Mostrando postagens com marcador Ucrânia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ucrânia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de julho de 2014

AVANÇOS DOS BRICS TÊM IMPACTO NA GEOPOLÍTICA MUNDIAL

Brics, novo fator de mudança 

política e econômica no mundo

O Brasil sediou nos dias 15 e 16 de julho um dos mais importantes eventos 
da vida econômica e geopolítica do mundo – a 6ª Cúpula do Brics, 
agrupamento que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Simbolicamente, o conclave se realizou na bela e aprazível Fortaleza, no 

Nordeste do país, uma das regiões que mais se desenvolve, com grandiosos 
projetos de industrialização, soerguimento de infraestrutura e combate à 
pobreza.

Sob o lema “Crescimento inclusivo: Soluções sustentáveis”, a reunião de 

Fortaleza inaugurou o segundo ciclo de Cúpulas do Brics enfrentando dois 
dos mais sentidos problemas do desenvolvimento contemporâneo, em 
consonância com as políticas econômicas e sociais dos governos dos cinco 
países. O imperativo – diz a Declaração de Fortaleza, um alentado documento 
de 72 itens que incorpora um ambicioso plano de ação – é enfrentar os desafios 
postos pela necessidade de alcançar simultaneamente crescimento, inclusão, 
proteção e preservação.

A importância da reunião de Fortaleza reside em que consolida um agrupamento 

de países dispostos a cooperar entre si e com outros países no sentido de mudar 
o sistema político e econômico-financeiro internacional, com iniciativas multilaterais, 
sempre comprometidas com o direito internacional, com a defesa da paz mundial, 
da estabilidade econômica, a inclusão social, o desenvolvimento sustentável e a 
cooperação mutuamente benéfica com todos os países.

Paz, segurança, desenvolvimento, cooperação, democratização das relações 

internacionais, oposição ao hegemonismo e às políticas de guerra, e esforços 
pelo progresso social tornaram-se assim conceitos que sintetizam o espírito 
prevalecente no Brics e se converteram em seus objetivos permanentes.

Tais objetivos se concretizam com o posicionamento claro em favor da solução 

pacífica dos conflitos internacionais, do exercício de um papel renovado das 
Nações Unidas, da reforma do Conselho de Segurança e outras instituições 
internacionais. Ressalte-se nesse sentido, o combate à intervenção estrangeira
 na Síria, a busca de uma solução justa, abrangente e duradoura do conflito 
árabe-israelense, com base no marco jurídico internacional universalmente 
reconhecido, incluindo resoluções relevantes das Nações Unidas, a luta para 
o estabelecimento, no Oriente Médio, de uma zona livre de armas nucleares e 
de todas as outras armas de destruição em massa, o apoio ao diálogo 
abrangente na Ucrânia, o combate à política de sanções.

No plano econômico, a Cúpula do Brics deu um passo gigantesco nos esforços 

para mudar a arquitetura financeira mundial e fomentar o desenvolvimento das 
nações emergentes, com a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, cujo 
propósito principal é mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e 
desenvolvimento sustentável nos Brics e em outras economias emergentes e 
em desenvolvimento. É uma forma inovadora de enfrentar as restrições de 
financiamento e o papel deletério do Fundo Monetário Internacional e outras 
instituições financeiras controladas pelas potências imperialistas. 
Complementarmente a essa iniciativa, a Cúpula do Brics anunciou também a 
criação do Arranjo Contingente de Reservas com finalidades preventivas de 
crises financeiras e para contrapor-se a pressões por liquidez de curto prazo, 
uma forma também inovadora de fortalecer a rede de segurança financeira e 
promover maior cooperação entre os Brics.

A Cúpula do Brics é fato revelador de que o mundo vive um novo momento de 

transição, com o surgimento nos planos econômico e geopolítico de novas 
formas de resistência ao mundo unipolar dominado pelo imperialismo. Um fator 
novo a agregar força à luta dos povos e nações por soberania, justiça, paz, 
desenvolvimento econômico e progresso social.

http://vermelho.org.br/editorial.php?id_editorial=1380&id_secao=16

    sábado, 12 de abril de 2014

    É DEMAIS: ESTADÃO ACREDITOU EM GOLFINHOS DE FUZIL!!!

