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sábado, 15 de agosto de 2015

POLÍCIA FEDERAL COMEÇA A INVESTIGAR TERRORISMO CONTA LULA

domingo, 9 de agosto de 2015

EDÚ GUIMARÃES MOSTRA SUCESSO DO ABRAÇO A LULA

Abraço ao Instituto Lula foi um sucesso e iniciou reação ao golpe


Abraço 4

Cheguei pontualmente às 12 horas da última sexta-feira (7/8) à esquina da rua Pouso Alegre com o nascedouro da avenida Nazaré, no bairro do Ipiranga, onde situa-se o Instituto Lula. Apesar de o “abraço” ao prédio – uma resposta ao atentado a bomba ocorrido ali no dia 30 de julho – ter sido convocado para aquele horário, percebi que as pessoas começaram a chegar muito antes, pois já havia centenas.
Diante do Instituto, o presidente do PT, Rui Falcão, e o ex-ministro da Saúde e ex-candidato ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, falavam à imprensa e foram extremamente atenciosos com o leitorado deste Blog. Confira, abaixo, as declarações que nos deram.
Mais tarde, conversei detidamente com Padilha e, a convite dele, no fim da tarde fui à sede estadual do PT para falar sobre comunicação pelas redes a algumas dezenas de dirigentes regionais do partido e acabei saindo de lá quase no fim da noite, razão pela qual esta matéria não saiu antes.
Voltando ao ato de apoio a Lula levado à cabo diante do Instituto que leva seu nome, meia hora após a minha chegada já havia quase o triplo de pessoas no local. E continuavam chegando. Calculo que, no total, passaram cerca de três mil pessoas por ali.
Abaixo, um mapa do Google Earth do local da manifestação. A área ocupada pelos manifestantes, delimitada por linhas vermelhas na imagem, tem cerca de 700 metros quadrados, segundo medições que fiz no local. Veja a imagem.
Abraço 5

Como o leitor poderá constatar nos próximos vídeos, as pessoas estavam tão espremidas no local que pode-se dizer que, no mínimo, havia um adensamento de 4 pessoas por metro quadrado. Por essa conta, havia, pelo menos, cerca de 3 mil manifestantes no local.
Abraço 2
O clima festivo e a quantidade de manifestantes sugerem que a disposição para a reação está crescendo entre movimentos sociais e sindicais, além de entre a militância petista.

Devemos nos lembrar de que o ato foi (mal) convocado para um dia útil na hora do almoço. Tivesse ocorrido no fim de semana, é fácil imaginar que haveria um número exponencialmente maior de pessoas no local. Perdi a conta de quantas pessoas me disseram, pelas redes sociais e até no Blog, que não poderiam comparecer porque estariam trabalhando na hora do ato.
Havia um clima de euforia no ar. As pessoas estavam bem-humoradas e pareciam aliviadas ao ver que, apesar da dificuldade de comparecer a um evento daqueles no meio de um dia útil, fora possível reunir um número expressivo de pessoas em um local que não poderia ser mais inadequado a manifestações – o Instituto Lula fica em uma ladeira com pouco espaço na rua, na esquina de uma via expressa de tráfego.

Por volta das 13 horas, chega o presidente Lula. Eu o recebi à porta do veículo que o transportava. Quando saiu, juntamente com dona Mariza, desliguei a câmera, dei-lhe um abraço e sussurrei: “Força, presidente!”. Ele me olhou por alguns segundos, deu-me uma piscada, um sorriso e caiu nos braços da galera, que se aglomerou em torno dele com uma velocidade impressionante.

Enquanto isso, as pessoas continuavam chegando. Lula demorou ao menos uns 15 minutos para caminhar poucos metros entre o carro que o conduzia e a porta do Instituto. Houve uma comoção. As pessoas se espremiam para tentar fotografá-lo. O empurra-empurra que se estabeleceu dificultou a captação de imagens.

