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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ITAÚ DEPENDE DE MARINA PARA SOBREVIVER COMO BANCO FORTE

domingo, 3 de agosto de 2014

AUMENTA PRESSÃO DAS RUAS PELA REFORMA POLÍTICA

Entidades querem forçar reforma política recolhendo 10 milhões de assinaturas

Por Vasconcelo Quadros I iG Brasília 

Com 800 comitês pelo Brasil, entidades mobilizam plebiscito em setembro, com objetivo de impor Constituinte exclusiva

Com a expectativa de levar 10 milhões às urnas na Semana da Pátria – de 1º e 7 de setembro – 350 entidades da sociedade civil pretendem realizar um plebiscito simbólico para convocar uma Constituinte exclusiva, destinada a mudar radicalmente o sistema político atual. Tema periférico nas campanhas dos presidenciáveis, a sempre falada e nunca executada reforma política pode assim finalmente acontecer.
O movimento iniciado por estas entidades conta com mais de 30 mil ativistas empenhados na organização da campanha e cerca de 800 comitês municipais instalados em todos os Estados. A pretensão da mobilização em torno do plebiscito é absorver o espírito das manifestações de junho do ano passado, algo que tem sido esquecido pelos candidatos à Presidência da República.

Futura Press
Pretensão da mobilização do plebiscito é absorver o espírito das manifestações de junho de 2013


A intensão é condensar a vontade de mudança explicitada nas manifestações numa única pauta, que é tornar o sistema político mais representativo. Mais ainda: que ela seja imune à interferência do poder econômico. O ponto central seria então o fim do financiamento privado de campanhas.
Milhares de urnas serão montadas no país inteiro em setembro, durante a consulta popular. Como é necessário explicar à população o que vem a ser a reforma política e sua principal meta, a mobilização será uma campanha dentro da campanha eleitoral.
Um dos idealizadores do plebiscito, o economista João Pedro Stédile, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), diz que o principal objetivo é conseguir mobilizar “um mutirão nacional”, aglutinando todas as organizações populares numa cruzada por mudanças no sistema político. No final, as entidades entregarão um manifesto aos chefes dos três poderes pedindo a Constituinte.
O desafio do movimento, segundo ele, é fazer com que a população perceba que as saídas para problemas – como moradia, educação, transporte público de qualidade, reforma agrária e juros mais baixo – estão diretamente relacionadas com os rumos da política, hoje altamente influenciada pelo poder econômico, que dá as cartas num Congresso com pouca representatividade e em descrédito.
Stédile entende que a ampla maioria dos candidatos está preocupada apenas com a carreira pessoal e, consequentemente, buscando nas empresas os financiadores de sua suas campanhas. “O verdadeiro colégio eleitoral, agora, não é mais resultado das urnas. São as 117 grandes empresas, que financiam 85% de todas as campanhas. A previsão de gastos para 2014 ficará ao redor de R$ 4 bilhões em todo Pais”, afirma.
As entidades acreditam que se a campanha atingir seu objetivo de mobilizar milhões, os políticos eleitos este ano serão pressionados a convocar de um plebiscito oficial para ser realizado já no final do primeiro semestre de 2015, com regras definidas rapidamente. A Constituinte eleita teria, então, um ano para fazer a reforma política. Stédile alerta que se não houver mudanças, o país enfrentará uma grave crise política no ano que vem. “As mobilizações voltarão às ruas, com força ainda maior, e contra os políticos eleitos”, aposta ele.
Lucas Pelissari, porta-voz da Secretaria Operativa Nacional, responsável pela organização do plebiscito, afirma que o movimento está ganhando força e acabará se impondo. “A reforma política pode entrar na agenda dos candidatos como tema central da campanha”, prevê. Embora favorável a mudanças através de um projeto de lei, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também enxergam descrédito na classe política atual e engrossarão a campanha pela reforma.
“Essa eleição está sendo pautada pelo poder econômico e quem for eleito não representará a população”, argumenta Pelissari. Segundo ele, de 2002 para cá, o volume de recursos despejados pela iniciativa privada nas eleições aumentou 400%, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 40%.
http://ultimosegundo.ig.com.br/2014-08-02/esperando-recolher-10-milhoes-de-assinaturas-entidades-querem-forcar-reforma-politica.html

sábado, 19 de julho de 2014

NA BAIXADA FLUMINENSE, AÉCIO REÚNE SÓ 300. E PAGANDO R$ 30,00 POR CABEÇA!!!