    'Golfinhos assassinos' da Ucrânia estão à solta

    13 de março de 2013 | 10h 14

    O Estado de S.Paulo
    Três golfinhos treinados pelas forças especiais da Ucrânia para desarmar minas e assassinar mergulhadores inimigos fugiram da base naval de Sebastopol. Em suas missões, os amáveis cetáceos carregam facas e armas de fogo - não está claro se os "fugitivos" estavam com o armamento. Os golfinhos teriam saído a procura de pares para acasalar.

    CORREÇÃO:notícia sobre golfinhos na Ucrânia era falsa

    14 de março de 2013 | 16h 17

    Diferentemente do que foi publicado na edição de 13/03/2013 da coluna Websfera, na nota “Golfinhos assassinos estão à solta na Ucrânia”, com base em uma notícia da agência russa Ria Novosti, os animais não escaparam de um aquário do Exército ucraniano. Segundo o Ministério da Defesa do país, os golfinhos não fugiram, nem são “assassinos”.  A agência admitiu ter divulgado a notícia com base em boatos repercutidos pela imprensa ucraniana.  

    terça-feira, 11 de março de 2014

    TRÊS PAÍSES ESTÃO SOB ATAQUES GOLPISTAS DOS EUA

    EM CRISE, CAPITALISMO SEMPRE APELA AO FASCISMO

    O NINHO DA SERPENTE


    Mauro Santayana


    Há um velho ditado que reza que, toda vez que o capitalismo se vê ameaçado, ele sai para passear com o fascismo.

    Como um skinhead e seus pit-bulls, que pode ser por eles atacado, depois de tentar prendê-los à força no canil, ao voltar para casa, bêbado drogado, a Europa mostra que não aprendeu nada com as notícias dos jornais, nem com as lições do passado.

    Dirigentes europeus – e norte-americanos – tiram fotos, sorridentes, ao lado dos líderes do Partido Svoboda ucraniano, que podem ser vistos, em outras fotos, recentes, discursando em tribunas nazistas e saudando com a palma da mão levantada.

    A cruz celta, símbolo da supremacia branca, as suásticas, os três dedos que lembram o tridente tradicional usado pelos neofascistas ucranianos, os raios assassinos das SS nazistas, destacam-se nas bandeiras e braçadeiras portadas pela multidão, na qual desfilam, triunfantes, membros das 22 organizações neonazistas que existem no país, que, segundo analistas locais, são muito mais radicais que o “Svoboda”.          

    As notícias que vem de Kiev dão conta de que há indícios de que os atiradores que mataram manifestantes durante os protestos, antes do golpe, teriam sido contratados pelos próprios neonazistas para fazê-lo. Sinagogas têm sido incendiadas nos úlimos meses, professores e estudantes de Yeshivas – assim como estrangeiros e homossexuais – têm sido insultados e espancados pelas ruas.

    Na Ucrânia atual o anti-semitismo é tão forte, que nos últimos 20 anos, depois da derrocada da União Soviética – que sempre protegeu os judeus como etnia – 80% dos 500.000 hebreus que viviam no país o abandonaram, desde 1989, em um êxodo sem precedentes no pós-guerra. Hoje, em uma população mais de 44 milhões de habitantes, há menos de 70.000 judeus ucranianos.  

    Se a situação é ameaçadora para a população judaica, é ainda pior para os cerca de 120.000 a 400.000 ciganos que vivem na Ucrânia, uma minoria que não conta com recursos para deixar o país, nem com um destino, como Israel, que os possa receber.

    Com a desmobilização da polícia e do exército, e sua substituição por brigadas paramilitares compostas de vândalos e arruaceiros, os neonazistas têm circulado livremente pelos bairros ciganos da periferia de Kiev e de cidades do interior do país, insultando e agredindo. impunemente, qualquer homem, mulher, criança, idoso, que encontrem pela frente.

    Não é preciso lembrar que os roms, assim como os judeus, foram torturados e  mortos – seis milhões de judeus e um milhão de ciganos, pelo menos – nos campos de concentração e de extermínio nazistas, a maioria deles pelas  mãos de voluntários ucranianos, que serviam de “guarda” auxiliar para os alemães, em lugares como Treblinka, Auschwitz e Sobibor.

