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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

BRASIL CRESCEU MUITO MAIS QUE EUA, REINO UNIDO, JAPÃO, ALEMANHA...

Economia brasileira cresce menos do que média mundial prevista pelo FMI

Vitor Abdala - Rio de Janeiro Edição: José Romildo
O crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2013 ficou abaixo da estimativa feita pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para a média mundial, que é de 3%. Os dados foram fornecidos hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar disso, o crescimento da economia brasileira foi um dos mais altos entre os principais países. O Brasil cresceu menos do que a China (7,7%) e a Coreia do Sul (2,8%), por exemplo, mas ficou acima de países como Estados Unidos (1,9%), Reino Unido (1,9%), África do Sul (1,9%), Japão (1,6%), México (1,1%), Alemanha (0,4%), França (0,3%) e Bélgica (0,2%).
Países como a Espanha e a Itália tiveram quedas no Produto Interno Bruto (PIB) em 2013, de 1,2% e 1,9%, respectivamente. A zona do euro caiu 0,4%.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-02/economia-brasileira-cresce-menos-do-que-media-mundial-prevista-pelo-fmi

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

NÚMEROS DA ECONOMIA DERROTAM A "GUERRA" DO PIG

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

TUCANOS INDIGNADOS: DESEMPREGO CAI; SALÁRIOS SOBEM!!!

MENOR DESEMPREGO DA HISTÓRIA.
FELIZ 2014, URUBÓLOGA !

Desemprego cai e salário sobe


Saiu no Terra:

TAXA DE DESEMPREGO DEVE ENCERRAR 2013 NA MÍNIMA HISTÓRICA, DIZ FIPE


A taxa de desemprego antecipada para o mês de dezembro de 2013 foi estimada em 4,4%, resultado que, se confirmado, será o menor da série histórica, iniciada em 2002, segundo pesquisa divulgadas nesta segunda-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O levantamento aponta ainda que o número confirmará a tendência de queda no desemprego, já que dezembro de 2012 registrou taxa 0,2 ponto percentual maior (4,6%), segundo o IBGE.

Aumento dos salários


O índice Catho-Fipe de salários ofertados apontou aumento de 11,2% nos salários nos últimos 12 meses. Essa variação é superior à registrada em novembro, de 7,2%, sendo também o quarto mês consecutivo de aumento na variação anual.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

SÍTIO 247 DESMONTA A TUCANA MIRIAM LEITÃO!

247 adverte: aposta no pessimismo é eleitoral

:
Em sua coluna no Globo, a jornalista Miriam Leitão entrevista o economista José
Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica de FHC, que
fala em desânimo generalizado no setor empresarial; detalhe: a análise de Mendon-
ça de Barros não é absolutamente isenta; neste mês de dezembro, ele passou a inte-
grar o time de economistas do presidenciável tucano Aécio Neves (o que ela não
diz aos seus leitores); número divulgado hoje pela FGV aponta justamente o inver-
so: a confiança dos empresários cresceu.

26 de Dezembro de 2013 às 10:45

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

NOGUEIRA ADVERTE: DIREITA HIDRÓFOBA VAI ACABAR COM O PSDB

O que está por trás do ataque de Míriam Leitão à ‘direita hidrófoba’ que emburrece o país