Matéria do jornal carioca O DIA, mostra o fracasso da campanha de Aécio Neves (PSDB) na Baixada Fluminense. Morador do elegante Leblon, onde é conhecido pelas noitadas e por fugir do bafômetro quando dirige carros registrados em nome de sua rádio (é crime político ter concessão de rádio, mas ele pode), Aecinho da Poeira se queimou em queimados:


Rio - De olho nos votos da Baixada Fluminense, terceiro maior colégio eleitoral do estado, o presidenciável tucano Aécio Neves deu nesta sexta-feira a largada de sua campanha no Rio, em caminhada por Queimados. Foi o primeiro evento de rua do ‘Aezão’, movimento liderado pelo PMDB que prega o voto no tucano e no governador Luiz Fernando Pezão. 
Mas a festa de largada da campanha tucana não empolgou a população local. Sem Pezão, mas acompanhado do vice dele, Francisco Dornelles (PP), Aécio discursou para cerca de 300 pessoas, que não encheram o estacionamento do restaurante onde foi montado o palco. 
(...)
A maior parte do público era de cabos eleitorais que, segundo apurou O DIA, receberam R$ 30 por quatro horas de trabalho. O presidenciável reclamou da saúde pública, da economia do país....etc.
(...)
Tucano é desconhecido
Candidato, Aécio Neves caminhou pelo calçadão de Queimados e apertou a mão de moradores. “É candidato a prefeito?”, perguntou à reportagem Ribamar Lins do Carmo, 71 anos. 
O aposentado disse nunca ter ouvido falar de “Aézio”, mesmo tendo diante de si as bandeiras partidárias e o carro de som. “Ah, eu só levanto daqui se for para falar com o Lula”, retrucou o aposentado, ao ser informado de que aquele poderia ser o próximo presidente da República. 
Houve também tietes. Uma delas, a diarista Sandra Coutinho, empurrou, se apertou até que conseguiu tirar uma foto com o candidato, para recordação. “Eu vou guardar. Vai que ele é eleito e fica importante”, disse, sem se dar conta de que se tratava de um senador.

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-07-19/aezao-nao-anima-queimados.html

quinta-feira, 29 de maio de 2014

SECRETÁRIO JILMAR TATTO DESMENTE CALÚNIA DO REI DO ESGOTO. VAI PROCESSAR O DIFAMANTE?

Carta ao Blog do Reinaldo Azevedo e a seus leitores
Em relação às postagens dos dias 22, 23 e 24/5, esclareço que as doações feitas pelo meu Comitê Eleitoral de Campanha a deputado federal, em 2010, ao Comitê do então candidato Luiz Moura são públicas, estão rigorosamente em conformidade com a legislação eleitoral vigente e Essas contribuições não são feitas com recursos próprios. A prestação de contas de minha campanha foi feita ao TRE-SP e pode ser consultada por todo cidadão. Inclusive, pode-se verificar que houve transferências e doações de bens, estimáveis em dinheiro, como materiais impressos, a vários candidatos com quem fiz campanhas conjuntas. Da mesma forma, também recebi contribuições, bem como todos os candidatos. O compartilhamento de despesas está amparado pela Res. 23.217 do TSE, de 2/3/2010. Inclusive, este mesmo documento estabelece em seu Art. 17, que “doações realizadas entre candidatos, comitês financeiros e partidos, deverão fazer-se mediante recibo eleitoral e não estão sujeitas aos limites fixados” na mesma resolução. Minha relação com o deputado estadual Luiz Moura, e todos os parlamentares com quem tenho contato, se fez e se faz estritamente no campo político partidário. Portanto, não cabe qualquer outro tipo de interpretação.
Jilmar Tatto
Secretário Municipal de Transportes / Deputado federal (PT) licenciado

