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quinta-feira, 30 de julho de 2015

VEJA FALSIFICOU OU COMPROU OS DADOS BANCÁRIOS DE ROMÁRIO?

Quem falsificou os extratos de Romário? A Veja, o MP, a PF?


 Fernando Brito
extratoromario
Gravíssima, apesar da ironia com que Romário a está tratando, esta situação criada pela denúncia da revista Veja de que o senador tinha uma conta oculta com R$ 7,5 milhões em Genebra, na Suíça.De lá, Romário informa que, reunido com advogados do Banco BSI, foi informado que os extratos apresentados pela revista “são falsos”.
Se são, quem os falsificou?
A revista, que o publicou?
O Ministério Público, em posse de quem a Veja diz estar o extrato reproduzido por ela?
A Polícia Federal? A Interpol?
São dois crimes: a falsificação de documento e a denunciação falsa de crime, pois seria crime manter conta no exterior, não declarada.
Romário diz, segundo o  Estadão,  que até amanhã apresenta documentos do banco provando a falsidade dos extratos.
Espera-se que o Ministério Público abra imediato inquérito sobre a falsificação.
E não se alegue “sigilo de fonte” para que a revista se recuse a dizer quem forneceu aquilo que ela publicou.
Não é fonte ou informante quem falsifica documentos para atingir criminalmente a terceiros, mas bandido.
Sobretudo e principalmente se for mesmo alguém do Ministério Público ou da Polícia Federal.
Aí é bandido de alta periculosidade.
Do tipo dos que a Veja gosta de ter como amigos.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=28576

segunda-feira, 27 de julho de 2015

COLLOR RECEBE 1 MILHÃO POR CALÚNIA DA VEJA. E LULA, RECEBERÁ UNS 20 MILHÕES?

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O GLOBO MENTIU SOBRE A PETROBRÁS. OU CORRIGE OU PAGARÁ INDENIZAÇÃO MILIONÁRIA

Batata de 'O Globo' assa com manchete falsa. Jurídico da Petrobras precisa ir pra cima.


O jornalão "O Globo" impresso de madrugada e que foi para as bancas estampou a manchete falsa: "Escândalo de Pasadena: Auditoria descobre saque de US$ 10 milhões sem registro".

É falsa porque registro é posterior ao próprio saque, e a reportagem descreve outra coisa.

Saque sem registro é sinônimo de desfalque ou de caixa dois ou algo parecido. Uma acusação gravíssima, que o próprio texto da reportagem desmente.

Horas depois, o jornalão deve ter sentido que pesou a mão ao fazer campanha política demotucana e já suavizou o título no site na internet para evitar processos. A Manchete passou a ser "Auditoria mostra que US$ 10 milhões saíram de conta de Pasadena com autorização verbal".

Autorização verbal de um saque nada tem a ver com "sem registro". Com certeza há registros contábeis e financeiros nos próprios extratos. 

Até você pode autorizar verbalmente um resgate no seu banco da poupança para a conta corrente por telefone, e ele estará registrado em seu extrato.

Aí vamos ao texto da reportagem e encontramos essa pérola:
O pente-fino da Gerência de Auditoria de Abastecimento da Petrobrasrevelou a existência de um saque de US$ 10 milhões em 5 de fevereiro de 2010, sem documento que o autorizasse.
(...)
relatório de auditoria sobre o estoque de óleo é o R-1111/2010, elaborado pela Gerência de Auditoria de Abastecimento, com data de 29 de março de 2011. O episódio do saque está descrito no item 3: “Falta de autorização documental para saque em corretora”. Os US$ 10 milhões foram retirados da conta da refinaria numa corretora, a MF Global, que entrou com pedido de falência em 2011.
Vamos desenhar:

5-fev-2010: O financeiro da refinaria manda resgatar uma aplicação do dinheiro da empresa aplicado em uma Corretora de Valores (instituição financeira regulamentada). A ordem foi verbal. Não tenho acesso aos documentos, mas aposto que o tal saque foi uma transferência de fundos da Corretora para uma conta bancária (ou semelhante) da Refinaria. Pois não tem como sumir com US$ 10 milhões nos Estados Unidos sem receber uma visita da Receita Federal e do FBI de lá.

2011: A tal corretora MF Global foi à falência. Ou seja, se a Refinaria não tivesse resgatado a aplicação, aí sim os US$ 10 milhões teriam ido para o vinagre e seria motivo para abrir uma investigação seríssima. Quem mandou resgatar, pelo menos pelo que descreve a reportagem, fez a coisa certa.

O que a auditoria diz, segundo a reportagem, é apenas que
“A falta de documentação prejudica o controle e acompanhamento de transações (...) A autorização verbal, conforme informação da unidade, não encontra amparo em norma interna nem nas boas práticas de controle interno”.
.
Os auditores recomendam, então, que a gestão da refinaria de Pasadena passe a formalizar e arquivar a documentação referente aos saques feitos em contas mantidas em corretoras. Conforme a resposta da PRSI, incluída no relatório, ficou acordado com a área financeira que não haveria mais “nenhuma autorização de pagamento ou movimentação financeira de forma verbal”.
Segundo a própria reportagem, não há qualquer menção a desvio de dinheiro, nem desfalque, nem nada parecido. Só reclama da falta de documentar por escrito as autorizações de resgate de aplicações em corretoras. Em nenhum momento fala que tais saques não aparecem nos extratos. E, com certeza, estão nos registros contábeis, senão a auditoria teria que apontar isso. Aliás se o "saque" não estivesse nos registros contábeis e financeiros, a auditoria nem saberia que houve o saque. Primeiro daria falta do dinheiro no saldo da empresa.