Postado em 04 nov 2013
Ela defendeu corajosamente JB, aspas
Faltou citar Jabor
Tinha já prometido a mim mesmo não falar mais num determinado blogueiro de 
extrema direita que, em poucos dias, foi transformado num minizoo por três 
mulheres. Uma o chamou de rottweiller, por latir, outra de pato, por fazer várias 
coisas e todas mal, e a terceira de burro, por razões fáceis de entender.
Mas a repercussão alcançada sobretudo pela última delas – a que chamou o 
blogueiro de burro, Míriam Leitão — me obriga a voltar a ele. Porque se instalou 
uma perplexidade: o que está acontecendo na mídia corporativa e conservadora? 
Por que a dissonância recente depois de tanta concordância?
O marco zero, para mim, foi um artigo em que Noblat bateu forte em Joaquim 
Barbosa, tratado como semideus pela mídia. Aquilo não estava no roteiro, não 
em Noblat, não no Globo.
Notei. E especulei, na época, que poderia estar havendo um cansaço nos colunistas 
que, para encurtar, são pagos para defender os interesses e privilégios de seus 
patrões.
Mesmo os melhores salários são insuficientes quando você olha o espelho pela manhã 
e se diz: lá vou eu contribuir, como faço todos os dias, por um país tão iníquo quanto 
este.
E existe também a questão da posteridade. Carlos Lacerda fez o mesmo em seu 
tempo: hoje é amplamente desprezado pela história como um canalha que usou o 
jornalismo para defender os poderosos.
Ninguém quer ser tido pela posteridade como um canalha, um vendido, um homem 
vil como Carlos Lacerda.
Que os bilionários donos de empresas de mídia se batam fervorosamente pelas 
mamatas – benesses estatais — que os fizeram acumular fortunas fabulosas é 
compreensível. Mas que jornalistas assalariados os ajudem nisso, em detrimento 
da sociedade, dos pobres, dos favelados, isso é outra questão.
Chega uma momento em que você explode.
É dentro desse contexto que entendo Suzana Singer qualificar certo novo colunista
 como ‘rottweiler’. Ela não aguentou. Jorrou dela, no instinto e não na razão, a coluna 
revoltada não contra o colunista, mas contra o jornal que o convidou.
Tenho para mim que este tipo de coisa vai acontecer cada vez mais: revoltas nas 
redações explosivas, súbitas contra empresas jornalísticas que, como a Folha de 
Singer, radicalizaram sua luta por privilégios e contra um Brasil socialmente justo.
Também Míriam Leitão escreveu com o instinto, mas com seus cuidados habituais 
de boa funcionária da Globo. Falou na “direita hidrófoba” representada por certo 
colunista, mas não citou expoentes desse grupo dentro da Globo, como Jabor. 
Falou em Rodrigo Constantino, mas para este ninguém liga, dada sua irrelevância.
É divertido ler, em retrospectiva, um catatau em que o alvo de Míriam Leitão a 
atacava. Nele, era cobrado dela que se desculpasse ao senador Demóstenes 
Torres, que ela chamara de ‘famoso sem noção’. Ela é tratada como vigarista, 
mentirosa, falaciosa,  e recebe patéticas lições de economia sobre a questão 
cambial — tudo isso na defesa de Demóstenes.
Há, também, uma outra lógica no ataque aos hidrófobos. Eles atrapalham a causa 
pela qual atabalhoadamente se batem. Não conquistam adeptos, mas afastam as 
pessoas que não são fundamentalistas como eles mesmos.
O certo polemista tratado como burro, pato e rottweiler: que eleição ele ganhou 
desde que apareceu, já na meia idade, para o jornalismo hidrófobo graças à 
radicalização da Veja?
Me parece que Míriam Leitão está sugerindo ao PSDB que se afaste dos hidrófobos 
de direita. Serra, por exemplo, é amplamente associado ao blogueiro-zoológico, e 
tão rejeitado na política como ele é entre os jornalistas de verdade.
Nisso, e pelo menos nisso, Míriam Leitão está certa: ou o PSDB se afasta dos 
hidrófobos, e sai da direita vociferante rumo ao centro em que surgiu, ou os hidrófobos 
acabam com o PSDB.
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e 
diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do 
Mundo.

LEITÃO x ROTWEILLER - A BRIGA NA DIREITONA MIDIÁTICA...


Casa onde falta o pão…O duelo entre Leitão 

e o “Tio Rei”