Conversando com várias lideranças sindicais e de movimentos sociais presentes, fui informado de que esse foi apenas o primeiro ato de vários que serão feitos nos próximos meses.
No dia 16 de agosto, por exemplo, quando a manifestação fascista pró golpe ocorrer, haverá uma vigília muito maior diante do Instituto Lula. Como será em um fim de semana, é quase certo que 10, até 20 mil pessoas poderão se reunir para proteger o Instituto de algum ataque que os fascistas possam estar planejando.
Outra informação que obtive junto aos diversos movimentos sociais e sindicais presentes é a de que já há um consenso de que haverá que defender a legalidade democrática e, assim, movimentos organizados reagirão por todos os meios possíveis à tentativa de golpe.
Saí do ato de apoio ao presidente Lula com a certeza de que aquele movimento irá crescer juntamente com o ímpeto golpista e antidemocrático de fascistas que querem transformar o Brasil em uma republiqueta bananeira ao tentarem simplesmente anular uma eleição que lhes foi desfavorável. Agora, mais do que nunca, tenho confiança em que os golpistas, os estafetas do atraso NÃO PASSARÃO.
Ta

sábado, 8 de agosto de 2015

MIL PESSOAS JOGAM FLORES NO INSTITUTO LULA, CONTRA O TERROR



Contra bomba, flores no Instituto Lula. E segurança reforçada

Ministros, prefeitos, vereadores, ativistas sociais e dirigentes sindicais estiveram no instituto para um "abraço" em repúdio ao atentado do último dia 30. "Não mexam com ele", afirmam manifestantes
por Vitor Nuzzi, da RBA 
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RICARDO STUCKERT/INSTITUTO LULA
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Cerca de mil pessoas promoveram um abraço simbólico ao Instituto Lula para prestar solidariedade
São Paulo – Movimentos sociais, partidos, centrais sindicais, ministros, prefeitos, vereadores e deputados foram hoje (7) à sede do Instituto Lula, no Ipiranga, zona sul de São Paulo, para um "abraço" em repúdio ao atentado ocorrido na noite de 30 de julho, quando uma bomba foi arremessada em direção ao prédio. Militantes distribuíram flores brancas e vermelhas – uma delas foi parar no buraco provocado pelo artefato. "Não mexam com ele" foi a mensagem mais repetida, além das várias manifestações contra a violência.
Estavam lá três ministros (Aloizio Mercadante, Jaques Wagner e Edinho Silva), os presidentes nacionais do PT, Rui Falcão, e do PCdoB, Renato Rabelo, os prefeitos Luiz Marinho (São Bernardo do Campo) e Carlos Grana (Santo André), além do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ). Outros partidos estavam representados, como o PDT e o PCO. Um cartaz com a imagem de Leonel Brizola foi posta no portão, forrado com mensagens de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que segundo o instituto teve sua segurança pessoal reforçada.
Lula chegou pouco antes das 13h, ao lado de sua mulher, Marisa Letícia Lula da Silva, e passou por uma espécie de "corredor polonês" para conseguir entrar no instituto, escoltado pelo presidente da entidade, Paulo Okamotto. Foi recebido também por Clara Ant, Luiz Dulci e Paulo Vannuchi, diretores do instituto. Pouco depois, ele foi algumas vezes à janela, acima da garagem atingida pela bomba, e lançou flores aos manifestantes.
Não houve exatamente um "abraço". Parte das centenas de manifestantes se posicionou diante do instituto com faixas e bandeiras, gritando palavras de ordem e soltando fumaça vermelha. Muitos assinaram mensagens em uma cartolina. Alguns levaram cravos vermelhos. Pouco antes do meio-dia, horário marcado para o início do ato, uma caixa de som tocava o Hino da Independência. Foram feitas cópias de uma charge da cartunista Laerte, comparando o atentado e o episódio da bolinha de papel jogada em direção ao então candidato José Serra (PSDB), na eleição de 2010, e ironizando a repercussão na mídia. Durante alguns minutos, a rua onde fica o Instituto Lula ficou completamente interditada. Havia carros da Polícia Militar no local, mas não foram registrados incidentes.