O Globo está apenas criando factóides sem importância nenhuma e dando assunto para a oposição seguir na estratégia eleitoral de "sangramento" da presidenta Dilma.

Na verdade, para o leitor que não é tolo, a leitura da reportagem é a seguinte: o Globo teve acesso a uma auditoria de 29 de março de 2011, procurou, procurou e não encontrou nada que mereça atenção.

O tratamento que a imprensa vem dando a Petrobras já ultrapassou os limites políticos. A Petrobras é uma empresa estatal mista, que também tem ações negociadas no mercado, tem uma marca de 60 anos a zelar, e uma gestão técnica tem obrigação de acionar o Departamento Jurídico para exigir direito de resposta exemplar diante de difamações e molecagens. Conforme o caso, cabe também processo de indenização.

Vê se esses jornalões e TV's fazem molecagem com marcas famosas de refrigerantes, de cerveja, de carros, de bancos privados quando há alguma notícia negativa sobre estas empresas. Tomam o maior cuidado, isso quando falam alguma coisa. É porque sabem que falar sem provar provoca indenizações milionárias por danos e outras sanções civis e criminais. Pois a Petrobras tem agir como estas outras empresas.

Outras molecagens jornalísticas:

No subtítulo, a denúncia do doleiro Youssef e mais seis não teve ligação com a Petrobrase muito menos com Pasadena para estar ali como subtítulo. O mesmo ocorre com o deputado André Vargas. Nem nos grampos divulgados tem qualquer menção à qualquer coisa envolvendo a Petrobras, pelo menos até agora.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/04/batata-de-o-globo-assa-com-manchete.html

sexta-feira, 14 de março de 2014

JORNALISTA NÃO É LIVRE PRÁ OFENDER: NOBLAT CONDENADO

Noblat terá que indenizar Renan Calheiros, por danos morais

qui, 13/03/2014 - 12:08 - Atualizado em 13/03/2014 - 12:14

Jornal GGN – O jornalista Ricardo Noblat deverá pagar ao senador Renan Calheiros, a título de reparação de danos morais, a quantia de R$ 50 mil. A penalidade foi imposta na apreciação de notícias veiculadas no blog do Noblat, em que se refere ao senador como “mentiroso, patife, corrupto, pervertido”, entre outros xingamentos. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Renan Calheiros sustentou, na ação, que sua honra foi abalada pelo modo como o jornalista a ele se referia em seu blog, afirmando que ele mentiu em discurso proferido no Senado, que omitiu bens à Receita Federal, que usou “laranja” para compra de veículos de comunicação, que simulou tomada de empréstimos e beneficiou empresa de lobista.
Na contestação, Noblat alegou inexistência de “qualquer ofensa ou inverdade nas matérias publicadas, , uma vez que os fatos narrados foram amplamente divulgados por toda a imprensa nacional, bem como investigados pela Polícia Federal”, não havendo, portanto, danos passíveis de compensação.
Entendimento de primeiro grau
No entendimento do juiz de primeiro grau, a sentença versava de que não havia sido demonstrada intenção de ofender ou injuriar, nem mesmo evidenciado excesso culposo a partir da análise das publicações veiculadas no blog.  Dizia  sentença que “não há que se falar em indenização por danos morais, pois o homem público está sujeito a críticas, porquanto inerentes ao sistema democrático, necessárias ao aperfeiçoamento das instituições”. 
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) acatou e manteve a sentença, entendendo que “os conteúdos disponibilizados pelo apelado (Noblat) em seu blog eram de conhecimento público e se basearam em diversos outros meios de comunicação que, em meados de 2007, deram ampla cobertura aos fatos”. 
A defesa de Calheiros afirmou, no STJ, que houve claro abuso do direito de informação e ofensa à sua honra no uso das expressões “patife, corrupto, pervertido, depravado, velhaco, pusilânime, covarde”, e também quando o jornalista afirmou que o senador teria “superado seus próprios recordes de canalhices”. A defesa ainda argumentou que a condição de Calheiros, como homem público, não justifica o uso de expressões altamente ofensivas.
Abuso 

Em seu voto, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, afirmou que, em se tratando de questões políticas e de pessoa pública, como um senador da República, é natural que haja exposição à opinião e à crítica dos cidadãos e da imprensa. Entretanto, “não se pode tolerar que essa crítica desvie para ofensas pessoais”.

Ressaltou também que, mesmo que Noblat, em seu blog, tenha sido “diligente na divulgação das informações sobre as investigações em andamento, “ao proferir xingamentos à pessoa do senador, acabou ultrapassando a linha tênue existente entre a liberdade de expressão e a ofensa aos direitos da personalidade de outrem”.