3 de novembro de 2013 | 23:40
A confusão e a falta de perspectivas do conservadorismo brasileiro estão criando situações 
que lembram o velho ditado de que em casa onde falta o pão, todo mundo briga e nin-
guém tem razão.
Um fato absolutamente lateral – embora deprimente – como a instalação de Reinaldo 
Azevedo no panteão de colunistas da Folha, ganhou uma importância que, absoluta-
mente, não tem.
Mas os que acharam que podiam se podiam conservar com um rótulo de “progres-
sista” ou até “social-democratas” dentro da grande mídia se sentiram de tal forma inco-
modados que passaram recibo da companhia incômoda daquele ícone do obscurantismo.
Semana passada, a ombudswoman da Folha, Suzana Singer,  chamou-o de “rottweiler”
Hoje, Miriam Leitão, em sua coluna, o chama de “indigente mental”.
É louvável que ainda se incomodem de estarem “dividindo o barco” com Azevedo.
Mas isso não elide o fato de que estão no mesmo barco.
Miriam, por exemplo, tem se dedicado à previsão diária da catástrofe, aquilo a que Lula 
chamou de “atração pela desgraça”.
Os blogs de esquerda deram-lhe o apelido de “urubóloga”, por isso. Uma critica política, 
revestida de uma acre ironia, é certo.
Mas nunca se a chamou de “a que ronca e fuça” como faz Azevedo hoje, em seu blog.
No entanto, o epíteto de “blogueiros sujos” foi dado a nós, não a ele.
O que falta a Miriam e a Singer é a coragem básica de fazer o que nós fazemos: ques-
tionar os impérios empresariais, como a Veja, que legitimam e dão repercussão, há anos, 
a tal tipo de gente.
Quem cria e solta os cachorros, cuida que eles defendam algo que lhe é patrimonialmente 
caro.
É por isso que Azevedo nada “de braçada”na sua grosseria, sobre ambas.
Ele compreende muito melhor que suas adversárias de que há um embate no Brasil, 
onde o “vale-tudo” é não apenas permitido como praticado diariamente.
Ele apenas o faz de modo explícito e grosseiro. Tanto que promete, para logo, algo mais elaborado, talvez na linha de seu mestre José Serra: “Que bobagem, Miriam”
O essencial, porém, quando se escreve, não é o estilo, a forma.
A forma de Azevedo é abjeta.
Muito mais abjeto, porém, é  conteúdo e o propósito.
E este, lamentavelmente, prende as críticas de Reinaldo no mesmo barco de suas 
críticas.
Seria melhor se assim não fosse, mas o Brasil tem dois lados.
E cada um tem de suportar , no seu lado, os companheiros de viagem..
Por: Fernando Brito

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

POR DENTRO DO PARTIDO DA IMPRENSA

O que move o partido-imprensa

Merval Pereira, Miriam Leitão, Sardenberg, Eliane Catanhede, Dora Kramer e outros mais necessitam ser analisados pelo que são: intelectuais orgânicos do totalitarismo financeiro. O conteúdo de suas colunas representa a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro.

A leitura diária dos jornais pode ser um interessante exercício de sociologia política se tomarmos os conteúdos dos editoriais e das principais colunas pelo que de fato são: a tradução ideológica dos interesses do capital financeiro, a partitura das prioridades do mercado. O que lemos é a propagação, através dos principais órgãos de imprensa, das políticas neoliberais recomendadas pelas grandes organizações econômicas internacionais que usam e abusam do crédito, das estatísticas e da autoridade que ainda lhes resta: o Banco Mundial (BIrd), o Fundo Monetário Internacional (FMI), a Organização Mundial do Comércio (OMC). É a eles, além das simplificações elaboradas pelas agências de classificação de risco, que prestam vassalagem as editorias de política e economia da grande mídia corporativa. 

Claramente partidarizado, o jornalismo brasileiro pratica a legitimação adulatória de uma nova ditadura, onde a política não deve ser nada além do palco de um pseudo-debate entre partidos que exageram a dimensão das pequenas diferenças que os distinguem para melhor dissimular a enormidade das proibições e submissões que os une. É neste contexto, que visa à produção do desencanto político-eleitoral, que deve ser visto o exercício da desqualificação dos atores políticos e do Estado. Até 2002, era fina a sintonia entre essa prática editorial e o consórcio encastelado nas estruturas de poder. O discurso "modernizante" pretendia - e ainda pretende - substituir o "arcaísmo" do fazer político pela "eficiência" do economicamente correto. Mas qual o perigo do Estado para o partido-imprensa? Em que ele ameaça suas formulações programáticas e seus interesses econômicos?
Leia a íntegra em:

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

MIRIAM LEITÃO PERDEU O EMPREGO!

Depois de prever diariamente a falência do Brasil - o que ela faz desde 2003 - Miriam Leitão, a "Urubóloga" deve estar mudando de profissão diante dos números de 2011. Sua torcida macabra contra o Brasil não deu certo até hoje, mostrando que é uma analista incompetente e uma cabo-eleitoral fraquinha. 

Fica evidente, para quem ainda não percebeu, que o Brasil é muito maior que a Globo e os analistas do PIG juntos.