sábado, 16 de novembro de 2013

HIPOCRISIA DOS FALSOS ANTI-CORRUPÇÃO

Por que prender Zé Dirceu não vai mudar o Brasil

Ou: é o financiamento público de campanha, estúpido! 
A prisão de uma só pessoa não derruba a corrupção. Isso 
é mentira, um artifício para manipular o eleitor contra o 
PT e encobrir algo muito maior que Dirceu
por Cynara Menezes, do Blog Socialista Morena 
WIKIPEDIA
José_Dirceu.jpg
Não vejo como algo “normal” que 
o PT tenha feito caixa 2 para eleger 
Lula em 2002. Não acho “normal” 
que o PT, partido que cresceu prometendo ser diferente dos de-
mais, tenha agido igualzinho aos 
outros. Sim, acho justo que políti-
cos comecem a pagar por estes 
erros. Mas não, não acho que a prisão de José Dirceu é, como pinta a grande imprensa,
um acontecimento capaz de mudar toda a maneira como se faz política no Brasil. Como 
se a prisão de uma só pessoa fosse uma espécie de derrubada das torres gêmeas da cor-
rupção. Isso é mentira, um artifício para manipular o eleitor contra o PT e encobrir algo
 muito maior que Dirceu.
Escrevo para você, vítima do mau jornalismo de veículos que colocam o ex-ministro da 
Casa Civil de Lula na capa, com ares de demônio, e promovem biografias mal-escritas (leia aqui e aqui) onde Zé Dirceu é pintado como “o maior vilão do Brasil”. Você, que 
se empolga com as manifestações quando elas ganham espaço na mídia, mas não vai a 
fundo nas questões quando passa a modinha. Você, que repete chavões ouvidos no rádio 
e na televisão contra a corrupção, embora ache política um assunto chato e fuja de leitu-
ras mais aprofundadas sobre as razões pelas quais a tal roubalheira existe. Eu vou tentar
 te explicar.
Zé Dirceu e os “mensaleiros”, ao contrário do que estes órgãos de desinformação ten-
tam 
lhe convencer, não são a causa da corrupção na política, mas a consequência dela. Infeliz-
mente, no Brasil, para eleger um político é preciso ter dinheiro, muito dinheiro. E é pre-
ciso fazer alianças com Deus e o Diabo. Não foi Zé Dirceu que inventou isso, é a forma 
como a política é feita no País que leva a essa situação.
As campanhas são financiadas com dinheiro de empresas, bancos, construtoras. Você 
daria milhões a um político? E se desse, não ia querer nada em troca? Para você ter uma 
ideia de como são as coisas, o verdadeiro erro do PT neste episódio foi não declarar, 
nas prestações de contas eleitorais, que estava dando dinheiro para outro partido. Decla-
rando, dar dinheiro a outro partido é perfeitamente legal, imagine!
Nenhum destes órgãos de imprensa que crucificam Dirceu foi capaz de explicar para 
seus leitores que só o financiamento público de campanha poderia interromper este 
círculo vicioso em que entrou a política nacional desde a volta da democracia: rios de 
dinheiro saem de instituições privadas para todos os candidatos durante as eleições.
Em 2010, a candidata vencedora Dilma Rousseff, do PT, arrecadou 148,8 milhões de
reais de construtoras, bancos, frigoríficos, empresas de cimento, siderurgia. O candi-
dato derrotado José Serra, do PSDB, arrecadou 120 milhões de reais também de ban-
cos, fabricantes de bebidas, concessionárias de energia elétrica.
Quem, em sã consciência, acredita que um político possa governar de maneira indepen-
dente se está financeiramente atrelado aos maiores grupos econômicos do País, em 
todos os setores? Muitos especialistas defendem que esteja nessa promiscuidade da 
política com o capital privado a origem da corrupção. Eu concordo. Não existe almoço 
grátis. Só um ingênuo poderia achar que estas empresas, ao doarem milhões a um can-
