTA QUEM QUER VOLTAR A 2003

Cristina Kirchner: ‘Lembremos o que éramos em 2003 para não sermos idiotas’

Ao lado de Lula, durante inauguração de hospital em Buenos Aires, presidenta da Argentina cita avanços sociais na América do Sul e alerta sobre esforço do conservadorismo por retorno ao neoliberalismo
por Redação da RBA publicado 09/09/2015
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RICARDO STUCKERT/INSTITUTO LULA
Lula
Governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli, aponta placa de hospital que homenageia ex-presidente Lula
São Paulo – A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, criticou hoje (9), ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva, os especuladores que culpam países em desenvolvimento pela extensão crise econômica mundial. A declaração foi feita em Buenos Aires, durante a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no distrito de José C. Paz, província de Buenos Aires. O hospital leva o nome do ex-presidente brasileiro.
Ontem (8), em sua conta no Twitter, a presidenta argentina havia criticado a transferência da responsabilidade da crise econômica para os países em desenvolvimento. “O mundo foi arrastado para a crise de 2008, pela especulação financeira, e nunca se recuperou. O que têm a ver os Brics? Fora o papel de vítimas, não lhes cabe nenhuma outra qualificação”, disse a presidenta.
Em sua fala de hoje, Cristina ressaltou a importância da integração latino-americana e afirmou que enquanto as nações ricas são “praças de especulação financeira”, países como Brasil e Argentina são economias que buscam se consolidar como “praças de produção”. Apesar disso, advertiu que “se observa em toda região, em toda América do Sul, um intento de voltar às políticas neoliberais” que levaram “ao fracasso, à fome e ao desemprego.”
“Peço a cada argentino que, com sua história, sua identidade, suas ideias, pense um instante no que era 2003, não para olhar para o passado como um fiscal, mas para não sermos idiotas, não nos equivocarmos e para que não voltemos a cometer os mesmos erros”, disse. Ela pediu que Lula seja um embaixador ante os países membros do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), para que a Argentina possa se somar ao bloco.
Cristina também criticou a postura dos países europeus que fecham as fronteiras para os refugiados de países em guerra. “Somos um país de imigrantes e não quero que nos pareçamos com os que deixam pessoas morrerem em barcos, quero ser como nós somos: solidários, trabalhadores, porque aí está o futuro.”
Assista a vídeos com falas de Lula e de Cristina Kirchner

Heroína

Em seu discurso, Lula comparou as dificuldades enfrentadas por Cristina Kirchner e afirmou que a colega terminará o mandato como uma heroína.
"Espero, Cristina, que o projeto que começou a construir em 2003 (o ex-presidente argentino) Néstor Kirchner e que você continuou, possa ser concluído e continuado, por meio da eleição de outro candidato que leve a frente esse projeto que mudou a história da Argentina”, disse Lula. “Foi junto com Kirchner, com Cristina, com (Hugo) Chávez (ex-presidente da Venezuela), com Evo Morales (presidente da Bolívia), com (Rafael) Correa (presidente do Equador) que nós enterramos a Alca (Área de livre comércio das Américas) aqui em Mar del Plata e fortalecemos o Mercosul.”
O ex-presidente agradeceu a homenagem e lembrou que os modelos de UPA surgiram no Rio de Janeiro e se estenderam por todo o Brasil nos últimos 12 anos. "Fizemos 444 unidades e vamos chegar a 918", disse. "É uma maneira de evitar que as populações mais pobres tenha de se deslocar a hospitais distantes para recorrer a atendimento. A UPA fazem com que 95% das pessoas prescindam de hospital", afirmou Lula.
"Em dois temas a Argentina e o Brasil ainda não chegaram em um acordo: se Maradona é melhor que Pelé e se Messi é melhor que Neymar”, brincou Lula, arrancando risos do auditório. “No futebol nós ainda temos divergências, mas no comércio e nas relações políticas eu tenho orgulho de dizer que Brasil e Argentina construíram a mais importante relação entre os dois países e se os dois continuarem unidos, a América Latina estará unida.”
O governador de Buenos Aires, Daniel Scioli, candidato a presidente apoiado por Cristina Kirchner e líder nas pesquisas para as eleições de outubro, agradeceu a Lula pela experiência das UPA: "Trouxemos essa experiência do Brasil, que enfrentou o mesmo problema de ter ser seu principais hospitais instalados longe das periferias".
Com informações da Agência Télam
http://www.redebrasilatual.com.br/mundo/2015/09/ao-lado-de-lula-cristina-kirchner-critica-quem-culpa-paises-emergentes-por-crise-7009.html

quinta-feira, 3 de abril de 2014

URUGUAI É MODELO NO TRATO DE IMIGRANTES

ONU define a Uruguay como “Estado modelo” por otorgar en 48 horas documentos de residencia a extranjeros

La Organización de Naciones Unidas (ONU) calificó a Uruguay como “Estado modelo” en el mundo debido a la existencia del programa “Respuesta Rápida”, por el cual se otorga en menos de 48 horas los documentos de residencia legal a los extranjeros.