    Os nazistas ucranianos não apenas forneceram  assassinos e torturadores para o holocausto – e a eliminação de prisioneiros políticos e de homossexuais – mas também lutaram ao lado dos alemães, por meio da sua famigerada Legião Ucraniana de Autodefesa e da Divisão SS  Galitzia, contra os russos, na Segunda Guerra Mundial.

    Longe de renegar esse passado, do qual toma parte o extermínio da própria população ucraniana – em Baby Yar, uma ravina perto de Kiev, foram massacrados, com a ajuda de soldados e policiais ucranianos, 150.000 mil civis, entre  ciganos, comunistas, e judeus ucranianos, 33.700   deles apenas nos dias 29 e 30 de setembro de 1941 – a direita ucraniana o venera e honra.

    No dia primeiro de agosto de 2013, com a presença de um padre ortodoxo, dezenas de pessoas vestindo uniformes da Waffen SS, em meio a uma profusão de bandeiras ucranianas e de suásticas, se encontraram na cidade de Chervone, na Ucrânia, para honrar o “sacrifício” dos “heróis” ucranianos da Divisão SS Galitzia.

    Os nazistas ucranianos não foram os únicos a combater, ao lado de Hitler, contra a União Soviética e a colaborar no extermínio de judeus e ciganos e da sua própria população.

    O massacre de Odessa, também na Ucrânia, de outubro de 1941, no qual morreram 50.000 judeus, foi cometido, sob “organização” alemã, por tropas do exército romeno, um dos diversos países  que participaram, como aliados do nazismo, da invasão da URSS na Segunda Guerra Mundial.

    Entre elas, estavam, além da Itália, da Espanha e da Romênia, Bulgária, Hungria e Eslováquia, países não por acaso colocados – para que isso não viesse a acontecer de novo – sob a esfera de influência soviética, após o fim do conflito.          

    Engrossada pela deterioração do estado de bem-estar social, a crise econômica, o desemprego e a pressão migratória – criada em boa parte pela própria Europa com o incentivo ao terrível pesadelo da “Primavera Árabe” – a baba do racismo, do ódio contra os ciganos e os árabes, do  antissemitismo e do anticomunismo mais arcaico e bestial, espalha-se como peste seguindo o curso de grandes rios como o Dnieper e o Danúbio, criando uma sopa densa e corrosiva, apropriada para alimentar as ovas – nunca totalmente inertes – da serpente nazista.

    Fruto de uma nação multiétnica, que estabelece seu passado e seu futuro na diversidade universal de sua gente, nenhum brasileiro pode ficar ao lado dos golpistas neofascistas ucranianos.

    Não é possível fazê-lo, não apenas pelo senso comum de não apoiar uma gente que odeia e despreza tudo o que somos.

    Mas, também, porque não podemos desonrar o sangue e a memória daqueles cujos ossos descansaram no solo sagrado de Pistóia.

    De quem, em lugares como Monte Castelo e Fornovo di Taro – onde derrotamos, em um único dia, a 148 Divisão Wermacht e a Divisão Bersaglieri Itália, obtendo a rendição incondicional de dois generais e de milhares de prisioneiros – combateu,  com a FEB, o bom combate.

    Dos soldados e aviadores que, com a força e a determinação de 25.700 corações brasileiros, ajudaram a derrotar, naquele momento, a serpente hitleriana.    

    No afã de prejudicar e sitiar a Rússia, criando problemas à sua volta, em países que já a atacaram no passado, o que a UE não entendeu, ainda, é que o que está em jogo na Ucrânia não é o apenas o futuro do maior país europeu em extensão territorial, nem mesmo o de Putin, mas o da própria Europa.

    Até agora, o neonazismo se ressentia de um território grande e simbólico o suficiente, do ponto de vista de uma forte ligação com o anticomunismo e com o nacional-socialismo, no passado, para servir de estuário para o ressentimento e as frustrações de um continente decadente e nostálgico das glórias perdidas, que nunca se sentiu realmente distante, ou decididamente oposto, ao fascismo.