Fascismo, golpismo

Para Lindbergh, grupos fascistas estão se organizando pelo país, com o silêncio da oposição. "Não vi o Aécio Neves (presidente do PSDB e senador) falando sobre isso", afirmou o senador.
O presidente do Instituto Lula informou que se reuniu com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e com o secretário estadual da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, para discutir o caso e o andamento das investigações. Okamotto acrescentou que a entidade quer um investigação paralela por parte da Polícia Federal.
Rui Falcão chamou de golpismo a manifestação de setores da oposição por novas eleições. "Tivemos uma eleição, a presidente foi eleita, não há nenhum motivo para isso. Todas essas coisas são insinuações com caráter antidemocrático", declarou. "Demoramos tanto para chegar na democracia, e agora alguns oportunistas, que só pensam em projetos pessoais, tentam interromper o processo democrático. Eleição, agora só em 2018."
O ministro das Comunicações, Edinho Silva, disse que o vice-presidente da República, Michel Temer, não deixará a coordenação política, como se especulou. "O Temer não vai sair, o Temer e fundamental para o governo. Fundamental", declarou Edinho, que ao lado de Mercadante e de Rui Falcão participou de reunião com Lula.
O secretário municipal de Relações Institucionais de São Paulo, o ex-ministro Alexandre Padilha, lembrou que houve recentemente outros dois atentados contra o PT, em Jundiaí, no interior, e no diretório do centro de São Paulo. "É importante encontrar os responsáveis para estancar a violência. Um homem protegido pelo Exército, pela Polícia Federal, não pode passar por isso", acrescentou, referindo-se à Lula. O secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, o ex-senador Eduardo Suplicy, também foi ao ato, juntamente com secretário-adjunto, Rogério Sottili.
"A crise política está em um patamar que é insustentável para o país", afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (CUT), Rafael Marques. "A ameaça que isto (apontando para a porta danificada pela bomba) significa é muito pesada. E não é isolado, Precisa ter resposta", disse o dirigente, para quem políticos com "interesses mesquinhos" alimentam uma disputa do "quanto pior, melhor".
"O nosso recado é: vamos pensar na sociedade brasileira, nos mais pobres, nos que trabalham e fazem o país andar para a frente. Alguns estão armando um cenário insuflado com uma série de artificialismos", criticou, acrescentando que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, neste momento, não demonstra um papel de estadista. "Está pondo gasolina no processo."
Ele destacou a reunião da próxima quinta-feira (13), quando a presidenta Dilma Rousseff receberá representantes dos movimentos sociais. "Queremos fazer uma mobilização pela diálogo e pelo entendimento."
Para o presidente da UGT, Ricardo Patah, a situação política só deverá ficar menos tensa quando houver indícios de melhoras na economia. Quando isso acontecer, acrescentou, quem passará a ser hostilizado serão os que apostam no "quanto pior, melhor". "Chegará a vez deles. Não vão conseguir contaminar o Brasil todo com essa odiosa hostilidade." Também estavam lá o presidente da CTB, Adilson Araújo, e o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, e dirigentes e militantes de entidade como Central de Movimentos Populares (CMP) e União Nacional dos Estudantes (UNE).
http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2015/08/contra-bomba-flores-no-instituto-lula-e-seguranca-reforcada-4906.html