Uruguay presentó en las últimas horas ante el Comité de Protección de los Derechos de los Trabajadores Migratorios y sus Familiares de Naciones Unidas, su informe sobre políticas migratorias.
El informe de Uruguay también incluyó las características del “programa de retorno de uruguayos”, y las “facilidades que se les otorgan”, así como los “mecanismos que  atienden los aspectos legales, sociales y laborales”.
La delegación uruguaya estuvo integrada por el director general de Asuntos Políticos de la Cancillería, González Arenas, la representante permanente de Uruguay en Ginebra, embajadora Laura Dupuy, la directora general de Asuntos Consulares y Vinculación, Lourdes Boné, y el director nacional de Migraciones, Carlos del Puerto, entre otros jerarcas de Cancillería.
En ese marco, González Arenas se refirió a la aprobación del programa de “Respuesta Rápida”que permite a los inmigrantes obtener, en menos de 48 horas, el documento de identidad para permanecer legalmente en el país.
Desde el Comité de Protección de los Derechos de los Trabajadores Migratorios se subrayó dicha iniciativa como un “mecanismo sin precedentes en el país y en América Latina”.
También se resaltó el enfoque de derechos en base a la Ley 18.250 y consideraron al país como “un modelo que debe inspirar las legislaciones de otros estados”.
El Comité también destacó como “un ejemplo avanzado para la región e, incluso a nivel mundial” la Ley 18.065 sobre el trabajo doméstico.
Asimismo, el fortalecimiento de la institucionalidad que atiende a los extranjeros que llegan a Uruguay en busca de residencia fue otro aspecto que se resaltó de la legislación uruguaya, y la creación de la Junta Nacional de Migración.
Naciones Unidas también subrayó la importancia de la normativa por la cual se extiende la nacionalidad a los nietos de uruguayos nacidos en el exterior, y la reducción del “avecinamiento” a un acto administrativo, así como la publicación de las “Guías de Acompañamiento” para el retorno de uruguayos emigrados.
También se destacó el funcionamiento de los “Consejos Consultivos”, conformados por emigrantes uruguayos en el marco del Departamento 20, y la inclusión del “Espacio Migrante”, del Ministerio de Desarrollo Social.
Por otro lado, generó la atención de ONU el proyecto de Ley sobre el acceso a la residencia permanente para familiares extranjeros de ciudadanos uruguayos y nacionales del MERCOSUR y países asociados.
http://www.lr21.com.uy/politica/1167047-onu-define-uruguay-estado-modelo-documentos-de-residencia

terça-feira, 6 de setembro de 2011

VIDA NO BRASIL ESTÁ MELHOR QUE NO EXTERIOR


Brasileiros acordam do sonho americano e estão vivendo melhor na terra natal, diz “LA Times”

Via O Globo

Reportagem publicada – e com chamada na primeira página – na edição de sexta-feira, dia 2, do jornal estadunidense Los Angeles Times apresenta histórias de brasileiros que deixaram o sonho norte-americano para trás após a crise de 2008 em busca de uma vida melhor da volta ao Brasil. O retorno não se deveu à concretização do desejo dos que imigram para os EUA – ganhar dinheiro suficiente para voltar ao país natal e iniciar uma vida próspera –, mas à certeza de que a terra das oportunidades hoje é o Brasil.

“Desde que a crise econômica atingiu os EUA há três anos, a economia brasileira segue crescendo e a moeda, o real, se valorizou significativamente frente ao dólar. A taxa de desemprego está em seu nível mais baixo historicamente, e a renda, especialmente das classes média e baixa, está crescendo rapidamente. Em muitos setores, os trabalhadores brasileiros ganham mais do que os norte-americanos”, diz o texto.

Segundo a reportagem, não são só os brasileiros que moram nos EUA que estão voltando, mas também os que estão em outros países ricos, como o Japão. Além disso, o fenômeno, confirmado pelo embaixador Eduardo Gradilone Neto, subsecretário-geral das Comunidades Brasileiras no Exterior, afeta trabalhadores não qualificados e também os especializados.

Um dos brasileiros citados na matéria trabalhava na construção civil e chegou a ser pego pela Imigração. Agora, de volta ao Brasil, Marcos “Beto” Lopes da Silva, de 37 anos, ganha o equivalente a algo entre US$1.250,00 e US$2.500,00 com a venda de cartuchos para impressoras e diz que pretende voltar aos EUA, “mas só de passagem”.