    Faltava um lugar, um santuário, onde se pudesse perseguir o mais fraco, o diferente, impunemente. Um front ideológico e militar para onde pudessem convergir – como voluntários ou simpatizantes – militantes da supremacia branca de todo o mundo.

    Um laboratório para a criação de um novo estado, com leis, estrutura e ideologia semelhantes às que imperavam na Alemanha há 70 anos.     

    Se, como tudo indica, os neonazistas se encastelarem no poder em Kiev, por meio de eleições fraudadas, ou da consolidação de um golpe de estado desfechado contra um governante eleito, o ninho da serpente poderá renascer, agora, no conflagrado território ucraniano.
    http://www.conversaafiada.com.br/politica/2014/03/10/santayana-ameacado-capitalismo-passeia-com-o-fascismo/

    terça-feira, 4 de março de 2014

    CHINA AVISA, SE EUA INVADIR A UCRÁNIA PAGARÁ SUAS DÍVIDAS EM OURO!

    China amenaza a EEUU con sanciones económicas si continúa con la misma postura con respecto a Ucrania

    Hace 12 horas
     14
    Captura de pantalla 2014-03-03 a la(s) 21.37.45
    • China amenaza a los EEUU con exigir el pago de sus obligaciones de deuda en oro si mantiene la misma actitud beligerante contra Rusia y el papel que la misma está desarrollando en Ucrania.

    • Además, varios líderes del gobierno chino han mantenido conversaciones con Turquía, y han llegado al acuerdo con la nación islámica de no permitir el paso de barcos de la OTAN a través del estrecho del Bósforo en Estambul.

    • http://www.larepublica.es/2014/03/china-amenaza-a-eeuu-con-sanciones-economicas-si-continua-con-la-misma-postura-con-respecto-a-ucrania/

    domingo, 23 de fevereiro de 2014

    GILSON CARONI ENSINA JOVEM SOBRE GOLPE NA UCRÂNIA. E NO BRASIL...

    Por Gilson Caroni Filho, no facebook:

    Ao ler que o presidente ucraniano foi deposto, um jovem escreveu em sua página: " o povo pode tudo". Talvez ele não saiba que o que aconteceu na Ucrânia foi um golpe de Estado, contando com milícias fascistas, extremistas chechenos e patrocínio aberto dos EUA para isolar a Rússia. 

    Tenho lido análises corretíssimas de quadros políticos do PSOL, do PSTU, do PCB ,além de outras siglas de pequena base política, sobre o golpe que se está em andamento na Venezuela. Estão certíssimos ao dizer que as manifestações nas ruas são golpistas. E são precisos ao assinalar o papel da mídia privada venezuelana na arquitetura desse retrocesso.

    O interessante é que fingem ignorar o que ocorre no Brasil. Aqui, Black Blocs são vistos como tática de um grupo da juventude que vive " uma crise de representação". Os que vão à rua para gritar " não vai ter Copa" apenas expressam sua insatisfação com emprego de verbas públicas que poderiam ir para ensino e educação. Seria fácil desmontar essa falácia, mas não o fazem. Por que? Será que não perceberam que o alvo das articulações estadunidenses não é apenas o governo Maduro, mas a América Latina?

    Será que não aprenderam porra nenhuma com 1964? Será que não veem as barbaridades cometidas no julgamento da Ação Penal 470 por um STF tocando a música da grande imprensa? Inocência, esquizofrenia política ou oportunismo? Alguém precisa pegar a capa de " O Globo ", de cinco décadas atrás, e recortar a foto de página inteira com milhares de pessoas que participaram da triste " Marcha da Família com Deus e pela Liberdade".

    Em seguida, pegar as fotos que o mesmo jornal vem publicando de presos e torturados à época, num regime totalmente apoiado pelas famílias que controlam a grande imprensa no Brasil. Feito isso, esfregar na cara do jovem extasiado com as imagens que são transmitidas da Ucrânia, e perguntar:" o povo pode tudo, seu babaca?" Vamos fazer isso? Ou a indignação de vocês só existe quando a vítima é o Eduardo Freixo?

    Minha paciência começa a se esgotar. Se você não gostou do que está escrito, não venha com comentários agressivos. Nunca me manifestei nas barbaridades que você escreve. Deleto sem qualquer problema. Um bom domingo.