A catástrofe deu xabu

Da pesquisa sobre a expectativa das famílias brasileiras, divulgada hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada:
“As famílias brasileiras chegaram ao fim de 2011 mais otimistas sobre a situação socioeconômica do país. O Índice de Expectativas das Famílias de dezembro, calculado pelo Ipea, subiu para 67,2 pontos em dezembro de 2011. No mesmo mês de 2010, ele havia fechado em 64,6 pontos. Já em novembro de 2011, o IEF havia ficado em 63,7 pontos. O índice de dezembro igualou a maior expectativa apurada na série – em janeiro de 2011, também 67,2.”
Reparem: é maior que em 2010 e igualou o maior índice da história, na pesquisa que pode ser vista aqui, na íntegra.
Isso com um ano inteiro de más notícias, fossem elas verdadeiras, meias-verdades ou simplesmente falsas. Crise mundial, inflação em alta, dólar subindo, assassinato serial de ministros e Miriam Leitão todo dia.
Aliás, quando maior a informação, maior o otimismo: entre os que têm curso superior incompleto (73%) e completo (69%).
E mesmo entre os menos informados, de renda mais baixa, embora o otimismo seja um pouco menor (52%) – dificil ser otimista na pobreza – 79% acham que a situação da família estará melhor. No total, 78,6% dos brasileiros acham que a situação financeira da família vai estar melhor daqui a um ano.
Também é positiva  a avaliação dos brasileiros sobre o que  aconteceu com esta situação no ano que passou: 78,2% dizem que está melhor.
Já se disse, mas não custa repetir: otimismo é o melhor combustível para a expansão da economia.
Como se vê, o catastrofismo deu xabu.

sábado, 5 de novembro de 2011

PAULO HENRIQUE AMORIM E DILMA NO G-20

Saiu no Valor:

Brasil está entre 7 países do G-20 com finanças relativamente fortes

CANNES – O Brasil está entre os sete países do G-20 com finanças públicas “relativamente fortes”, que se comprometem a tomar medidas adicionais para estimular a demanda doméstica se a economia global piorar.

Saiu no Globo, pág. 34

“Turbulência (sic) Global”

“Brasil capta US$ 1 bilhão com juros menores.”

“Tesouro Nacional emitiu títulos para 2041 e, mesmo com crise global, demanda foi elevada e as condições, mais favoráveis”

A oferta inicial foi de US$ 500 milhões.

Como a demanda era firme, o Tesouro pôde vender o dobro.

Na venda anterior, o Brasil pagou juros de 5,8%.

Agora, no auge da “turbulência (sic) global” se comprometeu a pagar 4,7%.

Que horror !

Navalha
Na Guerra Fria, prevaleceu a Teoria do Dominó.
Se o Vietnã caísse, o mundo virava comunista.
Se o Brasil caísse, a América Latina virava comunista.
E assim os jenios Geisel e Golbery – leia o “Em tempo” – tiveram a ideia de salvar a Democracia Brasileira, com a ajuda da CIA do Coronel Walters e do Pentágono, do embaixador Gordon.
Agora, ressurge a Teoria do Dominó.
O PiG (*) brasileiro dá mais destaque à crise grega do que os jornais da Grécia.
Na esperança de que, se a Grécia cair, o mundo vai à bancarrota e o governo trabalhista do Brasil sucumbe junto.
Dilma será enterra nos escombros da Acrópole.
(Ou nos escombros do Projac, já que o jornal nacional trata mais da crise da Grécia do que o Bom Dia Atenas.)
A Teoria do Dominó mostrou-se uma fraude.
Serviu para os jenios da América Latina, como o Geisel e o Golbery, botar os lideres trabalhistas na cadeia e na cadeira do dragão.
O Vietnã caiu e o mundo não se tornou comunista.
E a China queria que os Estados Unidos vencessem no Vietnã.
Como demonstra o livro “On China”, de Henry Kissinger.
No meio da “turbulência”, a Dilma tira de letra.
Dilma sai do G-20 como líder de um país de “economia exemplar”.
E olha que a Urubologa está férias.
Se não, a turbulência seria muito maior.
Em tempo – Como se sabe, o historialismo- mistura de Historia com Jornalismo e não é uma coisa nem outra – dedica a Geisel e Golbery o papel que, nos Estados Unidos, desempenham Washington e Jefferson – são os Fundadores da Democracia Brasileira. O Brasil é como o papel: aceita tudo !
Paulo Henrique Amorim