“O exercício da crítica, bem como o direito à liberdade de expressão, não pode ser usado como pretexto para atos irresponsáveis, como os xingamentos, porque isso pode implicar mácula de difícil reparação à imagem de outras pessoas – o que é agravado para aquelas que têm pretensões políticas, que, para terem sucesso nas urnas, dependem da boa imagem pública perante seus eleitores”, disse a ministra Andrighi.

E continuou: “Ao contrário do que entenderam o juízo de primeiro grau e o tribunal de origem, convém não esquecer que pessoas públicas e notórias não deixam, só por isso, de ter o resguardo de direitos da personalidade.”

Ao reconhecer o dano moral causado ao senador, a ministra fixou a reparação em R$ 50 mil, corrigidos monetariamente a partir da data do julgamento na Terceira Turma e acrescidos de juros de mora de 1% ao mês, a contar do evento danoso.

A decisão foi unânime. 
Com informações do STJ

http://jornalggn.com.br/noticia/noblat-tera-que-indenizar-renan-calheiros-por-danos-morais

quinta-feira, 13 de março de 2014

VEJA CONDENADA POR CALÚNIAS CONTRA GUSHIKEN. TARDE DEMAIS...


Depois de morto, Gushiken derrota ‘Veja’: o caso das falsas contas no exterior

publicada quarta-feira, 12/03/2014 às 16:27 e atualizada quarta-feira, 12/03/2014 às 16:27
“A Veja dá a entender que não eram fantasiosas as contas no exterior. E não oferece um único indício digno de confiança. Infere, da identidade dos acusadores e dos interesses em jogo, a verdade do conteúdo do documento. A falácia é de doer na retina.” (trecho da sentença que condenou “Veja”)
por Rodrigo Vianna
Quase oito anos se passaram. A Justiça levou tanto tempo para ser feita, que a vítima dos ataques covardes já não está entre nós. Fundador do PT, bancário de profissão, Luiz Gushiken foi ministro da SECOM na primeira gestão Lula. Por conta disso, teve seu nome incluído entre os denunciados do “mensalão” (e depois retirado do processo, por absoluta falta de provas)…
Mas os ataques de que tratamos aqui são outros. Em maio de 2006, a revista “Veja” publicou uma daquelas “reportagens” lamentáveis, que envergonham o jornalismo. A torpe “reportagem” (acompanhada de texto de certo colunista que preferiu se mudar do Brasil – talvez, por vergonha dos absurdos a que já submeteu os leitores) acusava Gushiken de manter conta bancária secreta no exterior. Segundo a publicação da editora Abril, os ministros Marcio Thomaz Bastos, Antonio Palocci e José Dirceu (além do próprio Lula!) também manteriam contas no exterior.
Qual era a base para acusação tão grave? Papelório reunido por ele mesmo – o banqueiro Daniel Dantas. A “Veja” trabalhou como assessoria de imprensa para Dantas. Da mesma forma como jogou de tabelinha algumas vezes com certo bicheiro goiano. Mas mesmo ataques vis precisam adotar alguma técnica, algum rigor.
No caso das “contas secretas”, não havia provas. Havia apenas o desejo da revista de impedir a reeleição de Lula. O vale-tudo estava estabelecido desde o ano anterior (2005) – com a onda de “denuncismo” invadindo as páginas (e também as telas – vivi isso de perto na TV Globo comandada por Ali Kamel) da velha imprensa.
Pois bem. Gushiken processou a “Veja”. O trabalho jurídico (árduo e competente – afinal, tratava-se de enfrentar a poderosa revista da família Civita) ficou por conta do escritório Manesco, Ramires, Perez, Azevedo Marques Sociedade de Advogados – com sede em São Paulo. Em primeira instância, a revista foi evidentemente derrotada. Mas a Justiça arbitrou uma indenização ridícula: 10 mil reais! Sim, uma revista que (supostamente) vende 1 milhão de exemplares por semana recebe a “punição” de pagar 10 mil reais a um cidadão ofendido de forma irresponsável. Reparem que este blogueiro, por exemplo, que usou uma metáfora humorística para se referir a certo diretor da Globo (afirmando que ele pratica “jornalismo pornográfico”), foi condenado em primeira instância a pagar 50 mil reais a Ali Kamel! E a “Veja” deveria pagar 10 mil… Piada. 
Mas sigamos adiante na história de Gushiken. O ex-ministo recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Antes que os desembargadores avaliassem a demanda, Gushiken morreu. Amigos mais próximos dizem que o estado de saúde dele  (Gushiken lutava contra um câncer) se agravou por conta dos injustos ataques que sofreu nos últimos 8 anos.
Gushiken morreu, mas a ação seguiu. E os herdeiros agora acabam de colher nova vitória contra “Veja”. O TJ-SP mandou subir a indenização para 100 mil reais, e deu uma lição na revista publicada às margens fétidas da marginal.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/rodrigo-vianna-gushiken-derrota-os-902-mil-euros-que-a-veja-inventou-para-ele-no-exterior.html