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

VAMOS TODOS ABRAÇAR LULA, CONTRA O TERRORISMO DA DIREITA!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

FALSA PESQUISA DO "PARANÁ" VIRA PIADA, NEM A FOLHA PUBLICA...RSRSRS

Época divulga pesquisa fajuta para beneficiar Aécio


Por Renato Rovai
Alguém já tinha ouvido falar do Instituto Paraná Pesquisas? Pois é, hoje a revista Época divulgou aquela que seria a primeira sondagem do segundo turno dando Aécio Neves oito pontos à frente de Dilma, mas o que subiu nos trending topics do Twitter não foi o resultado, e sim de onde surgiu o instituto.
As referências no Google são escassas, e em geral tratam de pesquisas feitas só no estado do Paraná. No site do TSE, só há duas sondagens nacionais, registradas no dia 3 de outubro. As duas dizem respeito ao segundo turno, uma com a hipótese de uma disputa entre Dilma e Marina e a outra com um cenário de Dilma contra Aécio.
Ficam algumas questões: por que a revista Época contratou um instituto com rasa experiência em sondagens nacionais para ser o primeiro levantamento divulgado no segundo turno? Será que a ideia é preservar um clima de “onda Aécio”, servindo de assunto nas redes sociais? Ou alguém tem dúvidas de que a campanha tucana não está produzindo dezenas de materiais para circular no Twitter e no Facebook passando a impressão de que a candidatura Aécio deslanchou de vez, sendo sua vitória inevitável?
O Miguel do Rosário já cantou uma outra bola nesse post  a respeito do diretor do instituto, Murilo Hidalgo, que seria o escolhido do governador reeleito Beto Richa para dirigir a Celepar, companhia paranaense de TI. Além disso, Miguel também faz o cálculo dos votos obtidos por Dilma no primeiro turno no Nordeste e os projetados pela sondagem. Fazendo as contas, a petista não só não teria herdado nada dos outros candidatos como teria perdido mais de 1 milhão de votos no Nordeste.
A pesquisa já aponta como será a disputa eleitoral no segundo turno. E o PSDB e a mídia tradicional já deram início ao vale-tudo.
http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/10/08/epoca-divulga-pesquisa-fajuta-para-beneficiar-aecio/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"PESQUISADOR" QUE FEZ DESAPARECER MILHÕES DE VOTOS DA DILMA GANHA EMPREGO DO PSDB!

Diretor do Instituto Paraná é nomeado para estatal tucana

Data: quarta-feira, 8 de outubro de 2014 | Horário: 19:55

Murilo Hidalgo, diretor do Instituto Paraná Pesquisas, que acaba de divulgar uma pesquisa para o segundo turno dessas eleições, colocando Aécio Neves com 54% dos votos válidos, contra 46% de Dilma, já está nomeado para integrar o novo governo de Beto Richa.

A informação vazou para o blog do Esmael, há algumas semanas.

Imaginem se fosse o contrário? Se o Vox Populi divulgasse uma pesquisa mostrando a liderança isolada de Dilma poucos dias depois de vazar a informação de que ele seria nomeado para a diretoria de uma estatal do PT?

Hidalgo deverá dirigir a Celepar, companhia de TI do estado do Paraná.

A pesquisa cheira a uma grande farsa, porque dá vantagem a Aécio inclusive entre os mais pobres.

Depois do fiasco das pesquisas nas eleições do primeiro turno, os institutos agora abandonaram todos os escrúpulos no segundo. Em especial este de Hidalgo, novo empregado de Beto Richa.

Veja porque a pesquisa do Instituto Paraná parece fraude.

No primeiro turno, foram registrados 104 milhões de votos válidos.

Dilma obteve 43 milhões de votos. Aécio, 34,9 milhões. 25,8 milhões de votos foram dados a outros candidatos, sobretudo Marina. O Instituto diz que Dilma tem 46% dos votos válidos. Isso corresponderia, então, a 47 milhões de votos.

Ou seja, Dilma teria herdado apenas 4 milhões de votos dos outros.

E Aécio, teria herdado… 21,27 milhões.

É muita cara de pau.

Tem mais.

O instituto dá 55% para Dilma no Nordeste. Isso corresponderia a 16 milhões de votos, num total de 29 milhões de votos válidos na região.

Ora, Dilma teve 17,45 milhões de votos no Nordeste no primeiro turno. Quer dizer que ela, além de não herdar nenhum votinho de Marina, ainda perderia mais de 1 milhão de votos?

Aécio, por sua vez, de uma hora para outra, se tornaria um campeão do Nordeste?

Conta outra! 
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terça-feira, 9 de setembro de 2014

NINGUÉM ACREDITA NA MÍDIA, E DILMA CONTINUA CRESCENDO!