didato, não intencionam se beneficiar de alguma forma dos governos que ajudam a ele-
ger. Prender José Dirceu não vai mudar esta realidade.
Se, na próxima semana, o ministro Joaquim Barbosa decretar a prisão imediata dos “mensaleiros” e isto fizer você pular de alegria, lembre-se do velho ditado: “alegria de 
pobre dura pouco”. Enquanto José Dirceu estiver na cadeia, pagando, justa ou injusta-
mente, pelos erros da política nacional, as mesmas coisas pelas quais ele foi condena-
do estarão acontecendo aqui fora. A prática nefasta do caixa 2, por exemplo, não vai 
presa junto com Dirceu. As negociatas no Congresso não vão para detrás das grades. 
As alianças com o conservadorismo, com o agronegócio, com as empreiteiras, conti-
nuarão livres, leves e soltas.
Sem uma reforma profunda, todos os males da política continuarão a existir no Brasil 
a despeito da prisão de Dirceu ou de quem quer que seja. Leia o noticiário, veja se a re-
forma, a despeito das promessas após as manifestações de junho, está bem encaminhada. 
Que nada! Ao contrário: o financiamento público de campanha foi o primeiro item da 
reforma política a ser escamoteado pelos congressistas.
Não interessa aos políticos que o financiamento privado acabe – e, não sei exatamente 
por que, tampouco interessa à grande imprensa. Nem um só jornal defende outra forma 
de financiar a política a não ser a que existe hoje, bancada pelo dinheiro das mesmas 
empresas que irão lucrar com os governos. Uma corrupção em si mesma.
O financiamento público de campanha poderia reduzir, por exemplo, os gastos milioná-
rios dos candidatos em superproduções para aparecerem atraentes ao público no horário gratuito de televisão, como se fizessem parte da programação habitual do canal. Político 
não é astro de TV. O correto seria que eles aparecessem tal como são, sem maquiagem. 
Sem tanto dinheiro rolando, também acabaria um hábito nefasto que até o PT incorporou 
nas últimas campanhas: pagar cabos eleitorais para agitarem bandeiras nos semáforos. 
Triste da política e dos políticos quando precisam trocar o afeto de uma militância genuína 
por desempregados em busca de um trocado.
Sinto dizer a você, mas a única diferença que haverá para a política nacional quando José Dirceu for preso é que ele estará preso. Nada mais. E sinto muito destruir outra ilusão sua, 
mas tampouco mudará a política brasileira a morte de José Sarney, que vejo muita gente 
por aí comemorando por antecipação. O buraco é mais embaixo e muito mais profundo. 
Eu pessoalmente trocaria a morte de Sarney e a prisão de Dirceu por um Brasil que sou-
besse escolher melhor seus representantes. E fosse capaz, neste momento, de lutar pelo 
que de fato pode revolucionar a política: o financiamento público de campanha. Alguém 
está disposto ou a prisão de Zé Dirceu basta?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CAMPANHAS MAIS BARATAS, SÓ COM FINANCIAMENTO PÚBLICO

Do sítio da revista Caros Amigos:


Financiamento público fortalece a democracia e democratiza a política

Por Henrique Fontana



Vivemos um momento da sociedade brasileira em que a democracia está cada vez mais forte. Podemos dizer com orgulho que uma sociedade que saiu da ditadura militar há poucas décadas tem conseguido trazer os conflitos de interesse para a arena institucional, ampliando a capacidade de representação, incluindo cada vez mais setores historicamente alijados do poder. Encontrar os caminhos para fortalecer e legitimar a política no Brasil é fundamental para que continuemos este processo.

A política brasileira tem sido com muita frequência associada a casos de corrupção. O canal eleitoral, sem o qual a maioria da população dificilmente consegue fazer valer seus interesses, parece sob constante suspeita de servir mais para promover compromissos obscuros do que o interesse público. Parece-nos que encontrar formas de diminuir a possibilidade de relações escusas entre interesses privados e representantes políticos é dar um passo seguro no fortalecimento dos canais de representação. Por isto, estamos propondo que a Comissão de Reforma Política enfrente o problema de mudar a legislação sobre o financiamento das campanhas eleitorais.

É fato conhecido, por qualquer pessoa que tenha dedicado algum tempo a analisar as campanhas eleitorais, no mundo inteiro, que os problemas de financiamento são generalizados e observados em praticamente todos os países. As empresas e grandes corporações sempre procuram os meios de influir na política, e é no financiamento das campanhas que encontram o calcanhar de Aquiles dos políticos. Nas últimas décadas, os problemas parecem ter se agravado. Houve uma clara escalada dos gastos de campanha – da década de 1970 para cá, os aumentos foram gigantescos. Veja os números recentes da campanha para deputado federal em todo o Brasil: em 2002, foram gastos R$ 191 milhões; em 2006, foram R$ 439 milhões; e em 2010 os custos pularam para R$ 926 milhões. Se essa escalada continuar, onde chegaremos em 4 ou 8 anos? 

E os dados mostram, ainda, que o volume de gastos nas campanhas é decisivo para a capacidade de obter sucesso e se eleger: dentre os 513 eleitos em 2010 para a Câmara, por exemplo, 369 estão entre os candidatos que mais gastaram, segundo as prestações de conta ao TSE. Os eleitos gastaram em média doze vezes mais do que o restante dos candidatos.

É claro que é possível fazer campanhas no sistema atual de maneira digna e honrada, mas o financiamento privado, especialmente quando feito por empresas, mesmo de forma transparente e legal, mantém sempre acesa a chama da suspeita de que a fatura será cobrada e os interesses privados se sobreporão ao interesse público. Esta situação repercute também para o lado das empresas, cada vez mais resistentes a se expor a este tipo de ilações.

Financiar as campanhas eleitorais com os recursos públicos nos parece ser a melhor maneira de enfrentar este quadro.

Em primeiro lugar, porque possibilita um financiamento livre de interesses outros que não sejam os legítimos interesses de representação política. Pela nossa proposta, o financiamento pelo Estado será definido por critérios claros e transparentes, vinculados à força dos partidos junto à sociedade.

Em segundo lugar, porque permite aumentar a participação política de setores hoje mal representados, possibilitando que se tornem competitivos candidatos que hoje não têm acesso a recursos. A redução da influência do poder econômico permite assim aumentar a representatividade do sistema político.

Dentre as objeções mais comuns que temos ouvido sobre o financiamento público encontra-se a de que o sistema não impede a burla, e que o caixa 2 e as fraudes continuarão. As ilegalidades se apresentam em todas as atividades reguladas por lei, por isso o projeto prevê a criminalização pelo desvio de recursos e arrecadação ilícita (caixa 2), além de outras sanções eleitorais e administrativas.

Os recursos seriam definidos pela Justiça Eleitoral, responsável também pela gestão do futuro fundo para financiamento das campanhas, e distribuídos aos comitês financeiros das candidaturas, de forma qu,e desde o início da campanha, qualquer eleitor possa saber quanto e como estão sendo gastos os recursos. O financiamento público gerará assim campanhas mais baratas, com um teto de gastos estabelecido e fiscalizável. O aumento da transparência e da possibilidade de controle dos gastos são evidentes.



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